#NHL: Analisando promessas #1 – Kotkaniemi

Jesperi Kotkaniemi é o futuro de Montréal?

(Reprodução/YouTube.com)

Fala malucos por hockey! Nessa série que se inicia hoje, falaremos do futuro da NHL, mais especificamente dos jogadores que podem ser estrelas desse jogo daqui a alguns anos. Havia muitos nomes que eu poderia colocar aqui como: Elias Pettersson, o primeiro nome que deve vir na cabeça de vocês quando eu digo a palavra futuro, Ramus Dahlin? Mikko Rantanen? Aqui teremos espaço para todos eles.

Porque então eu escolhi Jesperi Kotkaniemi?

O finlandês de 18 anos, impressionou meses antes do draft e acredite, ele vem fazendo um barulho danado pelos lados canadenses. Além de seu talento que é notável, o garoto possuí muito carisma. Vou trazer textos de alguns scouts, além de trazer alguns vídeos e por fim minha opinião.

Análise de scouts

“Um center inteligente com um chute perigoso, Kotkaniemi possui um elevado QI de hóquei e determinação com as habilidades necessárias para fazer qualquer coisa no gelo. Posiciona-se bem e muitas vezes parece estar um passo à frente das jogadas. Domínio de Puck e  permitem que ele divida as defesas profissionais quando adolescente. Tamanho e porte decentes, um patinador muito capaz e com grande teto de evolução” (Matias Strozyk – 2017, para eliteprospects)

Um outro scout, colocou uma comparação bem interessante em pauta. “Comparar Kotkaniemi com Mikko Rantanen pode parecer perigoso, mas faz muito sentido. Em seu ano de draft, Rantanen jogou 56 jogos no SM-Liiga enquanto marcava 9 gols e acrescentou 19 assistências. Na temporada passada, Kotkaniemi marcou 10 gols e 19 assistências em 57 jogos na mesma liga. A diferença entre os dois é que Kotkaniemi está fazendo uma temporada completa antes de Rantanen.”

Ele ainda diz que Kotkaniemi passou de um dos jogadores mais subestimados do draft para um garoto que todos querem.” (Tom Hunter, para milehighhockey).

Porque escolher Kotkaniemi?

A questão é, porque Kotkaniemi é tão especial e porque especificamente Montréal foi atrás dele? Sua habilidade com puck, principalmente na zona ofensiva e a sua capacidade de conseguir dar qualquer tipo de passe, literalmente o transformou em um potencial center de elite. Algo que Montréal sofre há muito tempo, conseguir ter em seu elenco jogadores que consigam ser o centro das linhas e que consiga distribuir o puck com total naturalidade para que ele consiga o gol, ou então ele próprio desenvolver a jogada para concluir em gol. Kotkaniemi parece não só ser a solução do futuro, como já vem se tornando a solução no presente.

Suas habilidades vem se tornando melhores a cada partida que o finlandês disputa. O mais legal disso tudo é como ele consegue se moldar a cada em cada jogo, tentando coisas novas e diferentes. Como no vídeo abaixo, ele muda seu chute no último instante para buscar o canto oposto do goleiro:

Se bem trabalhado, o chute de Kotkaniemi pode vir à se tornar um dos mais perigosos da liga, alinhando velocidade e precisão. Como você pode ver no vídeo abaixo, ele simplesmente utiliza da sua habilidade de passador para fazer com que o defensor pense que ele vai fazer o passe, mas, na verdade, ele faz o chute e não poderia ser mais preciso:

Opinião final

Se Montréal acertou ao escolher na terceira escolha geral o jogador finlandês? Até o momento sim, agora se você quer saber se ele se tornará um dos grandes jogadores da próxima geração da NHL? Isso o tempo dirá. Mas os indícios são grandes, patinação inteligente, velocidade de transição, possibilidade de desenvolvimento de um slapshot potente e preciso, além de ser um jogador habilidoso de primeira classe. Com o tempo ele deve ganhar mais massa e se tornar mais forte o que lhe trará mais vantagem física em certas jogadas e nós sabemos que isso é fundamental com a evolução e com o nível que a NHL atual exige, você precisa estar sempre preparado para tudo.

Os números de sua primeira temporada com 4 gols e 15 assistências são interessantes e devem crescer ainda mais, seu futuro na liga parece grandioso e eu não perderia de prestar mais e mais atenção nele dentro do gelo.

Eu sou Augusto e o intuito da série é abrir os olhos de vocês para esses jovens talentos que podem dominar a NHL nos próximos anos, esse foi o texto piloto e vocês podem mandar sugestões aí embaixo, qual o próximo jogador que você quer ver aqui?

Nosso Rookie, Augusto Edinger, pode ser encontrado no twitter @gutoedr, e temos que falar, ele também é um fênomeno! Augusto escreve essa série de novos talentos especialmente para o blog MAJOR SPORTS

NHL – Winter Classic – Saiba mais!

Para quem está começando a acompanhar as ligas americanas agora, vamos apresentar o dia mais emblemático da temporada regular da NHL nos últimos anos: o WINTER CLASSIC, uma medida recente para comemorar a virada de ano nas grandes ligas.

Ele nada mais é que uma partida de hóquei no gelo com um fator que muda completamente e deixa uma atmosfera mais empolgante e mágica: Em um estádio aberto!

Antes de começar a destrinchar mais e contar a origem que deu a ideia, saiba que nas outras grandes ligas também existe um dia especial de jogos em dias festivos, seja local ou mundialmente.

Na NFL, a famosa rodada tripla do Thanksgiving (dia de ação de graças) que acontece na semana 12 do futebol americano, onde ocorre uma rodada tripla para coroar a semana festiva dos americanos. Na NBA, os times de maiores expectativas ou que fizeram bonito no campeonato anterior, geralmente são selecionados para a rodada de Natal do basquete, onde acontecem cinco partidas no dia 25/12. Na MLB, o maior destaque vai para o Jackie Robinson Day, onde todo o dia 15 de abril, os jogadores de todas as equipes usam o número 42 em homenagem ao saudoso segunda base, em memória a sua estreia nas grandes ligas, quebrando a barreira racial que existia nos anos 40.

No hóquei, isso tudo começou em 2004. Após a emissora americana NBC assinar um contrato de transmissão da liga (assumindo como âncora do esporte nos EUA), o vice-presidente John Miller teve a ideia enquanto assistia a ALCS (final da American League da MLB) entre New York Yankees e Boston Red Sox. Com a grade do dia 1 de Janeiro vazia (os Bowls do futebol americano universitário foram espalhados para outras datas), ele imaginou como seria ver o Boston Bruins saindo para jogar contra o New York Rangers no Yankee Stadium.

Yankee Stadium

E inspirado no Heritage Classic (mais adiante explico), ele decidiu levar a ideia para o presidente da emissora, que o encorajou a falar com o comissário da liga, Gary Bettman. O plano em si ainda não era bom o bastante para convencer os demais envolvidos, que poderiam colocar a ideia em prática (com os times citados acima, inclusive), mas alguns obstáculos o impediu de seguir adiante.

O primeiro era imaginar uma má aceitação da torcida Yankee. Segundo palavras de Miller, ‘quem iria colocar uma partida de hóquei ao ar livre na casa que Babe Ruth construiu’. O outro foi a ideia coincidir justamente no ano do lockout da NHL, que culminou no cancelamento de toda a temporada 2004-05.

Em novembro de 2006, sem apoiadores e com a troca de pessoa no cargo (saída de John Miller para John Collins assumir), a ideia inicial nunca foi descartada. Só precisava apenas de times que abraçassem e apoiassem a ideia do Winter Classic. O primeiro time a concordar com a ideia foi o Buffalo Sabres. O segundo demorou, mas foi convencido: o Pittsburgh Penguins, do astro Sidney Crosby.

Com os planos de câmera e transmissão tirados do Heritage Classic, a ideia só precisava ter uma data para ser colocada em prática, e ela aconteceu como Miller havia imaginado. E no dia 1 de Janeiro de 2008, estava marcado o primeiro Winter Classic da história: Buffalo Sabres x Pittsburgh Penguins. “A liga fez um grande trabalho no anúncio em Buffalo e os ingressos se esgotaram em horas”, disse Miller.


Puck autografado por Kris Letang, defenseman dos Pens

A aceitação não foi somente nas vendas, mas em como a equipe da NBC se surpreendeu com a torcida na cidade: “Da hora que chegamos no hotel, era 2:30, 3:00, e as pessoas ainda estavam fazendo festa no centro da cidade. É uma cena real, e estava muito frio. Nós levantamos e fomos para o estádio às 10:00 do outro dia e quando estacionamos no estádio foi surreal para mim. Ver as pessoas do lado de fora brincando de hóquei na rua ou jogando futebol americano […] E eles ficaram ali por horas”.

Um parâmetro que como as coisas estavam em Buffalo

Com muita neve e o (até então) recorde de público para uma partida oficial da NHL (71.217 pessoas), a partida entre Sabres e Penguins começou. Muito frio, jogadores usando proteção extra para suportar o clima e quando o puck caiu no gelo, o primeiro gol da história do Winter Classic aconteceu com 21 segundos de jogo! “Pela primeira vez você verá um replay por um avião em uma partida de hóquei”, comentou Sam Flood, produtor responsável pelo esporte na emissora.

A partida acabaria 1-1 e só seria decidida no shutout, onde Pittsburgh venceu por 2-1 e saiu com a vitória (último gol marcado por Crosby). No término do duelo, não havia a certeza se o jogo do dia 1/1 continuaria a acontecer nesses moldes. Mas com os anos seguintes, e muitos times aderindo ao projeto, o Winter Classic virou marca registrada nas grandes ligas americanas.


O gol da vitória no shutout marcado por Sidney Crosby

Acontecendo regularmente todo dia 1 de janeiro, o Winter Classic vai para sua 11ª edição em 2019, com o duelo entre Boston Bruins e Chicago Blackhawks, em Notre Dame.

Algumas curiosidades sobre a partida:

  • Em 10 edições, apenas 11 times jogaram no dia 1/1: Chicago Blackhawks, New York Rangers, Washington Capitals, Boston Bruins, Detroit Red Wings, Pittsburgh Penguins, Buffalo Sabres, Montreal Canadiens, St. Louis Blues e Toronto Maple Leafs;
  • Dessas equipes, Chicago foi o que mais participou, com 3 aparições. Perdeu todas;
  • Além de Chicago, Flyers e Sabres também não tiveram o gosto da vitória;
  • Os times que mais venceram são Rangers e Capitals, com duas vitórias cada. Ambos não perderam no Winter Classic;
  • Os outros invictos são Canadiens, Blues e Maple Leafs (uma vitória cada);
  • O recorde de público aconteceu em 2014, no duelo entre Red Wings e Maple Leafs. Mais de 105.000 pessoas acompanharam o duelo no Michigan Stadium;
  • Além de registrar o maior público in loco, foi também a partida com mais audiência na TV americana desde o último jogo da carreira de Wayne Gretzky. Mais de 4 milhões de pessoas acompanharam pela telinha;
  • Outro fato curioso é que as equipes adotam nesses jogos seus uniformes especiais ou retrô, relembrando clássicos das origens de sua história ou lançando linha exclusiva, como eram nos anos anteriores da NBA (especialmente no Natal).

Agora confira os 10 jogos que aconteceram até o momento que este texto foi publicado:

2008 – Pittsburgh Penguins 2-1 Buffalo Sabres (SO)

           Local: Ralph Wilson Stadium (hoje conhecido como New Era Field – estádio do Buffalo Bills, da NFL)

           Público: 71.217 pessoas

2009 – Detroit Red Wings 6-4 Chicago Blackhawks

           Local: Wrigley Field (estádio do Chicago Cubs, da MLB)

           Público: 40.818 pessoas

2010 – Philadelphia Flyers 1-2 Boston Bruins (OT)

           Local: Fenway Park (estádio do Boston Red Sox, da MLB)

           Público: 38.112 pessoas

2011 – Washington Capitals 3-1 Pittsburgh Penguins

           Local: Heinz Field (estádio do Pittsburgh Steelers, da NFL)

           Público: 68.111 pessoas

2012 – New York Rangers 3-2 Philadelphia Flyers

           Local: Citizens Bank Park (estádio do Philadelphia Phillies, da MLB)

           Público: 46.967 pessoas

2013 – não aconteceu devido ao lockout que estava em andamento

2014 – Toronto Maple Leafs 3-2 Detroit Red Wings (SO)

           Local: Michigan Stadium (estádio da universidade de Michigan, na NCAA)

           Público: 105.491 pessoas


Imagens do Michigan Stadium em 2014

2015 – Chicago Blackhawks 2-3 Washington Capitals

           Local: Nationals Park (estádio do Washington Nationals, da MLB)

           Público: 42.832 pessoas

2016 – Montreal Canadiens 5-1 Boston Bruins

           Local: Gillette Stadium (estádio do New England Patriots, da NFL)

           Público: 67.246 pessoas

2017 – Chicago Blackhawks 1-4 St. Louis Blues

           Local: Busch Stadium (estádio do St. Louis Cardinals, da MLB)

           Público: 46.556 pessoas

2018 – New York Rangers 3-2 Buffalo Sabres (OT)

           Local: Citi Field (estádio do New York Mets, da MLB)

           Público: 41.821 pessoas

A origem de tudo


Não se espante se essa foto demorar a carregar de tão ‘pesada’

A ideia partiu do que é conhecido como o Heritage Classic, onde aconteceu o primeiro jogo em estádio aberto da história da NHL, em 2003. O Edmonton Oilers, que já tinha sugerido a ideia nos anos 80, não conseguiu implantar na ocasião. Demorou anos, até que o Commonwealth Stadium fosse o palco para o duelo entre Oilers e Canadiens.

Só aconteceram quatro jogos do Heritage Classic, todos na costa oeste do Canadá e todos os duelos envolvendo equipes do país (outros que jogaram foram Calgary Flames, Vancouver Canucks, Ottawa Senators e Winnipeg Jets). Habs e Oilers são os times com maiores aparições, duas cada. O último jogo aconteceu em 2016.

Confira aqui os duelos que já aconteceram:

22/11/2003 – Montreal Canadiens 4-3 Edmonton Oilers

           Local: Commonwealth Stadium (estádio do Edmonton Eskimos, da CFL)

           Público: 57.167 pessoas

20/02/2011 – Montreal Canadiens 0-4 Calgary Flames

           Local: McMahon Stadium (estádio do Calgary Stampeders, da CFL)

           Público: 41.022 pessoas

02/03/2014 – Ottawa Senators 4-2 Vancouver Canucks

           Local: BC Place (estádio do Vancouver Whitecaps, da MLS)

           Público: 54.194 pessoas

23/10/2016 – Edmonton Oilers 3-0 Winnipeg Jets

           Local: Investors Group Field (estádio do Winnipeg Blue Bombers, da CFL)

           Público: 33.240 pessoas

Expandindo a ideia


Minnesota é a casa do hóquei americano

Com a aceitação do Winter Classic, a NHL adotou o que é conhecido hoje como ‘Stadium Series’. Esses jogos da temporada regular também acontecem em estádio aberto. Desde a temporada 2013-14, acontece pelo menos uma partida (além do Winter Classic).

Ao todo, já aconteceram nove partidas (sendo quatro em 2014, recorde até então), onde até equipes da costa oeste americana sediaram ou fizeram duelos entre si! Seja em estádios de beisebol ou futebol americano. O desta temporada acontecerá no dia 23 de fevereiro de 2019, no Lincoln Financial Field (estádio do Philadelphia Eagles, da NFL) o duelo da Pensilvânia (ou revanche) entre Penguins e Flyers.

Lista dos jogos aqui:

25/01/2014 – Anaheim Ducks 3-0 Los Angeles Kings

           Local: Dodgers Stadium (estádio do Los Angeles Dodgers, da MLB)

           Público: 54.099 pessoas

26/01/2014 – New York Rangers 7-3 New Jersey Devils

           Local: Yankee Stadium (estádio do New York Yankees, da MLB)

           Público: 50.105 pessoas

29/01/2014 – New York Rangers 2-1 New York Islanders

           Local: Yankee Stadium

           Público: 50.027 pessoas

01/03/2014 – Pittsburgh Penguins 1-5 Chicago Blackhawks

           Local: Soldier Field (estádio do Chicago Bears, da NFL)

           Público: 62.921 pessoas

21/02/2015 – Los Angeles Kings 2-1 San Jose Sharks

           Local: Levi’s Stadium (estádio do San Francisco 49ers, da NFL)

           Público: 70.205 pessoas

21/02/2016 – Chicago Blackhawks 1-6 Minnesota Wild

           Local: TCF Bank Stadium (estádio do Minnesota Golden Gophers, da NCAA)

           Público: 50.426 pessoas

27/02/2016 – Detroit Red Wings 5-3 Colorado Avalanche

           Local: Coors Field (estádio do Colorado Rockies, da MLB)

           Público: 50.095 pessoas

25/02/2017 – Philadelphia Flyers 2-4 Pittsburgh Penguins

           Local: Heinz Field

           Público: 67.318 pessoas

03/03/2018 – Toronto Maple Leafs 2-5 Washington Capitals

           Local: Navy-Marine Corps Memorial Stadium (estádio da Marinha para os jogos da NCAA e Military Bowl)

           Público: 29.516 pessoas

Isso aí, galera! Ótima virada de ano a todos.

Texto contando mais detalhes sobre o Winter Classic aqui: https://www.si.com/nhl/2017/12/29/nhl-winter-classic-history-origin-nbc-sports

Eis mais uma super letrada do intrépido Vitor @Chaveatle Silva, que trouxe essa super matéria pra você começar 2018 já alucinado com muito esporte. Não percar o Winter Classic! Abs e FELIZ ANO NOVO, de toda a equipe do blog MAJOR SPORTS

Fantasia No Ar #41 – #NHL & #NBA

Amigos viciados em Fantasy. Depois de quase dois meses de atraso, o FNA das ligas do gelo e das quadras ajudando a geral na busca por alternativas para o andamento do campeonato, onde as zebras estão surgindo e o feeling neste momento é mais do que especial.

Neste tempo de ‘estadia’, busquei por um formato nos textos do tema para dar uma nova dinâmica na leitura.

Dados os avisos, simbora!

DICAS DA NHL

A Novela Acabou

Finalmente! William Nylander e os Maple Leafs chegaram a um acordo e o forward vai jogar na temporada. De contrato renovado (6 anos e U$ 45 milhões) e com Toronto se adaptando bem não só a John Tavares como tem a volta de Auston Matthews, Nylander não deverá ter problemas e deve produzir o que se espera. Vale a ressalva de que ele vem de 61 pontos em cada uma das duas temporadas anteriores.

Se estiver livre na sua liga (o que será meio complicado), busque sem arrependimento.

As três estrelas da semana

Mark Scheifele (C – Winnipeg Jets)
Três vitórias em quatro jogos e números de respeito. Foram 8 pontos (5 gols e 3 assistências), +4 plus/minus, 1 ponto no power play, 1 game winning goal, e seu número de faceoffs vencidos (48) chama a atenção. Até hits (8) e tiros bloqueados (3) entram na lista. Ótima semana!

Jonathan Huberdeau (LW – Florida Panthers)
A fase dos Panthers é tenebrosa, e no fantasy tem quem se salve. Huberdeau brilhou e fez até mais pontos na semana que Scheifele (9 pontos: 2 gols e 7 assistências), sendo uma produção mais ofensiva do que defensiva. A atuação defensiva do center dos Jets o credenciou a #1.

Mikko Koskinen (G – Edmonton Oilers)
Semana perfeita, com três vitórias em três jogos sendo uma por shutout (sem sofrer gols). Cam Talbot anda em má fase e o reserva, que pode ser pego nas ligas, será um backup assegurado para quem estiver precisando. Não é hora de pensar que ele será sua salvação. Vá com cuidado ao pote!

Dicas para a semana 9

Adin Hill (G – Arizona Coyotes)
Arizona tem uma das melhores defesas da NHL em 2018-19. É fato, não tem o que discutir. E um dos beneficiados nesse momento é o goleiro Hill. Dos dois últimos jogos que foi titular, só sofreu apenas um gol e tem uma porcentagem de defesa acima de 98% na temporada. É bom colocá-lo em seu radar.

Related image

Shea Weber (D – Montreal Canadiens)
O capitão está de volta aos Habs. Produção boa, dentro do esperado para quem vem de lesão. Se estiver livre na sua liga, selecione-o sem pensar duas vezes. Defensor assim é um ‘puck de segurança’.

Scott Mayfield (D – New York Islanders)
Joga pouco tempo no gelo, mas tem eficiência para ‘impulsionar’ suas estatísticas ou ‘impedir’ que elas te derrubem em ligas neste formato. Para dias de poucos jogos (ou defensores que não estão rendendo), ele pode ser uma boa reposição.

Pontus Aberg (LW/RW – Anaheim Ducks)
Seis pontos na última semana (e com duelos contra Bolts e Caps nessa sequência), o sueco brilhou. Um sleeper que merece ser mencionado em um Ducks que terá tabela até favorável (Blackhawks, Canes e Devils – em casa).

DICAS DA NBA

Temporada maluca, onde os favoritos não rendem o que se espera, um Oeste mais selvagem do que o normal (apenas o Suns destoa), um Leste de um Toronto líder de conferência e etc.

Existem soluções que podem ajudar, mas sempre de olho no bacião para salvar sua semana. Seja um garimpeiro de primeira linha para seu time voar!

Os Shooting Stars da semana (excluindo os tarimbados da lista)

Image result for Eric Gordon (SG - Houston Rockets)Eric Gordon (SG – Houston Rockets)
Líder em cestas de três na semana (21) e 94 pontos na conta. A curiosidade que só a pontuação alcançou os dois dígitos nas estatísticas. Quando as cestas caem, é tudo de bom para quem apostou no ala-armador. Mas chutadores de três são 8 ou 80. Sempre fique atento.

Domantas Sabonis (PF/C – Indiana Pacers)
60 pontos, 48 rebotes e 17 assistências. O filho do lendário Arvydas Sabonis teve uma semana muito produtiva, incluindo também mais 3 double-doubles (um dos líderes nos últimos sete dias). Uma certeza, mostrando que 2017-18 não foi acidente.

Jabari Parker (SF/PF – Chicago Bulls)
Entre altos e baixos, o camisa #2 dos Bulls está crescendo nos últimos jogos. 75 pontos e 36 rebotes para Parker, que nem com o retorno de Lauri Markkanen teve seu lugar no time titular ameaçado, por enquanto. Sem Fred Hoiberg, pode render mais até vindo do banco. Olho nele.

Para essa rodada…

Tristan Thompson (PF/C – Cleveland Cavaliers)
Assumiu a responsabilidade sem Kevin Love e domina o garrafão dos Cavaliers. Só no último jogo, quase alcançou um 20-20! Eu não creio que ele ainda esteja livre na sua liga, mas aproveite enquanto o camisa #0 não volta.

Image result for Tristan Thompson (PF/C - Cleveland Cavaliers)

Markieff Morris (PF – Washington Wizards)
Fora o jogo contra os 76ers, o irmão de Marcus Morris está em um ótimo momento. Washington terá partidas bastante acessíveis para ele manter o bom momento (Knicks, Hawks e Cavaliers). Considere-o.

Richaun Holmes (PF – Phoenix Suns)
Há bons nomes ganhando espaço no deserto. Holmes é um desses casos de sucesso momentâneo, com médias de 2 tocos nos últimos 8 jogos (vindo do banco). Não é um nome que tenha grandes holofotes, mas em questão de eficiência, Holmes merece a sua atenção.

Damyean Dotson (SG – New York Knicks)
Fechando as dicas com o ala-armador de NY, que está crescendo nas últimas semanas. Médias de 18 pontos e aproveitamento de quadra de incríveis 66% de acerto. Vale para quem busca por jogadores dessa posição, que bons nomes ‘fora do radar’ são difíceis de achar.

Aqui é assim, falamos de Fantasy de TODOS OS ESPORTES, por isso o time de letrados o Major Sports é o melhor do Brasil… e que a humildade vá pras cucuias!!!! Segue nóis @blogmajorsports

NHL Power Ranking – 28/11

De volta com o PR do gelo. Com um líder inesperado, times grandes passando vergonha e a volta de nomes que estavam muito tempo fora de combate. Segue a lista:

1 (+12) Buffalo Sabres (17-6-2 – 36 pontos)

Image result for buffalo sabres 2018

Você não precisa de óculos e não é o fim dos tempos. A surpresa da temporada está aparecendo muito antes do que qualquer um esperava. São 10 vitórias seguidas para o time de NY (recorde histórico), sendo que a equipe não tem um ataque avassalador, nem aparece entre as melhores defesas da liga, sendo o destaque vindo do gol, com Carter Hutton. Ótima aquisição.

2 (-2) Nashville Predators (17-7-1 – 35 pontos)

Pekka Rinne volta a jogar com mais regularidade e segue tendo números que o credenciam a liderança da liga em gols sofridos por jogo(1.77) e aproveitamento dos tiros defendidos (93,8%). Com Jusse Sarros mal e P.K. Subban na IR, os Preds poderiam estar em situação mais confortável.

3 (+2) Tampa Bay Lightning (17-7-1 – 35 pontos)

A baixa de Andrei Vasilevskiy não está sendo tão sentida, com Louis Domingue dando conta do recado dentro dos conformes. Segue mantendo o script de melhor ataque da liga, marca registrada dos Bolts.

4 (-2) Toronto Maple Leafs (17-8-0 – 34 pontos)

Vai sobrevivendo sem Auston Matthews, fora há mais de um mês com lesão no ombro. Frederik Andersen com uma temporada muito boa e mesmo com o rolo da novela William Nylander, os resultados estão conforme o esperado.

5 (-2) Colorado Avalanche (14-6-4 – 32 pontos)

Image result for Colorado Avalanche 2018

Ataque e defesa em sintonia no time das montanhas. 77 pontos para a dupla Rantanen e McKinnon e nenhum sinal que isso vai diminuir. Colorado veio para ficar!

6 (+10) Washington Capitals (14-7-3 – 31 pontos)

A volta de Tom Wilson deu nova vida ao atual campeão. Nos oito jogos desde o seu retorno, Washington venceu sete. Nunca é bom negócio duvidar de um time que sabe do caminho das pedras.

7 (+1) Minnesota Wild (14-8-2 – 30 pontos)

Outro time com seu destaque principal no gol. Apesar da fase irregular, Devan Dubnyk está fazendo um ano melhor, não aquele que o credenciou aos melhores da posição, mas sendo confiável. Receita de sucesso continua a mesma.

8 (+7) Columbus Blue Jackets (14-8-2 – 30 pontos)

Outro time seguindo a cartilha do que era esperado para 2018-19. Artemi Panarin poderia estar melhor e Cam Atkinson carregando o time com seus 15 gols. Mais vitórias como visitante do que em casa é um fator a ser observado.

9 (+1) Boston Bruins (13-7-4 – 30 pontos)

Tuukka Rask voltou do seu ‘período sabático’, mas ainda não é o mesmo goleiro de antes. Duas vitórias nas cinco partidas que defendeu o gol de Boston, que curiosamente tem a melhor defesa, sendo a única até o lançamento deste texto que sofreu menos de 60 gols (59). Ataque que anda mal, mesmo com um dos líderes da liga em gols: David Pastrnak (19).

10 (+11) Calgary Flames (14-9-1 – 29 pontos)

E só no décimo lugar aparece o primeiro time da divisão pacífico, e poucos esperavam que fossem os Flames. Os canadenses estão muito bem, mas será que seguram até abril?

11 (-) San Jose Sharks (12-8-5 – 29 pontos)

Contratação de Erik Karlsson está ajudando defensivamente (77 gols sofridos), porém o ataque não anda bem das pernas, fazendo a mesma      quantidade de gols. Joe Thornton chegando a 400 gols na carreira. Marca importante para o barbudo.

12 (-7) Winnipeg Jets (13-8-2 – 28 pontos)

Estranho, mas a fase dos Jets não é das melhores. Longe de ser o cosplay do xará de NY, porém está na mesma sina que os Sharks, com a diferença da defesa seguir sempre forte. Patrik Laine e Blake Wheeler vão carregando o time como podem.

13 (+17) New York Rangers (13-10-2 – 28 pontos)

Lundqvist viu potencial até mais do que muita gente e os Rangers muito acima do que era esperado. Madison Square Garden jogando a favor, mas fora de casa ainda pena para conseguir vencer.

14 (-) Carolina Hurricanes (12-9-3 – 27 pontos)

Sem destaques isolados e fazendo um bom trabalho em quase dois meses de jogos, os Canes podem aprontar e, porque não, beliscar uma vaga nos playoffs. Para isso, precisa convencer que não é só mais um na multidão.

15 (+8) Dallas Stars (12-10-3 – 27 pontos)

Sem Ben Bishop e John Klinberg, a defesa texana está se virando bem e se colocando entre as melhores no quesito. O ataque anêmico é preocupante e Tyler Seguin não vai levar esse time sozinho.

16 (-7) Montreal Canadiens (11-9-5 – 27 pontos)

Image result for Montreal Canadiens 2018

Pelo misto de terra arrasada e lesões everywhere, os Habs estão bem no campeonato. A saúde de Carey Price ajuda muito a equipe canadense e a volta de Shea Weber deve ser comemorada. Vai que é possível…

17 (+5) Las Vegas Golden Knights (13-12-1 – 27 pontos)

Marc-Andre Fleury é um dos líderes em vitória da NHL (13), sendo o goleiro em todas as vitórias do vice-campeão. A campanha não condiz com o que era esperado, mas os últimos resultados (e a divisão disputada por baixo)colocam Vegas na briga. E talento eles tem.

18 (-) Anaheim Ducks (11-10-5 – 27 pontos)

Ryan Miller em 2018 ressurgindo das cinzas. Outro time que está devendo pelo o que tem e com a divisão em baixa poderia liderar sem grandes sustos. Ryan Getzlaf perto dos 900 pontos na carreira.

19 (+1) New York Islanders (12-9-2 – 26 pontos)

Campanha bastante digna pelo que tem. Defesa, que era um problema em 2018, está dando sinais de melhora muito boa. Ataque, porém, indo na maré contrária. Se estiver procurando no fantasy, olho em Josh Bailey.

20 (-13) Pittsburg Penguins (10-8-5 – 25 pontos)

Casey DeSmith é uma grata surpresa. Entretanto, nada de bom a mais para acrescentar nos Pens. Evgeni Malkin e Phil Kessel carregando o piano enquanto Sidney Crosby volta a boa forma.

21 (-4) Vancouver Canucks (11-13-3 – 25 pontos)

Abrindo os times de campanha igual ou abaixo de 50%, vem os Canucks. Brock Boeser está de volta para ajudar Elias Pettersson a não lutar sozinho. Vancouver sofre na defesa, pois um time com saldo de -18 (porém não é pior da NHL) tem problemas sérios a serem resolvidos.

22 (-10) Edmonton Oilers (11-11-2 – 24 pontos)

Connor McDavid jogando sozinho, sendo o centro das atenções dos highlights da NHL e o time dependendo muito do seu camisa #97, que dispensou o seu HC, Todd McLellan. Não fosse a divisão como está, os Oilers não teriam tanta esperança.

23 (+8) Detroit Red Wings (10-11-3 – 23 pontos)

Dylan Larkin vai se consagrando como o rei do overtime. Incrível como marca gol nos duelos 3-vs-3. Isso impulsiona bem o time de MotorCity, que ainda tem muito chão para voltar aos caminhos de glória.

24 (+1) Ottawa Senators (10-12-3 – 23 pontos)

Craig Anderson é o único goleiro de toda a NHL com mais de700 defesas até aqui. Isso explica o fato do rubro-negro canadense ser o time mais vazado da liga (107 gols sofridos). Por não ser o lanterna geral já é motivo de fogos no Canadá.

25 (-19) Chicago Blackhawks (9-11-5 – 23 pontos)

Image result for Chicago Blackhawks 2018

Decisões questionáveis e a cúpula optou por demitir Joel Quenneville do comando. O que não espanta o fato dos Hawks estarem em uma draga sem fim. O ataque sumiu e a defesa volta a ser problema. Rebuild time em WindyCity.

26 (+2) Florida Panthers (9-9-4 – 22 pontos)

Ainda com mais vitórias fora do que dentro de casa, os Panthers aparentam não ter mais gás para surpreender a liga. Mike Hoffman sendo o talento solitário momentâneo da equipe.

27 (-3) Arizona Coyotes (10-11-2 – 22 pontos)

Tem um dos piores ataques e uma das melhores defesas. Nick Schmaltz pode não ser a solução dos sonhos, mas chega para acrescentar. Os Yotes estão evoluindo.

28 (-9) New Jersey Devils (9-10-4 – 22 pontos)

Coitado de Taylor Hall e cia. Nino Hischier não consegue se manter saudável e os Devils perderam força após caírem como o último invicto. Não está fácil.

29 (-2) Philadelphia Flyers (10-12-2 – 22 pontos)

Nem com JVR o time volta aos trilhos. Temporada decepcionante, onde os rumores de Coach Q no comando de Phila surgem com força nos últimos dias.

30 (-4) St. Louis Blues (8-11-3 – 19 pontos)

Resultado de imagem para what happened to st louis blues

A maior decepção da temporada. Buscou Ryan O’Reilly e com o talento que tinha era candidato a estar em condições muito melhores que a atual. Mike Yeo dançou e nada de reação.

31 (-2) Los Angeles Kings (9-14-1 – 19 pontos)

Fechando com o alvinegro angelino, ano para ser esquecido. Jonathan Quick voltou e talvez a última manchete tenha sido o shutout que provocou a demissão do HC de St. Louis. Está difícil a vida de quem acompanhou os anos anteriores.

#NHL: Power Ranking – Estamos de volta!

Primeiro PR da temporada 2018/19 do MSB. Como todo início de campeonato, as surpresas e decepções das semanas iniciais sempre aparecem. A dúvida que fica é se eles manterão o ritmo (de quem está lá em cima) ou darão a volta por cima (quem começou mal). Sem mais delongas, segue a lista:

1200px-Nashville_Predators_Logo_(2011).svg1 (+3) Nashville Predators (8-3-0 – 16 pontos) O último vencedor do Presidents Trophy encabeça o PR. Oito vitórias em onze jogos (sem nenhum OT) e invicto como visitante até aqui. Juuse Saros (5 vitórias e 1 shutout) sendo mais utilizado e fazendo grande temporada poupando o mito Pekka Rinne. Passagem de bastão para o futuro?

2 (+4) Toronto Maple Leafs (8-3-0 – 16 pontos) O melhor ataque da NHL (junto com Av’s e Hawks) até o momento (41 gols) vem justificando as expectativas. Enquanto a novela ‘William Nylander’ não se encerra, os canadenses não vão sentindo falta do seu forward.

 3 (+12) Colorado Avalanche (7-2-2 – 16 pontos) Sexta melhor defesa até aqui em gols sofridos (27 gols). Colorado veio para ficar e surpreendendo pela sua retaguarda. Times com defesas fortes raramente ficam de fora dos playoffs e estão no caminho. Saudades, Duchene? Rantanen e MacKinnon com 39 pontos somados!

4 (-1) Tampa Bay Lightning (7-2-1 – 15 pontos) Fazendo o que dele se espera. O melhor time do leste não tirou o pé e une ataque e defesa em sua melhor plenitude. No sábado, chocou o mundo caindo para os Yotes fora de casa. Que falta faz o Hedman…

5 (-) Winnipeg Jets (7-3-1 – 15 pontos) Avisamos antes da temporada começar que o Jets não pode ser descartado. Time sólido que vai brigar pela pós temporada. Divisão central vai ser bem equilibrada.

6 (+16) Chicago Blackhawks (6-3-3 – 15 pontos) Rebuild? Chicago, salvo um tropeço ou outro, briga entre as cabeças nessas três semanas iniciais. Patrick Kane, Alex DeBrincat e até Jonathan Toews jogando o fino. O ataque contrasta com a defesa (43 gols sofridos) que está sendo uma das piores. 

7 (+1) Pittsburgh Penguins (6-1-2 – 14 pontos) Dono da segunda melhor streak enquanto este texto é escrito (4 vitórias – o melhor virá em seguida), os Pens lideram sua divisão e mostram que vão brigar pela Stanley Cup… Resumindo, sem novidades. Obs.: assistam abaixo o gol de Crosby (aos 4:20) contra os Oilers no OT. Obra prima!

 

8 (+6) Minnesota Wild (6-2-2 – 14 pontos) Cinco vitórias seguidas para o time da terra do hóquei. Minnesota está on fire, muito graças ao seu goleiro, Devan Dubnyk. Um dos melhores aproveitamentos defendendo os tiros (94,5%) e um dos poucos a ter média abaixo de dois gols sofridos até aqui (1.96). Quem acreditou nele no fantasy está indo muito bem.

9 (+19) Montreal Canadiens (6-2-2 – 14 pontos) ‘Aí, sim! Fomos surpreendidos novamente’. Uma das célebres frases do velho lobo Zagallo ilustra a campanha magistral de Montreal. Carey Price, livre das lesões, ainda tem gasolina no tanque. Os Habs tem a terceira melhor defesa até o momento (e sem Shea Weber). A surpresa vai aguentar até abril?

10 (-3) Boston Bruins (6-3-2 – 14 pontos) Boston vem seguindo dentro do esperado. A surpresa não vem da campanha, mas sim pelo seu goleiro reserva, Jaroslav Halak: um dos dois goleiros com dois shutouts (jogos completos sem sofrer gols) na temporada! Que água é essa no TD Garden. 

11 (-2) San Jose Sharks (6-3-2 – 14 pontos) Lidera a divisão Pacífico com certo ‘equilíbrio’ com a máxima da melhor defesa é o ataque. Martin Jones segue sendo um dos ótimos goleiros da liga, mesmo que San Jose tenha problemas no setor.

12 (+10) Edmonton Oilers (6-3-1 – 13 pontos) Connor McDavid carregando a equipe canadense (quase 30% dos gols dos Oilers é do camisa #97) e aproveitando os inícios cambaleantes dos rivais, coloca Edmonton em uma posição boa na divisão. Resta saber se tudo ainda vai conspirar a favor de McJesus e cia.

13 (+13) Buffalo Sabres (6-4-1 – 13 pontos) Estamos chegando em novembro e Buffalo vai fechar com pelo menos uma campanha positiva no mês. Candidato a surpresa da temporada (ou o time de maior evolução em 2019) está no caminho certo.

 

Related image    14 (+9) Carolina Hurricanes (6-4-1 – 13 pontos) A homenagem aos Whalers está dando sorte. Os Canes estão, por exemplo, a frente de Washington na classificação. Mesmo não sendo um time de ataque poderoso ou uma defesa intransponível, vai colocando suas manguinhas de fora. Destaque para Sebastian Aho com seus 16 pontos.

15 (+1) Columbus Blue Jackets (6-4-0 – 12 pontos) A volta de Seth Jones ajudou, mas o time de Ohio segue bem inconstante. Bobrovsky com um início de temporada bem abaixo do que pode produzir e apenas Panarin não vai levar os Jackets longe. As coisas podem melhorar até o final dos 82 jogos.

16 (-15) Washington Capitals (5-3-2 – 12 pontos) Começou com uma goleada espetacular, mas depois não coleciona atuações convincentes que o coloquem como favorito ao bicampeonato. Se é tradição começar mal as temporadas e nos playoffs se transformar não se sabe. Mas que preocupa…

17 (+12) Vancouver Canucks (6-6-0 – 12 pontos) Outro time com início de temporada bastante positivo. Sem os irmãos Sedin, o time da costa oeste canadense enxerga em Elias Pettersson um futuro promissor. Boeser e Horvat agradecem.

18 (-7) Anaheim Ducks (5-5-2 – 12 pontos) Salvo John Gibson, os Ducks seguem bastante oscilantes na temporada. Ainda é o primeiro mês de campeonato, mas dominância não têm sido a tônica do time californiano. Tem talento para mais.

 

Image result for Keith Kinkaid19 (-2) New Jersey Devils (5-2-1 – 11 pontos) Foi o último time a perder a invencibilidade do campeonato, acredite. Mas o início de campeonato sempre gera surpresa. De NJ, por exemplo, Keith Kinkaid é o único goleiro com 5 vitórias e 2 shutouts no campeonato! Isso ajuda aos Devils com ostentarem a melhor defesa junto com outra equipe a ser citada mais a frente (20 gols sofridos).

20 (+7) New York Islanders (5-4-1 – 11 pontos) É um processo de remontagem e nova identidade, mas que vem dando resultados positivos, principalmente fora do Barclays Center/Nassau of Veterans Coliseum (4 vitórias como visitante). Só vai longe se tudo der certo.

21 (-1) Calgary Flames (5-5-1 – 11 pontos) Johnny Gaudreau precisa de ajuda. Calgary segue apresentando os mesmos problemas defensivos de outrora e isso se reflete no gelo. A casa precisa ser arrumada e logo. A divisão Pacífico nunca esteve tão nivelada por baixo nesse início de temporada.

22 (-20) Las Vegas Golden Knights (5-5-1 – 11 pontos) Não é invenção. O mesmo time, reforçado com nomes de alto calibre, e penando na parte baixa da tabela. Mad Max já se lesionou e salvo a defesa, que anda bem, o ataque está muito mal (26 gols – terceiro pior da liga). Acabou o encanto?

23 (-5) Dallas Stars (5-5-0 – 10 pontos) E vai começar a história do contrato alto = produção abaixo da média. Tyler Seguin lidera o time em pontos (12), sendo que o líder da liga, Rantanen, já tem quase 10 a mais que o melhor jogador do time texano. E no gelo, isso é crucial para o sucesso (ou não) da equipe.

24 (+6) Arizona Coyotes (5-5-0 – 10 pontos) Lembra quando foi referido as duas melhores defesas da liga? A outra é dos Yotes! Sim, Arizona conseguiu arrumar a casa em uma ponta dela. Já no ataque não se pode dizer o mesmo, já que está ao lado de Vegas no quesito. Só de não ser o lanterna é motivo de rojões no deserto.

25 (+6) Ottawa Senators (4-4-2 – 10 pontos) O bom início dos Sens se dá pelo seu defensor, Thomas Chabot (3 gols e 10 assistências). A equipe do rebuild declarado também é uma grata surpresa por não estar na draga ou ter campanha negativa. O rubro-negro canadense têm motivos para acreditar em dias melhores.

 

26 (-13) St. Louis Blues (3-4-3 – 9 pontos) Iniciando a turma das campanhas negativas, os Blues. Incrível como o investimento neste primeiro mês não se converte em vitórias. Ryan O’Reilly fazendo das suas e justificando a troca (ofensivamente falando), mas na defesa ainda há problemas. Pietrangelo já estreou na temporada?

27 (-15) Philadelphia Flyers (4-7-0 – 8 pontos) A defesa está descendo a ladeira (a pior da NHL – 46 gols sofridos) junto com a principal contratação, James Van Riemsdyk, fora por lesão, que os Flyers fazem um início terrível. Mas ainda não é a surpresa negativa até aqui.

28 (-9) Florida Panthers (2-4-3 – 7 pontos) O único time que não venceu em casa na atual edição da NHL. Sim, isso é verdade. Os Panthers parecem ter deixado o hóquei da segunda metade de 2018 na história. Agora, precisa definir o seu rumo na liga.

29 (-19) Los Angeles Kings (3-7-1 – 7 pontos) Não está fácil a vida do torcedor dos Kings. A eliminação do último playoff ainda ecoa no time. Pior ataque da liga (22 gols), uma das piores defesas (39 gols sofridos) e ainda perdeu Jonathan Quick por lesão. Vai ser complicado recuperar.

30 (-5) New York Rangers (3-7-1 – 7 pontos) Se Florida não ganha em casa, os Rangers não vencem longe do Madison Square Garden. Segundo o goleiro Lundqvist, NY não demorará muito a brigar pelos playoffs no futuro. Resta saber em quanto tempo isso se tornará realidade.

31 (-7) Detroit Red Wings (2-7-2 – 6 pontos) Dylan Larkin vai ter trabalho com essa equipe de Detroit. Não é normal um time tão tradicional ficar na lanterna da NHL, mas o ciclo é de reconstrução. Paciência, torcedores do Red Wings. Isso irá passar.

Image result for redwings worst record

NHL Power Ranking – Enfim voltamos!!!

Saudades, amantes da NHL? Hoje começa mais uma temporada da liga e como é de costume um PR inicial para o pontapé do campeonato que promete fortes emoções em 2019. Confira o que nossas calculadoras apontam antes do puck ser disputado:

1 – Washington Capitals

ovie5O atual campeão encabeça a lista. Não perdeu ninguém e renovou com o que tinha de melhor para defender a Stanley Cup. Ovie e cia vão mostrar do que são capazes.

2 – Las Vegas Golden Knights

O vice não fica para trás. Perdeu James Neal, mas buscou um ótimo reforço em Max Pacioretty. Vai com mais sangue no olho em busca de seu primeiro título

3 – Tampa Bay Lightning

Bateu na trave, mas nada a temer. A base é a mesma em busca do seu bicampeonato. Kucherov, Stamkos, Hedman e Vasilevskiy lideram essa empreitada.

4 – Nashville Predators

predsO vice-campeão de conferência e dono do último Presidents Trophy vai com o mesmo time em busca do inédito título. Olho em Jusse Saros (potencial herdeiro de Pekka Rinne no gol dos Preds).

5 – Winnipeg Jets

Jets no top 5? Acredite: não é absurdo. Perdeu uma peça boa, mas mantém o mesmo time que fez sucesso e surpreendeu chegando as finais do Oeste. Olho neles!

6 – Toronto Maple Leafs

Não ostenta o top 5 devido a pergunta: para onde William Nylander vai? Enquanto o imbróglio não se resolve, John Tavares vai comandar o jovem time canadense a sair da fila.

7 – Boston Bruins

A forte defesa e o ataque liderado por Pastrnak, Bergeron e Marchand, não pode ser descartado. Pode ser o último ato de Zdeno Chara no hóquei.

8 – Pittsburgh Penguins

crosbyTimes com Sidney Crosby não podem ficar fora dos favoritos a SC. Se Phil Kessel repetir seu 2018 e a defesa melhorar, podem chegar.

9 – San Jose Sharks

Trouxe ninguém menos do que Erik Karlsson na offseason e junto com Brent Burns farão uma das duplas de defesa mais fortes da liga. Se o fantasma do IR der trégua, correm por fora.

10 – Los Angeles Kings

Recuperou e surpreendeu a todos na temporada regular, mas foi chutado como quis pelo novato Golden Knights. Anze Kopitar vai manter o nível da temporada anterior?

11 – Anaheim Ducks

Para os fãs nostálgicos, o Ducks voltou para seu uniforme old school. No gelo, olho em John Gibson (que se firmou como um dos melhores goleiros da NHL).

12 – Philadelphia Flyers

flyersJames Van Riemsdyk foi repatriado para dar um gás que faltava a Sean Couturier e Claude Giroux no ataque dos Flyers. Ótima adição.

13 – St. Louis Blues

A decepção maior de 2018 foi buscar reforços e Ryan O’Reilly chegou para o ataque. O setor ofensivo, que sumiu no ano passado, não tem mais desculpas para falhar.

14 – Minnesota Wild

O time da terra do hóquei também aparece na parte intermediária. Renovou com suas ótimas peças para continuar na caça aos playoffs, rumo a sétima classificação seguida!

15 – Colorado Avalanche

A base vem forte! Nathan MacKinnon vai comandar o moleque travesso das montanhas de Denver. Um dos times mais empolgantes para assistir em 2018-19.

16 – Columbus Blue Jackets

blue jacketsUm time com talentos individuais muito bons, que podem dar mais trabalho. O início de Seth Jones no IR pode dar uma emoção a mais no ano do time de Ohio.

17 – New Jersey Devils

Taylor Hall vai comandar o bom time dos Devils a mais uma ida aos playoffs? Lembrando que sozinho não se chega a lugar algum. Nino Hischier em seu segundo ano pode se soltar mais na liga.

18 – Dallas Stars

Meio de tabela, mas pode brigar. A renovação de Tyler Seguin servirá de prato cheio para aqueles que apostam que ‘vai sentar no dinheiro’.

19 – Florida Panthers

Não perdeu, mas também não teve nenhum grande ganho na offseason. Barkov, Dadonov e Huberdeau comandam o time para não repetir o ano passado, onde ficou de fora por pouco.

20 – Calgary Flames

James Neal chegou e Calgary, que começou pegando fogo, perdeu força e ficou pelo caminho. O time não é ruim, mas com o Oeste selvagem talvez não seja o suficiente (ainda) para pensar em playoffs.

21 – Chicago Blackhawks

Los Angeles Kings v Chicago Blackhawks - Game Seven

É estranho, mas é a realidade. Um time que não se pode menosprezar jamais, porém em fase de mudança de ciclo. Patrick Kane não estará sozinho, o que será de grande ajuda.

22 – Edmonton Oilers

Connor McDavid, se pensasse menos no próprio umbigo, poderia ter mais ajuda do que ‘jogar sozinho’. É um baita talento, mas só existe um Jesus milagreiro.

23 – Carolina Hurricanes

Teuvo Teravainen finalmente vai se soltando e liderando o time dos Canes, mas ainda é pouco. A homenagem ao Hartford Whalers não pode ser ignorada (e se voltarem os burburinhos de mudança…) como o primeiro ano sem Cam Ward no elenco.

24 – Detroit Red Wings

Outro que estará ‘diferente’ sem o seu camisa #40 no gelo. Dylan Larkin irá comandar o novo ciclo em Motor City.

25 – New York Rangers

Em NY será um ano que promete fortes emoções. Mats Zuccarello contra a rapa e só. Se puder, assista o mito Henrik Lundqvist no gol.

26 – Buffalo Sabres

Um time que pode dar a guinada para um futuro promissor. Rasmus Dahlin, pick #1, será observado de perto. A contratação de Carter Hutton também é interessante. Candidato a surpresa da temporada.

27 – New York Islanders

isles2Long Island sem seu grande ídolo… Como será a nova era do time laranja de NY, só o tempo dirá. Potencial ofensivo tem de sobra mas os ajustes, principalmente no gol, não foram a altura. Vai penar mais um ano.

28 – Montreal Canadiens

Sem Mad Max, com Shea Weber fora até dezembro e apenas Carey Price como referência. A se observar como esse time vai se comportar nessa busca por dias melhores.

29 – Vancouver Canucks

Sem os irmãos Sedin, será o início de uma nova era no time da costa oeste canadense. Elias Petterson é a promessa do time na ajuda a Brock Boeser.

30 – Arizona Coyotes

Por milagre, não começa totalmente lá trás. Será mais um passo em busca de uma retomada. Olho em Clayton Keller.

31 – Ottawa Senators

Perderam Erik Karlsson e ao ‘admitir’ o rebuild, não poderia começar nosso PR se não fosse com a última colocação. Será que Matt Duchene fará jus a troca?

 

Passou Verão, Outono e Primavera, mas assim como a certeza que o inverno voltará, nosso Power Ranking também volta, escrito mais uma vez pelo gelado Vitor @Chaveatle Silva, especialmente para os leitores do Blog MAJOR SPORTS

NHL Preview: Divisão Metropolitana

Eis a divisão mais imprevisível da NHL na opinião deste que vos escreve, na metropolitana temos times formados por grandes estrelas, como também observamos equipes formadas por jovens atletas, que acabam por fazerem diferença na batalha no gelo e levam suas equipes às vitórias. Esta é a divisão de onde saíram os campeões da Stanley Cup nas ultimas 3 temporadas, mais um motivo para ficarmos de olho nestas franquias. Uma divisão no qual apenas o Columbus Blue Jackets não foi agraciado com a posse da SC, sendo ao todo 20 títulos espalhados entre as demais franquias. Sem mais delongas e vamos a um pequeno resumo sobre cada uma das equipes:

 

Carolina Hurricanes

kisspng-carolina-hurricanes-logo-brand-golf-font-5b55b4668a9bf9.9337619815323433985678Na temporada passada o Canes obteve uma 1 vitória a mais do que derrota, uma temporada que não é considerada decepcionante se levarmos em consideração o limitado esquadrão. Novamente entraremos em uma nova temporada e não esperamos muito em relação ao Hurricanes, possivelmente será o último colocado na divisão.

A equipe apresenta alguns jogadores para a nova temporada, sendo eles o Goleiro Petr Mrazek, antigo goleiro do Flyers, que não passa muita segurança, tendo na ultima temporada um %save de apenas .902. Chegam também os defensores Calvin de Haan, defensor mais para queimar tempo no gelo e descansar as principais linhas, e Dougie Hamilton, este sim um bom D-men que pode contribuir e muito com a franquia. Chega também o bom Left Wing Micheal Ferland de 26 anos que na temporada passada obteve 41 pontos na liga.

Os líderes da equipe são o goleiro Scott Darling, tenebroso com seu %save de .888, não passa confiança alguma pra equipe, talvez por isso a aquisição do Mrazek, o recém chegado vindo do Flames Hamilton se destaca entre os defensores com seus 44 pontos na temporada passada, e o Sebastian Aho, maior estrela da franquia, no qual tenta direcionar a uma temporada vencedora.

Jovens a serem observados, na tentativa de levar a equipe a resultados melhores: Martin Necas de 19 anos, center escolha de primeira rodada em 2017, Sebastian Aho Right Wing de 21 anos, draftado em 2015 na 2 rodada e a segunda escolha geral de 2018, Andrei Svechnikov.

Columbus Blue Jackets

1200px-Columbus_Blue_Jackets_logo.svgA equipe que ano após ano está chegando aos playoffs, porém sempre enfrenta alguma equipe que a faça perder o rumo e voltar para casa, Tortorella tem até pesadelo com a equipe nos offs. Mais uma vez se espera sua chegada aos playoffs, porém não será tão fácil comparado aos anos anteriores, devido a crescente melhoria de algumas equipes na divisão.

Apenas duas chegadas relevante a equipe, Riley Nash, que atuou pelo Bruins na última temporada e contribuiu com 41 pontos e o Anthony Duclair.

A equipe é baseada em um grande goleiro, o fantástico Bobrovsky, que na ultima temporada obteve 37 vitorias e um %save de .921. Seth Jones principal defensor da equipe, contribuindo muito com assistências durante a partida, foram 41 na ultima temporada e no ataque o russo que esta no  último ano de contrato, Artemi Panarin, que  liderou a equipe com 82 pontos na temporada.

Alguns nomes para se observar na temporada, o center de 20 anos draftado em 16o Pierre-Luc Dubois, e a escolha de primeira rodada da franquia em 2018 o Center Liam Foudy.

New Jersey Devils

new-jersey-devils-logo-060215-ftrjpg_rccj7q5db7b21tmj205ssx65zA grande surpresa positiva da divisão na temporada passada, mostrando como se faz um rebuild e ainda apresenta bons resultados no gelo, foi a última a se classificar para os playoffs e não chegou a muito longe, porém foi além do esperado por muitos de seus torcedores. Novamente a equipe pode sonhar alto, podendo chegar a quem sabe uma final de divisão.

Com relação a caras novas na equipe, sem muito alarde, chegam os defensores Egor Yakovlevv e Eric Gryba, nada muito promissor em melhoria para a equipe.

Os líderes na temporada passada da equipe foram o surpreendente goleiro Keith Kinkaid com 26 vitórias e 2,77 gols sofridos por jogo. O jovem e excelente defensor Will Butcher com 44 pontos e o excelente Left Wing  Taylor Hall que contribuiu com 97 pontos na temporada, para 2018/2019 espera-se que chegue na casa dos 100 pontos.

A se falar em observar apenas um jogador em especial é covardia, quando se fala em uma franquia com tantos jovem bons atletas, destaco o Nico Hischier draftado em 2017 e o defensor de primeira rodada em 2018 Ty Smith.

 

New York Islanders

new_york_islanders_logo7Grande pesadelos devem pairar sobre a franquia, vinda de uma temporada no qual foi a penúltima colocada na sua divisão, a inter temporada não ajudou muito, sua grande estrela, o center Tavares, simplesmente dizendo adeus e foi para o Canadá ganhar alguns milhões jogando pelo Mapple Leafs. Mais uma vez não se deve conseguir uma grande temporada, hora de pensar em uma boa reestruturação a longo prazo.

Chegaram um pacote de 6 atletas, com destaque, que não pode ser considerado um grande destaque que é o goleiro Robin Lehner, que atuou pelo Sabres na temporada passada e obteve 13 vitorias.

Na temporada passada os destaques da equipe foram o goleiro Thomas Greiss com apenas 13 vitorias e sofrível %save de .892, talvez por isso a vinda do Lehner. O defensor Nick Leddy é a grande estrela da defesa contribuindo também ofensivamente e com a saída de Tavares, a grande estrela da equipe agora é o jovem Mathew Barzal, que na temporada passada obteve 85 pontos e nesta deve assumir o posto de principal estrela da franquia.

Além do Barzal devemos ficar de olho em Noah Dobson, defensor de 18 anos e o Oliver Wahlstrom, right Wing de 18 anos, ambos draftados na primeira rodada de 2018.

New York Rangers

New_York_Rangers_Logo.svgPior equipe da divisão na última temporada, fez um incrível rebuild, no qual acumulou varias picks do draft e pode tentar nos surpreender com uma provável chegada aos playoffs, algo que não será fácil por ser uma equipe jovem ainda, mas possível um goleiro que poderá instruir bem os jovens, o interminável Lundqvist.

Com nenhuma chegada que mereça ser citada, a equipe se ampara em seus líderes da temporada passada, que são o experiente goleiro Henrik Lundqvist, de 36 anos e que obteve 26 vitórias na sofrida temporada, o defensor de destaque é o jovem de 24 anos Brady Skjei e o principal nome da equipe é o Rght Wing Mats Zuccarello que obteve 53 pontos..

Alguns jovem podem obter destaque, como o jovem goleiro e possível sucessor do Lundqvist, Igor Shestyorkin de 22 anos, o russo Vitali Kravtsov draftado na primeira rodada de 2018 e os centers draftados em 2017 Filip Chytil e Lias Andersson, ambos na primeira rodada.

 

Philadelphia Flyers

1200px-Philadelphia_Flyers.svgTerceira colocada na última temporada dentro da divisão, mais uma vez promete ir bem na temporada regular, apresenta uma boa base, formada com grandes jogadores que fazem a diferença, mesclado com jovens em crescente.

A começar pelo goleiro Brian Elliott que teve uma temporada acima da média, o qual, mesmo com uma lesão e alguns jogos afastado obteve 23 vitórias. O principal defensor da equipe é o Shayne Gostisbehere, que obteve a excelente marca de 65 pontos na temporada passada e o grande capitão e maestro da equipe é o Center Claude Giroux, que chegou a 102 pontos em 2017/18.

As duas principais chegadas  para a equipe são o Left Wing James Van Riedmsdyk, grande jogador que atuou no Mapple Leafs e vem para aumentar ainda mais o poder de fogo da equipe e o Defensor Christian Folin, que vem mais para compor e jogar no terceiro par de defensores.

Os jogadores para se ficar de olho é o já badalado e veterano Simmons e os jovens Ivan Provorovr e os centers Nolan Patrick e Morgan Frost.

 

Pittsburgh Penguins

1200px-Pittsburgh_Penguins_logo_(2016).svgEliminado pelo campeão Capitals, a equipe vem mais uma vez forte na luta pela Stanley Cup, com algumas adições a seu esquadrão a fim de suprir algumas áreas na qual se pecou muito. Crosby e companhia vem forte em busca do sexto titulo.

A equipe foi cirúrgica com relação às adições na free agency, vieram o defensor Jack Johnson, o qual sou meio contrário pelo contrato que foi dado, porém se jogar o que se espera o veterano vem para dar mais solidez pra defesa. A volta do grande veterano Matt Cullen vem para acabar com as falhas do penalty Kill, calcanhar de aquiles da equipe comandada pelo Sullivan na temporada passada. Derek Grant e Jimmy Hayes chegam mais para compor.

A liderança da equipe é encabeçada pelo goleiro Matt Murray de apenas 24 anos e que substitui a altura o grande Fleury, a defesa tem como principal nome o homem de vidro Kris Letang, veterano de 31 anos que é mais uma enfermaria ambulante, mas que saudável traz solidez pra defesa. No lado ofensivo, é um crime destacar apenas um jogador, mas neste caso fica o líder em pontos da última temporada, o melhor russo da liga, Evgeni Malkin, o center obteve 98 pontos, das quais 56 vieram de assistências. Podemos citar o capitão Sidney Crosby, considerado o melhor jogador da atualidade e o grande Phil Kessel, deentre outros, é o grande esquadrão da divisão e quem sabe até mesmo da conferência.

Alguns jovens que vem se mostrando bem capazes de chegar impactando na equipe principal, encabeçados por Daniel Sprong, que vem jogando muito bem na liga de desenvolvimento AHL, porém na NHL não consegue se consolidar. Calen Addison e Filip Hallaner devem subir no decorrer da temporada e a grande surpresa inicial da pré-temporada é o jovem defensor Juuso Rikkola, que muitos não conheciam e que deve ficar na equipe principal devido suas atuações sólidas nesta etapa de preparação.

Washington Capitals

1200px-Washington_Capitals.svgQuem diria, o Ovie enfim conseguiu se sagrar campeão, porém não deverá ocorrer novamente nesta temporada, o que é quase certo é a classificação aos playoffs e o encontrou com o Penguins nas eliminatórias. Grande candidato ao President’s Trouphy, no qual é especialista na conquista, tendo o maior número de pontos na temporada regular, o capitals deverá sentir a única e grande mudança na equipe, que é a saída do seu treinador Barry Trotz, que após a conquista da Stanley Cup, procurou um reconhecimento maior pelo seu trabalho, entende-se dinheiro e recebeu um não da direção da equipe, acabando assim a sua longa passagem no comando da franquia.

A equipe é liderada pelo grande goleiro e que espantou a fama de amarelão nos playoffs Braden Holtby, que na temporada regular foi apenas mediano com 34 vitorias e um %save de .907. Na defesa o destaque vai para o John Carlson, defensor de primeira linha que contribuiu bastante ofensivamente com 68 pontos no total, e comandando a equipe o capitão e sniper Alex Ovechkin, o left wing de 32 anos é o principal nome da equipe e segundo melhor russo da liga, contribuiu com 87 pontos, sendo 49 gols vindos de seus disparos mortais.

A se observar nesta temporada o grande Kuznetsov deve apresentar uma ótima temporada, o contestado por muitos, mas um excelente jogador nas periferias TJ Oshie, além do escolha de primeira rodada que pode aparecer na equipe o defensor Alexander Alexeyev.

Este foi um apanhado da metropolitana e que venha a nossa temporada regular, com o Penguins rumo ao titulo novamente, O Inverno Esta Chegando, depois de um longo e tenebroso verão.

 

A serie de previews da NHL é um oferecimento do blog MAJOR SPORTS aos seus leitores e foi escrita por @RodrigoSilvaJr e Vitor @chaveatle Silva.

 

 

NHL Preview – Divisão Central

Uma divisão com sete equipes com chances reais de pós-temporada para 2019. Com destaques para o atual campeão da Central (Predators), um St. Louis reforçado, um Jets com sua base mantida e um Dallas segurando seu melhor jogador, será uma briga interessante.

Chicago Blackhawks

1200px-Chicago_Blackhawks_logo.svgResumo de 2018 – A base era a mesma dos anos dourados desta década, mas que ficou muito abaixo do esperado. Nunca brigou de fato pela classificação a pós-temporada e conseguiu ser eliminado ainda na temporada regular pela primeira vez na era do Coach Q, Joel Quenneville. Campanha: 33-39-10 (76 pontos – último colocado da divisão).

Patrick Kane (76 pontos) liderou o time no ataque e junto com Alex DeBrincat, foram os melhores nomes de um time que sofreu uma baixa enorme ao começar o ano sem Marian Hossa. O capitão Jonathan Toews fez cosplay de cone e a perda de Artemi Panarin fez muita falta.

Na defesa, pouco brilho. Duncan Keith e Brent Seabrook foram irreconhecíveis. E no gol, Corey Crawford perdeu mais da metade da temporada também por lesão. Fazendo com que Chicago recorresse até para nomes bastante inusitados que tiveram seu dia protegendo o gol dos Blackhawks.

Contratação mais importante – Preso nos contratos longos, Chicago não foi muito para as compras. A contratação mais importante vem para reforçar o setor mais carente: a defesa. Trata-se de Brandon Manning, que estava nos Flyers. Em 65 partidas, anotou 19 pontos (7 gols e 12 assistências) e chega no auge da carreira (28 anos).

Perda mais sentida – Na free agency não houveram perdas alarmantes, então ficará o agradecimento a Michael Chaput, Adam Clendening e Anthony Duclair pelos serviços prestados.

Prospecto a ser observado – Com uma Farm intermediária (sim, no hóquei também é desse jeito), Chicago não tem tantos nomes para um futuro a longo prazo. O destaque aqui vai para o RW Dylan Sikura. Nos últimos dois anos de college, anotou 111 pontos e quando subiu para os cinco jogos finais da temporada, deixou três assistências.

Para ficar de olho – Em um ano de baixa, cresceu o nome de Alex DeBrincat. Jogador de apenas 20 anos, o RW em sua primeira temporada completa na NHL, fez 52 pontos (28 gols e 24 assistências) sendo inclusive um dos líderes em hat-tricks da liga em todo o ano (3). Promessa de maior evolução para 2019.

Expectativa para a temporada – Briga por playoffs (nunca pode menosprezar os Blackhawks)

 

Colorado Avalanche

1200px-Colorado_Avalanche_logo.svgResumo de 2018 – Um time jovem, uma base em que poucos acreditavam que poderia dar certo, e deu. Colorado não só surpreendeu a todos com as 10 vitórias seguidas como também voltou aos playoffs depois de quatro anos ausente (a segunda ida na década). Campanha: 43-30-9 (95 pontos – 4º colocado da divisão).

Os 4-2 sofridos para Nashville na primeira rodada dos playoffs foi um resultado normal, dentro das circunstâncias. Destaques para o gol, com Jonathan Bernier e Seymon Varlamov fazendo temporadas muito boas.

Outro fato curioso é os cinco melhores pontuadores do time das montanhas terem 26 anos ou menos: Nathan MacKinnon (22 anos – 97 pontos), Mikko Rantanen (21 anos – 84 pontos), Gabriel Landeskog (principal nome dos Av’s: 25 anos – 62 pontos), Tyson Barrie (26 anos – 57 pontos) e Alexander Kerfoot (23 anos – 43 pontos).

Contratação mais importante – Colorado aproveitou da boa fase e atacou a FA (8º que mais gastou – cerca de U$ 21 milhões). A principal aquisição é o defensor Ian Cole, bicampeão com os Penguins e que estava no Columbus Blue Jackets.

Perda mais sentida – Como nem tudo são flores, os Av’s perderam o goleiro Jonathan Bernier para o Detroit Red Wings. A renovação de Joe Cannata não deixou o time na mão, mas depois de um bom 2018, Bernier fará falta.

Prospecto a ser observado – Um dos 20 melhores prospectos da NHL, o defensor Cale Makar é tido como uma jóia da farm de Colorado. Quarta escolha do draft de 2017, fez um bom ano na NCAA e foi campeão sub-20 pelo Canadá no último mundial.

Para ficar de olho – Um dos elencos mais jovens da liga com talento para mais uma forte temporada. Os Av’s só tem um jogador com 30 anos no elenco todo (Varlamov) e uma molecada que pode aprontar. Olho neles, que com certeza farão ótimas atuações na temporada.

Expectativa para a temporada – Briga por playoffs (depois de um forte 2018, olho nesse time)

 

Dallas Stars

dallas-stars-new-logo-2014.0Resumo de 2018 – Um time que encaixou durante o ano e que sempre esteve na briga para se classificar, capitaneado por Tyler Seguin. Uma queda brusca de rendimento na reta final transformou o que parecia certo em um melancólico final, ficando de fora dos oito classificados. Campanha: 42-32-8 (92 pontos – 6º colocado da divisão).

Passado a temporada 2016-17, Jamie Benn liderou o time em pontos (79) e além dele só Seguin (78) e Alexander Radulov (72) passaram dos 70 pelo time texano. A mudança no comando técnico (esse time pode render mais do que isso) já começou ainda na temporada passada, com Jim Montgomery assumindo como técnico.

Outro fato interessante da campanha dos Stars é de que o time terminou com certo equilíbrio nas estatísticas de gols, sendo o melhor ataque dos times que ficaram de fora dos playoffs (235 gols – empatados com os Ducks) e com a sexta melhor defesa (225 gols sofridos), a frente de Golden Knights, Sharks, Wild e Avalanche (todos esses classificados).

Contratação mais importante – Dallas teve mais perdas do que contratações na última janela. Gastando apenas U$ 9 milhões, mais da metade foi investido no goleiro Anton Khudobin, ex-Boston Bruins. Tendência é que seja o segundo goleiro, já que Ben Bishop segue como #1.

Perda mais sentida – Autor de 17 pontos na última campanha de Dallas, o LW Antonie Russell assinou com o Vancouver Canucks na última FA por 4 anos. Dos nomes que saíram, era o de maior relevância para o time texano.

Prospecto a ser observado – Pensando em promoção rápida, o destaque vai para o defensor Kevin Bayreuther, que joga na AHL. Vem de boa evolução em seu segundo ano por lá (32 pontos, +11 plus/minus) e tem boas chances de pintar na rotação da boa defesa do verdão de Dallas.

Para ficar de olho – Na semana em que este texto está sendo escrito, saiu a renovação de contrato de Tyler Seguin com os Stars (U$ 78,8 milhões por 8 temporadas), se tornando o mais bem pago da equipe. Que comecem as teorias da conspiração de que ‘vai sentar no dinheiro’.

Expectativa para a temporada – Briga por playoffs (a base é boa e se o ataque der liga, vai brigar por uma das vagas, nem que seja pelo wild card)

Minnesota Wild

1200px-Minnesota_Wild.svgResumo de 2018 – O início foi oscilante, mas só ficou por lá a desconfiança. Pela sexta vez seguida, o time da terra do hóquei americano chegou a pós-temporada, mas pela terceira vez não avançou para a segunda rodada dos playoffs, ficando pelo caminho contra os Jets em cinco jogos. Campanha: 45-26-11 (101 pontos – 3º colocado na divisão).

A sorte poderia ter sido melhor correspondida, não fossem as lesões sofridas durante o ano. E de peças importantes como Zach Parise e Nino Niederreiter. A base do time pode não ser das mais chamativas para a NHL, mas é eficiente. Do time, o líder em pontos foi o C Eric Staal, com apenas 76 pontos (único de Minnesota com mais de 70 pontos no ano).

Mesmo abaixo do que pode apresentar, Devan Dubnyk terminou o ano muito bem. 91,8% dos tiros defendidos, 35 vitórias e 5 shutouts (quando o time adversário termina sem marcar gols durante o jogo). Um dos pilares do sucesso do Wild na temporada regular.

Contratação mais importante – Minnesota foi mais um que ficou ‘na miúda’. Mais renovou o vínculo com suas peças do que buscou soluções no mercado. A contratação mais chamativa foi a do RW J.T. Brown, que terminou a última temporada nos Ducks. Com tantas lesões, é sempre bom reforçar o setor.

Perda mais sentida – E se a busca foi pouca, as perdas nem foram tão sentidas. O nome mais conhecido da leva é o de Tyler Ennis (não o armador da NBA), que foi para o Los Angeles Kings.

Prospecto a ser observado – Minnesota tem um dos jogadores mais promissores em sua farm. Se trata do LW/RW Kirill Kaprozov, que joga na KHL (liga russa). Aos 21 anos, terminou a temporada com 40 pontos atuando pelo CSKA Moscow. Vale a pena ficar atento neste jogador.

Para ficar de olho – Espere a mesma luta do Wild. Um time que todo mundo sabe como estará (pouco mudou) e na briga de chegar a sua sétima classificação seguida. O trabalho do técnico Bruce Bordereau (que vai para a sua terceira temporada) merece ser lembrado.

Expectativa para a temporada – Briga por playoffs (eficiência sempre. Nunca é bom colocar o Wild como carta fora do baralho)

 

Nashville Predators

1200px-Nashville_Predators_Logo_(2011).svgResumo de 2018 – Finalista no ano anterior, Nashville manteve o mesmo nível. Não só venceu a divisão como levou o Troféu dos Presidentes, dado melhor classificado (no geral) da temporada regular. Nos playoffs, acabou sendo surpreendido com a eliminação em casa para o Winnipeg Jets na segunda rodada. Campanha: 53-18-11 (117 pontos – campeão da divisão).

O sucesso do time da terra do Elvis se reflete sempre na sua defesa. Se tem um nome que pode até ser considerado como o melhor de toda a história dos Preds, atende por Pekka Rinne. Foram 59 vitórias e 8 shutouts na campanha de 2018 para o camisa #35 (idade igual ao número de sua camisa), que culminou no Vezina Trophy, dado para o melhor goleiro da temporada.

No ataque, o líder do time em pontos sequer jogou todas as partidas (67) e mesmo assim ninguém o passou: Filip Forsberg (64 pontos). Para um contexto geral, o jogador de mais pontos que aparece como melhor pontuador de Nashville é o defensor P.K. Subban (82 jogos, 59 pontos). Mostrando a NHL que sim, é possível ter um time eficiente sendo apenas cirúrgico. Mas que fez falta quando mais precisou.

Contratação mais importante – Como defesa é o que há nos Predators, a principal contratação do time foi um defensor. Dan Hamhuis, que estava no Dallas Stars, reforça a defesa dos Predators, no alto dos seus 35 anos de idade.

Perda mais sentida – Entra um defensor, sai outro defensor. Como a base foi mantida e muitas renovações foram feitas, John Ramage e Mark McNeil resolveram buscar espaço em outras equipes (Devils e Bruins, respectivamente).

Prospecto a ser observado – E como se defesa fosse o forte no time principal, entre os prospectos o melhor é… defensor! Alexander Carrier, canadense que já atuou na NHL. Chegou a atuar no time principal em 2016, mas sem muito brilho. Voltou para o Milwaukee Admirals e vem evoluindo. Tem apenas 21 anos e será uma peças da renovação das linhas defensivas no futuro.

Para ficar de olho – Pekka Rinne pode ser considerado o melhor goleiro da NHL por tudo o que faz com a camisa dos Preds. E de goleiro, o time está bem servido. Juuse Saros, de 23 anos, ganhou espaço e uma renovação merecida na última FA. O gol está em ótimas mãos e pés com essa dupla.

Expectativa para a temporada – Briga pela Stanley Cup (provou que pode chegar, mas precisa dizimar seus traumas)

 

St. Louis Blues

1200px-St._Louis_Blues_logo.svgResumo de 2018 – Começou com tudo, com até a pinta de ‘pode entregar a taça’ (em novembro). Mas vieram as lesões e a confiança foi diminuindo. Mesmo assim, chegou até a última semana e precisava só de si para se classificar, mas acabou eliminado ainda na temporada regular, frustrando sua torcida. Campanha: 44-32-6 (94 pontos – 5º colocado na divisão).

Foi a quebra de uma sequência de 5 temporadas seguidas se classificando para a pós-temporada. E o primeiro ano completo de Mike Yeo como técnico não pode ser ignorado. As peças, principalmente Vladimir Tarasenko (66 pontos), ficaram devendo para o time do Missouri, que fechou a temporada com o sétimo pior ataque da NHL (226 gols).

Se o ataque decepcionou, a defesa foi o oposto. Além de ser a sexta menos vazada (222 gols sofridos), ainda conseguiu lançar um garoto promissor que fez falta na pindaíba da equipe: Joel Edmundsson. Ao lado de Alex Pietrangelo, fez valer a máxima de uma defesa eficiente.

Contratação mais importante – E o reforço veio para o setor mais carente: Tyler Bozak. O ex-Maple Leafs chega para dar mais suporte ao ataque de STL. Na temporada passada foram 43 pontos para o C em Toronto. Promessa de muita força ofensiva.

Perda mais sentida – No gol, Catter Hutton (que foi melhor que Jake Allen na última temporada) optou por defender o gol do Buffalo Sabres para este ano. Se Jake Allen continuar com as suas oscilações, vão lembrar do antigo goleiro com frequência.

Prospecto a ser observado – Com muitos jogadores nas ligas do leste europeu, muitos nomes passam despercebidos. O destaque vai para o C Robert Thomas, campeão sub-20 com o Canadá, da AHL e bicampeão da OHL. O jogador de apenas 19 anos empolga bastante, a ponto de ser cogitado a jogar na primeira linha! Olha o nível da hype em cima dele.

Para ficar de olho – STL não demorou para agir e fez uma grande troca trazendo Ryan O’Reily junto ao Buffalo Sabres. Com o novo C e um poderio de ataque mais forte que o do ano passado, promessa de um Blues mais cascudo para 2019.

Expectativa para a temporada – Briga por título de conferência (com tantas contratações e talento de sobra, pode chegar)

 

Winnipeg Jets

1200px-Winnipeg_Jets_Logo.svgResumo de 2018 – A surpresa ‘fora do radar’. O melhor Jets da história da jovem franquia (que completará 20 anos nesta temporada), além de terminar com sua melhor pontuação, conseguiu alcançar a decisão do Oeste contra outra equipe surpreendente (Vegas) após passar por Wild e Predators. O 4-1 foi ruim de digerir, mas o time é digno de aplausos. Campanha: 52-20-10 (114 pontos – 2º colocado na divisão).

Time que mostrou que havia vida sem Evander Kane. Com um Blake Wheeler liderando a equipe chegando perto dos 100 pontos (97) e de um Patrik Laine, garoto de apenas 19 anos, sendo o segundo da lista, colocando o seu nome entre os melhores atacantes da NHL (70 pontos).

No gol, outra afirmação que merece sua justa menção: Connor Hellebuyck. Se firmou como um dos melhores da posição em 2018, tanto que ganhou uma renovação de contrato para seguir em Winnipeg. Um talento que ganhará seu devido holofote para este ano.

Contratação mais importante – Se chegar a este ponto do texto e escrever que Winnipeg só renovou contratos de quem poderia e não fez nenhuma contratação sequer mediana. Os Jets apostaram na base, mas nem todos ficaram porque…

Perda mais sentida – …um dos ótimos nomes do sucesso dos Jets, Paul Stastny, fechou com o atual vice-campeão, Las Vegas Golden Knights. Nem tudo era como se esperava, mas com a base 90% mantida, isso pode passar batido.

Prospecto a ser observado – Na falta de C, um jogador está crescendo e pedindo passagem para compor este ataque. Se trata de Austin Wong. Hoje na AJHL, vem de boa evolução nos pontos (20 em 2017, 54 em 2018), porém na disciplina… (235 PIM em 2018).

Para ficar de olho – A base é (quase) a mesma, mas mostrou do que é capaz de fazer. Winnipeg evoluiu e não é mais o saco de pancadas de anos anteriores. Um dos times mais equilibrados nas duas frentes do último campeonato, pode aprontar e surpreender. Bala na agulha tem para tal.

Expectativa para a temporada – Briga por final de conferência (base um ano mais experiente e promessa de continuar competindo em alto nível)

 

A serie de previews da NHL é um oferecimento do blog MAJOR SPORTS aos seus leitores e foi escrita por @RodrigoSilvaJr e Vitor @chaveatle Silva.

Fantasia No Ar – Especial NHL 2018/19

Amigos viciados em Fantasy. Chegou a hora de colocar fogo no gelo! Texto dedicado ao fantasy da NHL. Embora não seja o mais chamativo da Big 4, se engana quem acredita que não tenha emoção. É um dos fantasies mais complicados, pois envolvem algumas variáveis do jogo com algumas stats derrubando sem piedade, desde os mais experientes até os calouros da área.

Chega de enrolação. Hora de passar as dicas para os aventureiros do Himalaia! Simbora:

 

Como se dar bem no draft

NHL1O fantasy do gelo tem suas peculiaridades. As ligas variam de acordo com o que a banda (ou LM) toca no seu campeonato. Falo por experiência própria: joguei ligas ‘completas’ (4 linhas ofensivas e 3 defensivas) como também participei de campeonatos com elencos ‘enxutos’ (2 linhas de ambos os quesitos).

Conforme a liga é enxuta, sempre sobrarão jogadores conhecidos ou talentos que brotam do nada que rendem até mais que os de renome. Se a liga for grande e tem muitos viciados (abraços a galera do Loucos pela NHL – rumo ao bicampeonato), fazer um draft preciso e ser cirúrgico na free agency é fundamental.

Como na NFL, existem algumas linhas estratégicas a serem seguidas. Novamente digo por mim: garanta o jogador mais talentoso possível na primeira rodada! Ele será sua válvula de escape caso seus atletas não tenham uma produção desejável. Caso opte por escolher um goleiro primeiro, fique atento ao time em que ele joga, se sua defesa é confiável como um todo e se possui uma porcentagem de defesa respeitável (acima de 91% é o ideal).

 

Passado isso, fica a seu critério (seguem algumas dicas para as três primeiras rodadas):

– Skater/Goalie/Goalie

É a que uso em particular (se possível). Um jogador mega talentoso que puxe a pontuação do seu time (McDavid, Crosby, Kane…) e dois goleiros de ótimo nível (Rinne + Fleury) é uma espinha dorsal que seu time pode ficar bem servido;

– Skater/Goalie/Skater
É a mais tradicional e outra que considero usar dependendo da situação do draft. Garantir um top skater e um goalie como sua base e gastar em outro jogador de linha que puxa bastante pontuação (um Auston Matthews ou Taylor Hall). Caso não queira ousar no seu draft, aqui seria o ‘puck de segurança’;

– Skater/Skater/Goalie
Arriscar dois talentos e garantir um goleiro que não é do primeiro escalão, mas segura as pontas por exemplo (Varlamov). Seu ataque irá pontuar muito, em compensação a defesa pode comprometer um pouco;

– Goalie/Skater/Skater
Essa é mais para os late rounds. Goleiro dificilmente sai antes de uma eventual sexta escolha (gastar antes disso é loucura), então as chances de garantir um de calibre excelente é enorme. Em compensação, garimpe os melhores skaters possíveis para os rounds seguintes

– Goalie/Goalie/Skater

Aqui é nível hardcore ou se você é fã de goleiros como nosso insider Rodrigo Silva. Dois goleiros de alto nível garantirá sua segurança defensiva. Porém, seu ataque ficará precário. Em caso de sobrar nomes fora do radar (Forsberg, Courtier, Eichel…), pode ser válida a tentativa. Ou trocar um dos guarda-redes em busca de melhores skaters (se for bom de lábia nas trades – alô, Chef!).

 

Goleiro é bom, mas skater…

NHL2Por que tamanho foco no goleiro? É a posição mais ingrata do hóquei (como é o pitcher no beisebol), mas com um agravante: são 31 goleiros titulares e nem todos são de confiança! (Coloque na balança os reservas destes goleiros, por exemplo). Por isso, assegurar nem que seja um dos times contenders precisa ser sua prioridade até a terceira rodada, no mínimo.

Os goleiros têm uma tendência a pontuar bem. Em ligas por pontos por exemplo (citando a liga do Loucos pela NHL, da qual participo há duas temporadas), 5 goleiros passaram dos 300 pontos. Na imagem selecionada (o top 15 dos goleiros), a média de pontuação é de 273,7 pontos. A linha de corte chega perto do ‘meio termo’.

DRAFT

Já nos skaters, onde o volume é maior por ter muitos jogadores de linha, a média costuma ser proporcional às inúmeras stats válidas. Com o principal pontuador passando dos 400 pontos e outros dois alcançando o mesmo patamar, a média dos 15 melhores separa bem a turma (378,1 pontos). Ou seja, não dê nenhum passo desse nível ou seja cego a esse ponto. Saiba bem o que irá fazer.

DRAFT2

 

As stats ‘malditas’

NHL3Quem acompanha hóquei há algum tempo conhece duas estatísticas que em fantasy adoram derrubar os times: o plus/minus e o PIM (penalties in minutes).

O primeiro funciona da seguinte forma: se o time A marcou um gol contra o time B, todos os jogadores de linha do time A que estavam no gelo no momento do gol ficam momentaneamente com +1. E do time B, na mesma situação, ficam com -1. Só contará para os jogadores ‘presentes’ na hora do segundo momento máximo deste esporte (o primeiro é a porrada).

Isso pode influenciar de maneira positiva. Exemplo: escolha um defensor de um time com uma linha ofensiva que produza enquanto ele está no gelo. Ele ganhará ponto, pelo menos, por estar na hora do gol. Caso participe com assistência, é uma pontuação a mais para o mesmo.

E pode acontecer da forma contrária. Um defensor de uma linha que não produz na frente e é castigada defensivamente. Começa a negativar e quando recupera é mais com o intuito (no game) de compensação.

Os defensores acabam sendo os mais castigados dessa forma. Erik Karlsson, por exemplo, teve 53 assistências com os Senators, mas plus/minus -25. Um custo benefício que poderia ser melhor não fosse a fase ruim do seu time.

O líder em plus/minus foi William Karlsson, dos Golden Knights. Pontuou um pouco abaixo da média, mas teve uma produção de 4,6 pontos por jogo. Poucos tiveram algo semelhante ou acima disto.

Já o PIM pode ser o fiel da balança para os dois lados. Em liga por stats, funciona como tem que funcionar (ganha o time com menos tempo de penalidade na semana). Já em liga por pontos, pode funcionar até como ‘benefício’.

Imagine você que viu seu jogador no fantasy ir para o box penalty por qualquer infração que seja. Se isso contar como positivo, por exemplo, sua escolha #1 não será Connor McDavid ou Sidney Crosby: será Nazem Kadri.

Tomem cuidado e a não ser que sua liga seja com pontuações duvidosas, coloque isso na balança antes de selecionar um jogador propenso a ‘deixar na mão’. Só em casos da produção no gelo cobrir a indisciplina, o que geralmente não é comum no hóquei.

 

Não Esquente a Cabeça

NHL4Defensor é uma das posições onde o foco é atrapalhar o ataque rival e impedir que os tiros cheguem ao seu gol. São poucos aqueles que chegam a pontuar muito bem. O líder em pontuação foi Victor Hedman, do Lightning. Uma média baixa para jogadores da posição (os 15 primeiros – 219,4 pontos), tanto que defensores não costumam aparecer tanto nos drafts em ligas por pontos.

DRAFT3

Neste caso, assegure os mais confiáveis e que façam de tudo um pouco no gelo (seja ajudando no ataque ou se sacrificando pelo time). Já em ligas por stats, fique atento a aquelas que são consideradas em sua liga. Pode parecer pouco, mas hit e block shot é crucial. Nem tudo no gelo é só saber fazer gol. Evitá-los também tem a sua recompensa.

A dica que dou é: saiba bem quando gastar sua escolha em um defenseman. Guarde para as rodadas intermediárias e foque nos jogadores de ataque. Só não deixe muito para depois, caso contrário não sobram tantas boas opções para o setor.

 

ESPN x Yahoo – Diferenças de um para o outro

Aqui é para aqueles que procuram criar uma liga de hóquei nas plataformas mais conhecidas do público desta área. Antes de começar, já digo: nunca joguei pela NHL.com, então não me sinto no direito de argumentar por lá. Falarei das quais participo de ligas desde 2016/17 (quando comecei).

Vamos lá, para quem joga Yahoo tenha ciência: ela não oferece uma abordagem grande para ligas por pontos. Por exemplo: bônus para hat-trick, por exemplo, não aparecem na liga nem como opção de acréscimo. Seria uma resolução mais ‘crua’ de como é levado o jogo para os skaters.

DRAFT4

No caso dos goleiros, segue o padrão com a premiação para os shutouts (partidas completas sem sofrer gols). Se para um tem, por que os outros não? Ajuda nós, Yahoo!

DRAFT5

No caso da ESPN, os stats contáveis para o jogo se expandem um pouco mais. Bônus para hat-tricks, shifts, faceoffs e até pontos para jogadores de defesa podem ser incluídos na sua liga. No gol, comparado com o Yahoo, apenas Overtime Loss (derrota na prorrogação) e gol em situação de ‘Empty Net’, são atributos a serem considerados.

DRAFT6

DRAFT7

Nas ligas por stats, segue o mesmo padrão para ambos. A ESPN acaba oferecendo mais campos para serem avaliados. Entre eles, estão:

  • Faceoffs (won or lost)
  • Shifts
  • Time on Ice
  • Average Time on Ice
  • Hat-Tricks
  • DEF Points
  • Special Teams Gols, Assists e/ou Points
  • Empty Net Goals Allowed Against
  • Overtime Losses
  • Goalie Winning Percentage

Ambos oferecem uma coisa em comum, que pode ser considerado nas ligas (onde gera repercussão e discussões) é a quantidade de starts por goleiro na rodada. Pode ser reduzido a 2, 3… Ou não ter limite algum. Fica a critério do LM (joguei ambas os estilos e não vejo diferença, exceto se sua liga ser pró-goleiro).

E para quem joga pela ESPN, tanto o da NHL quanto o da NBA passarão por uma repaginada no seu design para essa temporada. Para 2019, MLB e NFL devem passar pela mesma mudança. Um adendo a mais.

 

Sleepers pré-Draft

 NHL5Aqui é a hora de ajudar na briga. Como nas prévias e especiais de MLB e NFL, segue a lista de um jogador por equipe para ser observado, se não no draft, em uma eventual Free Agency antes do início da temporada:

  • Anaheim Ducks: Josh Manson (D)
  • Arizona Coyotes: Vinnie Hinostroza (C/LW)
  • Boston Bruins: Charlie McAvoy (D)
  • Buffalo Sabres: Rasmus Dahlin (D)
  • Carolina Hurricanes: Andrei Svechnikov (RW)
  • Calgary Flames: James Neal (LW/RW)
  • Chicago Blackhawks: Nick Schmaltz (C/LW)
  • Colorado Avalanche: Semyon Varlamov (G)
  • Columbus Blue Jackets: Oliver Bjorkstrand (LW/RW)
  • Dallas Stars: Miro Heiskanen (D)
  • Detroit Red Wings: Dylan Larkin (C)
  • Edmonton Oilers: Ty Rattie (RW)
  • Florida Panthers: Mike Hoffman (LW)
  • Las Vegas Golden Knights: Shea Theodore (D)
  • Los Angeles Kings: Tyler Toffoli (RW)
  • Minnesota Wild: Nino Niederreiter (RW)
  • Montreal Canadiens: Brendan Gallagher (RW)
  • New Jersey Devils: Will Butcher (D)
  • Nashville Predators: Kevin Fiala (C/LW)
  • New York Islanders: Josh Bailey (LW/RW)
  • New York Rangers: Pavel Buchnevich (LW/RW)
  • Ottawa Senators: Brady Tkachuk (LW)
  • Philadelphia Flyers: Nolan Patrick (C)
  • Pittsburgh Penguins: Jake Guentzel (LW)
  • San Jose Sharks: Timo Meier (RW)
  • Louis Blues: Robert Thomas (C)
  • Tampa Bay Lightning: Mikhail Sergachev (D)
  • Toronto Maple Leafs: Patrick Marleau (LW)
  • Vancouver Canucks: Elias Pettersson (C)
  • Washington Capitals: Matt Niskanen (D)
  • Winnipeg Jets: Tyler Myers (D)

Isso aí galera, esse foi mais um especial da casa dos Fantasy Games no Brasil, Major Sports Blog contribuindo para o bem da brincadeira. Have a Great Season, folks!

 

Fique ligado que a partir de sábado tem PRÉVIAS das divisões da NHL e caso vocês não saibam, nosso sagaz Vitor @chaveatle Silva é adepto da técnica de deixar a calculadora no freezer, pra se aclimatar com os stats gelados da NHL, técnia esta preconizada pelo @rodrigosilvajr na última temporada, confira abaixo. Essas feras escrevem para o blog MAJOR SPORTS.

calculadora

NHL – FINAIS DE CONFERÊNCIA

Chegamos as finais de conferencia da NHL, no qual algumas surpresas se mostram presentes, como é o caso do Vegas Golden Knights e do Winnipeg Jets que fazem a final do Oeste e o até então azarado Washington Capitals que enfim conseguiu eliminar o Pittsburgh Penguins na segunda rodada dos playoffs e agora está tentando assegurar uma vaga na Stanley Cup contra o Tampa Bay Lightinning.

veg

                Vamos começar falando dos surpreendentes Knights e Jets, começando pelo LAS VEGAS GOLDEN KNIGHTS, um time formado por renegados que em sua temporada de estréia vem conseguindo algo talvez inimaginável no inicio da temporada. Vegas vem apresentando um estilo de jogo que agrada pela sua defesa bem postada no gelo e um ataque mortal, tudo isso amparado pelo grande goleiro Marc-Andre Fleury, que vem fazendo um playoff digno do Connor Smith(MVP), apesar de ter sofrido no primeiro jogo da serie contra o jovem e mortal ataque do Jets, ataque este que vem sendo liderado pelo já excepcional Mark Scheifele que chegou à marca de 2 ou mais pontos por jogo em 8 jogos dos 13 disputados neste playoffs, , se juntando a nomes como Sidney Crosby, Wayne Gretzky e Paul Coffey.

                Falando um pouco do primeiro jogo, observamos que em sua maior parte o Jets dominou amplamente a equipe de Vegas, conseguindo 3 gols bem no inicio, com isso, passou a jogar mais relaxado e Vegas parece ter sentindo o impacto (primeira vez que começa uma serie de playoffs fora de casa), não conseguiu se impor no gelo, o que veio a acontecer somente no terceiro período, mas neste momento já era muito tarde para conseguir uma reação. Com isso o Jets abrem 1-0 na série com a vitória de 4-2.

              Esta serie apresenta um Jets com o terceiro melhor Power Play dos offs com 32,6% de aproveitamento, com uma média de 3,62 gols por jogo, sendo a equipe que mais dispara pro gol dos com uma media de 33,2 disparos por jogo. Apresenta ainda o líder em gols dos Playoffs, Scheifel com 12 goals, o líder em assistências, Blake Wheeler com 15.

graf

                Do lado de Vegas vemos um playoffs excepcional do Fleury, o qual já conseguiu 4 Shutouts e apresenta um %save de .943, sofrendo em média 1,74 gols por jogo. Vegas apresenta em media 2,82 gols por jogo, no qual necessita de 32,2 disparos por jogo. Seu ponto forte entre os candidatos a Stanley Cup Final é o seu Penalty Kill, que foi eficiente em 81,8% das vezes no qual a equipe estava em desvantagem numérica, já sem Power Play esta muito aquém do esperado com um aproveitamento de apenas 19%.

                ht1Acima um mapa de calor detalhando de onde se concentram os disparos a gol de cada equipe, Jets concentrando seus disparos mais do lado direito, enquanto Vegas equilibra melhor seus pontos de disparos, contudo ainda se concentram mais no lado esquerdo do gelo.

ht2Acima um mapa detalhando como foi a concentração dos disparos dos Jets no PP e mostrando de onde foram os disparos que culminaram em gols, abaixo o mapa é referente ao Power Play de Vegas.

ht3

                 Esta é uma serie na qual qualquer uma das equipes que chegar na final estaria de bom tamanho, provavelmente é a serie mais equilibrada e que (torcemos) deverá  nos proporcionar um grande jogo 7, e como não podemos deixar de apostar, irei apostar na equipe de Vegas ganhando o provável jogo 7 em Winnipeg.

 

capt

                Na final da Conferencia Leste, temos a disputa entre Bolts e Caps, este que vos escreve não esperava por esta série, apostava que o Penguins eliminaria o Capitals, porém no esporte é isso, nem sempre sairemos ganhando. E por mais que o Caps seja inferior ao Bolts, foi a Tampa no primeiro jogo e colocou o Bolts literalmente na roda, o time capitaneado pelo russo Ovechkin dominou completamente a equipe do Stamkos e Kucherov.

grafPodemos observar pelo gráfico, que em momento algum o Lightning fez frente ao Capitals, foi um domínio absurdo no gelo, o que se repetiu no jogo 2, vencido pelos Capitals por 6-2.

                O Capitals se ampara no melhor ataque dos playoffs com 41 gols em 13 jogos, o que da uma incrível média de 3,62 gols por jogo, que são gerados a partir dos 32,8 chutes a gol em média, porém apresenta a pior defesa em relação as equipes restantes com 34 gols sofridos. A equipe se ampara em Ovechkin e Kuznetson, que são os lideres em pontos, com 17 e 16 respectivamente.

                Com relação ao Bolts a equipe apresenta 37 gols em 11 jogos, com uma boa media de 3,36 gols por jogo, porém Vasileskiy vem sofrendo contra os ataques rivais, tendo sofrido 2,43 gols por jogo, com o terceiro Power Play entres as equipes restantes, o Bolts é melhor apenas que Vegas e apresenta ainda um Penalty Kill que precisa urgente de melhoria, já que tem uma média de 71,4% de aproveitamento e jogando contra o Caps que apresenta o melhor Power Play é um agravante na série para a franquia de Tampa.

                heat1Mapa de calor detalhando como o Capitals apresentou disparos em mais pontos da zona ofensiva, enquanto o bolts ficaram muito concentrados em tiros apenas frente a frente com o Holtby.

heat2Acima distribuição dos chutes a gol no momento em que o Lightning estava jogando no Power Play, enquanto abaixo temos o mapa de calor é dos momentos em que o Capitals estava em vantagem numérica no gelo.

heat3

                Esta é uma serie que no inicio parecia que o Lightning iria dominar sem problemas, mas ao que parece os playoffs mudaram a equipe de Washington e esta série parece que vai longe também, não creio que chegue a jogo 7 e incrivelmente aposto em classificação do Capitals para a Stanley Cup.

                Este foi um apanhado geral das series, que vençam os melhor e que tenhamos uma boa serie de Stanley Cup.

 

Rodrigo Silva Junior é aficcionado por hóquei e está acompanhando bem de perto essas finais, mantendo a calculadora no gelo pra manter dentro do clima das finais. @Rodrigosilvajr escreve especialmente para o blog MAJOR SPORTS