Fantasia no Ar #43


Mais um texto de fantasy chegando na área e agora é com a aproximação da primeira semana festiva do game. Se pensou em Pro Bowl… lamento informar que não. Falaremos um pouco sobre o All-Star da NHL que se aproxima e as estrelas que já anunciaram que estão fora, junto com aquelas que estão de molho e podem perder o fim de semana, não para descanso, e sim se recuperando de lesão. Simbora:

NHL

E nada de Taylor Hall

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Esse é o caso mais emblemático do momento, pensando em fantasy. Taylor Hall, principal jogador do New Jersey Devils, não atua desde o dia 23 de dezembro, por conta de um lower body injury (traduzindo para o português, seria a região abaixo da cintura envolvendo glúteos, coxa e panturrilha).

Sem ele, o time acabou caindo de produção. E seus donos no fantasy não encontram um LW a altura para substituir (quando não tem). E com o ASG se aproximando e a dúvida sobre se o camisa #9 vai jogar ou não, ainda persiste.

Minha dica é: deixe na IR e espere. O evento está próximo e como o mesmo (até o lançamento deste texto) sequer foi ao gelo, segure-o no seu time (ou envolva em uma troca por alguém do mesmo calibre). Caso aconteça uma reviravolta e ele atue antes do ASG, vai ser de extrema valia, já que em rodadas assim, os jogos são mais escassos e um jogador do porte dele é bem-vindo em qualquer circunstância.

Quanto a aqueles que optaram por não jogar em prol de um descanso extra (Alex Ovechkin e Carey Price), apenas agradeça e deixa o jogo seguir. Não tem com o que se preocupar, além de ter um atleta 100% saudável para a ‘segunda metade’ do campeonato.

As Três Estrelas da Semana 14

Mark Giordano (D – Calgary Flames)

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A fase dos Flames está estupenda. Mark Giordano fez chover na semana perfeita da equipe, com quatro vitórias em quatro jogos. Foi coroado com um jogo de 3 pontos (2 gols) contra os Coyotes e merece a estrela da semana com louvor, além de liderar todos os jogadores em pontos nos últimos 7 dias (8).

Jordan Binnington (G – St. Louis Blues)

O ano pode estar uma lástima, mas Binnington foi enorme. Um dos poucos a vencer 3 jogos na semana (o outro é Martin Jones) com uma média de gols sofridos em 0.67 (74 de 76 tiros defendidos) com direito a um shutout na sua estreia como titular (o 35º a conseguir na história da NHL). Quem apostou se deu muito bem.

Tuukka Rask (G – Boston Bruins)

Mais um que deu a volta por cima nessa semana. Dois jogos, duas vitórias (shutout em uma delas) incluindo uma sobre os Maple Leafs. Uma recompensa para quem pregou a paciência com ele.

Para ficar de olho (semana 15)

John Gibson (G – Anaheim Ducks)

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Recomendando um goleiro que não vence desde o dia 17 do mês passado? Como são as coisas… Anaheim terá uma road trip, na teoria, tranquila. Chance de Gibson, pelo menos, tirar sua sina de derrotas.

T.J. Brodie (D – Calgary Flames)

Um dos beneficiados com a fase excelente de Calgary. Fique esperto em ligas por stats, que ele está colaborando bastante.

Marcus Pettersson (D – Pittsburgh Penguins)

Jogador que ninguém aposta, mas que está comendo pelas beiradas. Desde a virada de ano, só não pontuou na última partida dos Pens, em Los Angeles. Atenção ao momento do defensor e, caso mantenha a boa fase, arrisque.

Colton Sissons (C/LW – Nashville Predators)

Pontuou em quatro dos últimos cinco jogos de Nashville e com boa produção, vale a pena dar uma conferida se estiver disponível em sua liga.

NBA

Boletim Médico

  • Clint Capela sofreu lesão no dedo polegar e está fora por 4 a 6 semanas;
  • Rondae Hollis-Jefferson deverá retornar aos Nets durante a semana. Expectativa que não tenha restrições diante do Houston Rockets, na próxima quarta-feira;
  • Sobre quarta-feira, LeBron James passará novamente por exames na virilha. LBJ está fora de ação desde o Natal;
  • Kevin Love não fará atividades em quadra até o All-Star Game, segundo o staff de Cleveland. Ainda sobre o ala-pivô, os rumores de troca envolvendo-o começam a esquentar;
  • Enes Kanter, que ficou fora por exagerar na dose com hambúrgueres, ainda não voltou a treinar e segue de fora dos Knicks. É mais um com o nome ventilado em possíveis trocas;
  • E fechando, Myles Turner segue com uma lesão no ombro, mas como vem sendo cogitado para voltar ao time (questionável), deve retornar em breve.

Os melhores da semana 13 (excluindo os tops de linha)

Bradley Beal (SG – Washington Wizards)

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34.3 pontos por jogo e atuações de gala como a do último domingo contra os Raptors. Beal ganhou a chave da franquia sem John Wall do seu lado para ajudar. E os seus donos agradecem pelo upside no seu jogo.

Rudy Gobert (C – Utah Jazz)

Não está sendo dominante para os donos de fantasy, mas vem de double-double com 13.3 pontos e 15.8 rebotes de média na semana. O número baixo de tocos chama a atenção para um pivô de características defensivas.

Luka Doncic (SG – Dallas Mavericks)

Ele é uma realidade. Doncic é exceção a regra para aqueles que ficam com um pé atrás quando um europeu chega a NBA. O esloveno com médias de 28.0 pontos, 6.8 rebotes e 6.0 assistências, fez a alegria no game (até porque não teve o seu melhor Dallas ao seu lado na semana).

Donovan Mitchell (PG/SG – Utah Jazz)

Demorou para engrenar, mas Mitchell teve uma semana do nível que o colocou no patamar do futuro da liga. 31.5 pontos e 5.8 assistências de média para o camisa #45, que tenta colocar Utah novamente na pós-temporada.

Andrew Wiggins (SG – Minnesota Timberwolves)

25.0 pontos por jogo na semana. Pode parecer abaixo do esperado, pensando na elite da liga, mas Wiggins é do tipo de jogador ‘ame-o ou odeie-o’. Mesmo com toda a desconfiança que gira em torno de si, conseguiu produzir para a surpresa dos seus donos.

Dicas para a semana 14

JaMychal Green (PF – Memphis Grizzlies)

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Aproveita enquanto ele está inteiro. O ala-pivô está crescendo nos últimos jogos e merece seu destaque para ajudar na rodada. Os duelos dos Grizz facilitam pensando em garrafão (Bucks, Celtics e Raptors).

Bobby Portis (PF – Chicago Bulls)

Vem do banco, pontua perto do tempo que atua, e só. Bobby Portis tem sido uma referência no que diz respeito a produção em quadra. Está sendo limitado nos seus minutos voltando de lesão, mas com uma semana de jogos espaçada, pode causar estrago.

Até a próxima semana.

O blog Major Sports tem orgulho de falar de Fantasy games o ano inteiro e um dos responsáveis por isso é o nosso intrépido Vitor @chaveatle Silva, que manja muito do negócio.

#NHL: Analisando promessas #1 – Kotkaniemi

Jesperi Kotkaniemi é o futuro de Montréal?

(Reprodução/YouTube.com)

Fala malucos por hockey! Nessa série que se inicia hoje, falaremos do futuro da NHL, mais especificamente dos jogadores que podem ser estrelas desse jogo daqui a alguns anos. Havia muitos nomes que eu poderia colocar aqui como: Elias Pettersson, o primeiro nome que deve vir na cabeça de vocês quando eu digo a palavra futuro, Ramus Dahlin? Mikko Rantanen? Aqui teremos espaço para todos eles.

Porque então eu escolhi Jesperi Kotkaniemi?

O finlandês de 18 anos, impressionou meses antes do draft e acredite, ele vem fazendo um barulho danado pelos lados canadenses. Além de seu talento que é notável, o garoto possuí muito carisma. Vou trazer textos de alguns scouts, além de trazer alguns vídeos e por fim minha opinião.

Análise de scouts

“Um center inteligente com um chute perigoso, Kotkaniemi possui um elevado QI de hóquei e determinação com as habilidades necessárias para fazer qualquer coisa no gelo. Posiciona-se bem e muitas vezes parece estar um passo à frente das jogadas. Domínio de Puck e  permitem que ele divida as defesas profissionais quando adolescente. Tamanho e porte decentes, um patinador muito capaz e com grande teto de evolução” (Matias Strozyk – 2017, para eliteprospects)

Um outro scout, colocou uma comparação bem interessante em pauta. “Comparar Kotkaniemi com Mikko Rantanen pode parecer perigoso, mas faz muito sentido. Em seu ano de draft, Rantanen jogou 56 jogos no SM-Liiga enquanto marcava 9 gols e acrescentou 19 assistências. Na temporada passada, Kotkaniemi marcou 10 gols e 19 assistências em 57 jogos na mesma liga. A diferença entre os dois é que Kotkaniemi está fazendo uma temporada completa antes de Rantanen.”

Ele ainda diz que Kotkaniemi passou de um dos jogadores mais subestimados do draft para um garoto que todos querem.” (Tom Hunter, para milehighhockey).

Porque escolher Kotkaniemi?

A questão é, porque Kotkaniemi é tão especial e porque especificamente Montréal foi atrás dele? Sua habilidade com puck, principalmente na zona ofensiva e a sua capacidade de conseguir dar qualquer tipo de passe, literalmente o transformou em um potencial center de elite. Algo que Montréal sofre há muito tempo, conseguir ter em seu elenco jogadores que consigam ser o centro das linhas e que consiga distribuir o puck com total naturalidade para que ele consiga o gol, ou então ele próprio desenvolver a jogada para concluir em gol. Kotkaniemi parece não só ser a solução do futuro, como já vem se tornando a solução no presente.

Suas habilidades vem se tornando melhores a cada partida que o finlandês disputa. O mais legal disso tudo é como ele consegue se moldar a cada em cada jogo, tentando coisas novas e diferentes. Como no vídeo abaixo, ele muda seu chute no último instante para buscar o canto oposto do goleiro:

Se bem trabalhado, o chute de Kotkaniemi pode vir à se tornar um dos mais perigosos da liga, alinhando velocidade e precisão. Como você pode ver no vídeo abaixo, ele simplesmente utiliza da sua habilidade de passador para fazer com que o defensor pense que ele vai fazer o passe, mas, na verdade, ele faz o chute e não poderia ser mais preciso:

Opinião final

Se Montréal acertou ao escolher na terceira escolha geral o jogador finlandês? Até o momento sim, agora se você quer saber se ele se tornará um dos grandes jogadores da próxima geração da NHL? Isso o tempo dirá. Mas os indícios são grandes, patinação inteligente, velocidade de transição, possibilidade de desenvolvimento de um slapshot potente e preciso, além de ser um jogador habilidoso de primeira classe. Com o tempo ele deve ganhar mais massa e se tornar mais forte o que lhe trará mais vantagem física em certas jogadas e nós sabemos que isso é fundamental com a evolução e com o nível que a NHL atual exige, você precisa estar sempre preparado para tudo.

Os números de sua primeira temporada com 4 gols e 15 assistências são interessantes e devem crescer ainda mais, seu futuro na liga parece grandioso e eu não perderia de prestar mais e mais atenção nele dentro do gelo.

Eu sou Augusto e o intuito da série é abrir os olhos de vocês para esses jovens talentos que podem dominar a NHL nos próximos anos, esse foi o texto piloto e vocês podem mandar sugestões aí embaixo, qual o próximo jogador que você quer ver aqui?

Nosso Rookie, Augusto Edinger, pode ser encontrado no twitter @gutoedr, e temos que falar, ele também é um fênomeno! Augusto escreve essa série de novos talentos especialmente para o blog MAJOR SPORTS

Fantasia no Ar #42

Voltando a normalidade (e regularidade, perdão) dos textos voltados ao Fantasy nesse novo ano que se inicia. Antes de começar a falar sobre NHL e NBA, um aviso importante a ser dado.

Este que vos escreve atenderá três das quatro ligas americanas em seus textos (por enquanto). O Fantasy mais doido, imprevisível e maluco de todos (NFL) estará a cargo exclusivamente de Caio ‘Bahea’ Fillipi.

Recado dado, hora de falar do que interessa. Simbora:

FANTASY NHL

Olho em Dougie Hamilton

Sim, o defensor que foi peça chave na troca envolvendo Calgary Flames e Carolina Hurricanes em junho está muito abaixo do que se espera. Como diria a matéria: deixou o seu jogo no Canadá (6 gols, 8 assistências, -14 plus/minus em 41 jogos).

Já há indícios que os Canes colocaram sua principal aquisição para trocas e um jogador do seu talento, em outra equipe com pretensões maiores, pode ter os números que o credenciaram a ser um dos ótimos defensores da NHL. Se alguém desistiu, fique com o sinal de alerta ligado.

As Três Estrelas da Semana 13

Johnny Gaudreau (LW – Calgary Flames)

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O responsável pela semana quase perfeita do time de Alberta. Foram 11 pontos nos quatro jogos e um gol a cada 5 tiros. Semana mágica para o forward do líder da divisão Pacífico.

Brent Burns (D – San Jose Sharks)

O ‘forward que joga na defesa’ justificou a nomeação para as três estrelas da semana e, mesmo com plus/minus negativo (-3), produziu para os Sharks nos três jogos, incluindo a vitória sobre o Tampa Bay Lightning.

Juuse Saros (G – Nashville Predators)

O reserva de Pekka Rinne está recuperando a boa forma e fecha a semana quase perfeito. Duas vitórias (uma delas por shutout) e mais de 98% dos tiros defendidos. Representou.

Para ficar de olho (semana 14)

Cam Talbot (G – Edmonton Oilers)

Mais um que está retomando o que dele se esperava para 2018-19. Enfrenta ataques considerados tranquilos para a semana (Coyotes e Panthers, em casa). É uma boa para quem procura por goleiros que salvem a lavoura.

Mark Jankowski (C – Calgary Flames)

Ele é líder em uma estatística pouco explorada nas ligas de hóquei: shorthanded points. Se olhar para o ano todo do center, é pouco. Mas com os Flames indo bem nessa fase do campeonato, vale o lembrete para ficar de olho.

Alexander Edler (D – Vancouver Canucks)

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Defensor que vez ou outra mostra seu valor no campeonato. Edler pode não ser unanimidade, mas vem crescendo consideravelmente nas últimas semanas e pode salvar seu time, principalmente em ligas por stats.

Zach Parise (LW – Minnesota Wild)

Saudável, é um forward que agrega. Parise vem de duas semanas consistentes e merece sua atenção se estiver livre nas ligas. Está rendendo mais que muito jogador de renome.

FANTASY NBA

Mercado de Trocas começou

Janeiro vem e as equipes começam a se mexer pensando em playoffs ou para ganhar todas as escolhas possíveis, pensando no futuro. Um dos casos mais recentes, e que de início prejudica os seus donos, é Justin Holiday. O ala foi trocado para o Memphis Grizzlies e, a princípio, começa vindo do banco.

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Justin Holiday

A saída de Chandler Parsons, que estava na G-League, não mudará muito a situação do novo jogador da terra do Elvis. De qualquer modo, atenção para a proximidade da trade deadline. Muita surpresa boa (ou decepção) pode pintar.

Alerta 2: Lesões e Cirurgias

Sem John Wall, os seus donos só tem a lamentar se não buscaram reposição (ou alguém que produza) em um nível aceitável. NBA é aquilo: um lesão de uma super-estrela arrebenta qualquer equipe que almeja o título.

Atenção redobrada também para Kevin Love. Em janeiro está estipulada a sua volta, mas não seria surpresa se Cleveland não anunciar o shutdown (encerramento) da temporada do jogador. Tristan Thompson é um nome para se olhar com carinho.

Os melhores da semana (excluindo os tops de linha)

Jusuf Nurkic (C – Portland Trail Blazers)

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O five-by-five (pelo menos 5 em todas as estatísticas positivas de jogo) foi alcançado com uma performance de 24 pontos e 23 rebotes ainda no início da última semana e praticamente selou uma série acima do esperado. Parabéns para os donos do pivô.

Clint Capela (C – Houston Rockets)

Quase 20-20 de média nos três jogos que atuou pelos Rockets. A fase da equipe é tão iluminada que o pivô teve até números baixos de faltas (na média) nesse intervalo de tempo. Um steal justificado.

Buddy Hield (SG – Sacramento Kings)

Na nova era da bola de três, quem tem um jogador que não seja Stephen Curry ou James Harden, mas tenha desempenho semelhante, solta foguete. E essa semana, Buddy Hield teve um desempenho igual. Média de 29,3 pontos com 6 bolas de três convertidas por jogo!!! Esse menino é uma realidade.

D’Angelo Russell (PG/SG – Brooklyn Nets)

Jogador em alta e livre de lesões. D-Lo com médias perto de um duplo-duplo (24,3 pontos e 9,3 assistências) foi um dos alentos para aqueles ‘fora do radar’ ou, se preferir, dos ‘subestimados’. O crescimento dos Nets está aí para a liga ver. Cada vez mais Kenny Atkinson está colhendo os frutos de seu trabalho.

Julius Randle (PF – New Orleans Pelicans)

Os donos que não tem AD ou Jrue Holiday, agradecem. Com direito até a triplo-duplo, Randle passou dos 20 pontos, somados a 8,7 rebotes e 4,3 assistências nos últimos três jogos.

Dicas para a semana 13

JJ Redick (SG – Philadelphia 76ers)

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Média de 21,3 pontos na última semana e com três jogos tranquilos para ter produção semelhante (Wizards 2x e Hawks). Pode surpreender.

Derrick White (PG – San Antonio Spurs)

On fire nos últimos cinco jogos, White começa a crescer no radar das equipes. Vai ter semana contra defesas bem enjoadas (Grizzlies e Thunder 2x).

Bojan Bogdanovic (SG/SF – Indiana Pacers)

16 pontos de média e acerto de 44,4% nos chutes de quadra. Bogdanovic vem em um bom momento e será beneficiado por enfrentar duas equipes que brigam por Zion Williamson (Cavaliers e Knicks).

Até a próxima semana.

Vítor Silva ainda está traumatizado com a derrota do Chicago Bears e por isso não tem sacaneada nesse parágrafo… #RIPVitão

Fantasia No Ar #41 – #NHL & #NBA

Amigos viciados em Fantasy. Depois de quase dois meses de atraso, o FNA das ligas do gelo e das quadras ajudando a geral na busca por alternativas para o andamento do campeonato, onde as zebras estão surgindo e o feeling neste momento é mais do que especial.

Neste tempo de ‘estadia’, busquei por um formato nos textos do tema para dar uma nova dinâmica na leitura.

Dados os avisos, simbora!

DICAS DA NHL

A Novela Acabou

Finalmente! William Nylander e os Maple Leafs chegaram a um acordo e o forward vai jogar na temporada. De contrato renovado (6 anos e U$ 45 milhões) e com Toronto se adaptando bem não só a John Tavares como tem a volta de Auston Matthews, Nylander não deverá ter problemas e deve produzir o que se espera. Vale a ressalva de que ele vem de 61 pontos em cada uma das duas temporadas anteriores.

Se estiver livre na sua liga (o que será meio complicado), busque sem arrependimento.

As três estrelas da semana

Mark Scheifele (C – Winnipeg Jets)
Três vitórias em quatro jogos e números de respeito. Foram 8 pontos (5 gols e 3 assistências), +4 plus/minus, 1 ponto no power play, 1 game winning goal, e seu número de faceoffs vencidos (48) chama a atenção. Até hits (8) e tiros bloqueados (3) entram na lista. Ótima semana!

Jonathan Huberdeau (LW – Florida Panthers)
A fase dos Panthers é tenebrosa, e no fantasy tem quem se salve. Huberdeau brilhou e fez até mais pontos na semana que Scheifele (9 pontos: 2 gols e 7 assistências), sendo uma produção mais ofensiva do que defensiva. A atuação defensiva do center dos Jets o credenciou a #1.

Mikko Koskinen (G – Edmonton Oilers)
Semana perfeita, com três vitórias em três jogos sendo uma por shutout (sem sofrer gols). Cam Talbot anda em má fase e o reserva, que pode ser pego nas ligas, será um backup assegurado para quem estiver precisando. Não é hora de pensar que ele será sua salvação. Vá com cuidado ao pote!

Dicas para a semana 9

Adin Hill (G – Arizona Coyotes)
Arizona tem uma das melhores defesas da NHL em 2018-19. É fato, não tem o que discutir. E um dos beneficiados nesse momento é o goleiro Hill. Dos dois últimos jogos que foi titular, só sofreu apenas um gol e tem uma porcentagem de defesa acima de 98% na temporada. É bom colocá-lo em seu radar.

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Shea Weber (D – Montreal Canadiens)
O capitão está de volta aos Habs. Produção boa, dentro do esperado para quem vem de lesão. Se estiver livre na sua liga, selecione-o sem pensar duas vezes. Defensor assim é um ‘puck de segurança’.

Scott Mayfield (D – New York Islanders)
Joga pouco tempo no gelo, mas tem eficiência para ‘impulsionar’ suas estatísticas ou ‘impedir’ que elas te derrubem em ligas neste formato. Para dias de poucos jogos (ou defensores que não estão rendendo), ele pode ser uma boa reposição.

Pontus Aberg (LW/RW – Anaheim Ducks)
Seis pontos na última semana (e com duelos contra Bolts e Caps nessa sequência), o sueco brilhou. Um sleeper que merece ser mencionado em um Ducks que terá tabela até favorável (Blackhawks, Canes e Devils – em casa).

DICAS DA NBA

Temporada maluca, onde os favoritos não rendem o que se espera, um Oeste mais selvagem do que o normal (apenas o Suns destoa), um Leste de um Toronto líder de conferência e etc.

Existem soluções que podem ajudar, mas sempre de olho no bacião para salvar sua semana. Seja um garimpeiro de primeira linha para seu time voar!

Os Shooting Stars da semana (excluindo os tarimbados da lista)

Image result for Eric Gordon (SG - Houston Rockets)Eric Gordon (SG – Houston Rockets)
Líder em cestas de três na semana (21) e 94 pontos na conta. A curiosidade que só a pontuação alcançou os dois dígitos nas estatísticas. Quando as cestas caem, é tudo de bom para quem apostou no ala-armador. Mas chutadores de três são 8 ou 80. Sempre fique atento.

Domantas Sabonis (PF/C – Indiana Pacers)
60 pontos, 48 rebotes e 17 assistências. O filho do lendário Arvydas Sabonis teve uma semana muito produtiva, incluindo também mais 3 double-doubles (um dos líderes nos últimos sete dias). Uma certeza, mostrando que 2017-18 não foi acidente.

Jabari Parker (SF/PF – Chicago Bulls)
Entre altos e baixos, o camisa #2 dos Bulls está crescendo nos últimos jogos. 75 pontos e 36 rebotes para Parker, que nem com o retorno de Lauri Markkanen teve seu lugar no time titular ameaçado, por enquanto. Sem Fred Hoiberg, pode render mais até vindo do banco. Olho nele.

Para essa rodada…

Tristan Thompson (PF/C – Cleveland Cavaliers)
Assumiu a responsabilidade sem Kevin Love e domina o garrafão dos Cavaliers. Só no último jogo, quase alcançou um 20-20! Eu não creio que ele ainda esteja livre na sua liga, mas aproveite enquanto o camisa #0 não volta.

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Markieff Morris (PF – Washington Wizards)
Fora o jogo contra os 76ers, o irmão de Marcus Morris está em um ótimo momento. Washington terá partidas bastante acessíveis para ele manter o bom momento (Knicks, Hawks e Cavaliers). Considere-o.

Richaun Holmes (PF – Phoenix Suns)
Há bons nomes ganhando espaço no deserto. Holmes é um desses casos de sucesso momentâneo, com médias de 2 tocos nos últimos 8 jogos (vindo do banco). Não é um nome que tenha grandes holofotes, mas em questão de eficiência, Holmes merece a sua atenção.

Damyean Dotson (SG – New York Knicks)
Fechando as dicas com o ala-armador de NY, que está crescendo nas últimas semanas. Médias de 18 pontos e aproveitamento de quadra de incríveis 66% de acerto. Vale para quem busca por jogadores dessa posição, que bons nomes ‘fora do radar’ são difíceis de achar.

Aqui é assim, falamos de Fantasy de TODOS OS ESPORTES, por isso o time de letrados o Major Sports é o melhor do Brasil… e que a humildade vá pras cucuias!!!! Segue nóis @blogmajorsports

NHL Power Ranking – 28/11

De volta com o PR do gelo. Com um líder inesperado, times grandes passando vergonha e a volta de nomes que estavam muito tempo fora de combate. Segue a lista:

1 (+12) Buffalo Sabres (17-6-2 – 36 pontos)

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Você não precisa de óculos e não é o fim dos tempos. A surpresa da temporada está aparecendo muito antes do que qualquer um esperava. São 10 vitórias seguidas para o time de NY (recorde histórico), sendo que a equipe não tem um ataque avassalador, nem aparece entre as melhores defesas da liga, sendo o destaque vindo do gol, com Carter Hutton. Ótima aquisição.

2 (-2) Nashville Predators (17-7-1 – 35 pontos)

Pekka Rinne volta a jogar com mais regularidade e segue tendo números que o credenciam a liderança da liga em gols sofridos por jogo(1.77) e aproveitamento dos tiros defendidos (93,8%). Com Jusse Sarros mal e P.K. Subban na IR, os Preds poderiam estar em situação mais confortável.

3 (+2) Tampa Bay Lightning (17-7-1 – 35 pontos)

A baixa de Andrei Vasilevskiy não está sendo tão sentida, com Louis Domingue dando conta do recado dentro dos conformes. Segue mantendo o script de melhor ataque da liga, marca registrada dos Bolts.

4 (-2) Toronto Maple Leafs (17-8-0 – 34 pontos)

Vai sobrevivendo sem Auston Matthews, fora há mais de um mês com lesão no ombro. Frederik Andersen com uma temporada muito boa e mesmo com o rolo da novela William Nylander, os resultados estão conforme o esperado.

5 (-2) Colorado Avalanche (14-6-4 – 32 pontos)

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Ataque e defesa em sintonia no time das montanhas. 77 pontos para a dupla Rantanen e McKinnon e nenhum sinal que isso vai diminuir. Colorado veio para ficar!

6 (+10) Washington Capitals (14-7-3 – 31 pontos)

A volta de Tom Wilson deu nova vida ao atual campeão. Nos oito jogos desde o seu retorno, Washington venceu sete. Nunca é bom negócio duvidar de um time que sabe do caminho das pedras.

7 (+1) Minnesota Wild (14-8-2 – 30 pontos)

Outro time com seu destaque principal no gol. Apesar da fase irregular, Devan Dubnyk está fazendo um ano melhor, não aquele que o credenciou aos melhores da posição, mas sendo confiável. Receita de sucesso continua a mesma.

8 (+7) Columbus Blue Jackets (14-8-2 – 30 pontos)

Outro time seguindo a cartilha do que era esperado para 2018-19. Artemi Panarin poderia estar melhor e Cam Atkinson carregando o time com seus 15 gols. Mais vitórias como visitante do que em casa é um fator a ser observado.

9 (+1) Boston Bruins (13-7-4 – 30 pontos)

Tuukka Rask voltou do seu ‘período sabático’, mas ainda não é o mesmo goleiro de antes. Duas vitórias nas cinco partidas que defendeu o gol de Boston, que curiosamente tem a melhor defesa, sendo a única até o lançamento deste texto que sofreu menos de 60 gols (59). Ataque que anda mal, mesmo com um dos líderes da liga em gols: David Pastrnak (19).

10 (+11) Calgary Flames (14-9-1 – 29 pontos)

E só no décimo lugar aparece o primeiro time da divisão pacífico, e poucos esperavam que fossem os Flames. Os canadenses estão muito bem, mas será que seguram até abril?

11 (-) San Jose Sharks (12-8-5 – 29 pontos)

Contratação de Erik Karlsson está ajudando defensivamente (77 gols sofridos), porém o ataque não anda bem das pernas, fazendo a mesma      quantidade de gols. Joe Thornton chegando a 400 gols na carreira. Marca importante para o barbudo.

12 (-7) Winnipeg Jets (13-8-2 – 28 pontos)

Estranho, mas a fase dos Jets não é das melhores. Longe de ser o cosplay do xará de NY, porém está na mesma sina que os Sharks, com a diferença da defesa seguir sempre forte. Patrik Laine e Blake Wheeler vão carregando o time como podem.

13 (+17) New York Rangers (13-10-2 – 28 pontos)

Lundqvist viu potencial até mais do que muita gente e os Rangers muito acima do que era esperado. Madison Square Garden jogando a favor, mas fora de casa ainda pena para conseguir vencer.

14 (-) Carolina Hurricanes (12-9-3 – 27 pontos)

Sem destaques isolados e fazendo um bom trabalho em quase dois meses de jogos, os Canes podem aprontar e, porque não, beliscar uma vaga nos playoffs. Para isso, precisa convencer que não é só mais um na multidão.

15 (+8) Dallas Stars (12-10-3 – 27 pontos)

Sem Ben Bishop e John Klinberg, a defesa texana está se virando bem e se colocando entre as melhores no quesito. O ataque anêmico é preocupante e Tyler Seguin não vai levar esse time sozinho.

16 (-7) Montreal Canadiens (11-9-5 – 27 pontos)

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Pelo misto de terra arrasada e lesões everywhere, os Habs estão bem no campeonato. A saúde de Carey Price ajuda muito a equipe canadense e a volta de Shea Weber deve ser comemorada. Vai que é possível…

17 (+5) Las Vegas Golden Knights (13-12-1 – 27 pontos)

Marc-Andre Fleury é um dos líderes em vitória da NHL (13), sendo o goleiro em todas as vitórias do vice-campeão. A campanha não condiz com o que era esperado, mas os últimos resultados (e a divisão disputada por baixo)colocam Vegas na briga. E talento eles tem.

18 (-) Anaheim Ducks (11-10-5 – 27 pontos)

Ryan Miller em 2018 ressurgindo das cinzas. Outro time que está devendo pelo o que tem e com a divisão em baixa poderia liderar sem grandes sustos. Ryan Getzlaf perto dos 900 pontos na carreira.

19 (+1) New York Islanders (12-9-2 – 26 pontos)

Campanha bastante digna pelo que tem. Defesa, que era um problema em 2018, está dando sinais de melhora muito boa. Ataque, porém, indo na maré contrária. Se estiver procurando no fantasy, olho em Josh Bailey.

20 (-13) Pittsburg Penguins (10-8-5 – 25 pontos)

Casey DeSmith é uma grata surpresa. Entretanto, nada de bom a mais para acrescentar nos Pens. Evgeni Malkin e Phil Kessel carregando o piano enquanto Sidney Crosby volta a boa forma.

21 (-4) Vancouver Canucks (11-13-3 – 25 pontos)

Abrindo os times de campanha igual ou abaixo de 50%, vem os Canucks. Brock Boeser está de volta para ajudar Elias Pettersson a não lutar sozinho. Vancouver sofre na defesa, pois um time com saldo de -18 (porém não é pior da NHL) tem problemas sérios a serem resolvidos.

22 (-10) Edmonton Oilers (11-11-2 – 24 pontos)

Connor McDavid jogando sozinho, sendo o centro das atenções dos highlights da NHL e o time dependendo muito do seu camisa #97, que dispensou o seu HC, Todd McLellan. Não fosse a divisão como está, os Oilers não teriam tanta esperança.

23 (+8) Detroit Red Wings (10-11-3 – 23 pontos)

Dylan Larkin vai se consagrando como o rei do overtime. Incrível como marca gol nos duelos 3-vs-3. Isso impulsiona bem o time de MotorCity, que ainda tem muito chão para voltar aos caminhos de glória.

24 (+1) Ottawa Senators (10-12-3 – 23 pontos)

Craig Anderson é o único goleiro de toda a NHL com mais de700 defesas até aqui. Isso explica o fato do rubro-negro canadense ser o time mais vazado da liga (107 gols sofridos). Por não ser o lanterna geral já é motivo de fogos no Canadá.

25 (-19) Chicago Blackhawks (9-11-5 – 23 pontos)

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Decisões questionáveis e a cúpula optou por demitir Joel Quenneville do comando. O que não espanta o fato dos Hawks estarem em uma draga sem fim. O ataque sumiu e a defesa volta a ser problema. Rebuild time em WindyCity.

26 (+2) Florida Panthers (9-9-4 – 22 pontos)

Ainda com mais vitórias fora do que dentro de casa, os Panthers aparentam não ter mais gás para surpreender a liga. Mike Hoffman sendo o talento solitário momentâneo da equipe.

27 (-3) Arizona Coyotes (10-11-2 – 22 pontos)

Tem um dos piores ataques e uma das melhores defesas. Nick Schmaltz pode não ser a solução dos sonhos, mas chega para acrescentar. Os Yotes estão evoluindo.

28 (-9) New Jersey Devils (9-10-4 – 22 pontos)

Coitado de Taylor Hall e cia. Nino Hischier não consegue se manter saudável e os Devils perderam força após caírem como o último invicto. Não está fácil.

29 (-2) Philadelphia Flyers (10-12-2 – 22 pontos)

Nem com JVR o time volta aos trilhos. Temporada decepcionante, onde os rumores de Coach Q no comando de Phila surgem com força nos últimos dias.

30 (-4) St. Louis Blues (8-11-3 – 19 pontos)

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A maior decepção da temporada. Buscou Ryan O’Reilly e com o talento que tinha era candidato a estar em condições muito melhores que a atual. Mike Yeo dançou e nada de reação.

31 (-2) Los Angeles Kings (9-14-1 – 19 pontos)

Fechando com o alvinegro angelino, ano para ser esquecido. Jonathan Quick voltou e talvez a última manchete tenha sido o shutout que provocou a demissão do HC de St. Louis. Está difícil a vida de quem acompanhou os anos anteriores.

#NHL: Power Ranking – Estamos de volta!

Primeiro PR da temporada 2018/19 do MSB. Como todo início de campeonato, as surpresas e decepções das semanas iniciais sempre aparecem. A dúvida que fica é se eles manterão o ritmo (de quem está lá em cima) ou darão a volta por cima (quem começou mal). Sem mais delongas, segue a lista:

1200px-Nashville_Predators_Logo_(2011).svg1 (+3) Nashville Predators (8-3-0 – 16 pontos) O último vencedor do Presidents Trophy encabeça o PR. Oito vitórias em onze jogos (sem nenhum OT) e invicto como visitante até aqui. Juuse Saros (5 vitórias e 1 shutout) sendo mais utilizado e fazendo grande temporada poupando o mito Pekka Rinne. Passagem de bastão para o futuro?

2 (+4) Toronto Maple Leafs (8-3-0 – 16 pontos) O melhor ataque da NHL (junto com Av’s e Hawks) até o momento (41 gols) vem justificando as expectativas. Enquanto a novela ‘William Nylander’ não se encerra, os canadenses não vão sentindo falta do seu forward.

 3 (+12) Colorado Avalanche (7-2-2 – 16 pontos) Sexta melhor defesa até aqui em gols sofridos (27 gols). Colorado veio para ficar e surpreendendo pela sua retaguarda. Times com defesas fortes raramente ficam de fora dos playoffs e estão no caminho. Saudades, Duchene? Rantanen e MacKinnon com 39 pontos somados!

4 (-1) Tampa Bay Lightning (7-2-1 – 15 pontos) Fazendo o que dele se espera. O melhor time do leste não tirou o pé e une ataque e defesa em sua melhor plenitude. No sábado, chocou o mundo caindo para os Yotes fora de casa. Que falta faz o Hedman…

5 (-) Winnipeg Jets (7-3-1 – 15 pontos) Avisamos antes da temporada começar que o Jets não pode ser descartado. Time sólido que vai brigar pela pós temporada. Divisão central vai ser bem equilibrada.

6 (+16) Chicago Blackhawks (6-3-3 – 15 pontos) Rebuild? Chicago, salvo um tropeço ou outro, briga entre as cabeças nessas três semanas iniciais. Patrick Kane, Alex DeBrincat e até Jonathan Toews jogando o fino. O ataque contrasta com a defesa (43 gols sofridos) que está sendo uma das piores. 

7 (+1) Pittsburgh Penguins (6-1-2 – 14 pontos) Dono da segunda melhor streak enquanto este texto é escrito (4 vitórias – o melhor virá em seguida), os Pens lideram sua divisão e mostram que vão brigar pela Stanley Cup… Resumindo, sem novidades. Obs.: assistam abaixo o gol de Crosby (aos 4:20) contra os Oilers no OT. Obra prima!

 

8 (+6) Minnesota Wild (6-2-2 – 14 pontos) Cinco vitórias seguidas para o time da terra do hóquei. Minnesota está on fire, muito graças ao seu goleiro, Devan Dubnyk. Um dos melhores aproveitamentos defendendo os tiros (94,5%) e um dos poucos a ter média abaixo de dois gols sofridos até aqui (1.96). Quem acreditou nele no fantasy está indo muito bem.

9 (+19) Montreal Canadiens (6-2-2 – 14 pontos) ‘Aí, sim! Fomos surpreendidos novamente’. Uma das célebres frases do velho lobo Zagallo ilustra a campanha magistral de Montreal. Carey Price, livre das lesões, ainda tem gasolina no tanque. Os Habs tem a terceira melhor defesa até o momento (e sem Shea Weber). A surpresa vai aguentar até abril?

10 (-3) Boston Bruins (6-3-2 – 14 pontos) Boston vem seguindo dentro do esperado. A surpresa não vem da campanha, mas sim pelo seu goleiro reserva, Jaroslav Halak: um dos dois goleiros com dois shutouts (jogos completos sem sofrer gols) na temporada! Que água é essa no TD Garden. 

11 (-2) San Jose Sharks (6-3-2 – 14 pontos) Lidera a divisão Pacífico com certo ‘equilíbrio’ com a máxima da melhor defesa é o ataque. Martin Jones segue sendo um dos ótimos goleiros da liga, mesmo que San Jose tenha problemas no setor.

12 (+10) Edmonton Oilers (6-3-1 – 13 pontos) Connor McDavid carregando a equipe canadense (quase 30% dos gols dos Oilers é do camisa #97) e aproveitando os inícios cambaleantes dos rivais, coloca Edmonton em uma posição boa na divisão. Resta saber se tudo ainda vai conspirar a favor de McJesus e cia.

13 (+13) Buffalo Sabres (6-4-1 – 13 pontos) Estamos chegando em novembro e Buffalo vai fechar com pelo menos uma campanha positiva no mês. Candidato a surpresa da temporada (ou o time de maior evolução em 2019) está no caminho certo.

 

Related image    14 (+9) Carolina Hurricanes (6-4-1 – 13 pontos) A homenagem aos Whalers está dando sorte. Os Canes estão, por exemplo, a frente de Washington na classificação. Mesmo não sendo um time de ataque poderoso ou uma defesa intransponível, vai colocando suas manguinhas de fora. Destaque para Sebastian Aho com seus 16 pontos.

15 (+1) Columbus Blue Jackets (6-4-0 – 12 pontos) A volta de Seth Jones ajudou, mas o time de Ohio segue bem inconstante. Bobrovsky com um início de temporada bem abaixo do que pode produzir e apenas Panarin não vai levar os Jackets longe. As coisas podem melhorar até o final dos 82 jogos.

16 (-15) Washington Capitals (5-3-2 – 12 pontos) Começou com uma goleada espetacular, mas depois não coleciona atuações convincentes que o coloquem como favorito ao bicampeonato. Se é tradição começar mal as temporadas e nos playoffs se transformar não se sabe. Mas que preocupa…

17 (+12) Vancouver Canucks (6-6-0 – 12 pontos) Outro time com início de temporada bastante positivo. Sem os irmãos Sedin, o time da costa oeste canadense enxerga em Elias Pettersson um futuro promissor. Boeser e Horvat agradecem.

18 (-7) Anaheim Ducks (5-5-2 – 12 pontos) Salvo John Gibson, os Ducks seguem bastante oscilantes na temporada. Ainda é o primeiro mês de campeonato, mas dominância não têm sido a tônica do time californiano. Tem talento para mais.

 

Image result for Keith Kinkaid19 (-2) New Jersey Devils (5-2-1 – 11 pontos) Foi o último time a perder a invencibilidade do campeonato, acredite. Mas o início de campeonato sempre gera surpresa. De NJ, por exemplo, Keith Kinkaid é o único goleiro com 5 vitórias e 2 shutouts no campeonato! Isso ajuda aos Devils com ostentarem a melhor defesa junto com outra equipe a ser citada mais a frente (20 gols sofridos).

20 (+7) New York Islanders (5-4-1 – 11 pontos) É um processo de remontagem e nova identidade, mas que vem dando resultados positivos, principalmente fora do Barclays Center/Nassau of Veterans Coliseum (4 vitórias como visitante). Só vai longe se tudo der certo.

21 (-1) Calgary Flames (5-5-1 – 11 pontos) Johnny Gaudreau precisa de ajuda. Calgary segue apresentando os mesmos problemas defensivos de outrora e isso se reflete no gelo. A casa precisa ser arrumada e logo. A divisão Pacífico nunca esteve tão nivelada por baixo nesse início de temporada.

22 (-20) Las Vegas Golden Knights (5-5-1 – 11 pontos) Não é invenção. O mesmo time, reforçado com nomes de alto calibre, e penando na parte baixa da tabela. Mad Max já se lesionou e salvo a defesa, que anda bem, o ataque está muito mal (26 gols – terceiro pior da liga). Acabou o encanto?

23 (-5) Dallas Stars (5-5-0 – 10 pontos) E vai começar a história do contrato alto = produção abaixo da média. Tyler Seguin lidera o time em pontos (12), sendo que o líder da liga, Rantanen, já tem quase 10 a mais que o melhor jogador do time texano. E no gelo, isso é crucial para o sucesso (ou não) da equipe.

24 (+6) Arizona Coyotes (5-5-0 – 10 pontos) Lembra quando foi referido as duas melhores defesas da liga? A outra é dos Yotes! Sim, Arizona conseguiu arrumar a casa em uma ponta dela. Já no ataque não se pode dizer o mesmo, já que está ao lado de Vegas no quesito. Só de não ser o lanterna é motivo de rojões no deserto.

25 (+6) Ottawa Senators (4-4-2 – 10 pontos) O bom início dos Sens se dá pelo seu defensor, Thomas Chabot (3 gols e 10 assistências). A equipe do rebuild declarado também é uma grata surpresa por não estar na draga ou ter campanha negativa. O rubro-negro canadense têm motivos para acreditar em dias melhores.

 

26 (-13) St. Louis Blues (3-4-3 – 9 pontos) Iniciando a turma das campanhas negativas, os Blues. Incrível como o investimento neste primeiro mês não se converte em vitórias. Ryan O’Reilly fazendo das suas e justificando a troca (ofensivamente falando), mas na defesa ainda há problemas. Pietrangelo já estreou na temporada?

27 (-15) Philadelphia Flyers (4-7-0 – 8 pontos) A defesa está descendo a ladeira (a pior da NHL – 46 gols sofridos) junto com a principal contratação, James Van Riemsdyk, fora por lesão, que os Flyers fazem um início terrível. Mas ainda não é a surpresa negativa até aqui.

28 (-9) Florida Panthers (2-4-3 – 7 pontos) O único time que não venceu em casa na atual edição da NHL. Sim, isso é verdade. Os Panthers parecem ter deixado o hóquei da segunda metade de 2018 na história. Agora, precisa definir o seu rumo na liga.

29 (-19) Los Angeles Kings (3-7-1 – 7 pontos) Não está fácil a vida do torcedor dos Kings. A eliminação do último playoff ainda ecoa no time. Pior ataque da liga (22 gols), uma das piores defesas (39 gols sofridos) e ainda perdeu Jonathan Quick por lesão. Vai ser complicado recuperar.

30 (-5) New York Rangers (3-7-1 – 7 pontos) Se Florida não ganha em casa, os Rangers não vencem longe do Madison Square Garden. Segundo o goleiro Lundqvist, NY não demorará muito a brigar pelos playoffs no futuro. Resta saber em quanto tempo isso se tornará realidade.

31 (-7) Detroit Red Wings (2-7-2 – 6 pontos) Dylan Larkin vai ter trabalho com essa equipe de Detroit. Não é normal um time tão tradicional ficar na lanterna da NHL, mas o ciclo é de reconstrução. Paciência, torcedores do Red Wings. Isso irá passar.

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NHL Power Ranking – Enfim voltamos!!!

Saudades, amantes da NHL? Hoje começa mais uma temporada da liga e como é de costume um PR inicial para o pontapé do campeonato que promete fortes emoções em 2019. Confira o que nossas calculadoras apontam antes do puck ser disputado:

1 – Washington Capitals

ovie5O atual campeão encabeça a lista. Não perdeu ninguém e renovou com o que tinha de melhor para defender a Stanley Cup. Ovie e cia vão mostrar do que são capazes.

2 – Las Vegas Golden Knights

O vice não fica para trás. Perdeu James Neal, mas buscou um ótimo reforço em Max Pacioretty. Vai com mais sangue no olho em busca de seu primeiro título

3 – Tampa Bay Lightning

Bateu na trave, mas nada a temer. A base é a mesma em busca do seu bicampeonato. Kucherov, Stamkos, Hedman e Vasilevskiy lideram essa empreitada.

4 – Nashville Predators

predsO vice-campeão de conferência e dono do último Presidents Trophy vai com o mesmo time em busca do inédito título. Olho em Jusse Saros (potencial herdeiro de Pekka Rinne no gol dos Preds).

5 – Winnipeg Jets

Jets no top 5? Acredite: não é absurdo. Perdeu uma peça boa, mas mantém o mesmo time que fez sucesso e surpreendeu chegando as finais do Oeste. Olho neles!

6 – Toronto Maple Leafs

Não ostenta o top 5 devido a pergunta: para onde William Nylander vai? Enquanto o imbróglio não se resolve, John Tavares vai comandar o jovem time canadense a sair da fila.

7 – Boston Bruins

A forte defesa e o ataque liderado por Pastrnak, Bergeron e Marchand, não pode ser descartado. Pode ser o último ato de Zdeno Chara no hóquei.

8 – Pittsburgh Penguins

crosbyTimes com Sidney Crosby não podem ficar fora dos favoritos a SC. Se Phil Kessel repetir seu 2018 e a defesa melhorar, podem chegar.

9 – San Jose Sharks

Trouxe ninguém menos do que Erik Karlsson na offseason e junto com Brent Burns farão uma das duplas de defesa mais fortes da liga. Se o fantasma do IR der trégua, correm por fora.

10 – Los Angeles Kings

Recuperou e surpreendeu a todos na temporada regular, mas foi chutado como quis pelo novato Golden Knights. Anze Kopitar vai manter o nível da temporada anterior?

11 – Anaheim Ducks

Para os fãs nostálgicos, o Ducks voltou para seu uniforme old school. No gelo, olho em John Gibson (que se firmou como um dos melhores goleiros da NHL).

12 – Philadelphia Flyers

flyersJames Van Riemsdyk foi repatriado para dar um gás que faltava a Sean Couturier e Claude Giroux no ataque dos Flyers. Ótima adição.

13 – St. Louis Blues

A decepção maior de 2018 foi buscar reforços e Ryan O’Reilly chegou para o ataque. O setor ofensivo, que sumiu no ano passado, não tem mais desculpas para falhar.

14 – Minnesota Wild

O time da terra do hóquei também aparece na parte intermediária. Renovou com suas ótimas peças para continuar na caça aos playoffs, rumo a sétima classificação seguida!

15 – Colorado Avalanche

A base vem forte! Nathan MacKinnon vai comandar o moleque travesso das montanhas de Denver. Um dos times mais empolgantes para assistir em 2018-19.

16 – Columbus Blue Jackets

blue jacketsUm time com talentos individuais muito bons, que podem dar mais trabalho. O início de Seth Jones no IR pode dar uma emoção a mais no ano do time de Ohio.

17 – New Jersey Devils

Taylor Hall vai comandar o bom time dos Devils a mais uma ida aos playoffs? Lembrando que sozinho não se chega a lugar algum. Nino Hischier em seu segundo ano pode se soltar mais na liga.

18 – Dallas Stars

Meio de tabela, mas pode brigar. A renovação de Tyler Seguin servirá de prato cheio para aqueles que apostam que ‘vai sentar no dinheiro’.

19 – Florida Panthers

Não perdeu, mas também não teve nenhum grande ganho na offseason. Barkov, Dadonov e Huberdeau comandam o time para não repetir o ano passado, onde ficou de fora por pouco.

20 – Calgary Flames

James Neal chegou e Calgary, que começou pegando fogo, perdeu força e ficou pelo caminho. O time não é ruim, mas com o Oeste selvagem talvez não seja o suficiente (ainda) para pensar em playoffs.

21 – Chicago Blackhawks

Los Angeles Kings v Chicago Blackhawks - Game Seven

É estranho, mas é a realidade. Um time que não se pode menosprezar jamais, porém em fase de mudança de ciclo. Patrick Kane não estará sozinho, o que será de grande ajuda.

22 – Edmonton Oilers

Connor McDavid, se pensasse menos no próprio umbigo, poderia ter mais ajuda do que ‘jogar sozinho’. É um baita talento, mas só existe um Jesus milagreiro.

23 – Carolina Hurricanes

Teuvo Teravainen finalmente vai se soltando e liderando o time dos Canes, mas ainda é pouco. A homenagem ao Hartford Whalers não pode ser ignorada (e se voltarem os burburinhos de mudança…) como o primeiro ano sem Cam Ward no elenco.

24 – Detroit Red Wings

Outro que estará ‘diferente’ sem o seu camisa #40 no gelo. Dylan Larkin irá comandar o novo ciclo em Motor City.

25 – New York Rangers

Em NY será um ano que promete fortes emoções. Mats Zuccarello contra a rapa e só. Se puder, assista o mito Henrik Lundqvist no gol.

26 – Buffalo Sabres

Um time que pode dar a guinada para um futuro promissor. Rasmus Dahlin, pick #1, será observado de perto. A contratação de Carter Hutton também é interessante. Candidato a surpresa da temporada.

27 – New York Islanders

isles2Long Island sem seu grande ídolo… Como será a nova era do time laranja de NY, só o tempo dirá. Potencial ofensivo tem de sobra mas os ajustes, principalmente no gol, não foram a altura. Vai penar mais um ano.

28 – Montreal Canadiens

Sem Mad Max, com Shea Weber fora até dezembro e apenas Carey Price como referência. A se observar como esse time vai se comportar nessa busca por dias melhores.

29 – Vancouver Canucks

Sem os irmãos Sedin, será o início de uma nova era no time da costa oeste canadense. Elias Petterson é a promessa do time na ajuda a Brock Boeser.

30 – Arizona Coyotes

Por milagre, não começa totalmente lá trás. Será mais um passo em busca de uma retomada. Olho em Clayton Keller.

31 – Ottawa Senators

Perderam Erik Karlsson e ao ‘admitir’ o rebuild, não poderia começar nosso PR se não fosse com a última colocação. Será que Matt Duchene fará jus a troca?

 

Passou Verão, Outono e Primavera, mas assim como a certeza que o inverno voltará, nosso Power Ranking também volta, escrito mais uma vez pelo gelado Vitor @Chaveatle Silva, especialmente para os leitores do Blog MAJOR SPORTS

NHL Preview: Divisão Metropolitana

Eis a divisão mais imprevisível da NHL na opinião deste que vos escreve, na metropolitana temos times formados por grandes estrelas, como também observamos equipes formadas por jovens atletas, que acabam por fazerem diferença na batalha no gelo e levam suas equipes às vitórias. Esta é a divisão de onde saíram os campeões da Stanley Cup nas ultimas 3 temporadas, mais um motivo para ficarmos de olho nestas franquias. Uma divisão no qual apenas o Columbus Blue Jackets não foi agraciado com a posse da SC, sendo ao todo 20 títulos espalhados entre as demais franquias. Sem mais delongas e vamos a um pequeno resumo sobre cada uma das equipes:

 

Carolina Hurricanes

kisspng-carolina-hurricanes-logo-brand-golf-font-5b55b4668a9bf9.9337619815323433985678Na temporada passada o Canes obteve uma 1 vitória a mais do que derrota, uma temporada que não é considerada decepcionante se levarmos em consideração o limitado esquadrão. Novamente entraremos em uma nova temporada e não esperamos muito em relação ao Hurricanes, possivelmente será o último colocado na divisão.

A equipe apresenta alguns jogadores para a nova temporada, sendo eles o Goleiro Petr Mrazek, antigo goleiro do Flyers, que não passa muita segurança, tendo na ultima temporada um %save de apenas .902. Chegam também os defensores Calvin de Haan, defensor mais para queimar tempo no gelo e descansar as principais linhas, e Dougie Hamilton, este sim um bom D-men que pode contribuir e muito com a franquia. Chega também o bom Left Wing Micheal Ferland de 26 anos que na temporada passada obteve 41 pontos na liga.

Os líderes da equipe são o goleiro Scott Darling, tenebroso com seu %save de .888, não passa confiança alguma pra equipe, talvez por isso a aquisição do Mrazek, o recém chegado vindo do Flames Hamilton se destaca entre os defensores com seus 44 pontos na temporada passada, e o Sebastian Aho, maior estrela da franquia, no qual tenta direcionar a uma temporada vencedora.

Jovens a serem observados, na tentativa de levar a equipe a resultados melhores: Martin Necas de 19 anos, center escolha de primeira rodada em 2017, Sebastian Aho Right Wing de 21 anos, draftado em 2015 na 2 rodada e a segunda escolha geral de 2018, Andrei Svechnikov.

Columbus Blue Jackets

1200px-Columbus_Blue_Jackets_logo.svgA equipe que ano após ano está chegando aos playoffs, porém sempre enfrenta alguma equipe que a faça perder o rumo e voltar para casa, Tortorella tem até pesadelo com a equipe nos offs. Mais uma vez se espera sua chegada aos playoffs, porém não será tão fácil comparado aos anos anteriores, devido a crescente melhoria de algumas equipes na divisão.

Apenas duas chegadas relevante a equipe, Riley Nash, que atuou pelo Bruins na última temporada e contribuiu com 41 pontos e o Anthony Duclair.

A equipe é baseada em um grande goleiro, o fantástico Bobrovsky, que na ultima temporada obteve 37 vitorias e um %save de .921. Seth Jones principal defensor da equipe, contribuindo muito com assistências durante a partida, foram 41 na ultima temporada e no ataque o russo que esta no  último ano de contrato, Artemi Panarin, que  liderou a equipe com 82 pontos na temporada.

Alguns nomes para se observar na temporada, o center de 20 anos draftado em 16o Pierre-Luc Dubois, e a escolha de primeira rodada da franquia em 2018 o Center Liam Foudy.

New Jersey Devils

new-jersey-devils-logo-060215-ftrjpg_rccj7q5db7b21tmj205ssx65zA grande surpresa positiva da divisão na temporada passada, mostrando como se faz um rebuild e ainda apresenta bons resultados no gelo, foi a última a se classificar para os playoffs e não chegou a muito longe, porém foi além do esperado por muitos de seus torcedores. Novamente a equipe pode sonhar alto, podendo chegar a quem sabe uma final de divisão.

Com relação a caras novas na equipe, sem muito alarde, chegam os defensores Egor Yakovlevv e Eric Gryba, nada muito promissor em melhoria para a equipe.

Os líderes na temporada passada da equipe foram o surpreendente goleiro Keith Kinkaid com 26 vitórias e 2,77 gols sofridos por jogo. O jovem e excelente defensor Will Butcher com 44 pontos e o excelente Left Wing  Taylor Hall que contribuiu com 97 pontos na temporada, para 2018/2019 espera-se que chegue na casa dos 100 pontos.

A se falar em observar apenas um jogador em especial é covardia, quando se fala em uma franquia com tantos jovem bons atletas, destaco o Nico Hischier draftado em 2017 e o defensor de primeira rodada em 2018 Ty Smith.

 

New York Islanders

new_york_islanders_logo7Grande pesadelos devem pairar sobre a franquia, vinda de uma temporada no qual foi a penúltima colocada na sua divisão, a inter temporada não ajudou muito, sua grande estrela, o center Tavares, simplesmente dizendo adeus e foi para o Canadá ganhar alguns milhões jogando pelo Mapple Leafs. Mais uma vez não se deve conseguir uma grande temporada, hora de pensar em uma boa reestruturação a longo prazo.

Chegaram um pacote de 6 atletas, com destaque, que não pode ser considerado um grande destaque que é o goleiro Robin Lehner, que atuou pelo Sabres na temporada passada e obteve 13 vitorias.

Na temporada passada os destaques da equipe foram o goleiro Thomas Greiss com apenas 13 vitorias e sofrível %save de .892, talvez por isso a vinda do Lehner. O defensor Nick Leddy é a grande estrela da defesa contribuindo também ofensivamente e com a saída de Tavares, a grande estrela da equipe agora é o jovem Mathew Barzal, que na temporada passada obteve 85 pontos e nesta deve assumir o posto de principal estrela da franquia.

Além do Barzal devemos ficar de olho em Noah Dobson, defensor de 18 anos e o Oliver Wahlstrom, right Wing de 18 anos, ambos draftados na primeira rodada de 2018.

New York Rangers

New_York_Rangers_Logo.svgPior equipe da divisão na última temporada, fez um incrível rebuild, no qual acumulou varias picks do draft e pode tentar nos surpreender com uma provável chegada aos playoffs, algo que não será fácil por ser uma equipe jovem ainda, mas possível um goleiro que poderá instruir bem os jovens, o interminável Lundqvist.

Com nenhuma chegada que mereça ser citada, a equipe se ampara em seus líderes da temporada passada, que são o experiente goleiro Henrik Lundqvist, de 36 anos e que obteve 26 vitórias na sofrida temporada, o defensor de destaque é o jovem de 24 anos Brady Skjei e o principal nome da equipe é o Rght Wing Mats Zuccarello que obteve 53 pontos..

Alguns jovem podem obter destaque, como o jovem goleiro e possível sucessor do Lundqvist, Igor Shestyorkin de 22 anos, o russo Vitali Kravtsov draftado na primeira rodada de 2018 e os centers draftados em 2017 Filip Chytil e Lias Andersson, ambos na primeira rodada.

 

Philadelphia Flyers

1200px-Philadelphia_Flyers.svgTerceira colocada na última temporada dentro da divisão, mais uma vez promete ir bem na temporada regular, apresenta uma boa base, formada com grandes jogadores que fazem a diferença, mesclado com jovens em crescente.

A começar pelo goleiro Brian Elliott que teve uma temporada acima da média, o qual, mesmo com uma lesão e alguns jogos afastado obteve 23 vitórias. O principal defensor da equipe é o Shayne Gostisbehere, que obteve a excelente marca de 65 pontos na temporada passada e o grande capitão e maestro da equipe é o Center Claude Giroux, que chegou a 102 pontos em 2017/18.

As duas principais chegadas  para a equipe são o Left Wing James Van Riedmsdyk, grande jogador que atuou no Mapple Leafs e vem para aumentar ainda mais o poder de fogo da equipe e o Defensor Christian Folin, que vem mais para compor e jogar no terceiro par de defensores.

Os jogadores para se ficar de olho é o já badalado e veterano Simmons e os jovens Ivan Provorovr e os centers Nolan Patrick e Morgan Frost.

 

Pittsburgh Penguins

1200px-Pittsburgh_Penguins_logo_(2016).svgEliminado pelo campeão Capitals, a equipe vem mais uma vez forte na luta pela Stanley Cup, com algumas adições a seu esquadrão a fim de suprir algumas áreas na qual se pecou muito. Crosby e companhia vem forte em busca do sexto titulo.

A equipe foi cirúrgica com relação às adições na free agency, vieram o defensor Jack Johnson, o qual sou meio contrário pelo contrato que foi dado, porém se jogar o que se espera o veterano vem para dar mais solidez pra defesa. A volta do grande veterano Matt Cullen vem para acabar com as falhas do penalty Kill, calcanhar de aquiles da equipe comandada pelo Sullivan na temporada passada. Derek Grant e Jimmy Hayes chegam mais para compor.

A liderança da equipe é encabeçada pelo goleiro Matt Murray de apenas 24 anos e que substitui a altura o grande Fleury, a defesa tem como principal nome o homem de vidro Kris Letang, veterano de 31 anos que é mais uma enfermaria ambulante, mas que saudável traz solidez pra defesa. No lado ofensivo, é um crime destacar apenas um jogador, mas neste caso fica o líder em pontos da última temporada, o melhor russo da liga, Evgeni Malkin, o center obteve 98 pontos, das quais 56 vieram de assistências. Podemos citar o capitão Sidney Crosby, considerado o melhor jogador da atualidade e o grande Phil Kessel, deentre outros, é o grande esquadrão da divisão e quem sabe até mesmo da conferência.

Alguns jovens que vem se mostrando bem capazes de chegar impactando na equipe principal, encabeçados por Daniel Sprong, que vem jogando muito bem na liga de desenvolvimento AHL, porém na NHL não consegue se consolidar. Calen Addison e Filip Hallaner devem subir no decorrer da temporada e a grande surpresa inicial da pré-temporada é o jovem defensor Juuso Rikkola, que muitos não conheciam e que deve ficar na equipe principal devido suas atuações sólidas nesta etapa de preparação.

Washington Capitals

1200px-Washington_Capitals.svgQuem diria, o Ovie enfim conseguiu se sagrar campeão, porém não deverá ocorrer novamente nesta temporada, o que é quase certo é a classificação aos playoffs e o encontrou com o Penguins nas eliminatórias. Grande candidato ao President’s Trouphy, no qual é especialista na conquista, tendo o maior número de pontos na temporada regular, o capitals deverá sentir a única e grande mudança na equipe, que é a saída do seu treinador Barry Trotz, que após a conquista da Stanley Cup, procurou um reconhecimento maior pelo seu trabalho, entende-se dinheiro e recebeu um não da direção da equipe, acabando assim a sua longa passagem no comando da franquia.

A equipe é liderada pelo grande goleiro e que espantou a fama de amarelão nos playoffs Braden Holtby, que na temporada regular foi apenas mediano com 34 vitorias e um %save de .907. Na defesa o destaque vai para o John Carlson, defensor de primeira linha que contribuiu bastante ofensivamente com 68 pontos no total, e comandando a equipe o capitão e sniper Alex Ovechkin, o left wing de 32 anos é o principal nome da equipe e segundo melhor russo da liga, contribuiu com 87 pontos, sendo 49 gols vindos de seus disparos mortais.

A se observar nesta temporada o grande Kuznetsov deve apresentar uma ótima temporada, o contestado por muitos, mas um excelente jogador nas periferias TJ Oshie, além do escolha de primeira rodada que pode aparecer na equipe o defensor Alexander Alexeyev.

Este foi um apanhado da metropolitana e que venha a nossa temporada regular, com o Penguins rumo ao titulo novamente, O Inverno Esta Chegando, depois de um longo e tenebroso verão.

 

A serie de previews da NHL é um oferecimento do blog MAJOR SPORTS aos seus leitores e foi escrita por @RodrigoSilvaJr e Vitor @chaveatle Silva.

 

 

NHL Preview – Divisão Central

Uma divisão com sete equipes com chances reais de pós-temporada para 2019. Com destaques para o atual campeão da Central (Predators), um St. Louis reforçado, um Jets com sua base mantida e um Dallas segurando seu melhor jogador, será uma briga interessante.

Chicago Blackhawks

1200px-Chicago_Blackhawks_logo.svgResumo de 2018 – A base era a mesma dos anos dourados desta década, mas que ficou muito abaixo do esperado. Nunca brigou de fato pela classificação a pós-temporada e conseguiu ser eliminado ainda na temporada regular pela primeira vez na era do Coach Q, Joel Quenneville. Campanha: 33-39-10 (76 pontos – último colocado da divisão).

Patrick Kane (76 pontos) liderou o time no ataque e junto com Alex DeBrincat, foram os melhores nomes de um time que sofreu uma baixa enorme ao começar o ano sem Marian Hossa. O capitão Jonathan Toews fez cosplay de cone e a perda de Artemi Panarin fez muita falta.

Na defesa, pouco brilho. Duncan Keith e Brent Seabrook foram irreconhecíveis. E no gol, Corey Crawford perdeu mais da metade da temporada também por lesão. Fazendo com que Chicago recorresse até para nomes bastante inusitados que tiveram seu dia protegendo o gol dos Blackhawks.

Contratação mais importante – Preso nos contratos longos, Chicago não foi muito para as compras. A contratação mais importante vem para reforçar o setor mais carente: a defesa. Trata-se de Brandon Manning, que estava nos Flyers. Em 65 partidas, anotou 19 pontos (7 gols e 12 assistências) e chega no auge da carreira (28 anos).

Perda mais sentida – Na free agency não houveram perdas alarmantes, então ficará o agradecimento a Michael Chaput, Adam Clendening e Anthony Duclair pelos serviços prestados.

Prospecto a ser observado – Com uma Farm intermediária (sim, no hóquei também é desse jeito), Chicago não tem tantos nomes para um futuro a longo prazo. O destaque aqui vai para o RW Dylan Sikura. Nos últimos dois anos de college, anotou 111 pontos e quando subiu para os cinco jogos finais da temporada, deixou três assistências.

Para ficar de olho – Em um ano de baixa, cresceu o nome de Alex DeBrincat. Jogador de apenas 20 anos, o RW em sua primeira temporada completa na NHL, fez 52 pontos (28 gols e 24 assistências) sendo inclusive um dos líderes em hat-tricks da liga em todo o ano (3). Promessa de maior evolução para 2019.

Expectativa para a temporada – Briga por playoffs (nunca pode menosprezar os Blackhawks)

 

Colorado Avalanche

1200px-Colorado_Avalanche_logo.svgResumo de 2018 – Um time jovem, uma base em que poucos acreditavam que poderia dar certo, e deu. Colorado não só surpreendeu a todos com as 10 vitórias seguidas como também voltou aos playoffs depois de quatro anos ausente (a segunda ida na década). Campanha: 43-30-9 (95 pontos – 4º colocado da divisão).

Os 4-2 sofridos para Nashville na primeira rodada dos playoffs foi um resultado normal, dentro das circunstâncias. Destaques para o gol, com Jonathan Bernier e Seymon Varlamov fazendo temporadas muito boas.

Outro fato curioso é os cinco melhores pontuadores do time das montanhas terem 26 anos ou menos: Nathan MacKinnon (22 anos – 97 pontos), Mikko Rantanen (21 anos – 84 pontos), Gabriel Landeskog (principal nome dos Av’s: 25 anos – 62 pontos), Tyson Barrie (26 anos – 57 pontos) e Alexander Kerfoot (23 anos – 43 pontos).

Contratação mais importante – Colorado aproveitou da boa fase e atacou a FA (8º que mais gastou – cerca de U$ 21 milhões). A principal aquisição é o defensor Ian Cole, bicampeão com os Penguins e que estava no Columbus Blue Jackets.

Perda mais sentida – Como nem tudo são flores, os Av’s perderam o goleiro Jonathan Bernier para o Detroit Red Wings. A renovação de Joe Cannata não deixou o time na mão, mas depois de um bom 2018, Bernier fará falta.

Prospecto a ser observado – Um dos 20 melhores prospectos da NHL, o defensor Cale Makar é tido como uma jóia da farm de Colorado. Quarta escolha do draft de 2017, fez um bom ano na NCAA e foi campeão sub-20 pelo Canadá no último mundial.

Para ficar de olho – Um dos elencos mais jovens da liga com talento para mais uma forte temporada. Os Av’s só tem um jogador com 30 anos no elenco todo (Varlamov) e uma molecada que pode aprontar. Olho neles, que com certeza farão ótimas atuações na temporada.

Expectativa para a temporada – Briga por playoffs (depois de um forte 2018, olho nesse time)

 

Dallas Stars

dallas-stars-new-logo-2014.0Resumo de 2018 – Um time que encaixou durante o ano e que sempre esteve na briga para se classificar, capitaneado por Tyler Seguin. Uma queda brusca de rendimento na reta final transformou o que parecia certo em um melancólico final, ficando de fora dos oito classificados. Campanha: 42-32-8 (92 pontos – 6º colocado da divisão).

Passado a temporada 2016-17, Jamie Benn liderou o time em pontos (79) e além dele só Seguin (78) e Alexander Radulov (72) passaram dos 70 pelo time texano. A mudança no comando técnico (esse time pode render mais do que isso) já começou ainda na temporada passada, com Jim Montgomery assumindo como técnico.

Outro fato interessante da campanha dos Stars é de que o time terminou com certo equilíbrio nas estatísticas de gols, sendo o melhor ataque dos times que ficaram de fora dos playoffs (235 gols – empatados com os Ducks) e com a sexta melhor defesa (225 gols sofridos), a frente de Golden Knights, Sharks, Wild e Avalanche (todos esses classificados).

Contratação mais importante – Dallas teve mais perdas do que contratações na última janela. Gastando apenas U$ 9 milhões, mais da metade foi investido no goleiro Anton Khudobin, ex-Boston Bruins. Tendência é que seja o segundo goleiro, já que Ben Bishop segue como #1.

Perda mais sentida – Autor de 17 pontos na última campanha de Dallas, o LW Antonie Russell assinou com o Vancouver Canucks na última FA por 4 anos. Dos nomes que saíram, era o de maior relevância para o time texano.

Prospecto a ser observado – Pensando em promoção rápida, o destaque vai para o defensor Kevin Bayreuther, que joga na AHL. Vem de boa evolução em seu segundo ano por lá (32 pontos, +11 plus/minus) e tem boas chances de pintar na rotação da boa defesa do verdão de Dallas.

Para ficar de olho – Na semana em que este texto está sendo escrito, saiu a renovação de contrato de Tyler Seguin com os Stars (U$ 78,8 milhões por 8 temporadas), se tornando o mais bem pago da equipe. Que comecem as teorias da conspiração de que ‘vai sentar no dinheiro’.

Expectativa para a temporada – Briga por playoffs (a base é boa e se o ataque der liga, vai brigar por uma das vagas, nem que seja pelo wild card)

Minnesota Wild

1200px-Minnesota_Wild.svgResumo de 2018 – O início foi oscilante, mas só ficou por lá a desconfiança. Pela sexta vez seguida, o time da terra do hóquei americano chegou a pós-temporada, mas pela terceira vez não avançou para a segunda rodada dos playoffs, ficando pelo caminho contra os Jets em cinco jogos. Campanha: 45-26-11 (101 pontos – 3º colocado na divisão).

A sorte poderia ter sido melhor correspondida, não fossem as lesões sofridas durante o ano. E de peças importantes como Zach Parise e Nino Niederreiter. A base do time pode não ser das mais chamativas para a NHL, mas é eficiente. Do time, o líder em pontos foi o C Eric Staal, com apenas 76 pontos (único de Minnesota com mais de 70 pontos no ano).

Mesmo abaixo do que pode apresentar, Devan Dubnyk terminou o ano muito bem. 91,8% dos tiros defendidos, 35 vitórias e 5 shutouts (quando o time adversário termina sem marcar gols durante o jogo). Um dos pilares do sucesso do Wild na temporada regular.

Contratação mais importante – Minnesota foi mais um que ficou ‘na miúda’. Mais renovou o vínculo com suas peças do que buscou soluções no mercado. A contratação mais chamativa foi a do RW J.T. Brown, que terminou a última temporada nos Ducks. Com tantas lesões, é sempre bom reforçar o setor.

Perda mais sentida – E se a busca foi pouca, as perdas nem foram tão sentidas. O nome mais conhecido da leva é o de Tyler Ennis (não o armador da NBA), que foi para o Los Angeles Kings.

Prospecto a ser observado – Minnesota tem um dos jogadores mais promissores em sua farm. Se trata do LW/RW Kirill Kaprozov, que joga na KHL (liga russa). Aos 21 anos, terminou a temporada com 40 pontos atuando pelo CSKA Moscow. Vale a pena ficar atento neste jogador.

Para ficar de olho – Espere a mesma luta do Wild. Um time que todo mundo sabe como estará (pouco mudou) e na briga de chegar a sua sétima classificação seguida. O trabalho do técnico Bruce Bordereau (que vai para a sua terceira temporada) merece ser lembrado.

Expectativa para a temporada – Briga por playoffs (eficiência sempre. Nunca é bom colocar o Wild como carta fora do baralho)

 

Nashville Predators

1200px-Nashville_Predators_Logo_(2011).svgResumo de 2018 – Finalista no ano anterior, Nashville manteve o mesmo nível. Não só venceu a divisão como levou o Troféu dos Presidentes, dado melhor classificado (no geral) da temporada regular. Nos playoffs, acabou sendo surpreendido com a eliminação em casa para o Winnipeg Jets na segunda rodada. Campanha: 53-18-11 (117 pontos – campeão da divisão).

O sucesso do time da terra do Elvis se reflete sempre na sua defesa. Se tem um nome que pode até ser considerado como o melhor de toda a história dos Preds, atende por Pekka Rinne. Foram 59 vitórias e 8 shutouts na campanha de 2018 para o camisa #35 (idade igual ao número de sua camisa), que culminou no Vezina Trophy, dado para o melhor goleiro da temporada.

No ataque, o líder do time em pontos sequer jogou todas as partidas (67) e mesmo assim ninguém o passou: Filip Forsberg (64 pontos). Para um contexto geral, o jogador de mais pontos que aparece como melhor pontuador de Nashville é o defensor P.K. Subban (82 jogos, 59 pontos). Mostrando a NHL que sim, é possível ter um time eficiente sendo apenas cirúrgico. Mas que fez falta quando mais precisou.

Contratação mais importante – Como defesa é o que há nos Predators, a principal contratação do time foi um defensor. Dan Hamhuis, que estava no Dallas Stars, reforça a defesa dos Predators, no alto dos seus 35 anos de idade.

Perda mais sentida – Entra um defensor, sai outro defensor. Como a base foi mantida e muitas renovações foram feitas, John Ramage e Mark McNeil resolveram buscar espaço em outras equipes (Devils e Bruins, respectivamente).

Prospecto a ser observado – E como se defesa fosse o forte no time principal, entre os prospectos o melhor é… defensor! Alexander Carrier, canadense que já atuou na NHL. Chegou a atuar no time principal em 2016, mas sem muito brilho. Voltou para o Milwaukee Admirals e vem evoluindo. Tem apenas 21 anos e será uma peças da renovação das linhas defensivas no futuro.

Para ficar de olho – Pekka Rinne pode ser considerado o melhor goleiro da NHL por tudo o que faz com a camisa dos Preds. E de goleiro, o time está bem servido. Juuse Saros, de 23 anos, ganhou espaço e uma renovação merecida na última FA. O gol está em ótimas mãos e pés com essa dupla.

Expectativa para a temporada – Briga pela Stanley Cup (provou que pode chegar, mas precisa dizimar seus traumas)

 

St. Louis Blues

1200px-St._Louis_Blues_logo.svgResumo de 2018 – Começou com tudo, com até a pinta de ‘pode entregar a taça’ (em novembro). Mas vieram as lesões e a confiança foi diminuindo. Mesmo assim, chegou até a última semana e precisava só de si para se classificar, mas acabou eliminado ainda na temporada regular, frustrando sua torcida. Campanha: 44-32-6 (94 pontos – 5º colocado na divisão).

Foi a quebra de uma sequência de 5 temporadas seguidas se classificando para a pós-temporada. E o primeiro ano completo de Mike Yeo como técnico não pode ser ignorado. As peças, principalmente Vladimir Tarasenko (66 pontos), ficaram devendo para o time do Missouri, que fechou a temporada com o sétimo pior ataque da NHL (226 gols).

Se o ataque decepcionou, a defesa foi o oposto. Além de ser a sexta menos vazada (222 gols sofridos), ainda conseguiu lançar um garoto promissor que fez falta na pindaíba da equipe: Joel Edmundsson. Ao lado de Alex Pietrangelo, fez valer a máxima de uma defesa eficiente.

Contratação mais importante – E o reforço veio para o setor mais carente: Tyler Bozak. O ex-Maple Leafs chega para dar mais suporte ao ataque de STL. Na temporada passada foram 43 pontos para o C em Toronto. Promessa de muita força ofensiva.

Perda mais sentida – No gol, Catter Hutton (que foi melhor que Jake Allen na última temporada) optou por defender o gol do Buffalo Sabres para este ano. Se Jake Allen continuar com as suas oscilações, vão lembrar do antigo goleiro com frequência.

Prospecto a ser observado – Com muitos jogadores nas ligas do leste europeu, muitos nomes passam despercebidos. O destaque vai para o C Robert Thomas, campeão sub-20 com o Canadá, da AHL e bicampeão da OHL. O jogador de apenas 19 anos empolga bastante, a ponto de ser cogitado a jogar na primeira linha! Olha o nível da hype em cima dele.

Para ficar de olho – STL não demorou para agir e fez uma grande troca trazendo Ryan O’Reily junto ao Buffalo Sabres. Com o novo C e um poderio de ataque mais forte que o do ano passado, promessa de um Blues mais cascudo para 2019.

Expectativa para a temporada – Briga por título de conferência (com tantas contratações e talento de sobra, pode chegar)

 

Winnipeg Jets

1200px-Winnipeg_Jets_Logo.svgResumo de 2018 – A surpresa ‘fora do radar’. O melhor Jets da história da jovem franquia (que completará 20 anos nesta temporada), além de terminar com sua melhor pontuação, conseguiu alcançar a decisão do Oeste contra outra equipe surpreendente (Vegas) após passar por Wild e Predators. O 4-1 foi ruim de digerir, mas o time é digno de aplausos. Campanha: 52-20-10 (114 pontos – 2º colocado na divisão).

Time que mostrou que havia vida sem Evander Kane. Com um Blake Wheeler liderando a equipe chegando perto dos 100 pontos (97) e de um Patrik Laine, garoto de apenas 19 anos, sendo o segundo da lista, colocando o seu nome entre os melhores atacantes da NHL (70 pontos).

No gol, outra afirmação que merece sua justa menção: Connor Hellebuyck. Se firmou como um dos melhores da posição em 2018, tanto que ganhou uma renovação de contrato para seguir em Winnipeg. Um talento que ganhará seu devido holofote para este ano.

Contratação mais importante – Se chegar a este ponto do texto e escrever que Winnipeg só renovou contratos de quem poderia e não fez nenhuma contratação sequer mediana. Os Jets apostaram na base, mas nem todos ficaram porque…

Perda mais sentida – …um dos ótimos nomes do sucesso dos Jets, Paul Stastny, fechou com o atual vice-campeão, Las Vegas Golden Knights. Nem tudo era como se esperava, mas com a base 90% mantida, isso pode passar batido.

Prospecto a ser observado – Na falta de C, um jogador está crescendo e pedindo passagem para compor este ataque. Se trata de Austin Wong. Hoje na AJHL, vem de boa evolução nos pontos (20 em 2017, 54 em 2018), porém na disciplina… (235 PIM em 2018).

Para ficar de olho – A base é (quase) a mesma, mas mostrou do que é capaz de fazer. Winnipeg evoluiu e não é mais o saco de pancadas de anos anteriores. Um dos times mais equilibrados nas duas frentes do último campeonato, pode aprontar e surpreender. Bala na agulha tem para tal.

Expectativa para a temporada – Briga por final de conferência (base um ano mais experiente e promessa de continuar competindo em alto nível)

 

A serie de previews da NHL é um oferecimento do blog MAJOR SPORTS aos seus leitores e foi escrita por @RodrigoSilvaJr e Vitor @chaveatle Silva.

NHL Preview – Divisão Atlântico

Os extremos por aqui, com três equipes na briga pelos playoffs, um concorrente por fora e os demais em processos de renovação. Em resumo, chances altas de acontecer um repeteco de 2018 (mas não na mesma ordem), com o time de maior jejum de taças na NHL mostrando suas garras.

Boston Bruins

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Resumo de 2018 – De um início irregular a briga real pela melhor campanha da conferência. Um ponto separou Boston de Tampa Bay e a classificação aconteceu, após uma primeira metade de temporada excelente. Mas na hora do embate, acabou caindo para os Bolts na segunda rodada (eliminado em cinco jogos), após uma série emblemática contra os Maple Leafs (venceu em sete jogos). Campanha: 50-20-12 (112 pontos, 2º na divisão).

O ataque ficou por conta mais uma vez de Brad Marchand (85 pontos), e a evolução de David Pastrnak, outro que alcançou os 80 pontos na temporada. Patrice Bergeron ficou um pouco abaixo da crítica, muito em conta de perder parte da temporada por lesão.

Na defesa, Tuuka Rask foi importante. E com o seu backup, Anton Khudobin, fazendo um ano bem interessante (ambos com 91% de tiros defendidos). Como um todo, Boston terminou com a terceira melhor defesa de toda a NHL (214 gols sofridos).

Contratação mais importante – O sétimo que mais gastou na free agency, reforçou o seu setor mais sólido. John Moore, ex-Devils, acertou por cinco anos. Além dele, outra aquisição para o gol: Jaroslav Halak, ex-Islanders (que vem de um ano muito abaixo graças a defesa dos Isles).

Perda mais sentida – A vinda de Halak tem um motivo: Khudobin acertou com o Dallas Stars para continuar como backup, agora de Ben Bishop.

Prospecto a ser observado – A farm passou por mudanças após a mega troca que trouxe Rick Nash dos Rangers (e não deu o resultado imaginado). O nome destacado é Karson Kuhlman. Prospecto de 22 anos campeão no College e que fará sua primeira temporada completa no Providence Bruins. Olho no center.

Para ficar de olho – Indo para sua 13ª temporada com os Bruins, Zdeno Chara é parte da história dos Bruins no gelo. O defensor completará 42 anos em março e será seu último ano de contrato. Fãs do hóquei, aproveitem enquanto ele ainda está jogando. Vai que ele se despede ao final do campeonato…

Expectativa para a temporada – Briga por título de conferência (voltando aos trilhos, é um time bastante enjoado de ser batido)

 

Buffalo Sabres

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Resumo de 2018 – O rebuild segue forte. Longe dos playoffs desde 2011, o time de NY ainda busca por uma identidade. A primeira temporada de Phil Housley como técnico foi desastrosa, culminando com a pior campanha de 2018, e terminando com menos de 30 vitórias. Campanha: 25-45-12 (62 pontos, último da divisão).

Há alguns destaques positivos do time. Jack Eichel, segundo-anista, liderou os Sabres em pontos (64 pontos), seguido de Ryan O’Rilley (61 pontos). Os pontos positivos se encerram aqui, já que Buffalo foi a única equipe de toda a liga a não marcar 200 gols no ano (199).

A defesa mostrou alguns talentos como a manutenção de Rasmus Ristolainen como um dos bons jogadores da liga (em um mercado pequeno) e um bom nome que surgiu para compor o gol, em Linus Ullmark. Ainda há muito para arrumar nos Sabres.

Contratação mais importante – O reforço da temporada foi para o gol. Catter Hutton, que fez um ano muito bom nos Blues, chega para ser o principal jogador da posição em NY. Dos U$ 11 milhões gastos na janela, U$ 8 deles foram para o goleiro.

Perda mais sentida – Hutton chegou e os outros dois goleiros, Robin Lehner (Islanders) e Chad Johnson (Blues) optaram por buscar novos ares. Renovação em uma posição de confiança para os times de hóquei sendo executada.

Prospecto a ser observado – Com uma farm que só tende a crescer, bons nomes virão de lá para o rebuild dos Sabres. O tcheco Matej Pekar, escolha de quarta rodada do último draft, vem de evolução constante nas competições de base e chega para a OHL com apenas 18 anos em sua primeira temporada na franquia.

Para ficar de olho – Ryan O’Reilly, que foi trocado para St. Louis na inter-temporada, chegou a comentar que em Buffalo ‘perdeu a alegria de jogar’, e agradeceu aos torcedores assim que foi negociado. Um combustível para dar o gás em mais uma temporada de aprendizado.

Expectativa para a temporada – Não vai a lugar algum (processo longo de reconstrução, em que os frutos só aparecerão a partir de 2020)

Detroit Red Wings

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Resumo de 2018 – Uma das franquias mais tradicionais dos Estados Unidos, os Red Wings vão para um novo ciclo de renovação de sua equipe. Um time com média de mais de 30 anos de idade em uma competição intensa como a NHL tem grandes chances de passar aperto, e com Detroit não foi diferente. Campanha: 30-39-13 (73 pontos, 5º na divisão).

Foi a menor pontuação desde 1996 (descontando a temporada do lockout de 2013). O time foi liderado pelo segundo-anista Dylan Larkin (63 pontos), junto da lenda Henrik Zetterberg (56 pontos). Muito pouco para o quarto pior ataque da liga (217 gols), mas com um um jovem jogador liderando a equipe, que é um ótimo sinal.

Na defesa, nada muito empolgante. Os goleiros Jimmy Howard e Petr Mrazek foram longe de serem considerados primores da posição. E os defensores como todo foram longe do ideal.

Contratação mais importante – Como não poderia ser diferente, o gol foi o alvo. Jonathan Bernier, após ótimo ano nos Av’s, é o novo reforço para uma posição tão carente em Motor City.

Perda mais sentida – Nenhuma de grande impacto. Fica o agradecimento a Matt Lorito, Ben Street, Xavier Ouellet, Eric Tangradi e Dan Renouf pelos serviços prestados.

Prospecto a ser observado – Nona escolha geral de 2017, Michael Rasmussen vem evoluindo na WHL, terminando a última temporada com 59 pontos no Tri-City Americans. Center de apenas 19 anos com um futuro promissor.

Para ficar de olho – Pela primeira vez desde 2002, o time de Motor City não terá seu camisa #40 comandando o time: Zetterberg anunciou a aposentadoria do gelo. Campeão e melhor jogador da decisão em 2008, o sueco escreveu seu nome na história da NHL. Vida longa para o camisa #40.

Expectativa para a temporada – Não vai a lugar algum (outro candidato que pode surpreender, mas com o material que possui e ser Larkin contra a rapa, é difícil imaginar)

Florida Panthers

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Resumo de 2018 – Uma arrancada que impressionou pós-ASG, mas vacilos na reta final custaram o que seria o impensável. Os Panthers, que eram candidatos a ficarem da parte intermediária para baixo da tabela, por pouco não surpreenderam os fãs da NHL. A classificação não veio por detalhes. Campanha: 44-30-8 (96 pontos – 4º da divisão).

Não é novidade para ninguém que Aleksander Barkov comandaria a pontuação do time (78 pontos). A mudança ficou por conta do RW Evgeni Dadonov, surpresa dos últimos meses de temporada regular para os Panthers (65 pontos).

Na defesa, a ausência de Roberto Luongo, interminável goleiro de 38 anos, não foi tão sentida. James Reimer entrou e tomou conta de defender a meta da Flórida (22 vitórias em 42 jogos, 91,3% de tiros defendidos), mesmo com o time aparecendo com a 18ª melhor defesa da NHL em 2018.

Contratação mais importante – Flórida foi uma das equipes que menos gastou na free agency (pouco mais de U$ 3 milhões). Paul Thompson, ex-Golden Knights, é o contratado da vez, sendo que os esforços para os Panthers foram para segurar o jovem center Jared McCann.

Perda mais sentida – Base mantida e nada perdido. O time seguirá quase 100% igual para 2019.

Prospecto a ser observado – Outro center vindo da escandinávia neste quadro. Aleski Heponiemi, center finlandês, já impressiona nas categorias juvenis por sua seleção. Na última temporada da WHL, terminou com 118 pontos na temporada regular! No caminho até o título do Swift Current Broncos, foram mais 30 pontos em 26 jogos. Em 2018-19, optou por jogar na liga de seu país. A idade dele? 19 anos.

Para ficar de olho – Será a temporada de 25 anos da franquia da Flórida no gelo em busca de voltar a pós-temporada. Em toda sua história, foram apenas 5 idas aos offs em 24 anos. Bob Boughner pode colocar esse time lá, se tudo der certo.

Expectativa para a temporada – Briga por playoffs (a base é a mesma e sem perdas. Podem brigar de igual para igual com os times de wild card)

Montreal Canadiens

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Resumo de 2018 – O maior campeão da NHL e último time canadense a levantar a Stanley Cup (1993), os Habs viram a temporada de 2018 ir para o ralo muito cedo. Perdeu seus principais nomes um a um. Sem Carey Price, Max Pacioretty e Shea Weber, ficaria complicado brigar. Dito e feito: eliminado na temporada regular. Campanha: 29-40-13 (71 pontos, 6º na divisão).

Em número de vitórias (contando apenas temporadas completas), foi o pior número desde 2001. Sem seus medalhões, coube a Brendan Gallagher comandar a pontuação dos Canadiens (54 pontos). Muito pouco para um time como Montreal.

O buraco é tão mais embaixo que por pouco, seu principal jogador e ídolo local, o goleiro Price, não foi trocado na última deadline. Eles escaparam ali, mas as surpresas viriam mais adiante com outro jogador negociado.

Contratação mais importante – Montreal também não foi as compras pensando no futuro. Os dois principais nomes vieram dos rivais: Matthew Peca (Lightning) e Tomas Plekanec (Maple Leafs).

Perda mais sentida – Ela não veio pela FA, mas sim por troca. Max Pacioretty foi negociado para o vice-campeão, Vegas Golden Knights, por escolha de draft de 2019 (segunda rodada) + Tomas Tatar e o prospecto Nick Suzuki. Uma clara alusão às pretensões de Montreal para os próximos anos.

Prospecto a ser observado – Para valer um Mad Max, Suzuki tem talento de sobra para substituir o antigo camisa #67. Pelo Owen Sound Attack no ano passado, foram 100 pontos anotados na temporada. Isso que vinha de 96 em 2017. Apenas 19 anos, será uma das jóias a serem lapidadas pelo Habs.

Para ficar de olho – Montreal e rebuild não costumam aparecer na mesma frase. Time que é figura carimbada em playoffs, vai passar por alguma ausência pelo que tem a disposição e ainda a evoluir. Carey Price e Shea Weber podem ser trocados em prol da reconstrução, o que pode agitar a NHL.

Expectativa para a temporada – Não vai a lugar nenhum (se acontecer algum milagre, chega. Mas as calculadoras não contam com isso para este ano).

Ottawa Senators

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Resumo de 2018 – Finalista do Leste em 2017, as aspirações para os Sens eram as melhores possíveis. Só que ninguém contava com uma temporada desastrosa, em todos os sentidos, culminando até com briga pela primeira escolha. Mas nem o tank foi efetuado com sucesso. Campanha: 28-43-11 (67 pontos, 7º na divisão).

A troca por Matt Duchene ainda é um caso a ser estudado. Custo benefício baixo por toda a expectativa gerada em torno do center. Mark Stone foi o líder em pontos ao lado do grande nome da história recente dos Senators, Erik Karlsson (62 pontos cada).

Como um todo, foi a segunda pior campanha de todos os tempos dos Sens em 82 jogos na NHL. Sendo honesto e admitindo que irá passar pelo processo de reconstrução, o time da capital canadense começou o seu processo antes mesmo do puck ser disputado.

Contratação mais importante – A base foi mantida em sua grande maioria. O goleiro Mike McKenna acertou com o time e dividirá com Craig Anderson o gol da equipe rubro-negra.

Perda mais sentida – Assim como Montreal, não houveram perdas significativas na FA. Mas igual o seu vizinho, viu seu grande ídolo, Erik Karlsson, ser trocado para o San Jose Sharks por duas escolhas de draft (segunda rodada ‘condicional’ de 2019 e uma de primeira rodada de 2020), mais o defensor Dylan DeMelo, o forward Chris Tierney e dois prospectos (o C Josh Norris e o LW Rudolfs Balcers).

Prospecto a ser observado – Jakov Novak é o jogador a ser melhor visto. Vai para a NCAA no hóquei vindo de números muito bons na NAHL (North American Hockey League). Foram 101 pontos em duas temporadas antes de escolher a universidade de Bentley para se desenvolver. Defensor de 19 anos a ser lapidado.

Para ficar de olho – A própria franquia ‘admitiu’ que está em reconstrução e trocar sua principal peça é a resposta, sem fugir de polêmicas. Junto com os Habs, passarão algum tempo só preparando a garotada para o futuro. Na próxima década, o que bateu na trave há dois anos poderá se tornar realidade.

Expectativa para a temporada – Não vai a lugar algum (a observar como essa equipe vai se comportar sem Erik Karlsson)

Tampa Bay Lightning

Tampa Bay Lightning

Resumo de 2018 – Faltou pouco. Uma vitória separou o melhor Lightning da década de uma decisão de Stanley Cup. Temporada regular impecável, classificações contra Devils e Bruins até parar os Capitals, que viriam a levantar a taça. Quando mais precisou, acabou sucumbindo contra a defesa do time da capital. Campanha: 54-23-5 (113 pontos, campeão da divisão).

Foi a temporada para colocar Nikita Kucherov entre os melhores jogadores ofensivos da NHL (100 pontos) superando até Steven Stamkos (86 pontos). Curiosamente, se somar a produção dos dois, chega perto dos gols marcados pelos Sabres no ano! Além deles, Brayden Point, Yanni Gourde e Victor Hedman passaram dos 60 pontos na temporada.

No gol, a certeza de que Andrei Vasilevskiy não deve em nada ao seu antecessor. Não levou o Vezina Trophy por detalhes, mas sua temporada não pode ser ignorada (44 vitórias, 2075 defesas e 92% de tiros defendidos).

Contratação mais importante – Tampa foi a única equipe com gasto irrisório na Free Agency. Apenas Cameron Gaunce, dos Blue Jackets, foi contratado.

Perda mais sentida – Se apenas um nome chegou, alguns decidiram buscar novos ares. Matthew Peca optou por defender os Canadiens em busca de mostrar serviço, já que atuou por apenas 10 jogos na última temporada.

Prospecto a ser observado – Com tantos nomes dando retorno, a farm dos Bolts pode ficar em segundo plano. Mas ainda há talentos para o futuro. Caso do forward russo/canadense Boris Katchouk. Vem da sua melhor temporada na AHL (85 pontos) além de ser campeão mundial sub-20 com a seleção do Canadá.

Para ficar de olho – Tudo seguindo a mesma risca. TB é uma das equipes mais legais de se assistir, tendo em vista seu poderio ofensivo e defensivo. Entra novamente como favorito em busca do seu bicampeonato.

Expectativa para a temporada – Briga por Stanley Cup (favorito ao lado de Capitals, Maple Leafs e Penguins no Leste)

Toronto Maple Leafs

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Resumo de 2018 – Mais um ano na fila e a pressão só aumenta. Time a mais tempo sem levantar a taça (51 anos), os Maple Leafs mantiveram sua base na busca pelo 14º título, mas continuam a morrer na primeira rodada dos playoffs. Desde o lockout de 2005, foram apenas 3 idas aos playoffs, todas parando no mesmo ponto. Campanha: 49-26-7 (105 pontos, 3º na divisão).

Curiosamente, essa foi a temporada de mais vitórias e pontos conquistados da história dos Maple Leafs. O jovem trio composto por Mitch Marner (69 pontos), Auston Matthews (63 pontos) e William Nylander (61 pontos) deu conta do recado. E com ambos tendo entre 20 e 21 anos, é uma base que só precisava de uma mente mais cascuda para as fases derradeiras.

Na defesa, foi a consagração de Frederik Andersen. O goleiro terminou o ano com seu maior número de vitórias em uma temporada (38) e liderou a liga em número de tiros defendidos (2029 defesas).

Contratação mais importante – Era hora de atacar o mercado, e Toronto buscou o principal FA desta leva, o C John Tavares. O grande ídolo dos Islanders assinou por 7 anos e U$ 77 milhões. Se faltava alguém com ‘panca’, não falta mais. Sem contar que chega no auge da carreira (28 anos).

Perda mais sentida – Como nem tudo são flores, James Van Riemsdyk voltou para suas origens e assinou com o Philadelphia Flyers. Veio de uma temporada boa, mas preferiu ir para um time onde terá mais espaço para mostrar o seu jogo.

Prospecto a ser observado – Toronto não é famoso pela sua farm recheada de talentos, tanto que o escolhido para este quadro foi draftado recentemente. O center russo Semyon Der-Arguchintsev, de 18 anos, vem de um sólido 2018 na OHL e seguirá por lá para o seu desenvolvimento. Com os Maple Leafs em alta, não há pressa em subir o jovem russo.

Para ficar de olho – Será o time mais observado com as expectativas elevadas por trazer o melhor talento disponível para tirar o time da fila de mais de 50 anos e devolver a NHL ao Canadá depois de 25 anos. O jovem time, liderado por um Tavares no seu auge, vai fazer muito barulho.

Expectativa para a temporada – Briga por Stanley Cup (pelo investimento que fez e a cartada certa, não há expectativa menor do que essa)

 

A serie de previews da NHL é um oferecimento do blog MAJOR SPORTS aos seus leitores e foi escrita por @RodrigoSilvaJr e Vitor @chaveatle Silva.