A ESCOLHA: Quarterbacks – Parte 5

ESPECIAL QUARTERBACKS – 2016/2017

Draft de 2016

Surpresas na posição mais importante do jogo, mas com uma classe de jogadores que ganhou mais confiança com o passar do tempo (pelo menos as picks altas)


Jared Goff – 1ª rodada (pick 1 – Los Angeles Rams)

24-14 W-L, 9581 jardas, 65 TD, 26 INT, 62,1% de acerto nos passes e rating de 94.7

Prêmios individuais: Pro Bowl (2017 e 2018), Jogador da Semana da NFC (2x) e Jogador Ofensivo da NFC (setembro – 2018)

Prêmios coletivos: Campeão da NFC West (2017 e 2018)

A surpresa para muitos que acompanharam a classe desse draft. Sem Sam Bradford e pensando no futuro, a franquia iria optar por um QB ‘da casa’, já que Jared Goff veio da universidade da Califórnia. Não tinha prêmios individuais que chamassem a atenção, mas liderou a Pac-12 em jardas e passes para TD, coroando sua evolução no college. Sem pensar duas vezes, LA o selecionou para ser o seu futuro na volta para a cidade, mas o início foi penoso.

Case Keenum começou o ano under center e entre atuações ruins e outras sem convencer, não demorou para Jeff Fisher colocar a escolha #1 do draft. Com Goff os resultados não mudaram e pior, terminou 2016 sem nenhuma vitória. Para 2017, Sean McVay chegou e um novo plano de jogo veio com ele. E o efeito foi imediato. De QB contestável, Goff se tornou uma das armas mais letais da liga, sendo um jogador de confiança, preciso e errando pouco. O sucesso veio naturalmente para o ataque e o casamento entre McVay e Goff veio na hora certa. Hoje, Goff é uma realidade.

Selo Tom Brady

Por não ser a unanimidade da posição e render o que está rendendo, não poderia encaixar outro selo que não fosse do camisa #12 do Patriots.


Carson Wentz – 1ª rodada (pick 2 – Philadelphia Eagles)

C23-17 W-L, 10153 jardas, 70 TD, 28 INT, 63,7% de acerto nos passes e rating de 92.5

Prêmios individuais: Pro Bowl (2017), jogador da semana da NFC (2x), jogador do mês da NFC (outubro – 2017) e vencedor do Bert Bell Award (2017)

Prêmios coletivos: campeão da NFC East (2017) e campeão do Super Bowl (2018)

Outro produto vindo de universidade sem badalação, Wentz era o garoto a aprender com os veteranos para se preparar a assumir o posto anos depois. Com a saída de Sam Bradford para Minnesota, o posto caiu no colo de Wentz, e isso não o impediu de mostrar serviço. Wentz recolocou os Eagles nos trilhos e fez um ano de estreia muito bom para quem não apostava nele (7-9). Com armas novas e um ano de aprendizado, seu segundo ano foi ainda mais espetacular, com 11 vitórias. Mas tudo veio por água abaixo quando seu ponto fraco começou a aparecer: lesões. O rompimento dos ligamentos do joelho acabou com sua temporada às vésperas dos playoffs.

Sem seu titular e com um prata da casa segurando a bronca, Philadelphia conseguiu o inédito Super Bowl sob comando de Nick Foles e isso pesou para Wentz, que teria que trabalhar para voltar ao seu posto. Retornou em 2018, mas o time não engrenou com ele. Espasmos nas costas o tiraram do restante do ano e Foles novamente assumiu o comando do time e levou os Eagles ao divisional round, caindo para os Saints. Philadelphia já anunciou que Wentz será o titular para 2019.

Selo Tom Brady

Outro que superou as expectativas e está no rol dos mais confiáveis da posição.

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Paxton Lynch – 1ª rodada (pick 26 – Denver Broncos)

1-3 W-L, 792 jardas, 4 TD, 4 INT, 61,7% de acerto nos passes e rating de 76.7

Chegou no atual campeão (que subiu no draft para buscá-lo) como uma das apostas para ser o sucessor de Peyton Manning, que se aposentou após a conquista do Super Bowl 50. Vindo de Memphis, Lynch não tinha números ou uma confiança em seu jogo que o coloquem para assumir a titularidade em 2016, tanto que Trevor Siemian começou como QB naquela temporada. Lynch acabou atuando por poucos jogos, mas sem muito alarde. Ainda ganharia algumas oportunidades com Vance Joseph, mas sem sucesso para assumir o posto. Acabou sendo cortado da equipe após a pré-temporada de 2018 e hoje está sem equipe.

Selo Brandon Weeden

Por mais que seja bastante complicado substituir um jogador do nível de Peyton Manning, não seria Paxton uma escolha adequada.

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Christian Hackenberg – 2ª rodada (pick 51 – New York Jets)

Pick alta que sequer atuou na liga e foi trocado dos Jets para os Raiders, Eagles e Bengals, de onde foi dispensado e sequer teve uma chance de jogar na NFL. No college, também não chamou a atenção e chegar em um NY Jets indefinido na posição e sequer atuar, é complicado. Fica difícil pensar como uma equipe gasta uma escolha alta e nem ao menos o colocar em campo.

Selo Brandon Weeden

Um misto de QB abaixo da crítica + chances escassas

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Jacoby Brissett – 3ª rodada (pick 91 – New England Patriots)


5-12 W-L, 3500 jardas, 13 TD, 7 INT, 59,1% de acerto nos passes e rating de 81.6

Prêmios coletivos: campeão do Super Bowl (2016)

Brissett chegou a NFL apenas um ano depois de sua formação na universidade de Florida State. Jogou seu ano de senior em 2015 (carreira no college nada muito relevante em números) e foi escolhido para ser parte do conjunto de Bill Belichick e cia. Ganhou sua chance, mesmo sem ter treinado com os titulares, de maneira inesperada, com a lesão de Jimmy Garoppolo e a suspensão de Tom Brady. Foram apenas dois jogos e uma vitória para o calouro, que depois só integrou o elenco campeão em Houston.

Passado um ano e com NE precisando reforçar seu corpo de recebedores, os Colts trocaram Phillip Dorsett pelo QB, que chegaria para substituir Andrew Luck, fora da temporada por lesão. Com um time sem muitas opções de ataque (apenas T.Y. Hilton como alvo de confiança), seu ano de teste foi dentro do que se esperava para o nível da NFL. E com a volta do camisa #12, Brissett voltou ao seu posto de QB backup.

Selo Brandon Weeden

Qando teve a chance, não mostrou que poderia conduzir uma franquia a dias melhores. Segue aprendendo com os QBs de elite.

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Cody Kessler – 3ª rodada (pick 93 – Cleveland Browns)

2-10 W-L, 2215 jardas, 8 TD, 5 INT, 64,2% de acerto nos passes e rating de 83.7

Ainda na esperança de achar um QB para conduzir a franquia, Kessler foi o escolhido para tirar os Browns da lama. Mas justo no seu primeiro ano vindo de USC (outro que chegou nos mesmos moldes que Brissett), acabou pegando a fase obscura de Cleveland e perdeu os oito jogos que começou como titular. Na única vitória dos Browns no ano, ele não jogou. Veio 2017 e DeShone Kizer assumiu a titularidade, mesmo fazendo partidas assombrosas. Sem espaço, foi trocado para Jacksonville e voltou a ganhar os holofotes, sendo o titular nos últimos jogos dos Jags no lugar de Blake Bortles (opção técnica).

Selo Brandon Weeden

Nada relevante e segue sua jornada. Mas pode dar a volta por cima.

Dak Prescott (4)
4ª rodada (pick 135 – Dallas Cowboys)

32-16 W-L, 10876 jardas, 67 TD, 25 INT, 66,1% de acerto nos passes e rating de 96.0

Prêmios individuais: Offensive Rookie of the Year (2016), 2016 NFL All-Rookie Team e Pro Bowl (2016)

Prêmios coletivos: campeão da NFC East (2016 e 2018)

Vindo de Mississippi State, para substituir Tony Romo no futuro, Dak Prescott chegou sem alarde, com o intuito de aprender com o camisa #9 dos Cowboys. Como Romo acabou se lesionando, o calouro foi lançado ao time titular. E o casamento com Ezekiel Elliott e uma das melhores OL já vista em anos, seu jogo chamou a atenção. E como foi no America’s Team, isso ganhou uma aura enorme em torno do camisa #4. Ameaça aérea e pelo chão, se tornou um dos QBs mais promissores da liga, e a campanha 13-3 mostrou isso. A eliminação para Green Bay acabou com o sonho da franquia de voltar aos dias de glória, mas a certeza de ter encontrado o substituto de Romo, que anunciava a aposentadoria.

Veio 2017, a OL não dominava mais como antes, e o jogo de Dak caiu. A suspensão de Zeke também pesou e o que era certeza, começava a pairar como dúvida sobre qual era o verdadeiro QB: o de 2016 ou o de 2017. Virou o ano, Zeke 100%, OL voltando a proteger e a adição de Amari Cooper ao corpo de recebedores, fez com que Prescott encontrasse novamente o seu jogo e conduzir os Cowboys aos playoffs e a sua primeira vitória em pós-temporada. Dallas acabou sendo eliminado no divisional round para os Rams, mas com seu principal jogador voltando aos holofotes.

Selo Ryan Tannehill

Recolocou Dallas de volta aos trilhos, mas não se sabe qual o Dak vai comandar a franquia nos próximos anos. Consistência precisa ser a chave para o camisa #4.

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Jeff Driskel – 6ª rodada (pick 207 – San Francisco 49ers)


1-4 W-L, 1003 jardas, 6 TD, 2 INT, 59,7% de acerto nos passes e rating de 82.2

Chegou para ser outra aposta em SF, após a saída de Colin Kaepernick. Mas não teve chance alguma nos Niners, sendo dispensado no mesmo ano. Cincinnati apostou no jogador, que só foi ter sua estreia dois anos depois, já que Andy Dalton era titular absoluto nos Bengals, mas sem tanto brilho. Verdade que não teve o melhor recebedor disponível, mas isso não tira o fato de Driskel ainda ter que mostrar mais para ter vida longa na NFL.

Selo Brandon Weeden

Não é bust, muito menos uma unanimidade. Leva o selo por não ter nada a acrescentar até aqui.

Draft de 2017

Outro que ficou conhecido pelas tamanhas surpresas que saíram na primeira rodada. Alguns tem o seu futuro assegurado, outros já parecem ‘andarilhos’ de tanto que passearam em pouco menos de dois anos.


Mitchell Trubisky – 1ª rodada (pick 2 – Chicago Bears)

15-11 W-L, 5416 jardas, 31 TD, 19 INT, 63,5% de acerto nos passes e rating de 87.7

Prêmios individuais: jogador da semana na NFC (semana 10, 2018)

Prêmios coletivos: campeão da NFC North (2018)

Sem nenhum quarterback aceitável desde Jim McMahon (lê-se quase 30 anos depois), Chicago fez uma troca ousada para subir no draft e escolher Mitchell Trubisky, de North Carolina. A universidade que revelou Michael Jordan para o basquete não costuma ter grandes nomes na bola oval, mas na melhor temporada do camisa #10 por lá, fez com que a franquia acreditasse que Trubisky era o futuro do time. Sua estreia veio na semana 5 de 2018, após atuações tenebrosas de Mike Glennon. Mostrou personalidade, força no braço e até resolvendo com as pernas, e não demorou para conquistar seu espaço como titular do time, mesmo vencendo apenas 3 jogos.

Saiu John Fox e entrou Matt Nagy. A explosão ofensiva não veio como se esperava para os Bears, com um Trubisky bem oscilante. Ora fazendo jogos de 6 TDs e quebrando marcas que perduraram desde os anos 50, ora indo mal contra equipes que não tinham pretensões no campeonato. No único jogo de playoff da carreira até aqui, foi o retrato do que é o camisa #10. Lançando para interceptações e colocando o jogo em perigo em um tempo. No outro passando das 200 jardas, anotando um TD e dando confiança no ataque. O futuro está nas mãos dele e enquanto continuar essa montanha-russa, ficará difícil defendê-lo.

Selo Ryan Tannehill

Até agora não comprometeu o time, mas com os outros QBs da classe colocando suas mangas de fora, a pressão em torno de si vai aumentar ainda mais.

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Patrick Mahomes – 1ª rodada (pick 10 – Kansas City Chiefs)

13-4 W-L, 5381 jardas, 50 TD, 12 INT, 65,9% de acerto nos passes e rating de 111.7

Prêmios individuais: Pro Bowl (2018), First Team All-Pro (2018), jogador da semana na AFC (2x) e jogador do mês de setembro da AFC (2018)

Prêmios coletivos: campeão da AFC West (2017 e 2018)

Kansas subiu no draft e assegurou Patrick Mahomes, de Texas Tech. Foram três anos de NCAA, e nos últimos dois passando das 4000 jardas aéreas e 30+ TDs, liderando a Big 12 em jardas (liderou a NCAA, inclusive), passes tentados, completos, e TDs por dois anos seguidos, com um detalhe que não levou nenhum prêmio individual no universitário. Ao se declarar para o draft, os Chiefs não pensaram duas vezes. Mas sua estreia demorou para acontecer, apenas na semana 17. Fez uma partida sem muito brilho, mas a franquia tinha outros planos para ele.

A aposta era tanta que para 2018, Smith foi trocado para Washington para Mahomes ter sua primeira oportunidade. E ela chegou em grande estilo. Só na sua primeira temporada completa como titular, Mahomes lançou para 5000 jardas e 50 TDs. Coisas que só os grandes do esporte como Tom Brady e Peyton Manning conseguiram em suas carreiras. Nenhum outro alcançou tantas marcas como ele, sem contar nas jogadas de ‘contorcionismo’ que faz quando precisa passar a bola naquele instante (não ganhou o apelido de showtime a toa). Levando o time para melhor campanha e final da AFC, seu nome já está gravado na atual NFL.

Selo Peyton Manning

O casamento que deu mais do que certo com uma mente ofensiva e um ataque altamente talentoso. Mahomes é especial.

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Deshaun Watson – 1ª rodada (pick 12 – Houston Texans)

14-8 W-L, 5864 jardas, 45 TD, 17 INT, 66,4% de acerto nos passes e rating de 103.1

Prêmios individuais: NFL All-Rookie Team (2017), jogador da semana na AFC (semana 4 – 2017), jogador do mês de outubro da AFC (2017)

Prêmios coletivos: campeão da AFC South (2018)

Outra equipe que subiu para assegurar seu jogador para o futuro, que assim como os Bears, procuravam por alguém para carregar a franquia em busca de dias melhores. Em 3 anos de Clemson, Deshaun Watson era conhecido por ser um QB móvel, daqueles que também gostam de resolver as situações além do passe. Seu jogo de força e correria chamou a atenção de Houston que apostou as fichas no QB (eleito o melhor jogador de ataque da ACC, melhor jogador da ACC, ambos em 2015, e All-American). Seus primeiros jogos chamaram muito a atenção por conseguir inúmeras jardas e altos números de TDs. Seria o calouro da NFL de 2017 com sobras, não fosse uma lesão de ligamento no joelho, no treino, que o tirou de ação da temporada.

Voltou em 2018, mas com menos jogadas explosivas. O que não diminuiu o impacto dele no time, que levou os Texans aos playoffs mesmo perdendo peças como Will Fuller e Demaryius Thomas no decorrer do campeonato. Seu primeiro playoff também foi abaixo do que espera, mesmo jogando em casa. Ainda assim, Houston está em boas mãos com o seu camisa #4.

Selo Ryan Tannehill

Uma grave lesão interrompeu uma das sequências mais insanas de um calouro na liga. Ainda pode alçar vôos maiores.

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DeShone Kizer – 2ª rodada (pick 52 – Cleveland Browns)

0-15 W-L, 3081 jardas, 11 TD, 24 INT, 53,1% de acerto nos passes e rating de 58.9

Mais uma aposta dos Browns na busca pelo seu franchise QB. Depois da experiência Kessler não agradar, Hue Jackson decidiu apostar em DeShone Kizer, vindo de Notre Dame, uma das mais tradicionais da NCAA. Kizer não teve tanto destaque por lá, apesar de liderar a conferência Independent no college em passes. Apenas dois anos de universitário e uma chance na NFL… Desde que virou profissional, o QB não ganhou nenhum jogo que participou e sua estadia em Cleveland não durou mais que um ano. Foi trocado para os Packers, e segue como reserva de Aaron Rodgers. Quando entrou, não convenceu. E ficou lembrado em 2018 por sofrer um strip sack (sack + fumble forçado + fumble recuperado na mesma jogada) de Khalil Mack na abertura da temporada.

Selo Brandon Weeden

Não é nível Jamarcão para ser considerado um bust, mas não apresentou nenhuma relevância a NFL.

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Davis Webb – 3ª rodada (pick 87 – New York Giants)

Três anos em Texas Tech e mais um na Califórnia. Webb foi draftado para, no futuro, ser o sucessor de Eli Manning em NY. Mas nem chegou a estrear pelo azul da cidade, e foi cortado na véspera da semana 1 de 2018, sem ter jogado ao menos um snap. Assinou com os Jets e participa do practice squad da equipe, liderada por um QB mais jovem e com o aval do time para ser o novo comandante de NY.

Selo Brandon Weeden

Nem quando teve seu melhor ano no universitário, beirando as 4300 jardas, ganhou uma chance para mostrar seu jogo. Segue no ostracismo.

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C.J. Beathard – 3ª rodada (pick 104 – San Francisco 49ers)

1-9 W-L, 2682 jardas, 12 TD, 13 INT, 57,3% de acerto nos passes e rating de 74.6

Lançado no decorrer de 2017, Beathard veio de Iowa, sem muito destaque, para preencher o corpo de QBs do time, que ainda buscava uma identidade após a saída de Alex Smith. Beathard teve sua chance, mas com ele, o time não conseguia vencer. Tanto que na primeira oportunidade, SF buscou Jimmy Garoppolo, que precisou de apenas alguns segundos para ser o titular e dono da equipe. Veio 2018 e a lesão dos ligamentos de Jimmy G, abriu-se outra oportunidade para Beathard jogar. Mas com atuações abaixo do normal, Nick Mullens ganhou uma chance e com apenas um jogo, colocou C.J. novamente como backup. E segue por lá até hoje.

Selo Brandon Weeden

Até a cor do cabelo é a mesma…

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Joshua Dobbs – 4ª rodada (pick 135 – Pittsburgh Steelers)

43 jardas, 1 INT, 50,0% de acerto nos passes e rating de 24.0

Entre Landry Jones e Joshua Dobbs, levou a melhor o QB de Tennessee. Mesmo sem números alarmantes no college e com uma carreira OK na SEC, Dobbs ganhou a condição de reserva imediato de Big Ben, caso algum desastre acontecesse. E aconteceu, mas um ano depois, em Oakland. Quando o camisa #7 machucou, Dobbs assumiu o posto e não fez muita coisa. Big Ben ainda retornaria para o jogo e Dobbs para aprender o playbook. Continua como reserva imediato.

Selo Brandon Weeden

Nada relevante por lá, nada relevante por cá…

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Nathan Peterman – 5ª rodada (pick 171 – Buffalo Bills)

1-3 W-L, 548 jardas, 3 TD, 12 INT, 52,3% de acerto nos passes e rating de 32.5

Aposta de late round, Nathan Peterman caiu no Buffalo Bills, onde Tyrod Taylor não era tido como o futuro da franquia e sempre muito questionado. Mesmo com o time bem, a mudança na posição aconteceu. E Peterman entrou para a história como o QB com mais interceptações em um tempo na NFL (5). A tragédia foi tamanha que TT voltou e ainda ajudou na classificação dos Bills a pós-temporada. Peterman seguiu, Taylor foi trocado, mas Josh Allen chegou. Não demorou para o camisa #17 assumir, mas uma lesão o tirou de ação. Nova chance para Peterman dar a volta por cima… Sem sucesso. Dispensado após o jogo contra os Bears, o QB chamou a atenção de Jon Gruden e hoje faz parte do elenco do Oakland Raiders.

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Selo Nathan Peterman: o que esse jogador conseguiu, merece um selo próprio

É isso aí galera, muito obrigado a todos que acompanharam esse especial pré superbowl, esperamos que tenham gostado e deixem sua opinião, compartilhem, mandem ideias, estamos aqui prontos pra trazer mais informação pra vocês

Caio @caiofilippi e Vitor @chaveatle Silva.

MajorSportsBlog

A ESCOLHA: Quarterbacks – Parte 4

ESPECIAL QUARTERBACKS – 2014/2015

Draft de 2014

Se 2013 já estava ruim, 2014 ainda reserva outras ‘lendas’ para serem destrinchadas (mas tem quem se salve)

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Blake Bortles – 1ª rodada (pick 3 – Jacksonville Jaguars)

24-49 W-L, 17646 jardas, 103 TD, 75 INT, 59,3% de acerto nos passes e rating de 80.6

Prêmios Coletivos: campeão da AFC South (2017)

Com anos e anos de penúria na posição e com um Chad Henne muito abaixo do que se espera para a NFL, não demorou para Jacksonville selecionar o QB de Central Florida, Blake Bortles. No college, Bortles nunca foi unanimidade com números que não o credenciam para uma escolha alta na época, o que não impediu Jax de arriscar. O resultado foram onze vitórias nos três primeiros anos como profissional e Bortles ficou famoso como o ‘quarterback do garbage time’ (quando o jogo está virtualmente decidido e os times tiram o pé).

Seu melhor momento foi em 2017, quando os Jaguars surpreenderam a liga ao vencer sua divisão e ficar a uma posse de bola do Super Bowl, em New England, com Bortles fazendo uma partida de gente grande. Os playoffs deram ao QB a chance de se firmar na liga e com isso, ganhou um grande contrato com o time. Mas no primeiro ano de vínculo novo, voltou a ser o QB inconstante, sendo até reserva de Cody Kessler e com os dias na Flórida sob perigo.

Selo Jamarcus Russell

Pode não ter tido os melhores recebedores durante sua carreira, mas um QB consegue tirar leite de pedra e ser competitivo não importa com quem esteja jogando ao lado. E Jax está pagando com isso até hoje.

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Johnny Manziel – 1ª rodada (pick 22 – Cleveland Browns)

2-6 W-L, 1675 jardas, 7 TD, 7 INT, 57,0% de acerto nos passes e rating de 74.4

Johnny Football! O Heisman de 2012, já chamava a atenção não só pelo que fazia no college, mas também pelo extracampo. Algo que poderia dar estadia curta quando se tornasse profissional (além da sua estatura, considerada baixa para a posição). Em apenas dois anos de NCAA, Manziel se declarou para o draft. Cleveland, que procurava um QB de confiança, apostou suas fichas no produto de Texas A&M, sabendo que não era apenas Johnny Football que estava chegando.

No ano de calouro, apenas dois jogos e nenhum TD. Para 2015, começou ganhando a confiança do time no seu primeiro jogo como titular e uma vitória. Mas o foco total nunca esteve em campo. A oscilação foi constante e o extracampo ganhou mais holofotes que o normal, e nem os conselhos de LeBron James surtiram efeito em Manziel. Multado e cortado em 2016, o QB só voltou às manchetes (em campo) dois anos depois para atuar no Montreal Alouettes, da CFL.

Selo Jamarcus Russell

Era uma bomba relógio, que infelizmente não deu a importância devida para uma grande oportunidade na NFL.

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Teddy Bridgewater – 1ª rodada (pick 32 – Minnesota Vikings)

17-12 W-L, 6268 jardas, 29 TD, 23 INT, 64,6% de acerto nos passes e rating de 85.9

Prêmios individuais: 2014 NFL All-Rookie Team e Pro Bowl (2015)

Prêmios coletivos: campeão da NFC North (2015 e 2017)

QB de bom passe e evoluindo o seu jogo em Louisville (eleito o jogador ofensivo da Big East em 2012), Bridgewater foi selecionado para comandar um Minnesota que ainda tinha muitos ajustes para se fazer sem Adrian Peterson. Em seu primeiro ano, Teddy oscilou como todo calouro. Já no segundo ano seu jogo cresceu, levando os Vikings a conquista da divisão e os playoffs, que não tiveram o mesmo sucesso com um FG perdido no último minuto.

Em 2016, com as expectativas as melhores possíveis, uma grave lesão de ligamento tirou o QB de ação e só voltaria a jogar no ano seguinte e com um questionamento se ele voltaria a ser o que era. Com Sam Bradford e Case Keenum comandando o ataque, Bridgewater acabou se tornando terceira opção, mas o seu único drive daquela temporada foi digno de aplausos, não porque acabou em TD, mas pela volta de um jogador que mostrava que ainda podia atuar. Após o final de 2017, Teddy foi trocado duas vezes em um curto espaço de tempo. Hoje, é reserva de Drew Brees no New Orleans Saints.

Selo Ryan Tannehill

Uma lesão atrapalhou o camisa #5, que poderia estar em Minneapolis até hoje. Mas o ‘e se’ vai perdurar…


Derek Carr – 2ª rodada (pick 36 – Oakland Raiders)

32-46 W-L, 18739 jardas, 122 TD, 54 INT, 62,8% de acerto nos passes e rating de 88.8

Prêmios individuais: Pro Bowl (2015, 2016 e 2017) e jogador ofensivo da AFC (semana 8 – 2016)

Depois do homem que ostenta um dos selos desta série sobre os QBs, Oakland passou por apuros na posição após a saída de Carson Palmer. Jason Campbell e Terrelle Pryor bem que tentaram, mas a franquia apostou suas fichas no produto de Fresno State, jogador ofensivo da MWC de 2012 e 2013 e crescendo ano a ano na NCAA, Derek Carr. O início foi muito abaixo para o calouro, apenas 3 vitórias em 16 jogos. O crescimento veio nos anos seguintes, com o ápice chegando em 2016, levando os Raiders de volta a pós-temporada depois de 14 anos.

O problema foi se lesionar na véspera dos playoffs, e com isso a esperança da equipe foi por água abaixo. Para 2017, esperava-se um ano no mesmo patamar, mas Carr sofreu novamente com lesões e isso diminuiu o seu ímpeto, fazendo com que Oakland caísse junto com o QB. Veio 2018, Jon Gruden no comando, e vendo toda a base que recolocou os Raiders nos trilhos sendo trocada, Carr ainda teve os melhores números em jardas e acerto de passes na carreira, mesmo com um time onde se resumiu a Jared Cook como único alvo. Sob rumores de troca envolvendo seu nome, Carr é um QB confiável e com boas peças pode fazer estrago.

Selo Ryan Tannehill

Tem talento, mas falta aquele ‘algo’ a mais.

Jimmy Garoppolo – 2ª rodada (pick 62 – New England Patriots

)8-2 W-L, 2968 jardas, 17 TD, 8 INT, 65,4% de acerto nos passes e rating de 97.3

Prêmios coletivos: campeão do Super Bowl (2014 e 2016)

Vindo de um colégio que revelou Tony Romo ao mundo (Eastern Illinois), Jimmy G chegou a Foxboro como é toda a escolha de Bill Belichick: sem alarde. Pois de toda a classe, foi o único QB com temporadas de 4000+ e 5000+ jardas no college. Uma escolha a ser lapidada, sem pressa. Sua estreia como titular demorou para acontecer, e veio por necessidade. Com Tom Brady cobrindo uma suspensão após o episódio das bolas murchas, Garoppolo assumiu como titular e fez dois jogos com muita firmeza e consistência, fazendo com que torcida e franquia acreditassem que sim, o camisa #10 era o sucessor de Brady. Acabou se lesionando no segundo jogo daquela temporada e não voltou mais.

Brady não dava sinais de declínio físico ou técnico e reiterando o desejo de continuar jogando até os 45 anos. Isso colocou uma pulga atrás da orelha de NE: manter Jimmy G (e pagar um salário altíssimo com pouco cap disponível e sendo reserva) ou trocá-lo para assegurar algum futuro. A segunda opção foi usada e o San Francisco 49ers apostou as fichas em Garoppolo. Depois de aprender o playbook, só precisou de um drive nos segundos finais e um TD. Ali, franquia e jogador entraram em total sintonia e Jimmy G venceu os cinco jogos restantes como titular dos Niners. E novamente, as expectativas em torno da equipe eram enormes, mas uma lesão de ligamento no joelho, na semana 3 de 2018, o tirou de ação do restante da temporada. Mesmo assim, a franquia está assegurada nas mãos do camisa #10.

Selo Tom Brady

Escolha lapidada que aprendeu com um dos melhores da história e conseguir mudar o patamar de um time com poucas aspirações não é para qualquer um. Garoppolo é especial.

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Logan Thomas – 4ª rodada (pick 120 – Arizona Cardinals)

96 jardas e 1 TD

Draftado para o corpo de QBs de Arizona, Thomas não durou muito por lá. Ficou por apenas uma temporada, lançou seu TD e depois rodou a NFL. Passou por Miami, Nova York e Detroit até parar em Buffalo para a temporada 2018. Curiosamente, chegou nos Bills não como QB, mas para atuar como TE. A mudança de posição o ajudou a ganhar sobrevida na liga e Thomas voltou a ganhar seu momento de fama em uma trick play, onde reviveu seus momentos de Virginia Tech.

Selo Brandon Weeden

Não era um QB relevante no college e hoje segue os passos de Terrelle Pryor.

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Tom Savage – 4ª rodada (pick 135 – Houston Texans)

2-7 W-L, 2000 jardas, 5 TD, 7 INT, 57,5% de acerto nos passes e rating de 72.5

Matt Schaub era longe de ser unanimidade em Houston, e Savage chegava para fazer sombra e competir para ganhar a posição. Mas os Texans apostaram em Brock Osweiler, campeão do Super Bowl 50, e isso foi diminuindo as chances de Savage na liga. Só voltaria a ganhar os holofotes em 2017, quando o fenômeno Deshaun Watson sofreu um rompimento dos ligamentos do joelho e ele assumiu como titular, mas sem nenhum sucesso. Hoje, faz parte do elenco do Cincinnati Bengals.

Selo Brandon Weeden:

Quem o viu no universitário, já sabia que ele era limitado. E na NFL, isso só se confirmou.

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A.J. McCarron – 5ª rodada (pick 164 – Cincinnati Bengals)

Alabama é conhecida por ser ótimo para RBs e defensores. Para quarterback, o negócio não funciona da mesma forma. McCarron foi selecionado pelos Bengals para ser um dos reservas de Andy Dalton, mas não teve muito espaço com o camisa #14 comandando as ações em Ohio. Jogou apenas três vezes em quatro anos de Cincinnati até acertar sua ida para o Buffalo Bills e ser trocado após a pré-temporada para o Oakland Raiders, onde segue como reserva, agora de Derek Carr.

2-1 W-L, 928 jardas, 6 TD, 2 INT, 64,0% de acerto nos passes e rating de 92.4

Selo Brandon Weeden

Não teve muitas oportunidades, é verdade. Mas é como diz a máxima, pois ‘se o cara é bom, ganha seu espaço naturalmente’. E não funciona assim com o QB.

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Zach Mettenberger – 6ª rodada (pick 178 – Tennessee Titans)


0-10 W-L, 2347 jardas, 12 TD, 14 INT, 60,3% de acerto nos passes e rating de 75.4

A carência na posição fez com que Tennessee draftasse Mettenberger como opção para o time, mas com a indefinição dos QBs, acabou ganhando uma chance nos Titans. Mas não converteu em um resultado minimamente aceitável, sendo um produto abaixo do que se apresentou quando defendia LSU no college. Ainda jogou na temporada 2015, substituindo Marcus Mariota, mas sem brilho. Passou por Chargers e Steelers, antes de ser cortado em 2017. Hoje joga pelo Memphis Express, da AAF (Alliance of American Football).

Selo Brandon Weeden

Não tem como fugir. Não agarrou a chance e hoje está esquecido no mundo do futebol americano.

Draft de 2015

Classe que se resumiu a dois quarterbacks que davam pinta de alavancar suas respectivas franquias e os demais que tiveram vida curta até aqui.

Jameis Winston – 1ª rodada (pick 1 – Tampa Bay Buccaneers)


21-33 W-L, 14628 jardas, 88 TD, 58 INT, 61,6% de acerto nos passes e rating de 87.8

Prêmios individuais: 2015 NFL All-Rookie Team, Pro Bowl (2015)e Jogador ofensivo da NFC (semana 1 – 2016)

Winston ou Mariota? Essa era a dúvida que percorria nos dois primeiros times do draft de 2015, mas o Heisman e melhor jogador ofensivo universitário de 2013 com os números conquistados em dois anos de Florida State pesaram para ele e Tampa Bay o selecionou para ser o seu franchise quarterback. Seu ano de rookie teve números muito bons, mesmo que isso não se convertesse em vitórias, mas seu lugar no Pro Bowl foi assegurado.

Nos anos seguintes, Winston acabou sendo notícia mais pelo extracampo do que lançar muitos TDs. Escândalos em volta do QB fizeram a franquia duvidar de sua ética, buscando sempre uma sombra para colocá-lo nos eixos. Sem conseguir alavancar a equipe da Flórida, JW chegou até a ser suspenso após episódio de assédio sexual com uma motorista de Uber. Três jogos de gancho e Ryan Fitzpatrick titular. Quando a ‘mágica’ acabou, ele reassumiu o posto, voltou para a reserva e foi titular nas partidas finais. Vai para seu quinto ano de liga bastante pressionado. Com Bruce Arians, pode retomar os bons tempos.

Poderia ser um selo Peyton Manning se tivesse cabeça. Mais um ano abaixo da crítica e sua carreira na NFL pode acabar mais cedo do que se imagina.

Marcus Mariota – 1ª rodada (pick 2 – Tennessee Titans)

27-28 W-L, 12004 jardas, 69 TD, 42 INT, 63,2% de acerto nos passes e rating de 89.4

Prêmios individuais: Jogador ofensivo da AFC (4x) e jogador ofensivo da AFC do mês (novembro – 2016)

Se o Heisman de 2013 foi para TB, o do ano seguinte caiu em Nashville. Mariota era a escolha para comandar os Titans aos tempos de sucesso da década anterior. Seu primeiro ano foi desastroso, mas a franquia acreditava no produto de Oregon. Mariota ainda levaria Tennessee a duas temporadas com mais vitórias do que derrotas, inclusive levando os Titans aos playoffs de 2017. De quebra, eliminando os Chiefs em Kansas City, mas parou no Divisional Round para o New England Patriots.

O maior problema que cerca o camisa #8 são as lesões. Mariota nunca jogou todas as 16 partidas da temporada regular pelos Titans e a falta de explosão ofensiva, que se esperava em Tennessee, ainda não aconteceu. Vai para o seu quinto ano também com certa pressão

Selo Ryan Tannehill

É mais um que poderia mudar uma franquia que precisava de um jogador do seu calibre dos tempos de Oregon e até levou aos playoffs, coisa que Winston não conseguiu. Se as lesões pararem de castigá-lo, as coisas podem ser diferentes.

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Bryce Petty – 4ª rodada (pick 103 – New York Jets)

1-6 W-L, 1353 jardas, 4 TD, 10 INT, 53,1% de acerto nos passes e rating de 57.7

Não precisa ir muito longe quando se fala de Bryce Petty. Foi trocado para NY na noite do draft e poderia ser o complemento para o lado verde nova-iorquino, tendo em conta que foi o jogador ofensivo da Big 12 em 2013. Sua estreia na liga aconteceu apenas um ano depois, e sempre entrando em situações de falta de quarterback, não agradou. Não demorou para os Jets o dispensarem. Ainda conseguiu integrar o elenco dos Dolphins em 2018, mas foi cortado durante a temporada regular. Sem clube desde então.

Selo Brandon Weeden

Entrou e saiu sem ser notado. Não conseguiu se firmar e isso é notado até hoje.

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Brett Hundley – 5ª rodada (pick 147 – Green Bay Packers)

3-6 W-L, 1853 jardas, 9 TD, 13 INT, 59,5% de acerto nos passes e rating de 67.9

Selecionado para ser um aprendiz de Aaron Rodgers, Hundley chegou a GB mesmo não sendo o melhor quarterback nessa altura do draft. Nenhum prêmio e nada que chamasse a atenção dos scouts. Teve seu momento maior de atuação em 2017, quando A-Rod perdeu a temporada e Hundley o substituiu em 9 partidas, mas sem um brilhantismo ou algo de diferente, culminando na eliminação dos Cheeseheads na temporada regular. Foi trocado na offseason de 2018 para Seattle e continua seu processo de aprendizagem na NFL.

Selo Brandon Weeden

O mesmo de Petty se aplica a Hundley. Não conseguiu produzir na NFL e sua escolha, nessa altura do draft, se justifica.

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Trevor Siemian – 7ª rodada (pick 250 – Denver Broncos)

13-11 W-L, 5686 jardas, 30 TD, 24 INT, 59,3% de acerto nos passes e rating de 79.9

Prêmios coletivos: vencedor do Super Bowl 50

Nada chamativo em Northwestern, mas com a aposentadoria iminente de Peyton Manning, Denver apostou nele como complemento para a equipe de Mile High. O que não esperava, é que o substituto principal de Peyton, Brock Osweiler, fizesse uma temporada regular boa, segurando as pontas e classificando Denver aos playoffs, onde Manning assumiu e ganhou o campeonato.

Osweiler assinou com o Houston Texans e a responsabilidade de comandar o ataque caiu nas mãos de Siemian. Seu primeiro ano como titular foi aceitável, mas como a pressão nos Broncos era enorme, começou a se cobrar muito em cima do QB, que em 2017, com Paxton Lynch e a volta de Osweiler ao time, não rendeu o que dele se esperava. Até que em 2018, Siemian foi trocado para o Minnesota Vikings, mas está na lista de contundidos e ficou toda a temporada de fora da equipe.

Selo Brandon Weeden

Mais um que leva esse selo, mesmo com o anel de campeão. Não se esperava muito dele e o resultado está aí.

Amanhã teremos a conclusão de nosso especial falando das classes de 2016 e 2017. Até lá galera!

Esse super trabalho de pesquisa e análise foi feito pela dupla dinâmica Vitor “@chaveatle” Silva e Caio “@Caiofilippi’ Filippi – Especialmente para o blog Major Sports

A ESCOLHA: Quarterbacks – Parte 3


ESPECIAL QUARTERBACKS – Parte 3 2012/2013

DRAFT 2012

   Chegamos ao ano e 2012 com provavelmente a melhor safra até então com ao menos 4 QB que chegaram a finais de conferência, além de duas péssimas escolhas…


Andrew Luck – pick 1 rodada 1 – Stanford – Indianapolis Colts

Números da Carreira:

V-D – 53-33

% passes completos – 60.8

Jardas Totais – 23671

TD/INT – 171-83

   Andrew Luck era falado no College desde seu primeiro ano em Stanford. Considerado o melhor prospecto de QB desde Peyton Manning, tinha a hype ideal para ser uma estrela na NFL. Foi duas vezes segundo colocado no Heissman Trophy pela equipe da California. Como o Colts teve uma temporada péssima em 2011 devido a contusão de Peyton Manning, ficou óbvio que Indianapolis iria selecionar para o lugar do Manning o melhor prospecto vindo do College desde seu antecessor.

   Luck levou o Colts a títulos de divisão nos seus 3 primeiros anos, somando 11 vitórias em cada um dos anos. Em 2014 chegou ao seu auge com os melhores números da carreira com 40 TD e 4800 jardas, onde chegou ao AFCCG após derrotar Manning em Denver.

  2015 começou o inferno astral de Luck. Os anos de OL duvidosas começaram a ter seus efeitos. Primeiro a contusão no ombro, depois teve o rim dilacerado durante o jogo contra o Broncos, terminando assim aquela temporada. 2016 apesar de sentir dores no ombro direito jogou 15 partidas mas com seus piores números na carreira. Ao final daquele ano foi submetido a uma delicada cirurgia no local, o que afastou o QB dos gramados até o começo da temporada de 2018.

   Em 2018 um retorno triunfal com ida aos playoffs, excelentes números e o provável prêmio de Comeback of the year. E finalmente com uma OL que pode mantê-lo saudável por anos.

Veredito – Selo Peyton Manning

   A escolha era óbvia e foi de total sucesso apesar das graves contusões. Bme vindo de volta Andrew Luck

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Robert Griffin III – pick 2 rodada 1 – Baylor – Washington Redskins

Números da Carreira:

V-D – 15-25

% passes completos – 63.2

Jardas Totais – 9004

TD/INT – 42-26

1670 jardas corridas – 10 TD

– Prêmios Individuais

Heissman Trophy 2011

Novato ofensivo do ano 2012

   RGIII como sempre foi conhecido, teve uma carreira incrível na universidade de Baylor, culminando com seu último ano que que correu para 1500 jardas e 24 TD fora os 15 TD lançados. Òbvio que o estilo de jogo de Baylor ajudava, mas ele era um prospecto que poderia mudar o jogo da NFL com essa dupla ameaça semelhante a Cam Newton que entrou na liga 2 anos antes. Ganhou o Heissman Trophy em seu último ano, mas foi o primeiro vencedor do troféu a não jogar a final universitária desde Tim Tebow 2007. Antes do draft, o Redskins trocou pela segunda escolha com o Rams e selecionou seu novo QB.

   Seu ano de calouro foi incrível, levando o Redskins a 10 vitórias e ida aos playoffs. Como esperado ele foi uma ameaça dupla, com 3200 jardas aéreas e 20 TD somando com 900 jardas corridas e 8 TD. No jogo contra o Seahawks no WildCard, teve uma grave contusão no joelho direito, piorado por não ter sido retirado de campo pelo HC Mike Shanahan. Após a temporada teve fazer o reparo de todos os ligamentos do joelho. No ano de 2013 notou-se que não tinha mais a dinâmica anterior a contusão, pois agora dependia mais de seus passes que nunca foi seu forte. Em 2014 continuava em fase ruim até que uma torção no joelho machucado o retirou por mais 7 partidas. Em 2015 uma concussão terminou com a temporada após 5 partidas. Após ser cortado, assinou contrato com o Cleveland Browns por 2 anos sem causar qualquer impacto. Atualmente é o terceiro QB do Baltimore Ravens.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

   Uma escolha que tinha tudo para ser sucesso, mas só teve um ano bom. Ele devia ter saído daquele jogo contra o Seahawks após a primeira pancada. Quem sabe o que ocorreria com sua carreira?

Ryan Tannehill – pick 8 rodada 1 – Texas A&M

Números da Carreira:

V-D – 42-46

% passes completos – 62.8

Jardas Totais – 20434

TD/INT – 123-75

   Tannehill teve uma carreira curiosa em Texas A&M. Jogou por mais de 2 anos como WR por não ter lugar como QB. Apenas em seu último ano assumiu a titularidade com números excelentes alcançando rating de 133.3 e 29 TD. Esse ano impressionou o Miami Dolphins que o selecionou com a pick 8 daquele draft. Logo foi nomeado como titular para a semana 1 tendo 3200 jardas mas apenas 12 TD e 13 INT. Sua melhor temporada foi a de 2014 com 27 TD e 4200 jardas. No único ano que o Dolphins chegou aos playoffs, Tannehill estava machucado e foi substituído por Matt Moore.

  Em 2018, com seu segundo ano sob a tutela de Adam Gase, guru ofensivo, continuava com números não muito significativos, apesar de não ter grandes armas para o jogo aéreo. Ele jogou a partir da semana 6 pois se recuperava de uma cirurgia no joelho.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

   Tannehill tem uma carreira decente na liga, mas nada demais. Não foi o franchise que o Dolphins esperava mas é confiável.

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Brandon Weeden – pick 22 rodada 1 – Oklahoma State – Cleveland Browns

Números da Carreira:

V-D – 6-19

% passes completos – 57.9

Jardas Totais – 6462

TD/INT – 31-30

   Brandon Weeden foi draftado na primeira rodada de 2012 pelo Browns com 28 anos de idade. Aí eu me perguntei: porque ele terminou o College tão tarde? Weeden após o High School foi draftado na segunda rodada do draft pelo New York Yankees em 2002 para ser arremessador. Perambulou ainda por Dodgers e Royals sempre em minor leagues até 2006, quando desistiu e ingressou em Oklahoma State para se graduar. Assumiu a posição de QB principal em seu terceiro ano onde teve números respeitáveis, levando a equipe a uma vitória no Fiesta Bowl contra Stanford tendo uma grande partida com 4 TD.

   O Browns arriscou ao draftar o jogador mais velho da história e o resultado foi ruim. Péssimas decisões, porcentagem de passe correto baixo e muitas interceptações. No segundo ano teve apenas 5 jogos como titular e foi dispensado no começo da temporada seguinte. Desde então foi reserva de Cowboys, Texans e Titans. Desde 2018 é o reserva do Tenessee Titans sem destaque algum.


Veredito – Selo Brandon Weeden

   O selo tem o seu nome, sem mais. Escolher um QB com 28 anos com apenas 2 anos de titular no College tava na cara que ia dar errado.

NOTA DO EDITOR: O melhor do possante Weeden é certamente as caretas dele, pesquisem no google: Brando Weeden faces e riam bastante…

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Brock Osweiler – pick 25 rodada 2 – Arizona State – Denver Broncos

Números da Carreira:

V-D – 15-15

% passes completos 59.8

Jardas Totais – 7418

TD/INT – 37-31

– Prêmios Coletivos

Campeão do SB com o Denver Broncos como reserva

   Brock Osweiler só foi titular em Arizona State em seu ano de Júnior, lançando para 4000 jardas e 26 TD. O Broncos o selecionou na segunda rodada para aprender com Peyton Manning, recém contratado, além de ser um seguro para o veterano que vinha de uma grave contusão no pescoço. Entrou em poucas oportunidades nos primeiros 3 anos, mas em 2015 teve algumas oportunidades como titular na ausência de Manning.  Osweiler não comprometeu até a volta de Peyton Manning sendo apoiado pela espetacular defesa do Broncos, que levou a equipe ao título naquele ano.

   E não é que teve uma equipe que acreditou no potencial do Cosplay de poste? Houston Texans deu um contrato de 4 anos 72 milhões pois acreditavam que Osweiler era a peça que faltava para a equipe buscar o título. Assim tivemos provavelmente o pior contrato da história na liga, pois ele teve um ano horroroso com 16 TD e 18 INT. Foi tão ruim que no ano seguinte o Texans mandou ele para o Browns em uma troca e mandou junto uma segunda rodada só para assumirem esse contrato bomba. Não jogou no Browns e depois teve contratos com o Broncos novamente e atualmente é o reserva de Ryan Tannehill em Miami.

Veredito – Selo Brandon Weeden

   Sinceramente os times não esperavam muito dele, e realmente não serviu para nada. Deve mandar uma grana para a defesa do Broncos por ter garantido aquele baita contrato com o Texans.

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Russell Wilson – pick 12 rodada 3 – Wisconsin – Seattle Seahawks

Números da Carreira:

V-D – 75-36-1

% passes completos – 64.2

Jardas Totais – 25624

TD/INT – 196-63

3671 jardas corridas – 17 TD

Prêmios coletivos

Campeão do SB 47

   Russell Wilson era QB da pequena North Carolina State, e após 3 anos com bons resultados se transferiu para Wisconsin onde demonstrou seu potencial, ficando em décimo na eleição do Troféu Heissman de 2011. No entanto sua tendência de QB scrambler e por ser Baixo para os padrões da NFL. Mesmo com todos esses contras, o Seahawks gastou uma escolha de terceira rodada para selecionar Russell Wilson o que se mostrou um acerto histórico. Começou a pre temporada como reserva pois a equipe tinha assinado contrato longo com Matt Flynn, mas logo Wilson assumiu a titularidade para não deixar mais. Devido aos graves problemas da OL do Seahawks, a habilidade de Wilson em correr nos gaps ajudou consideravelmente a equipe. Levou a equipe aos Playoffs de divisão em seu primeiro ano, venceu o SB no ano de 2013 e repetiu o SB em 2014, quando perdeu na última posse para o New England Patriots. No ano de 2016 merecidamente recebeu uma extensão de contrato por 4 anos 87 milhões.

   Wilson tem a impressionante marca de mais de 8 vitórias em todas as temporadas pela equipe de Seattle, com apenas o ano de 2017 sem jogar os playoffs.

Veredito – Selo Tom Brady

   Russell Wilson foi o sexto QB a ser draftado e vem sendo aquele que tem maior sucesso na carreira. Tremendo steal do Seahawks.

Nick Foles – pick 25 rodada 3 – Arizona – Philadelphia Eagles

Números da Carreira:

V-D – 26-18-0

% passes completos – 61.6

Jardas Totais – 11165

TD/INT – 68-33

– Premios Coletivos

Campeão do SB 51 pelo Eagles

  Nick Foles fez um ano de faculdade em Michigan State, mas no segundo se transferiu para Arizona onde jogou 2 bons anos, inclusive sendo o quinto em jardas aéreas por jogo em seu ano de sênior. Foi selecionado pelo Philadelphia Eagles na terceira rodada do draft, inicialmente sendo reserva do veterano Michael Vick. Após a concussão do titular, Foles assumiu a titularidade, mas com números pouco animadores, somando incríveis 8 fumbles em seu ano de rookie. No ano seguinte mais uma vez começou na reserva de Vick, mas após outra contusão do titular voltou a ser o comandante do ataque. Adaptou-se muito ao ataque “up time” de Chip Kelly levando a equipe aos playoffs pela primeira vez desde 2010. Foles quebrou um recorde na liga: melhor relação TD-INT com 27 TD e 2 INT. Impressionante!!!.

   No ano de 2014 Foles e o ataque do Eagles tiveram uma queda, com ele jogando apenas 8 jogos devido a contusão na clavícula. Em março de 2015 Foles foi trocado para o Rams por Sam Bradford e algumas escolhas de draft. No Rams Foles continuou claudicante com números ruins de TD e alto número de fumbles. Ao final da temporada pediu dispensa da equipe, que draftou Jared Goff na primeira escolha geral. Em 2016 foi reserva do Chiefs jogando apenas uma partida. Em 2017 assinou novamente com o Eagles para ser reserva da então primeira escolha do draft Carson Wentz. Na semana 14 Wentz, que fazia temporada de MVP, sofreu uma grave contusão no joelho e então começou a temporada de conderela de Nick Foles. Contra todos os prognósticos Foles levou a equipe ao título, inclusive vencendo o prêmio de MVP do SB contra o Patriots. Todos os analistas acreditavam que Foles assinaria contrato com outra equipe para ser titular, mas seguiu na equipe. Foi titular nas primeiras 3 partidas até a volta de Wentz sem muito sucesso. Voltou a ser titular na semana 16 e mais uma vez conduziu a equipe a pós temporada. O time venceu o Chicago Bears fora de casa mas foi derrotado pelo Saints em um jogo incrível que a equipe vencia por 14 a 0. Foles foi muito bem mais uma vez, mostrando ser um clutch improvável.

Veredito – Selo Tom Brady

  

You Want Philly Philly? Então toma!!!!

   Uma escolha de terceira rodada que saiu de backup do provável MVP da temporada para MVP do SB, vencendo o titulo inédito para o Philadelphia Eagles. Ele não precisa fazer mais nada na carreira.

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Kirk Cousins – pick 7 rodada 4 – Michigan State – Washington Redskins

 Números da Carreira:

V-D – 34-37-2

% passes completos – 66.5

Jardas Totais – 20505

TD/INT – 129-65

   Kirk Cousins jogou 3 anos como titular em Michigan State, com números bons, ganhando o prêmio de melhor QB sênior do ano de 2011. Foi escolhido na sétima rodada pelo Washington Redskins. Muitos acharam estranha a escolha, pois na pick 2 eles draftaram o vencedor do Heissman Robert Griffin III, no entanto o HC Mike Shanahan considerava Cousins um seguro para a segunda escolha e tinha certeza que teria oportunidades para jogar com a equipe. Shanahan estava correto. No primeiro ano jogou pouco devido a grande temporada de RGIII, entrando para concluir o jogo de playoffs contra o Seahawks após grave contusão do titular. Nos anos 2013 e 2014 jogou apenas 5 partidas por ano sem muito sucesso. Em 2015 o experimento RGII finalmente foi abandonado com Cousins assumindo a titularidade, o qual respondeu bem levando a equipe aos playoffs após 4 anos, onde alcançou o maior número de TD lançados com 29. Com o fim de seu contrato começou a queda de braço com a direção do Redskins pois ele queria contrato longo e a equipe estava relutante. Assinou contrato de apenas e 1 ano além de receber mais 2 TAG em anos consecutivos, caso raríssimo na NFL.

   Muito da preocupação com um contrato longo com Cousins era seu histórico ruim em jogos de primetime: 2-15 em jogos transmitidos nacionalmente. Após 3 anos com mais de 4000 jardas e uma ida aos playoffs, Kirk Cousins assinou contrato longo com o Minnesota Vikings de 3 anos 84 milhões. Aparentemente era a peça que faltava para completar o grande ataque do Vikings. No entanto a fraca OL somado a um QB pocket dificultou as coisas pela equipe. Cousins conseguiu seu recorde de TD com 30 mas não levou a equipe aos playoffs, mesmo com o grande elenco. Mais uma vez a dúvida sobre o poder de decisão de Capitain Kirk paira sobre a NFL.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

   Uma escolha de sétima rodada que tem uma carreira bem decente na NFL. Claro que precisa melhorar no quesito de jogos decisivos, mas isso só o tempo dirá.

DRAFT 2013

Uma classe de QB bastante questionável, onde nenhum dos selecionados teve vida longa de protagonismo na liga.

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EJ Manuel – 1ª rodada (pick 16 – Buffalo Bills)

6-12 W-L, 3767 jardas, 20 TD, 16 INT, 58,1% de acerto nos passes e rating de 77.1

Foi o quarterback melhor selecionado em 2013 para substituir Ryan Fitzpatrick, cortado na offseason. Em Florida State, teve nos seus dois anos finais de NCAA seu cartão de visitas para a NFL, lançando para 41 TDs e um Rate acima de 150 nesse meio tempo. Seu primeiro ano como profissional foi abaixo do que apresentou no universitário e dali em diante nunca se firmou. Em 10 jogos, foram 180 passes completos (em 306 tentativas) para 11 TDs e 9 interceptações, além de outros 2 TDs corridos.

Desde então, o QB não consegue jogar mais do que sete partidas em uma temporada. Kyle Orton chegou em 2014 e desde então suas aparições são esporádicas. Sem vencer uma partida desde então, passou a ser reserva por onde passou. Sua última aparição foi no Oakland Raiders, em 2017.

Selo Jamarcus Russell:

Apostaram em um QB que era aposta para o futuro, mas que hoje até reclama por ser preterido por questões raciais.

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Geno Smith – 2ª rodada (pick 39 – New York Jets)


12-19 W-L, 6182 jardas, 29 TD, 32 INT, 57,7% de acerto nos passes e rating de 72.7

Prêmios individuais: Jogador da semana 5 da AFC em 2013

Chegou em um New York Jets que estava uma bagunça. Mark Sanchez em queda livre e Tim Tebow para ser o salvador da pátria, mas ambos foram reservas de Geno Smith, que teve seu ano de calouro de altos e baixos. Muito diferente dos seus quatro anos em West Virgnia, onde lançou para 98 TDs, Geno teve quase o dobro de interceptações (21) do que TD (12), e ainda assim comandou 5 campanhas que deram a vitória aos Jets. O 8-8 deu esperanças para 2015.

Entretanto, as atuações após aquele ano foram abaixo e apenas 3 vitórias em 14 jogos. Não demorou muito para outro QB assumir a posição (Ryan Fitzpatrick). Desde então, atuou apenas em nove partidas (duas como titular), sendo que em uma foi o fatídico jogo que interrompeu a sequência de Eli Manning nos Giants e na demissão de Ben McAdoo. Hoje, é reserva do Los Angeles Chargers.

Selo Jamarcus Russell

Poderia ser um selo Tannehill, mas sua estadia na NFL não permite

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Mike Glennon – 3ª rodada (pick 73 – Tampa Bay Buccaneers)

6-16 W-L, 4933 jardas, 34 TD, 20 INT, 60,6% de acerto nos passes e rating de 83.2

Prêmios individuais: 2013 NFL All-Rookie Team

Josh Freeman começou a dar sinais que não era o futuro da franquia, e TB correu o risco de draftar o jovem Mike Glennon como esperança para os Bucs, após dois anos regulares em North Carolina State. Sua estreia aconteceu na semana 4 daquela temporada e fechou o ano com números bons para um calouro (19/9 TD/INT e rating de 83.3), culminando sua entrada para o time dos calouros de 2013, mesmo que a campanha dos piratas fosse muito abaixo (4-9).

O ano virou, e seu bom jogo ficou na história com a chegada de Josh McCown. A campanha de 2-14 dos Bucs e a perda da temporada 2015 (culminando com a chegada de Jameis Winston), dava pinta que sua carreira na liga tinha acabado precocemente. Mas em 2017, Glennon ganhou nova chance no Chicago Bears para ser o tutor de Mitchell Trubisky. Não durou quatro jogos até o calouro assumir o posto e Glennon voltar para a reserva. Em 2018, assinou por dois anos com o Arizona Cardinals e hoje é o reserva imediato de Josh Rosen.

Selo Brandon Weeden:

A falta de regularidade fez valer na liga. Nada a acrescentar.

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Matt Barkley – 4ª rodada (pick 98 – Philadelphia Eagles)

2-5 W-L, 2143 jardas, 10 TD, 18 INT, 59,8% de acerto nos passes e rating de 68.3

Líder em TDs e INT na Pac-12 em 2011 e 2012, Matt Barkley acabou sendo escolhido apenas na quarta rodada pelos Eagles, que já tinha uma dupla tarimbada na posição com Nick Foles e Michael Vick. Ambos começaram todas as partidas e Barkley acabou entrando como reserva em apenas três jogos, lançando 4 interceptações e nenhum TD.

Sem espaço em 2014 e sem time em 2015, Barkley assinou com o Chicago Bears e lá foi onde mais atuou, por 6 partidas (tendo em conta que Jay Cutler e Brian Hoyer se lesionaram e perderam a temporada). Barkley terminou com apenas uma vitória em seis jogos e quase o dobro de interceptações do que de TDs. Passando por mais um ano sabático, voltou em 2018 para assinar com os Bills. E quando jogou, parecia um veterano na sua melhor atuação na NFL no massacre contra os Jets, em Nova York.

Selo Brandon Weeden

Nunca foi de encher os olhos e uma escolha baixa fez valer esse selo

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Ryan Nassib – 4ª rodada (pick 110 – New York Giants)

128 jardas, 1 TD, 90,0% de acerto nos passes e rating de 152.1

Os números de acerto e rating podem espantar, mas isso é o que foi tirado nos dois anos que atuou, vindo do banco, pelo NY Giants, de um Eli Manning under center. Em Syracuse, não tinha números que chamassem a atenção. No próprio draft foi trocado duas vezes, até parar nos Giants. Passou por New Orleans Saints e Jacksonville Jaguars, mas foi cortado de ambos com a temporada em andamento. Está sem clube desde então.

Selo Brandon Weeden

Sem relevância e rodando pelos times, não tem outro selo melhor

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Landry Jones – 4ª rodada (pick 115 – Pittsburgh Steelers)

3-2 W-L, 1310 jardas, 8 TD, 7 INT, 63,9% de acerto nos passes e rating de 86.2

Campanha forte no universitário, chegando a liderar toda a NCAA no seu ano de sophomore em Oklahoma, Jones acabou saindo na quarta rodada para os Steelers com a esperança de ser o sucessor de Big Ben. Sua estreia na NFL só aconteceu dois anos mais tarde, em 2015. E suas aparições foram muito poucas, sendo apenas cinco jogos como titular (e uma aparição em playoffs). Em 2017, a franquia renovou por mais dois anos com o camisa #3, mas no início da temporada de 2018 foi cortado por Pittsburgh. Jones ainda assinou com os Jaguars no final de outubro, mas novamente foi cortado semanas depois. É mais um sem clube na NFL.

Selo Jamarcus Russell

Tinha cancha para assumir um time pelo que fez na NCAA, mas os números não jogam em seu favor.

Na sequencia falaremos dos anos de 2014 e 2015. Continuem acompanhando esta série, curtam e compartilhem nas redes sociais. abs

Esse super trabalho de pesquisa e análise foi feito pela dupla dinâmica Vitor “@chaveatle” Silva e Caio “@Caiofilippi’ Filippi – Especialmente para o blog Major Sports

A ESCOLHA: Quarterbacks – Parte 2

ESPECIAL QUARTERBACKS – Parte 2 2010/2011

Salve galera, voltamos agora com a segunda parte do nosso especial de analises das escolhas dos QuarterBacks na NFL nos ultimos 10 anos e vamos falar dos Drafts de 2010 e 2011… Uma geração que trouxe “Deus”, super-heróis e polêmicas… Confira:

DRAFT 2010

   Geração complicada de QB no ano de 2010, com vários busts e o melhor deles eternamente no serviço médico!!!

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Sam Bradford – pick 1 rodada 1 – Oklahoma – Saint Louis Rams

Números da Carreira:

V-D – 34-48-1

% passes completos – 62.5

Jardas Totais – 19449

TD/INT – 103-61

Prêmios Individuais

– Rookie Ofensivo do Ano 2010

  Com a primeira escolha, o Saint Louis Rams selecionou o melhor prospecto de QB da época, tentando relembrar os tempos do Great Show of Turf de Warner e companhia. Bradford vinha de uma excelente carreira em Oklahoma, e fez uma boa temporada de rookie, apesar do alto número de interceptações. A segunda temporada tinha tudo para se estabelecer como um ótimo QB, no entanto começaram os problemas que o perseguem até hoje: as contusões. Perdeu as últimas partidas da temporada por problemas no joelho. Na temporada seguinte voltou bem, mas não conseguindo levar o Rams aos playoffs. Na temporada 2013 uma nova contusão no joelho terminou a melhor temporada em números de Bradford na NFL. Claro que estar entre os 10 QB mais sacados em seus 4 primeiros anos na liga não ajudaram, mas essa série de contusões assustam qualquer equipe.

   Na preseason da temporada 2014, nova contusão no joelho e mais uma temporada perdida. Em 2015 o Eagles assinou contrato de 2 anos com Sam Bradford. Teve um primeiro ano com números decentes, com a primeira temporada completa em 3 anos. No ano de 2016 foi trocado para o Vikings por uma escolha de primeira rodada, ano em que teve seus melhores números com 20 TD e 5 INT. Com um bom time ao seu redor, seria a chance de Bradford se estabelecer, mas na terceira rodada de 2017 nova contusão no joelho tirando ele de mais uma temporada.

   Ao final da temporada foi cortado pelo Vikings e assinou contrato com o Arizona Cardinals. Após 3 partidas péssimas pelo time de Arizona foi cortado pela equipe.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

   Não considero Bradford um bust. Ele fez temporadas boas por Rams e Vikings, mas as contusões devastaram uma carreira com o potencial, apesar de sofrer com linhas ofensivas horríveis.

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Tim Tebow – pick 25 rodada 1 – Florida – Denver Broncos

Números da Carreira:

V-D – 8-6

% passes completos – 47.9

Jardas Totais – 2422

TD/INT – 17-9

  No fim da primeira rodada daquele draft, o Denver Broncos arriscou e selecionou o polêmico e vencedor Tim Tebow, vindo do Florida Gators. Tebow teve todos os recordes da conferência além de 2 títulos nacionais e um Heissman Trophy, prêmio de melhor jogador universitário. A propaganda religiosa sempre correu junto com os anos jogando pelo Gators. Em seu primeiro ano em Denver, participou em algumas situações de wildCat. No segundo ano, após um começo 1-3, Kyle Orton foi barrado em prol de Tim Tebow.

   Tim Tebow levou a equipe aos playoffs mesmo com números não tão significativos no jogo aéreo. No primeiro jogo dos playoffs a equipe recebeu o Steelers e o jogo foi a prorrogação. Na primeira jogada a mágica aconteceu: passe de 80 jardas para Demaryus Thomas e classificação ao Divisional. Foi a deixa para a imprensa chamar Tebow de O salvador… Mas a magia acabou no jogo seguinte em uma partida errática contra o Patriots. Tebow alcançou mais de 50% de passes certos apenas em 4 partidas no ano.

   Em 2012, o Broncos assinou com o futuro Hall of Fame Peyton Manning e assim trocou Tebow com o NY Jets, onde ia disputar a vaga com o também errático Mark Sanchez. No Jets gerou mais polêmicas do que entregas em campo, completando apenas 8 passes no ano. Em 2013 mais uma dispensa e nunca mais jogou pela NFL.

   Desde 2016 Tebow frequenta as ligas menores do NY Mets jogando como Outfielder, tendo números até decentes.

Veredito – Selo Jamarcus Russell

   Um QB que tinha títulos nacionais e um troféu de melhor jogador universitário devia ter uma carreira melhor. Mas o estilo de jogo dele na NCAA claramente não se traduziria em sucesso devido sua mecânica de lançamento ruim. Selo Jamarcão nele

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Jimmy Clausen – pick 16 rodada 2 – Notre Dame – Carolina Panthers

Números da Carreira:

V-D – 1-13

% passes completos – 54.0

Jardas Totais – 2520

TD/INT – 7-14

   O prospecto vindo de Notre Dame estava projetado para ser o segundo QB apenas atrás de Sam Bradford, no entanto acabou caindo no board devido sua arrogância. Vindo de um programa com esquema Pro, Clausen tinha potencial de uma carreira decente na NFL, e foi o que o Panthers acreditou para ser seu líder de ataque.

   Começou a temporada na reserva de Matt Moore, mas após uma concussão do titular, Clausen assumiu a titularidade. Com uma campanha horrível de 1-9 com 3 TD e 9 INT, o Panthers teria a primeira escolha do draft de 2011, a qual escolheram o QB Cam Newton de Auburn.

   Após ser dispensado em 2013, conseguiu um contrato com o Chicago Bears de 1 ano para ser reserva de Jay Cutler. Em 2015 foi contratado como backup no Baltimore Ravens, onde jogou apenas 1 partida. Ao final da temporada foi dispensado e nunca mais conseguiu contrato na liga.

Veredito – Selo Brandon Weeden

Uma escolha de segunda rodada com problemas de comportamento não podia dar muito certo mesmo. A escolha foi tão ruim que selecionaram outro QB na primeira escolha do ano seguinte.

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Colt McCoy – pick 21 rodada 3 – Texas – Cleveland Browns

Números da Carreira:

V-D – 7-20

% passes completos – 60.5

Jardas Totais – 5958

TD/INT – 29-26

   Colt McCoy teve uma grande carreira pela universidade do Texas, tendo um título universitário e sendo finalista do Heissman Trophy por duas vezes. Com muitos recordes na carreira universitária, McCoy foi draftado na terceira rodada do draft pelo Cleveland Browns. A queda no board se deu pelos especialistas considerarem ele muito baixo e com mãos pequenas para ser titular na NFL.

   Começou a temporada como terceiro QB do Browns, mas por contusões assumiu a titularidade na temporada, mas com números ruins, que se seguiram na temporada seguinte. Em 2013 foi trocado para o Niners para ser backup, entrando em campo em apenas 1 jogo.

   Em 2014 assinou contrato com o Redskins e desde então é o reserva dos QB em Washington.

Veredito – Ryan Tannehill

   Colt McCoy é um dos QB reserva mais confiáveis da liga. Tem uma carreira longa e razoável, sempre tendo oportunidades.

 DRAFT 2011

   No ano de 2011 mais uma primeira escolha geral foi um QB. Tivemos escolhas tardias com sucesso na liga, além de um que se tornou WR.

Cam Newton – pick 1 rodada 1 – Auburn – Carolina Panthers

Números da Carreira:

V-D – 68-53-1

% passes completos – 59.7

Jardas Totais – 28469

TD/INT – 182-107

4808 jardas corridas e 58 TD

Prêmios Individuais

Novato Ofensivo de 2011

MVP da temporada 2015

Prêmios Coletivos

Campeão da NFC 2015

   Após uma temporada trágica em 2010, o Carolina Panthers foi com tudo para a primeira escolha geral e draftou o QB Cam Newton, campeão nacional com Auburn, para ser seu franchise player. Newton tinha um arsenal bem variado com ameaça aérea e terrestre. Em seu ano de estreia lançou 21 TD e correu mais 14, sendo eleito o novato do ano. Seu ápice foi em 2015 quando liderou a equipe a 15-1, levando o prêmio de MVP para casa. O SuperMan como é apelidado, lançou para 35 TD e correu para mais 14, em uma temporada histórica. A equipe só parou na incrível defesa do Denver Broncos durante o SB 49.

   Muitos achavam que ele teria vida curta por ser um QB primariamente scrambler, mas Cam Newton melhorou consideravelmente sua precisão nos passes, se tornando efetivamente ameaça dupla para as defesas.

Veredito – Selo Peyton Manning

   Foi a escolha óbvia no draft que deu muito certo. MVP de 2015 e liderou a equipe a 4 anos nos playoffs, um verdadeiro Franchise Player.

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Jake Locker – pick 8 rodada 1 – Washington – Tennessee Titans

Números da Carreira:

V-D – 9-14

% passes completos – 57.5

Jardas Totais – 4967

TD/INT – 27-22

   Jake Locker estava projetado para ser o primeiro QB escolhido no draft de 2010, após um bom terceiro ano na universidade de Washington. No entanto ao ouvir de alguns conhecidos que talvez caísse para terceira ou quarta rodada devido a preocupação com sua precisão nos passes, Locker voltou para seu último ano no College. Em 2011 o Titans selecionou Jake Locker na oitava escolha da primeira rodada.

   Na temporada de novato foi o backup de Matt Hasselbeck, entrando só em situações esporádicas. No segundo ganhou a posição do veterano na preseason, mas não apresentou números que justificassem sua escolha, com 10 TD e 11 INT. Na temporada 2013 vinha com uma campanha razoável, sem comprometer muito a equipe mas uma contusão no pé na semana 8 terminou a temporada de Locker. Em 2014 perdeu a posição de titular na semana 2 para o novato Mettenberger e não jogou mais na temporada. Ao final do ano se aposentou, com a justificativa de não sentir mais vontade de jogar.

Selo – Jamarcus Russell

   Uma escolha alta desperdiçada em um QB sem qualidades mínimas para o jogo profissional.

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Blaine Gabbert – pick 10 rodada 1 – Missouri – Jacksonville Jaguars

Números da Carreira:

V-D – 13-35

% passes completos – 56.2

Jardas Totais – 9063

TD/INT – 48-47

   Após uma carreira com números razoáveis em Missouri. Blaine Gabbert foi selecionado como escolha 10 pelo Jacksonville Jaguars. Após começar a pré-temporada como terceiro QB, assumiu a titularidade na semana 2. Teve uma temporada complicada pois foi o QB que mais sofreu sacks naquela temporada com 40, além de 14 fumbles sofridos, recorde histórico da liga. Em 2012, continuou com números ruins até a semana 10 onde sofreu uma contusão no ombro direito que terminou com sua temporada. Em 2014 foi trocado para o San Francisco 49ers por uma escolha de sexta rodada. Em 2015 foi promovido a titular no lugar de Kaepernick fazendo 8 jogos como titular, com 9 TD e 9 INT. Em 2017 e 2018 jogou pelo Cardinals e Titans, sempre sendo backup, com poucas oportunidades

Veredito – Selo Brandon Weeden

  Provavelmente o Jaguars draftou Gabbert por desespero pois não teve números relevantes no College e repetiu as fracas atuações no nível profissional.

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Cristhian Ponder – pick 12 – rodada 1 – Florida State – Minnesota Vikings

Números da Carreira:

V-D – 14-21

% passes completos – 59.8

Jardas Totais – 6658

TD/INT – 38-36

   Christhian Ponder foi titular em 3 anos na forte Florida State, com seu segundo ano tendo os melhores números, mas interrompidos por uma contusão no ombro. Em 2011 foi escolhido na pick 12 pelo Vikings para ser backup de Donovan McNabb e assumir futuramente os rumos da franquia. Com uma temporada horrível de McNabb, Ponder entrou em campo nas últimas 7 partidas sem muito sucesso também.

   Em 2012 foi titular durante todo o ano alcançando 10 vitórias, muito ancorado pela temporada histórica de Adrian Peterson, MVP naquele ano. Ponder se machucou na semana 17 e não jogou a partida de WildCard contra o Packers, em que a equipe foi eliminada. 2014 jogou 8 partidas, no entanto com pouco sucesso novamente, com a marca de 7 TD e 9 INT, sendo abaixo da crítica. Em 2014 o Vikings desistiu do projeto Ponder e escolheu Bridgewater para seu titular. Ponder só conseguiu contrato novamente em 2016 com o Niners sem entrar em campo. Desde então está sem equipe.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

 Teve um bom ano e vários ruins. Escolha mediana para um jogador mediano. 

Andy Dalton – pick 3 rodada 2 – TCU – Cincinatti Bengals

Números da Carreira:

V-D – 67-50-2

% passes completos – 62.5

Jardas Totais – 28100

TD/INT – 188-104

   Andy Dalton jogou pela tradicional TCU, que começou uma retomada nos anos em que jogou lá. Chegou a ficar em Nono na votação do Heissman Trophy em 2010. Mesmo com a procura de QB no draft, Andy Dalton caiu para a segunda rodada no qual o Bengals o escolheu para substituir o veterano Carson Palmer, trocado para o Oakland Raiders anteriormente. Se mostrou uma aposta certeira pois levou o Bengals a 4 playoffs consecutivos em seus primeiros anos na equipe. Dalton tem marcas nos primeiros 3 anos que apenas Manning, Luck, Wilson e Newton alcançaram: temporadas com mais de 3000 jardas e 20 TD. A consistência de Dalton sempre foi importante, perdendo jogos apenas nos anos de 2015 e 2018. Seu melhor ano foi em 2013 quando conduziu a equipe a 11 vitórias com 4300 jardas e 33 TD.

   Apesar de sempre ter bons números e companheiros qualificados, Dalton é criticado por não conseguir bons resultados nos playoffs, a qual tem apenas 1 TD e 6 INT nos 4 jogos.

Veredito – Selo Tom Brady

Uma escolha baixa que causou impacto imediato na franquia, levando a 4 anos consecutivos de playoffs. Além de ter vários recordes da franquia na posição. Escolha excelente.

Colin Kaepernick – pick 4 rodada 2 – Nevada – San Francisco 49ers

Números da Carreira:

V-D – 28-30

% passes completos – 59.8

Jardas Totais – 12271

TD/INT – 72-30

2300 jardas corridas – 17 TD

Prêmios Coletivos

Campeão da NFC 2012

   Kaepernick era uma dupla ameaça no College pela Universidade de Nevada, onde em 4 anos lançou para 82 TD e correu para outros 60, ficando em oitavo lugar na votação do Heissman em 2010. Ele chegou a ser escolhido no draft da MLB pelo Cubs mas preferiu a carreira na NFL. O Niners subiu no draft para selecionar o prospecto e prepara-lo para a sucessão de Alex Smith. Passou o ano de 2011 no banco mas na temporada 2012 tudo mudou. O Niners vinha bem na temporada com Alex Smith, mas uma concussão mudou o panorama daquele time. Kaep assumiu a titularidade levando uma dinâmica completamente diferente. Conduziu a equipe até SB XLVIII onde foi derrotado pelo Baltimore Ravens por 34-31. No caminho bateu o recorde de jardas corridas para um QB ao alcançar 181 jardas contra o Packers na rodada de WildCard. A temporada 2013 continuava com a hype em volta de Kaep, conduzindo a equipe a 12-4, mas perdendo a final da NFC para o rival Seahawks.

   Antes da temporada 2014 Kaepernick assinou um contrato de 6 anos 124 milhões, provando a confiança que a franquia tinha em seu QB. O estilo de jogo de Kaep não tinha resposta das defesas adversárias, podendo formar uma nova tendência na liga. A equipe foi mal em 2014 pois o treinador John Harbaugh criou problemas com a diretoria saindo da franquia ao final do ano. E começou a derrocada de Colin também.

   Com as defesas se acostumando com seu estilo de jogo, Colin não evoluiu no jogo aéreo e parou no tempo. Para piorar causou polêmica ao se ajoelhar durante o hino Americano na preseason de 2016, uma forma de protesto contra o preconceito e a violência contra os negros e latinos. Desde então foi dispensado do Niners e nunca mais teve oportunidade na liga.

Veredito – Selo Tom Brady

Uma escolha de segunda rodada revolucionou a liga durante 2 anos, levando o SF 49ers e volta a relevância. Fora de campo tomou atitudes pouco ortodoxas fazendo com que sua carreira não tivesse continuidade.

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Tyrod Taylor – pick 15 rodada 6 – Virginia Tech – Baltimore Ravens

Números da Carreira:

V-D – 23-21-1

% passes completos – 61.6

Jardas Totais – 9529

TD/INT – 53-20

– Prêmios Coletivos

Campeão do SB XLVIII como reserva

  Tyrod Taylor teve números bem decentes em Virginia Tech sendo considerado o melhor jogador ofensivo de sua conferência no seu ano de sênior. Foi escolhido na sexta rodada pelo Baltimore Ravens para ser backup de Joe Flacco. Foi reserva durante 4 anos lá, ganhando anel de campeão em 2013 como backup. Em 2015 assinou contrato de 3 anos com o Buffalo Bills. Logo na preseason venceu a disputa pela titularidade do Bills e teve números decentes com titular, apesar do baixo números de jardas mas com bons números correndo com a bola. Foi titular por 3 anos no Bills chegando a jogar uma partida de playoffs em 2017, sendo derrotado pelo Jacksonville Jaguars. Nunca foi uma unanimidade em Buffalo e em 2108 foi trocado para o Clevelando Browns por uma escolha de terceira rodada.

   Taylor foi para o Browns para ser o mentor de Baker Mayfield, mas com atuações bem ruins foi substituído pelo rookie que elevou consideravelmente a qualidade do ataque do Browns.

Veredito – Selo Ryan Tanehill

   Depois de anos como reserva no Ravens, foi titular do Bills com números bem razoáveis. Uma escolha razoável para um jogador médio.

Amanhã tem mais, falaremos de 2012 e 2013. Continuem acompanhando esta série, curtam e compartilhem nas redes sociais. abs

Esse super trabalho de pesquisa e análise foi feito pela dupla dinâmica Vitor “@chaveatle” Silva e Caio “@Caiofilippi’ Filippi – Especialmente para o blog Major Sports

A ESCOLHA: Quarterbacks

ESPECIAL QUARTERBACKS – Parte 1 2008/2009

   Salve, salve amigos e seguidores do blog MAJOR SPORTS, é com muito orgulho que trazemos até vocês um especial que deu muito trabalho e ao mesmo tempo foi extremamente prazeroso fazer, pois nos fez viajar pelo universo da NFL. Tudo começou em mais uma dessas infindáveis discussões de whatsapp, a equipe do Major Sports tomou como desafio uma pesquisa ampla sobre os QB que saíram do College nos últimos 10 anos. Tomaremos como base os Quarterbacks escolhidos nas primeiras 3 rodadas e outros que tiveram relevância na carreira, mas que foram draftados em late rounds. Para essa missão eu e o Vitor fomos escalados e tentaremos justificar ou não as escolhas e se valeram a pena. O levantamento terá como base ano de 2008 até 2017. Para classificar tais escolhas faremos da seguinte forma:

Selo Peyton Manning – escolha óbvia e com sucesso absoluto

Selo Tom Brady – escolha que ninguém esperava muita coisa, mas foi perfeita

Selo Ryan Tannehill – Aquela escolha boa, mas nada de muito relevante

Selo Branden Weeden – Quem? Pois é ninguém esperava nada dessa escolha e realmente não deu em nada

Selo Jamarcus Russell – Sabe quando você aposta numa escolha que pode mudar a franquia e … não acontece nada. Aquela escolha trágica!!!

Draft 2008

   No primeiro ano de nossa análise temos 2 QB com carreira bem estabelecida e os outros com poucas oportunidades na carreira.


Matt Ryan – pick 3 rodada 1 – Boston College – Atlanta Falcons

Números da Carreira:

V-D – 99-71

% passes completos: 65.4

Jardas Totais – 45610

TD/INT – 285/131

Prêmios Individuais:

– Novato Ofensivo do Ano 2008

MVP Temporada 2016

– Jogador Ofensivo de 2016

Conquistas coletivas

– Campeão da NFC 2016

– 3 vezes campeão da NFC Sul – 2010, 2012 e 2016

   Matt Ryan foi draftado em 2008 como grande esperança do Falcons após uma carreira gloriosa por Boston College. Um clássico pocket passer com grande efetividade nos passes, mas pouco propenso a corridas. Foi o novato ofensivo do ano de 2008 e sempre teve grandes números na sua carreira, chegando no auge em 2016 com o MVP e a ida ao SB contra o Patriots. O grande ataque do Falcons sofreu uma dura virada naquele SB, terminando com gosto amargo da derrota de virada após umaa grande temporada. Assinou em maio renovação de contrato por mais 5 anos com a equipe da Georgia.

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VEREDITO:  Selo Peyton Manning

Vem sendo o Franchise Player que o Falcons esperava levando a equipe a 6 playoffs em 10 anos. Escolha certeira.


Joe Flacco – pick 18 – rodada 1 – Delaware – Baltimore Ravens

Números da Carreira:

V-D – 96-67

% passes completos: 61.2

Jardas Totais – 38245

TD/INT – 212/136

Prêmios Individuais:

MVP do SuoerBowl 2012

Conquistas coletivas

– Vencedor do SB 2012

– 2 vezes campeão da AFC Norte – 2011 e 2012

   Joe Flacco veio de uma universidade pequena, da segunda divisão da NCAA, Delaware. Todos os scouts diziam que tinha um forte braço, mas ainda era cru. Flacco chegou junto com o técnico John Harbaugh, formando parceria até hoje. Em seu ano de novato chegou a final da AFC, perdendo para o rival Steelers.

   O auge da carreira foi na pós temporada de 2012, onde liderou a equipe ao título lançando 11 TD e 0 INT média de 290 jardas por jogo. Foi um janeiro glorioso para Flacco. Após aquela temporada Flacco recebeu uma renovação de contrato recorde e seu contrato vence no final dessa temporada.


VEREDITO:  Selo Tom Brady

Flacco veio de uma divisão menor da NCAA e mostrou jogo para se manter entre os melhores. Nos últimos anos vem sofrendo com contusões e uma queda considerável do nível de seu jogo. Só a pós temporada de 2012 já valeu essa escolha. Parabéns front office dos Ravens, vocês foram cirúrgicos. Mas fica a pergunta: Flacco é Elite?

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Brian Brohm – pick 24 rodada 2 – Louisville – Green Bay Packers

Números da Carreira:

V-D – 0-2

% passes completos: 51.9

Jardas Totais – 255

TD/INT – 0/5

   Brohm foi draftado na segunda rodada pelo Packers para ser backup de Aaron Rodgers. Fez boa carreira em Louisville credenciando a NFL. Nunca jogou pelo Packers, sendo trocado no ano seguinte para o Bills. Em 2 anos em Buffalo, jogou 2 partidas sendo interceptado 5 vezes. De 2011 a 2015 jogou na UFL sem nenhum destaque. Atualmente é assistente técnico na Universidade de Purdue.


Veredito: Selo Jamarcus Russell

   Um QB draftado na segunda rodada não pode ter uma carreira tão pífia assim. Creio que até o Packers se arrependeu da escolha pois naquele mesmo draft selecionou outro QB.

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Chad Henne – pick 25 rodada 2 – Michigan – Miami Dolphins

Números da Carreira:

V-D – 18-35

% passes completos: 59.3

Jardas Totais – 12931

TD/INT – 58/63

   Chad Henne foi escolhido na segunda rodada pelo Dolphins para ser o sucessor do veterano Chad Pennington. Em 2008 praticamente não jogou, pois foi o famoso ano da WildCat do Dolphins que chegou aos playoffs ganhando a divisão Leste. No ano seguinte assumiu a titularidade após a terceira partida tendo campanha decente de 7-6, mas com número de INT maior que TD. Em 2012 assinou com Free Agent com o Jaguars sem números expressivos também. Não entra em campo desde 2015. Atualmente é o backup de Patrick Mahomes no Chiefs.


VEREDITO: selo Ryan Tannehill

Henne é o clássico QB quebra galho da NFL, reserva em vários times, mas sem qualidade para liderar uma franquia.

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Matt Flynn – pick 2 – rodada 7 – LSU – Green Bay Packers

Números da Carreira:

V-D – 3-4

% passes completos: 61.3

Jardas Totais – 2541

TD/INT – 17/11

   Draft estranho esse do Packers. Na sétima rodada selecionou Matt Flynn vindo de LSU. Flynn será para sempre lembrado de um jogo em 2011 contra o Lions em que lançou 6 TD, pois ARod foi poupado daquele jogo. Essa partida enganou o Seahawks que tinha sérios problemas under center, e assinou contrato de 3 anos. Jogou uma partida pelo Seahawks e perambulou por várias equipes até ser dispensado em 2015 pelo Saints.

Veredito: Selo Brandon Weeden

Uma escolha de sétima rodada você não pode esperar muita coisa. Duro foi o Seahawks que deu um baita contrato para ele pelos 6 TD contra o Lions

DRAFT 2009

   No ano de 2009 tivemos uma escolha segura e um mega bust. Vamos ver o que temos neste ano:


–  Mathew Stafford – pick 1 rodada 1 – Georgia – Detroit Lions

Números da Carreira:

V-D – 64-73

% passes completos: 62.5

Jardas Totais – 37835

TD/INT – 234/129

Prêmios Individuais

– Rookie of the year 2011

Prêmios Coletivos

3 idas aos playoffs 2011, 2014 e 2016

   Após a tenebrosa temporada 2008, o Lions teve direito a primeira escolha e selecionou Mathew Stafford, estrela da Universidade da Georgia. Com Stafford o Lions se tornou uma potência no jogo aéreo, chegando a 3 playoffs e 1 temporada com 5000 jardas lançadas e 41 TD.

   Stafford é detentor de todos os recordes de jardas aéreas da história da franquia. Outra característica de QB é habilidade em 2 minute warning e winning drives, em que liderou a liga em 2016 e 2017.

Veredito: Selo Peyton Manning

Stafford foi a escolha mais correta para o Lions. Muitos dizem que ele não consegue levar a equipe em janeiro, mas historicamente o Lions tem problemas de defesa e jogo corrido, fator chave para sucesso na pós temporada.

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Mark Sanchez – pick 5 rodada 1 – USC – New York Jets

Números da Carreira:

V-D – 37-35

% passes completos – 56.7

Jardas Totais – 15319

TD/INT – 86-87

   No draft de 2009, o Jets necessitava de um QB e o front office se apaixonou pelo prospecto de USC, dando várias escolhas de draft para subir da 17 para a pick 5. A equipe tinha uma grande defesa e achava que Sanchez seria o upgrade para levar a equipe a voos mais altos. Os dois primeiros anos de Sanchez na equipe, a defesa levou a franquia a 2 finais de conferência, sem chegar ao SB. Sanchez se mostrou muito errático tendo mais interceptações do que TD lançados, sendo carregado pela brilhante defesa comandada por Rex Ryan.

   Após isso a carreira de Sanchez foi ladeira abaixo, com o famigerado Buttfumble no thanksgving de 2012 (link abaixo) e contratos de backup para Eagles, Cowboys, Broncos, Bears e esse ano no Redskins, sem qualquer saudade deixada nas equipes.

https://www.youtube.com/watch?v=vrP4llkRS2c

Veredito – Selo Jamarcus Russell

 A equipe gastou muitas escolhas para draftar Sanchez, e os anos que chegaram a AFCCG foram por causa da defesa. O Buttfumble é um belo resumo da carreira errática de Mark Sanchez. Selo bust para esse senhor!!!

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Josh Freeman – pick 17 rodada 1 – Kansas State – Tampa Bay Bucaneers

Números da Carreira:

V-D – 25-36

% passes completos – 57.6

Jardas Totais – 13873

TD/INT – 81-68

Josh Freeman chegou numa época tumultuada em Tampa. Em 4 anos pela equipe como titular alternou 2 boas temporadas em 2010 e 2012, com duas ruins em 2009 e 2011. Fato curioso é que Freeman tem 9 comebacks na carreira além de 10 game winnings drives.

   Após o fim do contrato de rookie, Freeman assinou por um ano com o Vikings mas sem jogar. Só voltou a ter contrato em 2015 pelo Colts para depois ser dispensado novamente.

   Jogou por dois anos na liga canadense pelo Calgary até se aposentar em maio de 2018 do futebol profissional.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

   Freeman teve boas temporadas a frente de um confuso Bucs, portanto não foi um desastre completo, apesar de não conseguir jogar após a saída de Tampa.

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Pat White – pick 12 rodada 2 – Wets Virginia – Miami Dolphins

Números da carreira

13 jogos – 21 corridas 81 jardas

   Pat White foi draftado como QB 3 do Dolphins, e para ser utilizado em situações de WildCat, pois White alinhava como RB e WR na universidade. Na temporada de estréia participou apenas de situações de Wildcat pela equipe conseguindo 80 jardas. Foi dispensado no ano seguinte.

   Em 2012 assinou contrato com o Redskins, mas não passou pela peneira da pré-temporada.

   Atualmente é técnico de QB em Alcorn State University.

Selo Brandon Weeden

 Pat White foi uma escolha para WildCat mas foi pouco utilizado. Mas sinceramente ninguém achava que teria impacto relevante para o Dolphins.

Amanhã temos as análises dos Quarterbacks escolhidos entre 2010 e 2011. Até lá.

Esse super trabalho de pesquisa e análise foi feito pela dupla dinâmica Vitor “@chaveatle” Silva e Caio “@Caiofilippi’ Filippi – Especialmente para o blog Major Sports

NFL Playoffs: Conference Finals

Salve, salve letrados! Restam apenas quatro equipes na briga pelo tão almejado troféu Vince Lombardi. Neste domingo, conheceremos aqueles que jogarão em Atlanta daqui a duas semanas. Agora, um pouco dos duelos e o que esperar de cada equipe e o caminho para ela ter sucesso.

NFC – Los Angeles Rams @ New Orleans Saints – 18:05hs de Brasília

O duelo envolvendo os dois melhores times da NFC em 2018. Dois ataques espetaculares que quando se cruzaram na temporada regular, fizeram uma partida de 80 pontos!

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Drew Brees tem todas as armas ao seu favor, seja no jogo corrido com Alvin Kamara e Mark Ingram II, seja no passe, com um Michael Thomas mais que entrosado com o camisa #9. O único problema foi a queda do ataque nas semanas finais e um desfalque sério na DL (Sheldon Rankins) que pode dificultar nas trincheiras. Ainda sobre a defesa, que era um ponto fraco no começo do campeonato, começou a crescer e prova disso foi contra os Eagles, onde limitou o adversário a apenas 250 jardas e forçou dois erros.

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C.J. Anderson

Os Rams, por outro lado, podem coroar o trabalho de Sean McVay. Em 2017, ficaram no wild card. Agora, alcançam a final da conferência e precisam bater em quem o tirou a invencibilidade da semana 9. A vitória sobre Dallas não foi como muitos esperavam. O ataque terrestre ganhou uma nova sobrevida com C.J. Anderson correndo para 2 TDs e ainda com mais jardas que Todd Gurley. O desfalque de Rankins pode dar um gás para LA, que tem mais jardas terrestres do que aéreas nas últimas três semanas.

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Para ficar de olho:

  • Drew Brees e as trick plays dos Saints. LA tem uma das piores defesas contra o passe em 2018. Dak Prescott passou das 200 jardas no divisional round e nos últimos 6 jogos, só em 2 cederam menos de 200 jardas aéreas (Bears e Cardinals);
  • Gurley e Anderson serão muito acionados, ainda mais com desfalque na linha defensiva dos Saints. Contra os Eagles, que não tem um jogo corrido forte, não é uma variável a ser considerada nessas condições a favor de NOLA;
  • Jared Goff e a pressão. Foram apenas três derrotas para os Rams até aqui, incluindo a dos Saints. Nas outras duas partidas, Goff não foi o QB cirúrgico que se imagina. Lançando 4 interceptações contra Chicago e oscilante contra os Eagles em casa. Precisa tirar esse estigma, lembrando que foi eliminado em casa na última temporada.
Palpite: Saints 27 x 17 Rams

AFC – New England Patriots @ Kansas City Chiefs – 21:40hs de Brasília

O grande duelo da noite que pode coroar o 2018 de Patrick Mahomes ou preparar as manchetes que ‘a dinastia voltou’.

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Damien Willians

O clima no Arrowhead Stadium durante o jogo tem expectativa de neve (máxima de -3°), algo que não incomoda NE, acostumados com o frio de Boston. Seja com neve, contra defesa boa e um ataque letal, KC se superou e eliminou um Colts onde o destaque maior foi da defesa, que curiosamente foi a que menos cedeu pontos no divisional round. As 266 jardas sofridas foi a terceira melhor marca na temporada. Já na parte ofensiva, foi a sexta vez com mais de 400 jardas totais nos últimos sete jogos. Mahomes, Tyreek Hill, Travis Kelce e Damien Williams serão os responsáveis por carregar KC. E Eric Berry, melhor defensor da secundária, está para voltar de contusão na panturrilha.

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Sony Michel

Em Foxboro, é a certeza de que os Patriots estarão na final da AFC esperando um adversário desde 2011. É jogo para Brady e cia mostrarem toda sua força e camisa. Afinal, esse Patriots está longe de ser o mais dominante dos últimos tempos, e muitas oscilações no ano são a prova disso. Mas após a semana de descanso, o time se encontrou. Alcançando pelo menos 350 jardas totais e a defesa forçando erros em 6 dos últimos 7 jogos. Sony Michel sendo o responsável nas trincheiras e desafogando James White e Rex Burkhead, melhores para o passe curto. Julian Edelman em alta e apenas Rob Gronkowski abaixo do que pode render (e com rumores que pode se aposentar ao término desse campeonato). Único detalhe que a última vitória dos Patriots, fora de casa, na final da AFC, aconteceu em 2004.

Para ficar de olho:

  • Fator Kareem Hunt. O RB, que foi o principal nome da semana 6 (quando ambos se enfrentaram), está sob observação da liga após episódio de agressão em fevereiro. Damien Williams foi bem contra Indianapolis, mas NE cedeu apenas 19 jardas terrestres contra os Chargers;
  • A defesa de KC. Surpreendeu a todos contra um ótimo Colts, de uma das melhores OL da liga. Brady sofreu durante o ano, mas contra LA não foi sacado. Pressioná-lo será fundamental (contra times com linhas defensivas boas, tem passado aperto) e o momento dos Chiefs é muito bom, depois de sábado;
  • Arrowhead Stadium. Tem jogado para o bem e para o mal. Se o aproveitamento de Brady em KC é de 1-2, em playoffs o retrospecto é o mesmo nos últimos três anos. Derrotas para Steelers e Titans acabaram com temporadas promissoras.
Palpite: Chiefs 17 x 20 Patriots

Este preview foi escrito especialmente para o blog MAJOR SPORTS pelo Vitor @chaveatle, em substituição ao Caio Filippi que está contando os dolares no paraíso fiscal!

NFL Playoffs: Preview Rodada Divisional – DOMINGO

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  Após aquele almoço na casa da sogra, pegue seus petiscos pois teremos mais dois jogos incríveis no domingo para fechar o Divisional e conhecermos dos finalistas das conferências. Partiu!!!

New England Patriots (11-5) vs Los Angeles Chargers (13-4) – 16:05 h de Brasília

  Abrindo a rodada de domingo temos O New England Patriots recebendo o perigoso Los Angeles Chargers.

G.O.A.T

O tradicional Patriots passou com tranquilidade novamente na AFC Leste,apesar de todos acharem que o time está velho e tal. Bill Bellichick ri disso todos os anos. Apesar de algumas oscilações durante o ano a equipe conseguiu a bye week. Mais uma vez Tom Brady conduziu muito bem o ataque calando os vários críticos com 29 TD e 11 INT, mesmo contando com apenas Julian Edelman e Gronkowski (meia boca) como alvos confiáveis. Para termos uma idéia: nenhum WR do Pats iniciou mais de 11 jogos. O jogo corrido mais uma vez foi dividido com o novato Sony Michel e James White, que foi o melhor recebedor da equipe com 7 TD. Os conhecidos passes para RB que os adversários nunca conseguem marcar. A defesa não teve seu melhor ano, mas os jogadores de secundária Patrick Chung e os irmão McCourthy lideraram a equipe em tackles e passes defendidos.

 

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Defesa do Chargers

O Chargers foi outra equipe que venceu fora de casa no WildCard contra o Ravens. O plano defensivo foi perfeito por 3 quartos segurando o insistente jogo corrido de Lamar Jackson e companhia. O ataque conseguiu apenas 1 TD por uma atuação sensacional da defesa adversária. No quarto período a defesa sofreu com o jogo aéreo, mas não foi suficiente para a virada. Um fumble forçado na última posse sepultou as chances de virada.

Rankings das unidades na Liga

Ataques

                        Patriots                                                     Chargers

Passe                  8                                                                10

Corrida                5                                                           15

Geral                    8                                                           11

   Defesas

                       Patriots                                                      Chargers

Passe                 22                                                                 9

Corrida              11                                                           9

Geral                 21                                                           9

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– Principais Matchups

– James White e Sony Michel contra os LB do Chargers – o jogo contra o Ravens a defesa povoou a primeira linha por causa do jogo corrido. Agora terão esse duelo contra o mestre dos passes curtos Tom Brady

– Philip Rivers e Keenan Allen contra a secundária do Patriots – Os safetys do Pats gostam de jogar na linha para ajudar os LB. Rivers e Allen terão que esticar o campo para abrir espaço para o jogo corrido.

– OL do Patriots contra Melvin Ingram e companhia – Ingram fez a festa contra a OL do Ravens, e Brady quando pressionado é o melhor dos mundos para o adversário. Será um duelo chave do jogo

  Palpite do MSB – Patriots 17 x 13 Chargers

New Orleans Saints (13-3) vs Philadelphia Eagles (10-7) – 19:40 h de Brasília

   Para fechar a semana de divisional temos o New Orleans Saints recebendo o embalado Philadelphia Eagles.

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Michael Thomas

O Saints teve uma temporada mágica dividida em 2 atos: A primeira metade da temporada Drew Brees empilhou recordes com uma parceria incrível com Michael Thomas. A partir da semana 11 o HC Sean Payton mudou o foco do ataque dando a bola para Kamara e Ingram, além de formações WildCat. Deveremos ter surpresas desse ataque em Janeiro. A defesa começou o ano muito mal mas foi se acertando com a linha defensiva com Sheldon Rankins e Cameron Jordan infernizando os ataques adversários, somando 21 sacks. Com essa pressão Marshon Lattimore foi incrível na secundária com 14 passes defendidos e 4 INT.

O inabalável Nick Foles

   E a história de cinderela de Nick Foles e Eagles continua mais uma semana. Em um jogo duríssimo contra a poderosa defesa do Bears, Foles foi decisivo no momento certo ao conduzir a campanha da vitória em um TD para Golden Tate, que parece ter encontrado seu jogo com a presença de Foles. A defesa, muito criticada durante o ano, conseguiu controlar o jogo corrido e fazendo pressão no jovem QB adversário. E mesmo assim o final do jogo teve contornos de filme: com 56 segundos no relógio, Trubisky marchou para o campo do Eagles posicionando o kicker para um FG relativamente tranquilo. O primeiro chute foi correto, mas Doug Pederson pediu um tempo para desconcentrar o adversário. Na segunda tentativa Cody Parker chutou o FG acertando na trave esquerda e na horizontal para depois sair. Fim de jogo Eagles classificado!!! Agora o céu é o limite para os atuais campeões!!!

Rankings das unidades na LIga

   Ataques

                        Saints                                                        Eagles

Passe               12                                                                    7

Corrida             6                                                             28

Geral                8                                                             14

   Defesas

                        Saints                                                        Eagles

Passe                29                                                                30

Corrida               2                                                           7

Geral                 14                                                         23

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– Principais Matchups

– Ingram e Kamara contra a linha defensiva do Saints – Confronto chave dessa partida. O jogo corrido do Saints é muito imponente, mas enfrenta a forte defesa terrestre dos atuais campeões;

– Nick Foles contra a secundária do Saints – como o jogo terrestre do Eagles não funciona bem, Foles terá que trabalhar muito bem o jogo aéreo para manter Brees fora do campo. A defesa do Saints é muito oportunista e deve ser um grande duelo;

- Palpites
MSB – Saints 30 x 20 Eagles

Valeu galera que acompanha nossa série de previews e nosso blog, semana que vem voltamos com as finais de conferência!!! abs!

@CaioFilippi é um dos nosso setoristas de NFL e apesar de morar maior parte do ano num paraíso fiscal, acha um tempo pra escrever especialmente para o blog Major Sports

NFL Playoffs: Preview Rodada Divisional

   Nosso aproveitamento no WildCard foi 2-2, com os acertos sendo na AFC e erros na NFC. E agora, será que os times que vieram de bye week terão sucesso? Lembrando que nos últimos 2 anos os seed 1 se enfrentaram no Superbowl. Sem mais delongas vamos a análise dos jogos de sábado

Kansas City Chiefs (12-4) vs Indianapolis Colts (11-6) – sábado 18:35 h de Brasilia

   No primeiro jogo do divisional o seed 1 Chiefs recebe o surpreendente Colts.

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O Chiefs liderou a AFC desde o começo do campeonato com o segundanista Patrick Mahomes tomando a liga de assalto com 5000 jardas aéreas e 50 TD com a dupla Tyrek Hill e Travis Kelce recebendo para 2800 jardas e 24 TD!!!! O jogo corrido tinha uma máquina de TD em Kareem Hunt, mas após 11 jogos, foi demitido pela equipe após a divulgação de um vídeo em que ele agredia uma suposta namorada em um hotel. Após isso o jogo corrido foi dividido entre Damian Williams e Spencer Ware, mas sem o mesmo impacto anterior. Em compensação a defesa teve uma temporada horrorosa ficando entre as piores da liga, mesmo assim a dupla de linha defensiva Cris Jones e Justin Houston alcançaram 24,5 sacks para amenizar um pouco a desastrosa secundária

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   O Indianapolis Colts conseguiu o primeiro upset da rodada ao vencer o Houston Texans por 21 a 7, com pleno domínio nas linhas ofensiva e defensiva. Marlon Mack foi o primeiro jogador do Colts a correr mais de 100 jardas na pós temporada desde Dominic Rhodes no SB do ano de 2006.  A jovem defesa sufocou DeShaun Watson, e Andrew Luck conduziu muito bem o ataque com drives bem longos. Impressionante como as unidades subiram de nível nesse jogo.

Rankings das unidades na LIga

   Ataques

                        Colts                                                     Chiefs

Passe               6                                                                          3

Corrida             20                                                          16

Geral                 7                                                             1

   Defesas

                        Colts                                                     Chiefs

Passe               16                                                                       31

Corrida               8                                                          27

Geral                 11                                                         31

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– Principais Matchups

– Linha ofensiva Colts contra Cris Jones e Justin Houston – A linha do Colts foi a que menos sofreu sacks na temporada, mas tem um duelo duro com essa dupla explosiva;

– Patrick Mahomes contra a jovem secundária do Colts – Após conseguir limitar DeShaun Watson, a defesa do Colts tem pela frente o provável MVP

– Andrew Luck contra a defesa do Chiefs – a defesa do Chiefs teve uma temporada abaixo da crítica mas ainda tem playmakers como Eric Berry e Ron Parker;

– jogo corrido Colts x jogo corrido Chiefs – essa disputa de controle do relógio pode ser chave para a vitória pois dará descanso para a própria defesa para enfrentar os 2 QB com mais TD lançados no ano.

  Palpite do MSB – Chiefs 38 x 35 Colts

Los Angeles Rams (13-3) vs Dallas Cowboys (11-6) – sábado 22:15 h de Brasilia

   Fechando a rodada do sábado temos o empolgante Los Angeles Rams recebendo o Dallas Cowboys.

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Todd Gurley

O seed 2 Rams teve uma temporada excelente alcançando 13 vitórias, com Jared Goff mais uma vez mostrando seu valou com 4700 jardas e 32 TD, com a dupla Robert Woods e Brandin Cooks somando 2400 jardas e 13 TD. Mais uma vez Todd Gurley foi uma força da natureza com 21 TD no ano mesmo perdendo 2 jogos por contusão. Pelo lado da defesa o time não foi tão dominante como habitualmente mas Aron Donald valeu cada centavo do contrato novo ao alcançar a incrível marca de 10.5 sacks sendo um DT ABSURDO SENHORES. Além dele o novato SS John Johnson foi uma grata surpresa ao ter a segunda melhor marca do time em tackles e liderar em INT.

  

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Zeke Elliott

O Cowboys fez uma grande partida defensiva contra o Seahawks, anulando completamente o melhor jogo corrido da liga. No ataque Zeke Elliott como sempre foi dominante com 140 jardas e 1 TD além de outro TD terrestre de Dak Prescott. A vitória por 24 a 22 levou a equipe para a partida do divisional.

Rankings das unidades na LIga

   Ataques

                        Cowboys                                                           Rams

Passe               23                                                                        5

Corrida             10                                                           3

Geral                22                                                           2

   Defesas

                        Cowboys                                                           Rams

Passe                13                                                                      14

Corrida               5                                                          23

Geral                  7                                                          19

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– Principais Matchups

– Zeke Elliott contra a DL monstruosa do Rams – Elliott terá trabalho contra Suh e Donald, tendo que aproveitar muito bem seus gaps;

– Todd Gurley contra a poderosa defesa do Cowboys – o ataque do Rams depende muito do play action e para isso funcionar Gurley terá que ter sucesso contra a quinta melhor defesa terrestre.g

– John Johnson contra Amari Cooper – Esse duelo pode modificar totalmente a cara da partida. Cooper tem sido o desafogo de Prescott e Johnson deve patrulhar o seu setor para tirar o e Raiders do jogo.

- Palpites MSB – Rams 23 x 17 Cowboys

   Voltamos amanhã para os pitacos dos jogos de domingo!!!!!

NFL WILDCARD – Preview Rodada de Domingo

Após fazermos os pitacos da rodada de sábado chegamos com as partidas de domingo. Recomendo a todos adiar o almoço na casa da sogra e não perder esse domingão de NFL.

– Baltimore Ravens (10-6) vs Los Angeles Chargers (12-4) – 16:05hs de Brasília

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  No jogo que abre a rodada de domingo temos provavelmente a partida mais imprevisível. O Baltimore Ravens começou bem a temporada com sua poderosa defesa e Flacco não comprometendo, mas a equipe patinava demais e via o rival Steelers se afastar na liderança. Eis que Flacco se machuca e o novato Lamar Jackson assume as rédeas do ataque. O novato liderou a equipe em 5 vitórias em 6 jogos vencendo a divisão. Lamar Jackson lançou 6 TD e correu para outros 5, tornou a equipe muito poderosa pelo chão. A equipe teve muitos RB no ano, terminando com Gus Edwards com 718 jardas após as contusões de Alex Collins e Javarious Allen. Mais uma vez a defesa do Ravens se destacou sendo a melhor em números totais da temporada. Terrel Suggs mais uma vez tendo uma ótima temporada e mesmo as contusões de CJ Mosley não afetaram as atuações da equipe, muito pela brilhante temporada do novato DT Zadarius Smith, liderando a equipe em sacks com 8.5.

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  O adversário será o LA Chargers, que teve a segunda melhor campanha da AFC, mas por não vencer a divisão terá que fazer esse jogo duríssimo fora de casa. A equipe disputou jogo a jogo a liderança da divisão com o Chiefs, mas acabou um jogo atrás do rival. Philip Rivers teve provavelmente a melhor temporada da carreira com 32 TD e 4300 jardas lançadas, tendo como principal alvo o excelente Keenan Allen com 1196 jardas e 6 TD. Ao que se viu, Melvin Gordon finalmente se estabeleceu entre os principais RB da liga somando 1400 jardas totais e 14 TD, mesmo tendo perdido 3 jogos por contusão. Apesar do ataque excelente, a defesa também mostrou seu valor, mantendo-se como uma das 10 melhores da temporada, sendo liderado pelo excelente Safety rookie Derwin James, que liderou a equipe em tackle e interceptações, além de conseguir 3.5 sacks. Um monstro!!!

Rankings das unidades na Liga

Ataques

                        Ravens                                                     Chargers

Passe               22                                                                   10

Corrida              2                                                             15

Geral                  9                                                             11

   Defesas

                       Ravens                                                      Chargers

Passe                 5                                                                 9

Corrida              4                                                           9

Geral                 1                                                           9

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– Principais Matchups

– Melvin Gordon contra a poderosa linha de LB do Ravens – Gordon pode ser decisivo para dar alívio para o jogo aéreo. Mas o páreo é duro!!

– Philip Rivers contra a Linha defensiva do Ravens – Rivers terá que ser bem rápido para se livrar da constante pressão dos DT do Ravens;

– O jogo corrido do Ravens contra a linha defensiva do Chargers – O Ravens depende da evolução do jogo terrestre para controlar a partida. O Chargers tem que tirar o ritmo do adversário para ter maior tranquilidade.

  Palpite
do MSB – Ravens 20 x 23 Chargers

Chicago Bears (12-4) vs Philadelphia Eagles (9-7) – 19:40hs de Brasília

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  Para fechar a rodada de WildCard teremos o surpreendente Chicago Bears contra o atual campeão Philadelphia Eagles. O Chicago Bears já demonstrava ter uma defesa de potencial no ano passado e para 2018 ganhou de presente do Raiders o DE Khalil Mack, que elevou a unidade a melhor defesa da liga discutivelmente. O ataque recebeu peças novas entre os recebedores, ajudando muito o segundanista Mitch Trubiscki. Com isso lideraram a divisão durante todo ano e chegando a 12 vitórias. Trubiscki lançou para 24 TD perdendo 3 partidas por contusão, tendo como principais alvos o recém-chegado Allen Robinson e o RB Tarik Cohen com 5 TD cada. O jogo corrido teve Jordan Howard correndo para 9 TD e o auxílio do dinâmico Tarim Cohen. Mas o destaque da equipe foi a defesa: Khalil Mack com 12.5 e Akeem Hicks com 7.5, a dupla Roqan Smith e Trevathan com 230 tackles somados e a dupla da secundária Kyle Fuller e Eddie Jackson com 13 INT na temporada.

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   O atual campeão começou a temporada de ressaca do título. Foles começou como titular até a volta de Wentz de contusão, mas o time não embalava. Contusões de peças chave como Alshon Jeffery e Jay Ajaiy não ajudavam a equipe. Mas a equipe venceu 5 das últimas 6 partidas, e contando com a ajuda do Bears derrotando o Vikings conseguiu a seed 6. Mais uma vez a magia de Foles reaparecendo nas 3 últimas partidas com a contusão de Wentz(… já vi esse filme…). Wentz lançou 21 TD no ano, tendo como alvo principal o TE Zack Ertz com 1160 jardas e 8 TD e Jeffery com 6 TD em apenas 12 jogos. O jogo corrido teve um comitê após tantas contusões e atualmente é liderado pelo rookie Josh Adams. A defesa melhorou na segunda parte da temporada com o veterano Malcom Jenkins liderando a equipe em tackles e Passes defletidos. A dupla Fletcher Cox e Michael Bennett infernizou as linhas adversárias somando 20 sacks no ano.

Rankings das unidades na LIga

   Ataques

                        Bears                                                         Eagles

Passe               21                                                                    7

Corrida            11                                                             28

Geral                21                                                            14

   Defesas

                        Bears                                                         Eagles

Passe                7                                                                  30

Corrida               1                                                          7

Geral                  3                                                          23

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– Principais Matchups

– Foles contra a secundária do Bears – Com o jogo corrido não estabelecido o confronto entre Foles e Fuller e companhia se tornará chave.

– Trubiscki contra a secundária do Eagles – a defesa do Eagles é uma das piores da liga contra o passe, então o QB do Bears terá que se apresentar bem abrindo espaço para o jogo corrido

– Zack Ertz contra os LB do Bears – O principal alvo do jogo aéreo dos Eagles é seu TE, portando Roqan e Trevathan terão que policiar bem esse meio campo para controlar os danos.

- Palpites
MSB – Bears 20 x 17 Eagles

   Aproveitem os jogos caros seguidores do MSB pois teremos jogos incríveis. Nos vemos novamente no Divisional Round!!

@CaioFilippi é um dos nosso setoristas de NFL e apesar de morar maior parte do ano num paraíso fiscal, acha um tempo pra escrever especialmente para o blog Major Sports

NFL WILDCARD – Preview Rodada de Sábado

PREVIEW RODADA DE WILDCARD

   Após 17 semanas de batalhas insanas da NFL, chegamos aos playoffs, onde se separam os homens dos meninos. Neste fim de semana acontecerão as rodadas de WildCard com 4 partidas. Lembrando a todos que essa semana estarão de folga o Kansas City Chiefs e New England Patriots (seed1 e 2 da AFC) assim como o New Orleans Saints e Los Angeles Rams (seed 1 e 2 da NFC).

   Com isso em mente nós do MajorSports daremos alguns pitacos sobre os jogos dessa semana. Guardem as cornetas meus amigos e aproveitem:

– Houston Texans (11-5) vs Indianapolis Colts (10-6) – sábado 19:35hs de Brasilia

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  A tão decantada pior divisão da NFL leva dois times aos playoffs, e já se enfrentarão no primeiro jogo da rodada. O Texans liderou a divisão desde a quinta rodada quando teve 6 vitórias consecutivas. O ataque teve a volta de DeShaun Watson, após a arrebentar o joelho na sua temporada de estreia, lançou para 4100 jardas e 26 TD, apesar de ser o QB mais sacado da temporada. Seu alvo principal foi o excelente DeAndre Hopkins que rompeu a marca de 1500 jardas e 11 TD. Os WR não chamados Hopkins tiveram problemas de contusões, primeiro com Will Fuller e o recém contratado Demaryus Thomas, ambos fora da temporada. O jogo corrido teve mais uma boa temporada o veterano Lamar Miller com 1300 jardas somadas no ano. A defesa teve o retorno triunfal de JJ Watt após 2 anos com seguidas contusões, alcançando a marca de 16 sacks e 47 tackles para perda de jardas. O monstro voltou!!!

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   O Indianapolis Colts volta aos playoffs após 3 anos de ausência, tendo finalmente a volta de seu Franchise QB Andrew Luck. Um começo de temporada com altos e baixos, a equipe se acertou vencendo 9 dos últimos 10 jogos, inclusive vencendo o confronto direto contra o Titans na semana 17. Andrew Luck, provável vencedor do comeback of the year, teve uma grande temporada, sendo o quarto QB com mais jardas e o segundo em TD lançados. Mais uma vez TY Hilton foi o único WR confiável com 1270 jardas e 6 TD, mas o apoio primordial do veterano TE Eric Ebron, que se encaixou perfeitamente no esquema recebendo 13 TD no ano, líder entre os TE da liga. O jogo corrido mostrou evolução após a escolha do OL Quenton Nelson, com Marlon Mack demostrando seu valor com pouco menos de 1000 jardas mesmo perdendo 3 partidas por contusão. Na defesa grande evolução da equipe, encontrando um grande LB em Darius Leonard que liderou a liga em tackles, provável rookie defensivo da temporada.

Rankings das unidades na LIga

   Ataques

                        Colts                                                          Texans

Passe               6                                                                   17

Corrida             20                                                             8

Geral                 7                                                             15

   Defesas

                        Colts                                                          Texans

Passe               16                                                                 28

Corrida               8                                                             3

Geral                 11                                                          12

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– Principais Matchups

– Linha ofensiva Colts contra JJ Wat e Jadeveon Clowney – A linha do Colts foi a que menos sofreu sacks na temporada, mas tem um duelo duro com essa dupla explosiva;

– Marlon Mack contra a defesa terrestre do Texans – O Texans é a terceira melhor defesa terrestre enfrentando o ascendente Marlon Mack;

– Eric Ebron contra os linebackers e Tyrann Mathieu – Duelo chave no meio do campo.

– Lamar Miller e Watson contra os Linebackers do Colts – a defesa terrestre melhorou, mas nunca podemos confiar piamente nas linhas do Colts;

– DeAndre Hopkins e TY Hilton receberão marcações duplas? – Como são os WR1 disparados das equipes, receberão atenção dupla do adversário?

 Palpite do MSB – Texans 24 x 27 Colts

Dallas Cowboys (10-6) vs Seattle Seahawks(10-6) – sábado 23:15hs de Brasilia

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   Uma grande partida teremos no fechamento da rodada de sábado com equipes com qualidades parecidas, com forte defesa e jogo corrido forte. A temporada em Jerry World parecia estar fora do prumo, pois além de Ezekiel Elliott basicamente só a defesa demonstrava qualidades apesar da divisão confusa naquele momento. Foi quando a diretoria deu all in e mandou uma escolha de primeira rodada para o Raiders em troca do talentoso, mas aparentemente desanimado Amari Cooper. O entrosamento entre Prescott e Cooper foi imediato, com a equipe arrancando para o título da divisão aproveitando a oscilação dos principais adversários. O ataque foi liderado pelo all pro Ezekiel Elliott que mais uma vez alcançou a marca de 2000 jardas somadas e 10 TD. Prescott melhorou sensivelmente seus números após a chegada de Amari Cooper, teve 22 TD lançados e 3880 jardas. Cooper apesar de ter apenas 9 jogos por Dallas alcançou a marca de 705 jardas e 6 TD. No lado defensivo bons destaques como o LB rookie Leyton Van Der Esch, escolha de primeira rodada que fez uma linha poderosa com Jaylon Smith e Sean Lee, além do DE Demarcus Lawrence com 11 sacks e 15 tackles para perda de jardas.

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   A maioria dos analistas achava que o Seahawks estava se preparando para a próxima temporada, com renovação da defesa e RB ainda inexperientes. Mas não é que tudo começou a andar melhor que o esperado. Voando abaixo do radar, até porque o adversário de divisão Rams ocupava todos os holofotes, Pete Carroll foi moldando a equipe e quando foram prestar atenção a equipe já estava classificada. Mais uma grande temporada de Russel Wilson com 35 TD lançados e 3500 jardas, O principal alvo de Wilson foi Tyler Lockett com 965 jardas e 10 TD, ofuscando o ótimo Doug Baldwin que passou por seguidas contusões esse ano. O jogo corrido finalmente achou seu nome com Cris Carson correndo para 1150 jardas e 10 TD, ofuscando o novato Rashad Penny. Na defesa a equipe voltou as suas raízes, com muita pressão nas linhas e marcação individual na secundária. Frank Clark alcançou 13 sacks e Bobby Wagner, finalmente saudável foi um líder na linha de LB, como era esperado de um jogador de tal qualidade.

Rankings das unidades na LIga

   Ataques

                        Cowboys                                                  Seahawks

Passe               23                                                               27

Corrida             10                                                            1

Geral                22                                                            18

   Defesas

                        Cowboys                                                  Seahawks

Passe                13                                                                17

Corrida               5                                                          13

Geral                  7                                                          16

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Principais Matchups

– Jogo Corrido do Seahawks contra os LB de Dallas – O jogo corrido encaixando tira pressão de Russell Wilson. Será um duelo chave;

– Frank Clark e Bobby Wagner contra a OL do Cowboys e Elliott – a tão cantada OL de Dallas terá um osso duro ao enfrentar Frank Clark e Bobby Wagner;

– Secundária física contra Amari Cooper – esse duelo será o termômetro da partida pois Cooper é a única opção confiável do jogo aéreo de Dallas;

- Palpites
MSB – Cowboys 21 x 28 Seahawks

  

E aí galera, qual o palpite de vocês? Não percam amanhã nosso resumo e os palpites para os jogos de domingo!!!!!

@CaioFilippi é um dos nosso setoristas de NFL e apesar de morar maior parte do ano num paraíso fiscal, acha um tempo pra escrever especialmente para o blog Major Sports