Power Ranking NBA – 21/02

         Olá meus caros amigos e seguidores do MSB. Estou aqui mais uma vez para falar sobre a melhor liga de basquete do mundo, a NBA.

         Chegamos ao “meio” da temporada com a realização do All Star Game. Para as estrelas da liga um final de semana de festa e resenha. Para os outros jogadores e comissões técnicas um período de descanso, treinos técnicos, táticos e análise de futuras estratégias para quem ainda pensa em playoffs e para quem está focado no projeto “Tank”. Dito isto, bora pro nosso ranking:

         1 – Milwalkee Bucks (43 – 14) – Todos que acompanham a liga sabem do talento físico e técnico do Giannis, mas quem em sã consciência diria que no All Star Break ele conduziria os Bucks a melhor campanha da liga? Alguns números são bem claros: melhor rating defensivo da liga (103,8) e o quarto melhor rating ofensivo (113,2). O time lidera a liga em rebotes, e 2 pts% (.572) de acertos.  Um número que me chamou atenção são o de tentativas de 3 pts: 37,4 por jogo, sendo a segunda equipe que mais chuta do perímetro da liga. A franquia contratou Nikola Mirotic, que deverá contribuir com o desempenho ofensivo da equipe.

         2 – Toronto Raptors (43 – 16) – O time simplesmente passou por uma baita reformulação no seu quinteto titular. Se no início da temporada regular não víamos o DeRozan integrar a equipe, agora foi a vez do Valanciunas deixar Toronto. Chegaram Kawhi e Green no início da temporada. Agora foi a vez do Center espanhol Marc Gasol. Lowry chegou a ser cogitado em trocas, mas fica até o final da temporada. O que vocês me dizem do Paschal Siakam? 16,1 PPG e 7,0 RPG são as médias do moço, que está contribuindo demais para a equipe. O potencial defensivo deste time é enorme! O ataque definirá o futuro do time mais na frente.

         3 – Golden State Warriors (41 – 16) – No ano de 2019, ou seja, nas últimas 19 partidas o time teve uma sequência de 16 vitórias e apenas 3 derrotas. Nada de contusões no quinteto titular e o Cousins vem tendo os seus minutos de forma crescente, para não comprometer a sua recuperação. Como esperado o time começa deslanchar na Conferência Oeste.

         4 – Denver Nuggets (39 – 18) – Após 5 temporadas o time estará de volta aos playoffs, caso não aconteça alguma catástrofe (tenho que me prevenir, pois a zica anda a solta por aí). O time bateu na trave na temporada passada. Jokic vem sendo uma espécie de “faz tudo”: pontuando, pegando rebotes e dando um mundo de assistências, mas chamo atenção para o perímetro da equipe, que sem muita badalação da mídia tem se mostrado mortal: Harris, Murray, Barton, Morris e Beasley. Todos eles têm médias superiores a 10 PPG, juntamente com Jokic e Millsap. A defesa dos Nuggets possui apenas o 14º rating defensivo da liga e no futuro poderá exigir que o ataque tenha jogue bem para compensar, principalmente em projeções futuras para os playoffs.

         5 – Indiana Pacers (38 – 20) – É óbvio que as chances do time diminuíram demais com a contusão do Oladipo, Líder do time do time no ataque e um ótimo defensor. Para preencher a lacuna a franquia trouxe o veterano Wesley Matthews. A defesa do time tem sido o diferencial, cedendo em média 102,9 PPG aos adversários.

         6 – OKC (37 – 20) – Sem um time estrelado e com vários operários para ajudar PG e West, o Thunder neste momento ocupa a terceira colocação da Conferência Oeste. Será que este time vai longe nos playoffs? Eu honestamente ficaria cético quanto a este questionamento, mas o que tem jogado o Westbrook (podem reclamar dos seus FG’s) e principalmente o Paul George é algo fora do normal. Não seria nenhum absurdo se neste momento dá temporada colocarmos o menino PG como um dos candidatos ao prêmio de MVP.

         7 – Boston Celtics (37 – 21) – “Os Verdes” não estão na posição que previmos na temporada. Vejo em vários grupos colegas preocupados com o vestiário, com uma possível saída do Irving mas o time aos poucos vem achando o seu jogo. Coach Stevens vem segurando a quantidade de jogos do Kyrie. Hayward vem sendo inconstante e irregular, alternando jogos bons e ruins, mas com certeza chegará em boa forma aos playoffs. Depois da última temporada não temos mais o que falar do Tatum (teve gente dizendo que o título de habilidades do ASG será o único título do moleque, maldade!). Mais uma vez a dúvida do time para uma projeção futura é o garrafão. Será que o Horford terá jogo para segurar Embiid, Gasol e Giannis?

         8 – Philadelphia 76ers (37 – 21) – O time que já tinha tudo para dar trabalho nos playoffs conseguiu uma adição perfeita para as necessidades do time: Tobias Harris. O SF – PF vem em uma curva crescente dos seus números e nesta temporada tem os melhores números da sua carreira: 20,7 PPG, 7,8 RPG e 2,8 APG. Dessa forma o quinteto do Sixers será formado por Simmons, Butler, Reddick, Harris e Embiid. Se essa galera se preocupar apenas em jogar bola o título do Leste passa a ser uma realidade possível de acontecer.

         9 – Portand Trail Blazers (34 – 23) – Mais uma vez e sem os holofotes da mídia o time do Oregon tem grandes possibilidades de chegar aos playoffs. Falar de Lillard e CJ é chover no molhado. Layman e Nurkic com contribuições significativas ao time. Para o final da temporada o time contratou o pivô Enes Kanter. Uma contratação que no meu ponto de vista foi acertada e pontual. Sabemos que o pivô turco poderá agregar ao ataque e pegar alguns rebotes, já que a sua defesa é um “Deus nos acuda!”

         10 – Houston Rockets (33 – 24) – Após um começo de temporada instável por causa dos resultados e das várias contusões que assolaram o quinteto titular o time sofreu mudanças pontuais, como as contratações do Austin Rivers, Faried e Shumpert. Capela deverá ser ativado nesta semana (os meus fantasias gozam de alegria). Reclamem do FG do Barba em alguns jogos, o chamem de fominha, mas o cara tem jogado demais! Inclusive quando o time ficou sem CP-3 e Gordon. A sequência atualizada do moço é de 30 jogos consecutivos com 30 ou mais pontos. Absurdo!!! Defesa nunca foi o forte dos times do Mike D’Antoni, inclusive do Harden.

         11 – Utah Jazz (32 – 25) – O time parece que desanda a jogar bola após a virada do ano, incrível! A defesa do time continua sendo o terror dos adversários. Na quadra ofensiva, Mitchell é o responsável pela maior parte dos pontos, no mais a pontuação do time é bem dividida. Olho no menino Royce O’Neale!!!

         12 – San Antonio Spurs (33 – 26) – Falar dos trabalhos do Pop não tem mais graça, mas o que ele consegue fazer com um material humano limitado é matéria para estudo. Forbes, Mills, White, Bertans e Bellinelli. Todos contribuem dos dois lados da quadra. O DeRozan sempre foi um scorer nos Raptors, mas na mão do Pop passou também a dar assistências. Na carreira ele possui uma média de 3,3 APG. No SAS essa média subiu para 6,1 APG, ou seja, praticamente dobrou. Por que dobrou, Teclas? No sistema ofensivo do SAS a bola passa por todos os jogadores. Nada de chutes loucos ou sem uma jogada trabalhada, salvo contra-ataques ou uma transição muito rápida que pega a defesa descaracterizada. Move the ball!!!

         13 – Los Angeles Clippers (32 – 27) – Neste momento os Clippers seriam o último time classificado na Conferência Oeste. A diretoria mandou o Tobias para os 76ers? Isso não é problema! Coloca a bola na mão do Lou Williams que o baixinho resolve. Caso ele e o Galinari não se machuquem, o time tem uma chance de pegar playoffs (Eu acho que não chegará ao fim dos 82 jogos entre os 8 classificados). Shamet e Zubac chegaram via trocas e vão agregar a rotação do time, que terá um núcleo ainda mais jovem.

         14 – Sacramento Kings (30 – 27) – Com certeza são os queridinhos de muitos para uma vaguinha nos playoffs. Harrison Barnes foi contratado para dar mais experiência ao jovem time dos Kings. O time precisa melhorar o desempenho longe de Sacramento (11 – 18), caso queira ir aos playoffs depois de 12 temporadas. Os destaques do atual time são Hield (20,5 PPG) e Fox (17,2 PPG e 7,2 APG).

         15 – Brooklyn Nets (30 – 29) – Depois de alguns anos pagando pelo erro de ter pago caro em nomes envelhecidos como Paul Pierce e KG as esperanças se renovam no Brooklyn. D-LO tornou-se All-Star por méritos. Joe Harris, Allen e Levert (retornando agora de lesão) contribuindo demais para o time além de Dinwinddie que até o momento da lesão era um seríssimo candidato a sexto homem. A defesa precisa melhorar urgentemente! Não cede muitos pontos do perímetro, mas em compensação é a que mais concede arremessos e sofre da linha de 2 pontos, sendo a pior da liga nos dois quesitos.

16 – Los Angeles Lakers (28 – 29) – Vem Davis, Davis não vem, meio time colocado para troca e uma crise sem fim no time do “Papai”. A galera já começa a pedir a cabeça do técnico Luke Walton. O time que chegou a ser o quarto colocado na conferência Oeste após a contusão do Lebron caiu para a décima colocação. Depois que Lebron voltou os Lakers tem uma campanha de 2 vitórias (sendo uma delas espírita contra os C’s no Garden) e 4 derrotas, incluindo a última para os Hawks. O time terá que obter um recorde acima nos próximos 25 jogos, caso queiram entrar na zona de classificados para os playoffs. Não me falem sobre os números do D-Lo, Nance Jr, Clarkson e Zubac nos seus novos times. Mandem as queixas para o Magic!!!

         17 – Charlotte Hornets (27 – 30) – Kemba para assistir, Kemba para pontuar e Kemba para marcar. Lamb, Monk e Zeller se esforçam para ajudar o craque, mas fica muito complicado quando o time não colabora. A equipe precisa que os outros jogadores do time se apresentem no ataque. Marvin Williams sofre com uma incrível falta de regularidade.

         18 – Minnesota Timberwolves (27 – 30) – Para quem pensou que com a mudança de técnico o time arrancaria para os playoffs, ainda é cedo para tal. A destacar o jogo consistente de Derrick Rose e a dominância de Karl-Anthony Towns, assumindo o papel de líder do time. Ainda falta um algo a mais para essa equipe decolar.

         19 – Detroit Pistons (26 – 30) – Eu particularmente já tinha desenganado os Pistons na nossa coluna, mas parece que Griffin, Drummond e companhia querem fazer um churrasco de língua assado com esse que escreve para vocês. Eu ainda acho Heat e Magic times melhores do que os Pistons, mas não conseguem manter o mínimo de regularidade, ou seja, bastam 3, 4 vitórias seguidas para colocar uma dessas equipes no páreo. A chave para o time se manter na zona dos playoffs é uma melhora urgente no perímetro ofensivo do time.

         20 – Miami Heat (26 – 30) – O time tem uma das melhores defesas da liga, sendo o 6º rating defensivo com 107,3 e a defesa que menos cede pontos na liga 105,7 PPG, mas o ataque em compensação… é o pior da liga anotando pontos, com 105,1 PPG. Meus amigos torcedores do Heat vão me cornetar, mas o Dragic faz muita falta ao time. Menção honrosa para Richardson e Winslow, que vêm jogando muito bem.

         21 – Orlando Magic (27 – 32) – É o time mais quente na liga neste momento. Cinco vitórias consecutivas (Wolves, Bucks, Hawks, Pelicans e Hornets), onde o ataque marcou em média 119,8 PPG e a defesa sofreu em média apenas 96 PPG. O quinteto inicial tem produzido uma boa pontuação, mas também temos que citar o Terrence Ross vindo do banco.

         22 – Dallas Mavericks (26 – 31) – O nosso colega Mark Cuban não perdeu a oportunidade e conseguiu pegar um dos melhores talentos da liga, Porzingis, em uma manobra em que ele “se livrou” de DeAndre Jordan, DSJ e Wesley Matthews (foi reenviado para os Pacers) os enviando na troca para os Knicks. Harrison Barnes foi trocado para os Kings estando em quadra, por incrível que pareça. Mejri e Zach Randolph foram colocados em “Waiver”. Agora é dar rodagem e jogo ao Doncic e aguardar o final da temporada. O time já ultrapassou a marca de 24 vitórias da temporada passada. O futuro em Dallas promete!

         23 – New Orleans Pelicans (22 – 33) – O que será do time sem A. Davis a partir da próxima temporada?

         24 – Washington Wizards (24 – 34) – Bradley Beal não foi trocado. O menino “John Parede (Wall)” conseguiu romper o tendão em casa e tem recuperação estimada de um ano. RIP Lagartos!

         25 – Memphis Grizzlies (23 – 36) – Hora do ufanismo: Os Grizzlies assinaram um contrato com o Brazuca Bruno Caboclo até o final da temporada 19 – 20. Gasol foi trocado para os Raptors. Como parte do acordo o time recebeu Valanciunas, CJ Miles, Delon Wright e uma pick de 2nd round (24). Mack foi para os Hawks. Green e Temple foram trocados para os Clippers por Avery Bradley.

         26 – Atlanta Hawks (19 – 39) – Às vezes eu me pego pensando: os caras querem tankar ou estão se atrapalhando com as próprias pernas? Destaques para J. Collins (19,1 PPG e 9,5 RPG) e T. Young (16,9 PPG e 7,6 APG)

         27 – Chicago Bulls (14 – 44) – O menino Otto Porter chegou “On Fire” na cidade dos ventos. São 22,5 PPG e 5,8 RPG nas quatro partidas disputadas vestindo o uniforme dos Bulls, com duas vitórias e duas derrotas. No meu ponto de vista foi uma excelente contratação, mas fica a questão: o quanto ele pode atrapalhar no Projeto Tank?

         28 – Cleveland Cavaliers (12 – 46) – Sabia que 25% das vitórias do Cavs na temporada aconteceu no último um mês e meio? Pois é… E nem assim a equipe se mantém na pior escolha, ultrapassado por dois times que estão mais abaixo da camada pré-sal. A volta de Kevin Love pode melhorar o time, não a ponto de engrenar. E com Tristan Thompson ventilado nos jornais de fofoca do que em quadra…

         29 – New York Knicks (11 – 47) – No dia 14/02 o time quebrou uma sequência de 18 derrotas consecutivas contra o Atlanta Hawks. O time se desfez do seu maior ativo, o letão Porzingis. Conseguiu um valor jovem em DSJ, mas teve que arcar com o contrato expirante do DeAndre Jordan. Para a próxima temporada o time terá espaço na folha salarial para dois máximos, além de uma pick bem alta no draft. Estou aguardando ansiosamente as cenas dos próximos capítulos em NY.

         30 – Phoenix Suns (11 – 48) – Simplesmente perdeu os últimos 15 jogos disputados. #TankAVera

         Até o próximo Domingo estaremos publicando um texto sobre as premiações da temporada. Curtiu o nosso texto, deixem um like ou comentários e nos sigam nas redes sociais: Twitter, Facebook ou Instagram do Major Sports Blog.

A ESCOLHA: Quarterbacks – Parte 5

ESPECIAL QUARTERBACKS – 2016/2017

Draft de 2016

Surpresas na posição mais importante do jogo, mas com uma classe de jogadores que ganhou mais confiança com o passar do tempo (pelo menos as picks altas)


Jared Goff – 1ª rodada (pick 1 – Los Angeles Rams)

24-14 W-L, 9581 jardas, 65 TD, 26 INT, 62,1% de acerto nos passes e rating de 94.7

Prêmios individuais: Pro Bowl (2017 e 2018), Jogador da Semana da NFC (2x) e Jogador Ofensivo da NFC (setembro – 2018)

Prêmios coletivos: Campeão da NFC West (2017 e 2018)

A surpresa para muitos que acompanharam a classe desse draft. Sem Sam Bradford e pensando no futuro, a franquia iria optar por um QB ‘da casa’, já que Jared Goff veio da universidade da Califórnia. Não tinha prêmios individuais que chamassem a atenção, mas liderou a Pac-12 em jardas e passes para TD, coroando sua evolução no college. Sem pensar duas vezes, LA o selecionou para ser o seu futuro na volta para a cidade, mas o início foi penoso.

Case Keenum começou o ano under center e entre atuações ruins e outras sem convencer, não demorou para Jeff Fisher colocar a escolha #1 do draft. Com Goff os resultados não mudaram e pior, terminou 2016 sem nenhuma vitória. Para 2017, Sean McVay chegou e um novo plano de jogo veio com ele. E o efeito foi imediato. De QB contestável, Goff se tornou uma das armas mais letais da liga, sendo um jogador de confiança, preciso e errando pouco. O sucesso veio naturalmente para o ataque e o casamento entre McVay e Goff veio na hora certa. Hoje, Goff é uma realidade.

Selo Tom Brady

Por não ser a unanimidade da posição e render o que está rendendo, não poderia encaixar outro selo que não fosse do camisa #12 do Patriots.


Carson Wentz – 1ª rodada (pick 2 – Philadelphia Eagles)

C23-17 W-L, 10153 jardas, 70 TD, 28 INT, 63,7% de acerto nos passes e rating de 92.5

Prêmios individuais: Pro Bowl (2017), jogador da semana da NFC (2x), jogador do mês da NFC (outubro – 2017) e vencedor do Bert Bell Award (2017)

Prêmios coletivos: campeão da NFC East (2017) e campeão do Super Bowl (2018)

Outro produto vindo de universidade sem badalação, Wentz era o garoto a aprender com os veteranos para se preparar a assumir o posto anos depois. Com a saída de Sam Bradford para Minnesota, o posto caiu no colo de Wentz, e isso não o impediu de mostrar serviço. Wentz recolocou os Eagles nos trilhos e fez um ano de estreia muito bom para quem não apostava nele (7-9). Com armas novas e um ano de aprendizado, seu segundo ano foi ainda mais espetacular, com 11 vitórias. Mas tudo veio por água abaixo quando seu ponto fraco começou a aparecer: lesões. O rompimento dos ligamentos do joelho acabou com sua temporada às vésperas dos playoffs.

Sem seu titular e com um prata da casa segurando a bronca, Philadelphia conseguiu o inédito Super Bowl sob comando de Nick Foles e isso pesou para Wentz, que teria que trabalhar para voltar ao seu posto. Retornou em 2018, mas o time não engrenou com ele. Espasmos nas costas o tiraram do restante do ano e Foles novamente assumiu o comando do time e levou os Eagles ao divisional round, caindo para os Saints. Philadelphia já anunciou que Wentz será o titular para 2019.

Selo Tom Brady

Outro que superou as expectativas e está no rol dos mais confiáveis da posição.

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Paxton Lynch – 1ª rodada (pick 26 – Denver Broncos)

1-3 W-L, 792 jardas, 4 TD, 4 INT, 61,7% de acerto nos passes e rating de 76.7

Chegou no atual campeão (que subiu no draft para buscá-lo) como uma das apostas para ser o sucessor de Peyton Manning, que se aposentou após a conquista do Super Bowl 50. Vindo de Memphis, Lynch não tinha números ou uma confiança em seu jogo que o coloquem para assumir a titularidade em 2016, tanto que Trevor Siemian começou como QB naquela temporada. Lynch acabou atuando por poucos jogos, mas sem muito alarde. Ainda ganharia algumas oportunidades com Vance Joseph, mas sem sucesso para assumir o posto. Acabou sendo cortado da equipe após a pré-temporada de 2018 e hoje está sem equipe.

Selo Brandon Weeden

Por mais que seja bastante complicado substituir um jogador do nível de Peyton Manning, não seria Paxton uma escolha adequada.

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Christian Hackenberg – 2ª rodada (pick 51 – New York Jets)

Pick alta que sequer atuou na liga e foi trocado dos Jets para os Raiders, Eagles e Bengals, de onde foi dispensado e sequer teve uma chance de jogar na NFL. No college, também não chamou a atenção e chegar em um NY Jets indefinido na posição e sequer atuar, é complicado. Fica difícil pensar como uma equipe gasta uma escolha alta e nem ao menos o colocar em campo.

Selo Brandon Weeden

Um misto de QB abaixo da crítica + chances escassas

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Jacoby Brissett – 3ª rodada (pick 91 – New England Patriots)


5-12 W-L, 3500 jardas, 13 TD, 7 INT, 59,1% de acerto nos passes e rating de 81.6

Prêmios coletivos: campeão do Super Bowl (2016)

Brissett chegou a NFL apenas um ano depois de sua formação na universidade de Florida State. Jogou seu ano de senior em 2015 (carreira no college nada muito relevante em números) e foi escolhido para ser parte do conjunto de Bill Belichick e cia. Ganhou sua chance, mesmo sem ter treinado com os titulares, de maneira inesperada, com a lesão de Jimmy Garoppolo e a suspensão de Tom Brady. Foram apenas dois jogos e uma vitória para o calouro, que depois só integrou o elenco campeão em Houston.

Passado um ano e com NE precisando reforçar seu corpo de recebedores, os Colts trocaram Phillip Dorsett pelo QB, que chegaria para substituir Andrew Luck, fora da temporada por lesão. Com um time sem muitas opções de ataque (apenas T.Y. Hilton como alvo de confiança), seu ano de teste foi dentro do que se esperava para o nível da NFL. E com a volta do camisa #12, Brissett voltou ao seu posto de QB backup.

Selo Brandon Weeden

Qando teve a chance, não mostrou que poderia conduzir uma franquia a dias melhores. Segue aprendendo com os QBs de elite.

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Cody Kessler – 3ª rodada (pick 93 – Cleveland Browns)

2-10 W-L, 2215 jardas, 8 TD, 5 INT, 64,2% de acerto nos passes e rating de 83.7

Ainda na esperança de achar um QB para conduzir a franquia, Kessler foi o escolhido para tirar os Browns da lama. Mas justo no seu primeiro ano vindo de USC (outro que chegou nos mesmos moldes que Brissett), acabou pegando a fase obscura de Cleveland e perdeu os oito jogos que começou como titular. Na única vitória dos Browns no ano, ele não jogou. Veio 2017 e DeShone Kizer assumiu a titularidade, mesmo fazendo partidas assombrosas. Sem espaço, foi trocado para Jacksonville e voltou a ganhar os holofotes, sendo o titular nos últimos jogos dos Jags no lugar de Blake Bortles (opção técnica).

Selo Brandon Weeden

Nada relevante e segue sua jornada. Mas pode dar a volta por cima.

Dak Prescott (4)
4ª rodada (pick 135 – Dallas Cowboys)

32-16 W-L, 10876 jardas, 67 TD, 25 INT, 66,1% de acerto nos passes e rating de 96.0

Prêmios individuais: Offensive Rookie of the Year (2016), 2016 NFL All-Rookie Team e Pro Bowl (2016)

Prêmios coletivos: campeão da NFC East (2016 e 2018)

Vindo de Mississippi State, para substituir Tony Romo no futuro, Dak Prescott chegou sem alarde, com o intuito de aprender com o camisa #9 dos Cowboys. Como Romo acabou se lesionando, o calouro foi lançado ao time titular. E o casamento com Ezekiel Elliott e uma das melhores OL já vista em anos, seu jogo chamou a atenção. E como foi no America’s Team, isso ganhou uma aura enorme em torno do camisa #4. Ameaça aérea e pelo chão, se tornou um dos QBs mais promissores da liga, e a campanha 13-3 mostrou isso. A eliminação para Green Bay acabou com o sonho da franquia de voltar aos dias de glória, mas a certeza de ter encontrado o substituto de Romo, que anunciava a aposentadoria.

Veio 2017, a OL não dominava mais como antes, e o jogo de Dak caiu. A suspensão de Zeke também pesou e o que era certeza, começava a pairar como dúvida sobre qual era o verdadeiro QB: o de 2016 ou o de 2017. Virou o ano, Zeke 100%, OL voltando a proteger e a adição de Amari Cooper ao corpo de recebedores, fez com que Prescott encontrasse novamente o seu jogo e conduzir os Cowboys aos playoffs e a sua primeira vitória em pós-temporada. Dallas acabou sendo eliminado no divisional round para os Rams, mas com seu principal jogador voltando aos holofotes.

Selo Ryan Tannehill

Recolocou Dallas de volta aos trilhos, mas não se sabe qual o Dak vai comandar a franquia nos próximos anos. Consistência precisa ser a chave para o camisa #4.

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Jeff Driskel – 6ª rodada (pick 207 – San Francisco 49ers)


1-4 W-L, 1003 jardas, 6 TD, 2 INT, 59,7% de acerto nos passes e rating de 82.2

Chegou para ser outra aposta em SF, após a saída de Colin Kaepernick. Mas não teve chance alguma nos Niners, sendo dispensado no mesmo ano. Cincinnati apostou no jogador, que só foi ter sua estreia dois anos depois, já que Andy Dalton era titular absoluto nos Bengals, mas sem tanto brilho. Verdade que não teve o melhor recebedor disponível, mas isso não tira o fato de Driskel ainda ter que mostrar mais para ter vida longa na NFL.

Selo Brandon Weeden

Não é bust, muito menos uma unanimidade. Leva o selo por não ter nada a acrescentar até aqui.

Draft de 2017

Outro que ficou conhecido pelas tamanhas surpresas que saíram na primeira rodada. Alguns tem o seu futuro assegurado, outros já parecem ‘andarilhos’ de tanto que passearam em pouco menos de dois anos.


Mitchell Trubisky – 1ª rodada (pick 2 – Chicago Bears)

15-11 W-L, 5416 jardas, 31 TD, 19 INT, 63,5% de acerto nos passes e rating de 87.7

Prêmios individuais: jogador da semana na NFC (semana 10, 2018)

Prêmios coletivos: campeão da NFC North (2018)

Sem nenhum quarterback aceitável desde Jim McMahon (lê-se quase 30 anos depois), Chicago fez uma troca ousada para subir no draft e escolher Mitchell Trubisky, de North Carolina. A universidade que revelou Michael Jordan para o basquete não costuma ter grandes nomes na bola oval, mas na melhor temporada do camisa #10 por lá, fez com que a franquia acreditasse que Trubisky era o futuro do time. Sua estreia veio na semana 5 de 2018, após atuações tenebrosas de Mike Glennon. Mostrou personalidade, força no braço e até resolvendo com as pernas, e não demorou para conquistar seu espaço como titular do time, mesmo vencendo apenas 3 jogos.

Saiu John Fox e entrou Matt Nagy. A explosão ofensiva não veio como se esperava para os Bears, com um Trubisky bem oscilante. Ora fazendo jogos de 6 TDs e quebrando marcas que perduraram desde os anos 50, ora indo mal contra equipes que não tinham pretensões no campeonato. No único jogo de playoff da carreira até aqui, foi o retrato do que é o camisa #10. Lançando para interceptações e colocando o jogo em perigo em um tempo. No outro passando das 200 jardas, anotando um TD e dando confiança no ataque. O futuro está nas mãos dele e enquanto continuar essa montanha-russa, ficará difícil defendê-lo.

Selo Ryan Tannehill

Até agora não comprometeu o time, mas com os outros QBs da classe colocando suas mangas de fora, a pressão em torno de si vai aumentar ainda mais.

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Patrick Mahomes – 1ª rodada (pick 10 – Kansas City Chiefs)

13-4 W-L, 5381 jardas, 50 TD, 12 INT, 65,9% de acerto nos passes e rating de 111.7

Prêmios individuais: Pro Bowl (2018), First Team All-Pro (2018), jogador da semana na AFC (2x) e jogador do mês de setembro da AFC (2018)

Prêmios coletivos: campeão da AFC West (2017 e 2018)

Kansas subiu no draft e assegurou Patrick Mahomes, de Texas Tech. Foram três anos de NCAA, e nos últimos dois passando das 4000 jardas aéreas e 30+ TDs, liderando a Big 12 em jardas (liderou a NCAA, inclusive), passes tentados, completos, e TDs por dois anos seguidos, com um detalhe que não levou nenhum prêmio individual no universitário. Ao se declarar para o draft, os Chiefs não pensaram duas vezes. Mas sua estreia demorou para acontecer, apenas na semana 17. Fez uma partida sem muito brilho, mas a franquia tinha outros planos para ele.

A aposta era tanta que para 2018, Smith foi trocado para Washington para Mahomes ter sua primeira oportunidade. E ela chegou em grande estilo. Só na sua primeira temporada completa como titular, Mahomes lançou para 5000 jardas e 50 TDs. Coisas que só os grandes do esporte como Tom Brady e Peyton Manning conseguiram em suas carreiras. Nenhum outro alcançou tantas marcas como ele, sem contar nas jogadas de ‘contorcionismo’ que faz quando precisa passar a bola naquele instante (não ganhou o apelido de showtime a toa). Levando o time para melhor campanha e final da AFC, seu nome já está gravado na atual NFL.

Selo Peyton Manning

O casamento que deu mais do que certo com uma mente ofensiva e um ataque altamente talentoso. Mahomes é especial.

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Deshaun Watson – 1ª rodada (pick 12 – Houston Texans)

14-8 W-L, 5864 jardas, 45 TD, 17 INT, 66,4% de acerto nos passes e rating de 103.1

Prêmios individuais: NFL All-Rookie Team (2017), jogador da semana na AFC (semana 4 – 2017), jogador do mês de outubro da AFC (2017)

Prêmios coletivos: campeão da AFC South (2018)

Outra equipe que subiu para assegurar seu jogador para o futuro, que assim como os Bears, procuravam por alguém para carregar a franquia em busca de dias melhores. Em 3 anos de Clemson, Deshaun Watson era conhecido por ser um QB móvel, daqueles que também gostam de resolver as situações além do passe. Seu jogo de força e correria chamou a atenção de Houston que apostou as fichas no QB (eleito o melhor jogador de ataque da ACC, melhor jogador da ACC, ambos em 2015, e All-American). Seus primeiros jogos chamaram muito a atenção por conseguir inúmeras jardas e altos números de TDs. Seria o calouro da NFL de 2017 com sobras, não fosse uma lesão de ligamento no joelho, no treino, que o tirou de ação da temporada.

Voltou em 2018, mas com menos jogadas explosivas. O que não diminuiu o impacto dele no time, que levou os Texans aos playoffs mesmo perdendo peças como Will Fuller e Demaryius Thomas no decorrer do campeonato. Seu primeiro playoff também foi abaixo do que espera, mesmo jogando em casa. Ainda assim, Houston está em boas mãos com o seu camisa #4.

Selo Ryan Tannehill

Uma grave lesão interrompeu uma das sequências mais insanas de um calouro na liga. Ainda pode alçar vôos maiores.

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DeShone Kizer – 2ª rodada (pick 52 – Cleveland Browns)

0-15 W-L, 3081 jardas, 11 TD, 24 INT, 53,1% de acerto nos passes e rating de 58.9

Mais uma aposta dos Browns na busca pelo seu franchise QB. Depois da experiência Kessler não agradar, Hue Jackson decidiu apostar em DeShone Kizer, vindo de Notre Dame, uma das mais tradicionais da NCAA. Kizer não teve tanto destaque por lá, apesar de liderar a conferência Independent no college em passes. Apenas dois anos de universitário e uma chance na NFL… Desde que virou profissional, o QB não ganhou nenhum jogo que participou e sua estadia em Cleveland não durou mais que um ano. Foi trocado para os Packers, e segue como reserva de Aaron Rodgers. Quando entrou, não convenceu. E ficou lembrado em 2018 por sofrer um strip sack (sack + fumble forçado + fumble recuperado na mesma jogada) de Khalil Mack na abertura da temporada.

Selo Brandon Weeden

Não é nível Jamarcão para ser considerado um bust, mas não apresentou nenhuma relevância a NFL.

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Davis Webb – 3ª rodada (pick 87 – New York Giants)

Três anos em Texas Tech e mais um na Califórnia. Webb foi draftado para, no futuro, ser o sucessor de Eli Manning em NY. Mas nem chegou a estrear pelo azul da cidade, e foi cortado na véspera da semana 1 de 2018, sem ter jogado ao menos um snap. Assinou com os Jets e participa do practice squad da equipe, liderada por um QB mais jovem e com o aval do time para ser o novo comandante de NY.

Selo Brandon Weeden

Nem quando teve seu melhor ano no universitário, beirando as 4300 jardas, ganhou uma chance para mostrar seu jogo. Segue no ostracismo.

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C.J. Beathard – 3ª rodada (pick 104 – San Francisco 49ers)

1-9 W-L, 2682 jardas, 12 TD, 13 INT, 57,3% de acerto nos passes e rating de 74.6

Lançado no decorrer de 2017, Beathard veio de Iowa, sem muito destaque, para preencher o corpo de QBs do time, que ainda buscava uma identidade após a saída de Alex Smith. Beathard teve sua chance, mas com ele, o time não conseguia vencer. Tanto que na primeira oportunidade, SF buscou Jimmy Garoppolo, que precisou de apenas alguns segundos para ser o titular e dono da equipe. Veio 2018 e a lesão dos ligamentos de Jimmy G, abriu-se outra oportunidade para Beathard jogar. Mas com atuações abaixo do normal, Nick Mullens ganhou uma chance e com apenas um jogo, colocou C.J. novamente como backup. E segue por lá até hoje.

Selo Brandon Weeden

Até a cor do cabelo é a mesma…

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Joshua Dobbs – 4ª rodada (pick 135 – Pittsburgh Steelers)

43 jardas, 1 INT, 50,0% de acerto nos passes e rating de 24.0

Entre Landry Jones e Joshua Dobbs, levou a melhor o QB de Tennessee. Mesmo sem números alarmantes no college e com uma carreira OK na SEC, Dobbs ganhou a condição de reserva imediato de Big Ben, caso algum desastre acontecesse. E aconteceu, mas um ano depois, em Oakland. Quando o camisa #7 machucou, Dobbs assumiu o posto e não fez muita coisa. Big Ben ainda retornaria para o jogo e Dobbs para aprender o playbook. Continua como reserva imediato.

Selo Brandon Weeden

Nada relevante por lá, nada relevante por cá…

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Nathan Peterman – 5ª rodada (pick 171 – Buffalo Bills)

1-3 W-L, 548 jardas, 3 TD, 12 INT, 52,3% de acerto nos passes e rating de 32.5

Aposta de late round, Nathan Peterman caiu no Buffalo Bills, onde Tyrod Taylor não era tido como o futuro da franquia e sempre muito questionado. Mesmo com o time bem, a mudança na posição aconteceu. E Peterman entrou para a história como o QB com mais interceptações em um tempo na NFL (5). A tragédia foi tamanha que TT voltou e ainda ajudou na classificação dos Bills a pós-temporada. Peterman seguiu, Taylor foi trocado, mas Josh Allen chegou. Não demorou para o camisa #17 assumir, mas uma lesão o tirou de ação. Nova chance para Peterman dar a volta por cima… Sem sucesso. Dispensado após o jogo contra os Bears, o QB chamou a atenção de Jon Gruden e hoje faz parte do elenco do Oakland Raiders.

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Selo Nathan Peterman: o que esse jogador conseguiu, merece um selo próprio

É isso aí galera, muito obrigado a todos que acompanharam esse especial pré superbowl, esperamos que tenham gostado e deixem sua opinião, compartilhem, mandem ideias, estamos aqui prontos pra trazer mais informação pra vocês

Caio @caiofilippi e Vitor @chaveatle Silva.

MajorSportsBlog

A ESCOLHA: Quarterbacks – Parte 4

ESPECIAL QUARTERBACKS – 2014/2015

Draft de 2014

Se 2013 já estava ruim, 2014 ainda reserva outras ‘lendas’ para serem destrinchadas (mas tem quem se salve)

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Blake Bortles – 1ª rodada (pick 3 – Jacksonville Jaguars)

24-49 W-L, 17646 jardas, 103 TD, 75 INT, 59,3% de acerto nos passes e rating de 80.6

Prêmios Coletivos: campeão da AFC South (2017)

Com anos e anos de penúria na posição e com um Chad Henne muito abaixo do que se espera para a NFL, não demorou para Jacksonville selecionar o QB de Central Florida, Blake Bortles. No college, Bortles nunca foi unanimidade com números que não o credenciam para uma escolha alta na época, o que não impediu Jax de arriscar. O resultado foram onze vitórias nos três primeiros anos como profissional e Bortles ficou famoso como o ‘quarterback do garbage time’ (quando o jogo está virtualmente decidido e os times tiram o pé).

Seu melhor momento foi em 2017, quando os Jaguars surpreenderam a liga ao vencer sua divisão e ficar a uma posse de bola do Super Bowl, em New England, com Bortles fazendo uma partida de gente grande. Os playoffs deram ao QB a chance de se firmar na liga e com isso, ganhou um grande contrato com o time. Mas no primeiro ano de vínculo novo, voltou a ser o QB inconstante, sendo até reserva de Cody Kessler e com os dias na Flórida sob perigo.

Selo Jamarcus Russell

Pode não ter tido os melhores recebedores durante sua carreira, mas um QB consegue tirar leite de pedra e ser competitivo não importa com quem esteja jogando ao lado. E Jax está pagando com isso até hoje.

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Johnny Manziel – 1ª rodada (pick 22 – Cleveland Browns)

2-6 W-L, 1675 jardas, 7 TD, 7 INT, 57,0% de acerto nos passes e rating de 74.4

Johnny Football! O Heisman de 2012, já chamava a atenção não só pelo que fazia no college, mas também pelo extracampo. Algo que poderia dar estadia curta quando se tornasse profissional (além da sua estatura, considerada baixa para a posição). Em apenas dois anos de NCAA, Manziel se declarou para o draft. Cleveland, que procurava um QB de confiança, apostou suas fichas no produto de Texas A&M, sabendo que não era apenas Johnny Football que estava chegando.

No ano de calouro, apenas dois jogos e nenhum TD. Para 2015, começou ganhando a confiança do time no seu primeiro jogo como titular e uma vitória. Mas o foco total nunca esteve em campo. A oscilação foi constante e o extracampo ganhou mais holofotes que o normal, e nem os conselhos de LeBron James surtiram efeito em Manziel. Multado e cortado em 2016, o QB só voltou às manchetes (em campo) dois anos depois para atuar no Montreal Alouettes, da CFL.

Selo Jamarcus Russell

Era uma bomba relógio, que infelizmente não deu a importância devida para uma grande oportunidade na NFL.

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Teddy Bridgewater – 1ª rodada (pick 32 – Minnesota Vikings)

17-12 W-L, 6268 jardas, 29 TD, 23 INT, 64,6% de acerto nos passes e rating de 85.9

Prêmios individuais: 2014 NFL All-Rookie Team e Pro Bowl (2015)

Prêmios coletivos: campeão da NFC North (2015 e 2017)

QB de bom passe e evoluindo o seu jogo em Louisville (eleito o jogador ofensivo da Big East em 2012), Bridgewater foi selecionado para comandar um Minnesota que ainda tinha muitos ajustes para se fazer sem Adrian Peterson. Em seu primeiro ano, Teddy oscilou como todo calouro. Já no segundo ano seu jogo cresceu, levando os Vikings a conquista da divisão e os playoffs, que não tiveram o mesmo sucesso com um FG perdido no último minuto.

Em 2016, com as expectativas as melhores possíveis, uma grave lesão de ligamento tirou o QB de ação e só voltaria a jogar no ano seguinte e com um questionamento se ele voltaria a ser o que era. Com Sam Bradford e Case Keenum comandando o ataque, Bridgewater acabou se tornando terceira opção, mas o seu único drive daquela temporada foi digno de aplausos, não porque acabou em TD, mas pela volta de um jogador que mostrava que ainda podia atuar. Após o final de 2017, Teddy foi trocado duas vezes em um curto espaço de tempo. Hoje, é reserva de Drew Brees no New Orleans Saints.

Selo Ryan Tannehill

Uma lesão atrapalhou o camisa #5, que poderia estar em Minneapolis até hoje. Mas o ‘e se’ vai perdurar…


Derek Carr – 2ª rodada (pick 36 – Oakland Raiders)

32-46 W-L, 18739 jardas, 122 TD, 54 INT, 62,8% de acerto nos passes e rating de 88.8

Prêmios individuais: Pro Bowl (2015, 2016 e 2017) e jogador ofensivo da AFC (semana 8 – 2016)

Depois do homem que ostenta um dos selos desta série sobre os QBs, Oakland passou por apuros na posição após a saída de Carson Palmer. Jason Campbell e Terrelle Pryor bem que tentaram, mas a franquia apostou suas fichas no produto de Fresno State, jogador ofensivo da MWC de 2012 e 2013 e crescendo ano a ano na NCAA, Derek Carr. O início foi muito abaixo para o calouro, apenas 3 vitórias em 16 jogos. O crescimento veio nos anos seguintes, com o ápice chegando em 2016, levando os Raiders de volta a pós-temporada depois de 14 anos.

O problema foi se lesionar na véspera dos playoffs, e com isso a esperança da equipe foi por água abaixo. Para 2017, esperava-se um ano no mesmo patamar, mas Carr sofreu novamente com lesões e isso diminuiu o seu ímpeto, fazendo com que Oakland caísse junto com o QB. Veio 2018, Jon Gruden no comando, e vendo toda a base que recolocou os Raiders nos trilhos sendo trocada, Carr ainda teve os melhores números em jardas e acerto de passes na carreira, mesmo com um time onde se resumiu a Jared Cook como único alvo. Sob rumores de troca envolvendo seu nome, Carr é um QB confiável e com boas peças pode fazer estrago.

Selo Ryan Tannehill

Tem talento, mas falta aquele ‘algo’ a mais.

Jimmy Garoppolo – 2ª rodada (pick 62 – New England Patriots

)8-2 W-L, 2968 jardas, 17 TD, 8 INT, 65,4% de acerto nos passes e rating de 97.3

Prêmios coletivos: campeão do Super Bowl (2014 e 2016)

Vindo de um colégio que revelou Tony Romo ao mundo (Eastern Illinois), Jimmy G chegou a Foxboro como é toda a escolha de Bill Belichick: sem alarde. Pois de toda a classe, foi o único QB com temporadas de 4000+ e 5000+ jardas no college. Uma escolha a ser lapidada, sem pressa. Sua estreia como titular demorou para acontecer, e veio por necessidade. Com Tom Brady cobrindo uma suspensão após o episódio das bolas murchas, Garoppolo assumiu como titular e fez dois jogos com muita firmeza e consistência, fazendo com que torcida e franquia acreditassem que sim, o camisa #10 era o sucessor de Brady. Acabou se lesionando no segundo jogo daquela temporada e não voltou mais.

Brady não dava sinais de declínio físico ou técnico e reiterando o desejo de continuar jogando até os 45 anos. Isso colocou uma pulga atrás da orelha de NE: manter Jimmy G (e pagar um salário altíssimo com pouco cap disponível e sendo reserva) ou trocá-lo para assegurar algum futuro. A segunda opção foi usada e o San Francisco 49ers apostou as fichas em Garoppolo. Depois de aprender o playbook, só precisou de um drive nos segundos finais e um TD. Ali, franquia e jogador entraram em total sintonia e Jimmy G venceu os cinco jogos restantes como titular dos Niners. E novamente, as expectativas em torno da equipe eram enormes, mas uma lesão de ligamento no joelho, na semana 3 de 2018, o tirou de ação do restante da temporada. Mesmo assim, a franquia está assegurada nas mãos do camisa #10.

Selo Tom Brady

Escolha lapidada que aprendeu com um dos melhores da história e conseguir mudar o patamar de um time com poucas aspirações não é para qualquer um. Garoppolo é especial.

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Logan Thomas – 4ª rodada (pick 120 – Arizona Cardinals)

96 jardas e 1 TD

Draftado para o corpo de QBs de Arizona, Thomas não durou muito por lá. Ficou por apenas uma temporada, lançou seu TD e depois rodou a NFL. Passou por Miami, Nova York e Detroit até parar em Buffalo para a temporada 2018. Curiosamente, chegou nos Bills não como QB, mas para atuar como TE. A mudança de posição o ajudou a ganhar sobrevida na liga e Thomas voltou a ganhar seu momento de fama em uma trick play, onde reviveu seus momentos de Virginia Tech.

Selo Brandon Weeden

Não era um QB relevante no college e hoje segue os passos de Terrelle Pryor.

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Tom Savage – 4ª rodada (pick 135 – Houston Texans)

2-7 W-L, 2000 jardas, 5 TD, 7 INT, 57,5% de acerto nos passes e rating de 72.5

Matt Schaub era longe de ser unanimidade em Houston, e Savage chegava para fazer sombra e competir para ganhar a posição. Mas os Texans apostaram em Brock Osweiler, campeão do Super Bowl 50, e isso foi diminuindo as chances de Savage na liga. Só voltaria a ganhar os holofotes em 2017, quando o fenômeno Deshaun Watson sofreu um rompimento dos ligamentos do joelho e ele assumiu como titular, mas sem nenhum sucesso. Hoje, faz parte do elenco do Cincinnati Bengals.

Selo Brandon Weeden:

Quem o viu no universitário, já sabia que ele era limitado. E na NFL, isso só se confirmou.

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A.J. McCarron – 5ª rodada (pick 164 – Cincinnati Bengals)

Alabama é conhecida por ser ótimo para RBs e defensores. Para quarterback, o negócio não funciona da mesma forma. McCarron foi selecionado pelos Bengals para ser um dos reservas de Andy Dalton, mas não teve muito espaço com o camisa #14 comandando as ações em Ohio. Jogou apenas três vezes em quatro anos de Cincinnati até acertar sua ida para o Buffalo Bills e ser trocado após a pré-temporada para o Oakland Raiders, onde segue como reserva, agora de Derek Carr.

2-1 W-L, 928 jardas, 6 TD, 2 INT, 64,0% de acerto nos passes e rating de 92.4

Selo Brandon Weeden

Não teve muitas oportunidades, é verdade. Mas é como diz a máxima, pois ‘se o cara é bom, ganha seu espaço naturalmente’. E não funciona assim com o QB.

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Zach Mettenberger – 6ª rodada (pick 178 – Tennessee Titans)


0-10 W-L, 2347 jardas, 12 TD, 14 INT, 60,3% de acerto nos passes e rating de 75.4

A carência na posição fez com que Tennessee draftasse Mettenberger como opção para o time, mas com a indefinição dos QBs, acabou ganhando uma chance nos Titans. Mas não converteu em um resultado minimamente aceitável, sendo um produto abaixo do que se apresentou quando defendia LSU no college. Ainda jogou na temporada 2015, substituindo Marcus Mariota, mas sem brilho. Passou por Chargers e Steelers, antes de ser cortado em 2017. Hoje joga pelo Memphis Express, da AAF (Alliance of American Football).

Selo Brandon Weeden

Não tem como fugir. Não agarrou a chance e hoje está esquecido no mundo do futebol americano.

Draft de 2015

Classe que se resumiu a dois quarterbacks que davam pinta de alavancar suas respectivas franquias e os demais que tiveram vida curta até aqui.

Jameis Winston – 1ª rodada (pick 1 – Tampa Bay Buccaneers)


21-33 W-L, 14628 jardas, 88 TD, 58 INT, 61,6% de acerto nos passes e rating de 87.8

Prêmios individuais: 2015 NFL All-Rookie Team, Pro Bowl (2015)e Jogador ofensivo da NFC (semana 1 – 2016)

Winston ou Mariota? Essa era a dúvida que percorria nos dois primeiros times do draft de 2015, mas o Heisman e melhor jogador ofensivo universitário de 2013 com os números conquistados em dois anos de Florida State pesaram para ele e Tampa Bay o selecionou para ser o seu franchise quarterback. Seu ano de rookie teve números muito bons, mesmo que isso não se convertesse em vitórias, mas seu lugar no Pro Bowl foi assegurado.

Nos anos seguintes, Winston acabou sendo notícia mais pelo extracampo do que lançar muitos TDs. Escândalos em volta do QB fizeram a franquia duvidar de sua ética, buscando sempre uma sombra para colocá-lo nos eixos. Sem conseguir alavancar a equipe da Flórida, JW chegou até a ser suspenso após episódio de assédio sexual com uma motorista de Uber. Três jogos de gancho e Ryan Fitzpatrick titular. Quando a ‘mágica’ acabou, ele reassumiu o posto, voltou para a reserva e foi titular nas partidas finais. Vai para seu quinto ano de liga bastante pressionado. Com Bruce Arians, pode retomar os bons tempos.

Poderia ser um selo Peyton Manning se tivesse cabeça. Mais um ano abaixo da crítica e sua carreira na NFL pode acabar mais cedo do que se imagina.

Marcus Mariota – 1ª rodada (pick 2 – Tennessee Titans)

27-28 W-L, 12004 jardas, 69 TD, 42 INT, 63,2% de acerto nos passes e rating de 89.4

Prêmios individuais: Jogador ofensivo da AFC (4x) e jogador ofensivo da AFC do mês (novembro – 2016)

Se o Heisman de 2013 foi para TB, o do ano seguinte caiu em Nashville. Mariota era a escolha para comandar os Titans aos tempos de sucesso da década anterior. Seu primeiro ano foi desastroso, mas a franquia acreditava no produto de Oregon. Mariota ainda levaria Tennessee a duas temporadas com mais vitórias do que derrotas, inclusive levando os Titans aos playoffs de 2017. De quebra, eliminando os Chiefs em Kansas City, mas parou no Divisional Round para o New England Patriots.

O maior problema que cerca o camisa #8 são as lesões. Mariota nunca jogou todas as 16 partidas da temporada regular pelos Titans e a falta de explosão ofensiva, que se esperava em Tennessee, ainda não aconteceu. Vai para o seu quinto ano também com certa pressão

Selo Ryan Tannehill

É mais um que poderia mudar uma franquia que precisava de um jogador do seu calibre dos tempos de Oregon e até levou aos playoffs, coisa que Winston não conseguiu. Se as lesões pararem de castigá-lo, as coisas podem ser diferentes.

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Bryce Petty – 4ª rodada (pick 103 – New York Jets)

1-6 W-L, 1353 jardas, 4 TD, 10 INT, 53,1% de acerto nos passes e rating de 57.7

Não precisa ir muito longe quando se fala de Bryce Petty. Foi trocado para NY na noite do draft e poderia ser o complemento para o lado verde nova-iorquino, tendo em conta que foi o jogador ofensivo da Big 12 em 2013. Sua estreia na liga aconteceu apenas um ano depois, e sempre entrando em situações de falta de quarterback, não agradou. Não demorou para os Jets o dispensarem. Ainda conseguiu integrar o elenco dos Dolphins em 2018, mas foi cortado durante a temporada regular. Sem clube desde então.

Selo Brandon Weeden

Entrou e saiu sem ser notado. Não conseguiu se firmar e isso é notado até hoje.

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Brett Hundley – 5ª rodada (pick 147 – Green Bay Packers)

3-6 W-L, 1853 jardas, 9 TD, 13 INT, 59,5% de acerto nos passes e rating de 67.9

Selecionado para ser um aprendiz de Aaron Rodgers, Hundley chegou a GB mesmo não sendo o melhor quarterback nessa altura do draft. Nenhum prêmio e nada que chamasse a atenção dos scouts. Teve seu momento maior de atuação em 2017, quando A-Rod perdeu a temporada e Hundley o substituiu em 9 partidas, mas sem um brilhantismo ou algo de diferente, culminando na eliminação dos Cheeseheads na temporada regular. Foi trocado na offseason de 2018 para Seattle e continua seu processo de aprendizagem na NFL.

Selo Brandon Weeden

O mesmo de Petty se aplica a Hundley. Não conseguiu produzir na NFL e sua escolha, nessa altura do draft, se justifica.

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Trevor Siemian – 7ª rodada (pick 250 – Denver Broncos)

13-11 W-L, 5686 jardas, 30 TD, 24 INT, 59,3% de acerto nos passes e rating de 79.9

Prêmios coletivos: vencedor do Super Bowl 50

Nada chamativo em Northwestern, mas com a aposentadoria iminente de Peyton Manning, Denver apostou nele como complemento para a equipe de Mile High. O que não esperava, é que o substituto principal de Peyton, Brock Osweiler, fizesse uma temporada regular boa, segurando as pontas e classificando Denver aos playoffs, onde Manning assumiu e ganhou o campeonato.

Osweiler assinou com o Houston Texans e a responsabilidade de comandar o ataque caiu nas mãos de Siemian. Seu primeiro ano como titular foi aceitável, mas como a pressão nos Broncos era enorme, começou a se cobrar muito em cima do QB, que em 2017, com Paxton Lynch e a volta de Osweiler ao time, não rendeu o que dele se esperava. Até que em 2018, Siemian foi trocado para o Minnesota Vikings, mas está na lista de contundidos e ficou toda a temporada de fora da equipe.

Selo Brandon Weeden

Mais um que leva esse selo, mesmo com o anel de campeão. Não se esperava muito dele e o resultado está aí.

Amanhã teremos a conclusão de nosso especial falando das classes de 2016 e 2017. Até lá galera!

Esse super trabalho de pesquisa e análise foi feito pela dupla dinâmica Vitor “@chaveatle” Silva e Caio “@Caiofilippi’ Filippi – Especialmente para o blog Major Sports

A ESCOLHA: Quarterbacks – Parte 3


ESPECIAL QUARTERBACKS – Parte 3 2012/2013

DRAFT 2012

   Chegamos ao ano e 2012 com provavelmente a melhor safra até então com ao menos 4 QB que chegaram a finais de conferência, além de duas péssimas escolhas…


Andrew Luck – pick 1 rodada 1 – Stanford – Indianapolis Colts

Números da Carreira:

V-D – 53-33

% passes completos – 60.8

Jardas Totais – 23671

TD/INT – 171-83

   Andrew Luck era falado no College desde seu primeiro ano em Stanford. Considerado o melhor prospecto de QB desde Peyton Manning, tinha a hype ideal para ser uma estrela na NFL. Foi duas vezes segundo colocado no Heissman Trophy pela equipe da California. Como o Colts teve uma temporada péssima em 2011 devido a contusão de Peyton Manning, ficou óbvio que Indianapolis iria selecionar para o lugar do Manning o melhor prospecto vindo do College desde seu antecessor.

   Luck levou o Colts a títulos de divisão nos seus 3 primeiros anos, somando 11 vitórias em cada um dos anos. Em 2014 chegou ao seu auge com os melhores números da carreira com 40 TD e 4800 jardas, onde chegou ao AFCCG após derrotar Manning em Denver.

  2015 começou o inferno astral de Luck. Os anos de OL duvidosas começaram a ter seus efeitos. Primeiro a contusão no ombro, depois teve o rim dilacerado durante o jogo contra o Broncos, terminando assim aquela temporada. 2016 apesar de sentir dores no ombro direito jogou 15 partidas mas com seus piores números na carreira. Ao final daquele ano foi submetido a uma delicada cirurgia no local, o que afastou o QB dos gramados até o começo da temporada de 2018.

   Em 2018 um retorno triunfal com ida aos playoffs, excelentes números e o provável prêmio de Comeback of the year. E finalmente com uma OL que pode mantê-lo saudável por anos.

Veredito – Selo Peyton Manning

   A escolha era óbvia e foi de total sucesso apesar das graves contusões. Bme vindo de volta Andrew Luck

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Robert Griffin III – pick 2 rodada 1 – Baylor – Washington Redskins

Números da Carreira:

V-D – 15-25

% passes completos – 63.2

Jardas Totais – 9004

TD/INT – 42-26

1670 jardas corridas – 10 TD

– Prêmios Individuais

Heissman Trophy 2011

Novato ofensivo do ano 2012

   RGIII como sempre foi conhecido, teve uma carreira incrível na universidade de Baylor, culminando com seu último ano que que correu para 1500 jardas e 24 TD fora os 15 TD lançados. Òbvio que o estilo de jogo de Baylor ajudava, mas ele era um prospecto que poderia mudar o jogo da NFL com essa dupla ameaça semelhante a Cam Newton que entrou na liga 2 anos antes. Ganhou o Heissman Trophy em seu último ano, mas foi o primeiro vencedor do troféu a não jogar a final universitária desde Tim Tebow 2007. Antes do draft, o Redskins trocou pela segunda escolha com o Rams e selecionou seu novo QB.

   Seu ano de calouro foi incrível, levando o Redskins a 10 vitórias e ida aos playoffs. Como esperado ele foi uma ameaça dupla, com 3200 jardas aéreas e 20 TD somando com 900 jardas corridas e 8 TD. No jogo contra o Seahawks no WildCard, teve uma grave contusão no joelho direito, piorado por não ter sido retirado de campo pelo HC Mike Shanahan. Após a temporada teve fazer o reparo de todos os ligamentos do joelho. No ano de 2013 notou-se que não tinha mais a dinâmica anterior a contusão, pois agora dependia mais de seus passes que nunca foi seu forte. Em 2014 continuava em fase ruim até que uma torção no joelho machucado o retirou por mais 7 partidas. Em 2015 uma concussão terminou com a temporada após 5 partidas. Após ser cortado, assinou contrato com o Cleveland Browns por 2 anos sem causar qualquer impacto. Atualmente é o terceiro QB do Baltimore Ravens.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

   Uma escolha que tinha tudo para ser sucesso, mas só teve um ano bom. Ele devia ter saído daquele jogo contra o Seahawks após a primeira pancada. Quem sabe o que ocorreria com sua carreira?

Ryan Tannehill – pick 8 rodada 1 – Texas A&M

Números da Carreira:

V-D – 42-46

% passes completos – 62.8

Jardas Totais – 20434

TD/INT – 123-75

   Tannehill teve uma carreira curiosa em Texas A&M. Jogou por mais de 2 anos como WR por não ter lugar como QB. Apenas em seu último ano assumiu a titularidade com números excelentes alcançando rating de 133.3 e 29 TD. Esse ano impressionou o Miami Dolphins que o selecionou com a pick 8 daquele draft. Logo foi nomeado como titular para a semana 1 tendo 3200 jardas mas apenas 12 TD e 13 INT. Sua melhor temporada foi a de 2014 com 27 TD e 4200 jardas. No único ano que o Dolphins chegou aos playoffs, Tannehill estava machucado e foi substituído por Matt Moore.

  Em 2018, com seu segundo ano sob a tutela de Adam Gase, guru ofensivo, continuava com números não muito significativos, apesar de não ter grandes armas para o jogo aéreo. Ele jogou a partir da semana 6 pois se recuperava de uma cirurgia no joelho.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

   Tannehill tem uma carreira decente na liga, mas nada demais. Não foi o franchise que o Dolphins esperava mas é confiável.

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Brandon Weeden – pick 22 rodada 1 – Oklahoma State – Cleveland Browns

Números da Carreira:

V-D – 6-19

% passes completos – 57.9

Jardas Totais – 6462

TD/INT – 31-30

   Brandon Weeden foi draftado na primeira rodada de 2012 pelo Browns com 28 anos de idade. Aí eu me perguntei: porque ele terminou o College tão tarde? Weeden após o High School foi draftado na segunda rodada do draft pelo New York Yankees em 2002 para ser arremessador. Perambulou ainda por Dodgers e Royals sempre em minor leagues até 2006, quando desistiu e ingressou em Oklahoma State para se graduar. Assumiu a posição de QB principal em seu terceiro ano onde teve números respeitáveis, levando a equipe a uma vitória no Fiesta Bowl contra Stanford tendo uma grande partida com 4 TD.

   O Browns arriscou ao draftar o jogador mais velho da história e o resultado foi ruim. Péssimas decisões, porcentagem de passe correto baixo e muitas interceptações. No segundo ano teve apenas 5 jogos como titular e foi dispensado no começo da temporada seguinte. Desde então foi reserva de Cowboys, Texans e Titans. Desde 2018 é o reserva do Tenessee Titans sem destaque algum.


Veredito – Selo Brandon Weeden

   O selo tem o seu nome, sem mais. Escolher um QB com 28 anos com apenas 2 anos de titular no College tava na cara que ia dar errado.

NOTA DO EDITOR: O melhor do possante Weeden é certamente as caretas dele, pesquisem no google: Brando Weeden faces e riam bastante…

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Brock Osweiler – pick 25 rodada 2 – Arizona State – Denver Broncos

Números da Carreira:

V-D – 15-15

% passes completos 59.8

Jardas Totais – 7418

TD/INT – 37-31

– Prêmios Coletivos

Campeão do SB com o Denver Broncos como reserva

   Brock Osweiler só foi titular em Arizona State em seu ano de Júnior, lançando para 4000 jardas e 26 TD. O Broncos o selecionou na segunda rodada para aprender com Peyton Manning, recém contratado, além de ser um seguro para o veterano que vinha de uma grave contusão no pescoço. Entrou em poucas oportunidades nos primeiros 3 anos, mas em 2015 teve algumas oportunidades como titular na ausência de Manning.  Osweiler não comprometeu até a volta de Peyton Manning sendo apoiado pela espetacular defesa do Broncos, que levou a equipe ao título naquele ano.

   E não é que teve uma equipe que acreditou no potencial do Cosplay de poste? Houston Texans deu um contrato de 4 anos 72 milhões pois acreditavam que Osweiler era a peça que faltava para a equipe buscar o título. Assim tivemos provavelmente o pior contrato da história na liga, pois ele teve um ano horroroso com 16 TD e 18 INT. Foi tão ruim que no ano seguinte o Texans mandou ele para o Browns em uma troca e mandou junto uma segunda rodada só para assumirem esse contrato bomba. Não jogou no Browns e depois teve contratos com o Broncos novamente e atualmente é o reserva de Ryan Tannehill em Miami.

Veredito – Selo Brandon Weeden

   Sinceramente os times não esperavam muito dele, e realmente não serviu para nada. Deve mandar uma grana para a defesa do Broncos por ter garantido aquele baita contrato com o Texans.

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Russell Wilson – pick 12 rodada 3 – Wisconsin – Seattle Seahawks

Números da Carreira:

V-D – 75-36-1

% passes completos – 64.2

Jardas Totais – 25624

TD/INT – 196-63

3671 jardas corridas – 17 TD

Prêmios coletivos

Campeão do SB 47

   Russell Wilson era QB da pequena North Carolina State, e após 3 anos com bons resultados se transferiu para Wisconsin onde demonstrou seu potencial, ficando em décimo na eleição do Troféu Heissman de 2011. No entanto sua tendência de QB scrambler e por ser Baixo para os padrões da NFL. Mesmo com todos esses contras, o Seahawks gastou uma escolha de terceira rodada para selecionar Russell Wilson o que se mostrou um acerto histórico. Começou a pre temporada como reserva pois a equipe tinha assinado contrato longo com Matt Flynn, mas logo Wilson assumiu a titularidade para não deixar mais. Devido aos graves problemas da OL do Seahawks, a habilidade de Wilson em correr nos gaps ajudou consideravelmente a equipe. Levou a equipe aos Playoffs de divisão em seu primeiro ano, venceu o SB no ano de 2013 e repetiu o SB em 2014, quando perdeu na última posse para o New England Patriots. No ano de 2016 merecidamente recebeu uma extensão de contrato por 4 anos 87 milhões.

   Wilson tem a impressionante marca de mais de 8 vitórias em todas as temporadas pela equipe de Seattle, com apenas o ano de 2017 sem jogar os playoffs.

Veredito – Selo Tom Brady

   Russell Wilson foi o sexto QB a ser draftado e vem sendo aquele que tem maior sucesso na carreira. Tremendo steal do Seahawks.

Nick Foles – pick 25 rodada 3 – Arizona – Philadelphia Eagles

Números da Carreira:

V-D – 26-18-0

% passes completos – 61.6

Jardas Totais – 11165

TD/INT – 68-33

– Premios Coletivos

Campeão do SB 51 pelo Eagles

  Nick Foles fez um ano de faculdade em Michigan State, mas no segundo se transferiu para Arizona onde jogou 2 bons anos, inclusive sendo o quinto em jardas aéreas por jogo em seu ano de sênior. Foi selecionado pelo Philadelphia Eagles na terceira rodada do draft, inicialmente sendo reserva do veterano Michael Vick. Após a concussão do titular, Foles assumiu a titularidade, mas com números pouco animadores, somando incríveis 8 fumbles em seu ano de rookie. No ano seguinte mais uma vez começou na reserva de Vick, mas após outra contusão do titular voltou a ser o comandante do ataque. Adaptou-se muito ao ataque “up time” de Chip Kelly levando a equipe aos playoffs pela primeira vez desde 2010. Foles quebrou um recorde na liga: melhor relação TD-INT com 27 TD e 2 INT. Impressionante!!!.

   No ano de 2014 Foles e o ataque do Eagles tiveram uma queda, com ele jogando apenas 8 jogos devido a contusão na clavícula. Em março de 2015 Foles foi trocado para o Rams por Sam Bradford e algumas escolhas de draft. No Rams Foles continuou claudicante com números ruins de TD e alto número de fumbles. Ao final da temporada pediu dispensa da equipe, que draftou Jared Goff na primeira escolha geral. Em 2016 foi reserva do Chiefs jogando apenas uma partida. Em 2017 assinou novamente com o Eagles para ser reserva da então primeira escolha do draft Carson Wentz. Na semana 14 Wentz, que fazia temporada de MVP, sofreu uma grave contusão no joelho e então começou a temporada de conderela de Nick Foles. Contra todos os prognósticos Foles levou a equipe ao título, inclusive vencendo o prêmio de MVP do SB contra o Patriots. Todos os analistas acreditavam que Foles assinaria contrato com outra equipe para ser titular, mas seguiu na equipe. Foi titular nas primeiras 3 partidas até a volta de Wentz sem muito sucesso. Voltou a ser titular na semana 16 e mais uma vez conduziu a equipe a pós temporada. O time venceu o Chicago Bears fora de casa mas foi derrotado pelo Saints em um jogo incrível que a equipe vencia por 14 a 0. Foles foi muito bem mais uma vez, mostrando ser um clutch improvável.

Veredito – Selo Tom Brady

  

You Want Philly Philly? Então toma!!!!

   Uma escolha de terceira rodada que saiu de backup do provável MVP da temporada para MVP do SB, vencendo o titulo inédito para o Philadelphia Eagles. Ele não precisa fazer mais nada na carreira.

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Kirk Cousins – pick 7 rodada 4 – Michigan State – Washington Redskins

 Números da Carreira:

V-D – 34-37-2

% passes completos – 66.5

Jardas Totais – 20505

TD/INT – 129-65

   Kirk Cousins jogou 3 anos como titular em Michigan State, com números bons, ganhando o prêmio de melhor QB sênior do ano de 2011. Foi escolhido na sétima rodada pelo Washington Redskins. Muitos acharam estranha a escolha, pois na pick 2 eles draftaram o vencedor do Heissman Robert Griffin III, no entanto o HC Mike Shanahan considerava Cousins um seguro para a segunda escolha e tinha certeza que teria oportunidades para jogar com a equipe. Shanahan estava correto. No primeiro ano jogou pouco devido a grande temporada de RGIII, entrando para concluir o jogo de playoffs contra o Seahawks após grave contusão do titular. Nos anos 2013 e 2014 jogou apenas 5 partidas por ano sem muito sucesso. Em 2015 o experimento RGII finalmente foi abandonado com Cousins assumindo a titularidade, o qual respondeu bem levando a equipe aos playoffs após 4 anos, onde alcançou o maior número de TD lançados com 29. Com o fim de seu contrato começou a queda de braço com a direção do Redskins pois ele queria contrato longo e a equipe estava relutante. Assinou contrato de apenas e 1 ano além de receber mais 2 TAG em anos consecutivos, caso raríssimo na NFL.

   Muito da preocupação com um contrato longo com Cousins era seu histórico ruim em jogos de primetime: 2-15 em jogos transmitidos nacionalmente. Após 3 anos com mais de 4000 jardas e uma ida aos playoffs, Kirk Cousins assinou contrato longo com o Minnesota Vikings de 3 anos 84 milhões. Aparentemente era a peça que faltava para completar o grande ataque do Vikings. No entanto a fraca OL somado a um QB pocket dificultou as coisas pela equipe. Cousins conseguiu seu recorde de TD com 30 mas não levou a equipe aos playoffs, mesmo com o grande elenco. Mais uma vez a dúvida sobre o poder de decisão de Capitain Kirk paira sobre a NFL.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

   Uma escolha de sétima rodada que tem uma carreira bem decente na NFL. Claro que precisa melhorar no quesito de jogos decisivos, mas isso só o tempo dirá.

DRAFT 2013

Uma classe de QB bastante questionável, onde nenhum dos selecionados teve vida longa de protagonismo na liga.

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EJ Manuel – 1ª rodada (pick 16 – Buffalo Bills)

6-12 W-L, 3767 jardas, 20 TD, 16 INT, 58,1% de acerto nos passes e rating de 77.1

Foi o quarterback melhor selecionado em 2013 para substituir Ryan Fitzpatrick, cortado na offseason. Em Florida State, teve nos seus dois anos finais de NCAA seu cartão de visitas para a NFL, lançando para 41 TDs e um Rate acima de 150 nesse meio tempo. Seu primeiro ano como profissional foi abaixo do que apresentou no universitário e dali em diante nunca se firmou. Em 10 jogos, foram 180 passes completos (em 306 tentativas) para 11 TDs e 9 interceptações, além de outros 2 TDs corridos.

Desde então, o QB não consegue jogar mais do que sete partidas em uma temporada. Kyle Orton chegou em 2014 e desde então suas aparições são esporádicas. Sem vencer uma partida desde então, passou a ser reserva por onde passou. Sua última aparição foi no Oakland Raiders, em 2017.

Selo Jamarcus Russell:

Apostaram em um QB que era aposta para o futuro, mas que hoje até reclama por ser preterido por questões raciais.

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Geno Smith – 2ª rodada (pick 39 – New York Jets)


12-19 W-L, 6182 jardas, 29 TD, 32 INT, 57,7% de acerto nos passes e rating de 72.7

Prêmios individuais: Jogador da semana 5 da AFC em 2013

Chegou em um New York Jets que estava uma bagunça. Mark Sanchez em queda livre e Tim Tebow para ser o salvador da pátria, mas ambos foram reservas de Geno Smith, que teve seu ano de calouro de altos e baixos. Muito diferente dos seus quatro anos em West Virgnia, onde lançou para 98 TDs, Geno teve quase o dobro de interceptações (21) do que TD (12), e ainda assim comandou 5 campanhas que deram a vitória aos Jets. O 8-8 deu esperanças para 2015.

Entretanto, as atuações após aquele ano foram abaixo e apenas 3 vitórias em 14 jogos. Não demorou muito para outro QB assumir a posição (Ryan Fitzpatrick). Desde então, atuou apenas em nove partidas (duas como titular), sendo que em uma foi o fatídico jogo que interrompeu a sequência de Eli Manning nos Giants e na demissão de Ben McAdoo. Hoje, é reserva do Los Angeles Chargers.

Selo Jamarcus Russell

Poderia ser um selo Tannehill, mas sua estadia na NFL não permite

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Mike Glennon – 3ª rodada (pick 73 – Tampa Bay Buccaneers)

6-16 W-L, 4933 jardas, 34 TD, 20 INT, 60,6% de acerto nos passes e rating de 83.2

Prêmios individuais: 2013 NFL All-Rookie Team

Josh Freeman começou a dar sinais que não era o futuro da franquia, e TB correu o risco de draftar o jovem Mike Glennon como esperança para os Bucs, após dois anos regulares em North Carolina State. Sua estreia aconteceu na semana 4 daquela temporada e fechou o ano com números bons para um calouro (19/9 TD/INT e rating de 83.3), culminando sua entrada para o time dos calouros de 2013, mesmo que a campanha dos piratas fosse muito abaixo (4-9).

O ano virou, e seu bom jogo ficou na história com a chegada de Josh McCown. A campanha de 2-14 dos Bucs e a perda da temporada 2015 (culminando com a chegada de Jameis Winston), dava pinta que sua carreira na liga tinha acabado precocemente. Mas em 2017, Glennon ganhou nova chance no Chicago Bears para ser o tutor de Mitchell Trubisky. Não durou quatro jogos até o calouro assumir o posto e Glennon voltar para a reserva. Em 2018, assinou por dois anos com o Arizona Cardinals e hoje é o reserva imediato de Josh Rosen.

Selo Brandon Weeden:

A falta de regularidade fez valer na liga. Nada a acrescentar.

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Matt Barkley – 4ª rodada (pick 98 – Philadelphia Eagles)

2-5 W-L, 2143 jardas, 10 TD, 18 INT, 59,8% de acerto nos passes e rating de 68.3

Líder em TDs e INT na Pac-12 em 2011 e 2012, Matt Barkley acabou sendo escolhido apenas na quarta rodada pelos Eagles, que já tinha uma dupla tarimbada na posição com Nick Foles e Michael Vick. Ambos começaram todas as partidas e Barkley acabou entrando como reserva em apenas três jogos, lançando 4 interceptações e nenhum TD.

Sem espaço em 2014 e sem time em 2015, Barkley assinou com o Chicago Bears e lá foi onde mais atuou, por 6 partidas (tendo em conta que Jay Cutler e Brian Hoyer se lesionaram e perderam a temporada). Barkley terminou com apenas uma vitória em seis jogos e quase o dobro de interceptações do que de TDs. Passando por mais um ano sabático, voltou em 2018 para assinar com os Bills. E quando jogou, parecia um veterano na sua melhor atuação na NFL no massacre contra os Jets, em Nova York.

Selo Brandon Weeden

Nunca foi de encher os olhos e uma escolha baixa fez valer esse selo

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Ryan Nassib – 4ª rodada (pick 110 – New York Giants)

128 jardas, 1 TD, 90,0% de acerto nos passes e rating de 152.1

Os números de acerto e rating podem espantar, mas isso é o que foi tirado nos dois anos que atuou, vindo do banco, pelo NY Giants, de um Eli Manning under center. Em Syracuse, não tinha números que chamassem a atenção. No próprio draft foi trocado duas vezes, até parar nos Giants. Passou por New Orleans Saints e Jacksonville Jaguars, mas foi cortado de ambos com a temporada em andamento. Está sem clube desde então.

Selo Brandon Weeden

Sem relevância e rodando pelos times, não tem outro selo melhor

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Landry Jones – 4ª rodada (pick 115 – Pittsburgh Steelers)

3-2 W-L, 1310 jardas, 8 TD, 7 INT, 63,9% de acerto nos passes e rating de 86.2

Campanha forte no universitário, chegando a liderar toda a NCAA no seu ano de sophomore em Oklahoma, Jones acabou saindo na quarta rodada para os Steelers com a esperança de ser o sucessor de Big Ben. Sua estreia na NFL só aconteceu dois anos mais tarde, em 2015. E suas aparições foram muito poucas, sendo apenas cinco jogos como titular (e uma aparição em playoffs). Em 2017, a franquia renovou por mais dois anos com o camisa #3, mas no início da temporada de 2018 foi cortado por Pittsburgh. Jones ainda assinou com os Jaguars no final de outubro, mas novamente foi cortado semanas depois. É mais um sem clube na NFL.

Selo Jamarcus Russell

Tinha cancha para assumir um time pelo que fez na NCAA, mas os números não jogam em seu favor.

Na sequencia falaremos dos anos de 2014 e 2015. Continuem acompanhando esta série, curtam e compartilhem nas redes sociais. abs

Esse super trabalho de pesquisa e análise foi feito pela dupla dinâmica Vitor “@chaveatle” Silva e Caio “@Caiofilippi’ Filippi – Especialmente para o blog Major Sports

A ESCOLHA: Quarterbacks – Parte 2

ESPECIAL QUARTERBACKS – Parte 2 2010/2011

Salve galera, voltamos agora com a segunda parte do nosso especial de analises das escolhas dos QuarterBacks na NFL nos ultimos 10 anos e vamos falar dos Drafts de 2010 e 2011… Uma geração que trouxe “Deus”, super-heróis e polêmicas… Confira:

DRAFT 2010

   Geração complicada de QB no ano de 2010, com vários busts e o melhor deles eternamente no serviço médico!!!

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Sam Bradford – pick 1 rodada 1 – Oklahoma – Saint Louis Rams

Números da Carreira:

V-D – 34-48-1

% passes completos – 62.5

Jardas Totais – 19449

TD/INT – 103-61

Prêmios Individuais

– Rookie Ofensivo do Ano 2010

  Com a primeira escolha, o Saint Louis Rams selecionou o melhor prospecto de QB da época, tentando relembrar os tempos do Great Show of Turf de Warner e companhia. Bradford vinha de uma excelente carreira em Oklahoma, e fez uma boa temporada de rookie, apesar do alto número de interceptações. A segunda temporada tinha tudo para se estabelecer como um ótimo QB, no entanto começaram os problemas que o perseguem até hoje: as contusões. Perdeu as últimas partidas da temporada por problemas no joelho. Na temporada seguinte voltou bem, mas não conseguindo levar o Rams aos playoffs. Na temporada 2013 uma nova contusão no joelho terminou a melhor temporada em números de Bradford na NFL. Claro que estar entre os 10 QB mais sacados em seus 4 primeiros anos na liga não ajudaram, mas essa série de contusões assustam qualquer equipe.

   Na preseason da temporada 2014, nova contusão no joelho e mais uma temporada perdida. Em 2015 o Eagles assinou contrato de 2 anos com Sam Bradford. Teve um primeiro ano com números decentes, com a primeira temporada completa em 3 anos. No ano de 2016 foi trocado para o Vikings por uma escolha de primeira rodada, ano em que teve seus melhores números com 20 TD e 5 INT. Com um bom time ao seu redor, seria a chance de Bradford se estabelecer, mas na terceira rodada de 2017 nova contusão no joelho tirando ele de mais uma temporada.

   Ao final da temporada foi cortado pelo Vikings e assinou contrato com o Arizona Cardinals. Após 3 partidas péssimas pelo time de Arizona foi cortado pela equipe.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

   Não considero Bradford um bust. Ele fez temporadas boas por Rams e Vikings, mas as contusões devastaram uma carreira com o potencial, apesar de sofrer com linhas ofensivas horríveis.

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Tim Tebow – pick 25 rodada 1 – Florida – Denver Broncos

Números da Carreira:

V-D – 8-6

% passes completos – 47.9

Jardas Totais – 2422

TD/INT – 17-9

  No fim da primeira rodada daquele draft, o Denver Broncos arriscou e selecionou o polêmico e vencedor Tim Tebow, vindo do Florida Gators. Tebow teve todos os recordes da conferência além de 2 títulos nacionais e um Heissman Trophy, prêmio de melhor jogador universitário. A propaganda religiosa sempre correu junto com os anos jogando pelo Gators. Em seu primeiro ano em Denver, participou em algumas situações de wildCat. No segundo ano, após um começo 1-3, Kyle Orton foi barrado em prol de Tim Tebow.

   Tim Tebow levou a equipe aos playoffs mesmo com números não tão significativos no jogo aéreo. No primeiro jogo dos playoffs a equipe recebeu o Steelers e o jogo foi a prorrogação. Na primeira jogada a mágica aconteceu: passe de 80 jardas para Demaryus Thomas e classificação ao Divisional. Foi a deixa para a imprensa chamar Tebow de O salvador… Mas a magia acabou no jogo seguinte em uma partida errática contra o Patriots. Tebow alcançou mais de 50% de passes certos apenas em 4 partidas no ano.

   Em 2012, o Broncos assinou com o futuro Hall of Fame Peyton Manning e assim trocou Tebow com o NY Jets, onde ia disputar a vaga com o também errático Mark Sanchez. No Jets gerou mais polêmicas do que entregas em campo, completando apenas 8 passes no ano. Em 2013 mais uma dispensa e nunca mais jogou pela NFL.

   Desde 2016 Tebow frequenta as ligas menores do NY Mets jogando como Outfielder, tendo números até decentes.

Veredito – Selo Jamarcus Russell

   Um QB que tinha títulos nacionais e um troféu de melhor jogador universitário devia ter uma carreira melhor. Mas o estilo de jogo dele na NCAA claramente não se traduziria em sucesso devido sua mecânica de lançamento ruim. Selo Jamarcão nele

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Jimmy Clausen – pick 16 rodada 2 – Notre Dame – Carolina Panthers

Números da Carreira:

V-D – 1-13

% passes completos – 54.0

Jardas Totais – 2520

TD/INT – 7-14

   O prospecto vindo de Notre Dame estava projetado para ser o segundo QB apenas atrás de Sam Bradford, no entanto acabou caindo no board devido sua arrogância. Vindo de um programa com esquema Pro, Clausen tinha potencial de uma carreira decente na NFL, e foi o que o Panthers acreditou para ser seu líder de ataque.

   Começou a temporada na reserva de Matt Moore, mas após uma concussão do titular, Clausen assumiu a titularidade. Com uma campanha horrível de 1-9 com 3 TD e 9 INT, o Panthers teria a primeira escolha do draft de 2011, a qual escolheram o QB Cam Newton de Auburn.

   Após ser dispensado em 2013, conseguiu um contrato com o Chicago Bears de 1 ano para ser reserva de Jay Cutler. Em 2015 foi contratado como backup no Baltimore Ravens, onde jogou apenas 1 partida. Ao final da temporada foi dispensado e nunca mais conseguiu contrato na liga.

Veredito – Selo Brandon Weeden

Uma escolha de segunda rodada com problemas de comportamento não podia dar muito certo mesmo. A escolha foi tão ruim que selecionaram outro QB na primeira escolha do ano seguinte.

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Colt McCoy – pick 21 rodada 3 – Texas – Cleveland Browns

Números da Carreira:

V-D – 7-20

% passes completos – 60.5

Jardas Totais – 5958

TD/INT – 29-26

   Colt McCoy teve uma grande carreira pela universidade do Texas, tendo um título universitário e sendo finalista do Heissman Trophy por duas vezes. Com muitos recordes na carreira universitária, McCoy foi draftado na terceira rodada do draft pelo Cleveland Browns. A queda no board se deu pelos especialistas considerarem ele muito baixo e com mãos pequenas para ser titular na NFL.

   Começou a temporada como terceiro QB do Browns, mas por contusões assumiu a titularidade na temporada, mas com números ruins, que se seguiram na temporada seguinte. Em 2013 foi trocado para o Niners para ser backup, entrando em campo em apenas 1 jogo.

   Em 2014 assinou contrato com o Redskins e desde então é o reserva dos QB em Washington.

Veredito – Ryan Tannehill

   Colt McCoy é um dos QB reserva mais confiáveis da liga. Tem uma carreira longa e razoável, sempre tendo oportunidades.

 DRAFT 2011

   No ano de 2011 mais uma primeira escolha geral foi um QB. Tivemos escolhas tardias com sucesso na liga, além de um que se tornou WR.

Cam Newton – pick 1 rodada 1 – Auburn – Carolina Panthers

Números da Carreira:

V-D – 68-53-1

% passes completos – 59.7

Jardas Totais – 28469

TD/INT – 182-107

4808 jardas corridas e 58 TD

Prêmios Individuais

Novato Ofensivo de 2011

MVP da temporada 2015

Prêmios Coletivos

Campeão da NFC 2015

   Após uma temporada trágica em 2010, o Carolina Panthers foi com tudo para a primeira escolha geral e draftou o QB Cam Newton, campeão nacional com Auburn, para ser seu franchise player. Newton tinha um arsenal bem variado com ameaça aérea e terrestre. Em seu ano de estreia lançou 21 TD e correu mais 14, sendo eleito o novato do ano. Seu ápice foi em 2015 quando liderou a equipe a 15-1, levando o prêmio de MVP para casa. O SuperMan como é apelidado, lançou para 35 TD e correu para mais 14, em uma temporada histórica. A equipe só parou na incrível defesa do Denver Broncos durante o SB 49.

   Muitos achavam que ele teria vida curta por ser um QB primariamente scrambler, mas Cam Newton melhorou consideravelmente sua precisão nos passes, se tornando efetivamente ameaça dupla para as defesas.

Veredito – Selo Peyton Manning

   Foi a escolha óbvia no draft que deu muito certo. MVP de 2015 e liderou a equipe a 4 anos nos playoffs, um verdadeiro Franchise Player.

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Jake Locker – pick 8 rodada 1 – Washington – Tennessee Titans

Números da Carreira:

V-D – 9-14

% passes completos – 57.5

Jardas Totais – 4967

TD/INT – 27-22

   Jake Locker estava projetado para ser o primeiro QB escolhido no draft de 2010, após um bom terceiro ano na universidade de Washington. No entanto ao ouvir de alguns conhecidos que talvez caísse para terceira ou quarta rodada devido a preocupação com sua precisão nos passes, Locker voltou para seu último ano no College. Em 2011 o Titans selecionou Jake Locker na oitava escolha da primeira rodada.

   Na temporada de novato foi o backup de Matt Hasselbeck, entrando só em situações esporádicas. No segundo ganhou a posição do veterano na preseason, mas não apresentou números que justificassem sua escolha, com 10 TD e 11 INT. Na temporada 2013 vinha com uma campanha razoável, sem comprometer muito a equipe mas uma contusão no pé na semana 8 terminou a temporada de Locker. Em 2014 perdeu a posição de titular na semana 2 para o novato Mettenberger e não jogou mais na temporada. Ao final do ano se aposentou, com a justificativa de não sentir mais vontade de jogar.

Selo – Jamarcus Russell

   Uma escolha alta desperdiçada em um QB sem qualidades mínimas para o jogo profissional.

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Blaine Gabbert – pick 10 rodada 1 – Missouri – Jacksonville Jaguars

Números da Carreira:

V-D – 13-35

% passes completos – 56.2

Jardas Totais – 9063

TD/INT – 48-47

   Após uma carreira com números razoáveis em Missouri. Blaine Gabbert foi selecionado como escolha 10 pelo Jacksonville Jaguars. Após começar a pré-temporada como terceiro QB, assumiu a titularidade na semana 2. Teve uma temporada complicada pois foi o QB que mais sofreu sacks naquela temporada com 40, além de 14 fumbles sofridos, recorde histórico da liga. Em 2012, continuou com números ruins até a semana 10 onde sofreu uma contusão no ombro direito que terminou com sua temporada. Em 2014 foi trocado para o San Francisco 49ers por uma escolha de sexta rodada. Em 2015 foi promovido a titular no lugar de Kaepernick fazendo 8 jogos como titular, com 9 TD e 9 INT. Em 2017 e 2018 jogou pelo Cardinals e Titans, sempre sendo backup, com poucas oportunidades

Veredito – Selo Brandon Weeden

  Provavelmente o Jaguars draftou Gabbert por desespero pois não teve números relevantes no College e repetiu as fracas atuações no nível profissional.

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Cristhian Ponder – pick 12 – rodada 1 – Florida State – Minnesota Vikings

Números da Carreira:

V-D – 14-21

% passes completos – 59.8

Jardas Totais – 6658

TD/INT – 38-36

   Christhian Ponder foi titular em 3 anos na forte Florida State, com seu segundo ano tendo os melhores números, mas interrompidos por uma contusão no ombro. Em 2011 foi escolhido na pick 12 pelo Vikings para ser backup de Donovan McNabb e assumir futuramente os rumos da franquia. Com uma temporada horrível de McNabb, Ponder entrou em campo nas últimas 7 partidas sem muito sucesso também.

   Em 2012 foi titular durante todo o ano alcançando 10 vitórias, muito ancorado pela temporada histórica de Adrian Peterson, MVP naquele ano. Ponder se machucou na semana 17 e não jogou a partida de WildCard contra o Packers, em que a equipe foi eliminada. 2014 jogou 8 partidas, no entanto com pouco sucesso novamente, com a marca de 7 TD e 9 INT, sendo abaixo da crítica. Em 2014 o Vikings desistiu do projeto Ponder e escolheu Bridgewater para seu titular. Ponder só conseguiu contrato novamente em 2016 com o Niners sem entrar em campo. Desde então está sem equipe.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

 Teve um bom ano e vários ruins. Escolha mediana para um jogador mediano. 

Andy Dalton – pick 3 rodada 2 – TCU – Cincinatti Bengals

Números da Carreira:

V-D – 67-50-2

% passes completos – 62.5

Jardas Totais – 28100

TD/INT – 188-104

   Andy Dalton jogou pela tradicional TCU, que começou uma retomada nos anos em que jogou lá. Chegou a ficar em Nono na votação do Heissman Trophy em 2010. Mesmo com a procura de QB no draft, Andy Dalton caiu para a segunda rodada no qual o Bengals o escolheu para substituir o veterano Carson Palmer, trocado para o Oakland Raiders anteriormente. Se mostrou uma aposta certeira pois levou o Bengals a 4 playoffs consecutivos em seus primeiros anos na equipe. Dalton tem marcas nos primeiros 3 anos que apenas Manning, Luck, Wilson e Newton alcançaram: temporadas com mais de 3000 jardas e 20 TD. A consistência de Dalton sempre foi importante, perdendo jogos apenas nos anos de 2015 e 2018. Seu melhor ano foi em 2013 quando conduziu a equipe a 11 vitórias com 4300 jardas e 33 TD.

   Apesar de sempre ter bons números e companheiros qualificados, Dalton é criticado por não conseguir bons resultados nos playoffs, a qual tem apenas 1 TD e 6 INT nos 4 jogos.

Veredito – Selo Tom Brady

Uma escolha baixa que causou impacto imediato na franquia, levando a 4 anos consecutivos de playoffs. Além de ter vários recordes da franquia na posição. Escolha excelente.

Colin Kaepernick – pick 4 rodada 2 – Nevada – San Francisco 49ers

Números da Carreira:

V-D – 28-30

% passes completos – 59.8

Jardas Totais – 12271

TD/INT – 72-30

2300 jardas corridas – 17 TD

Prêmios Coletivos

Campeão da NFC 2012

   Kaepernick era uma dupla ameaça no College pela Universidade de Nevada, onde em 4 anos lançou para 82 TD e correu para outros 60, ficando em oitavo lugar na votação do Heissman em 2010. Ele chegou a ser escolhido no draft da MLB pelo Cubs mas preferiu a carreira na NFL. O Niners subiu no draft para selecionar o prospecto e prepara-lo para a sucessão de Alex Smith. Passou o ano de 2011 no banco mas na temporada 2012 tudo mudou. O Niners vinha bem na temporada com Alex Smith, mas uma concussão mudou o panorama daquele time. Kaep assumiu a titularidade levando uma dinâmica completamente diferente. Conduziu a equipe até SB XLVIII onde foi derrotado pelo Baltimore Ravens por 34-31. No caminho bateu o recorde de jardas corridas para um QB ao alcançar 181 jardas contra o Packers na rodada de WildCard. A temporada 2013 continuava com a hype em volta de Kaep, conduzindo a equipe a 12-4, mas perdendo a final da NFC para o rival Seahawks.

   Antes da temporada 2014 Kaepernick assinou um contrato de 6 anos 124 milhões, provando a confiança que a franquia tinha em seu QB. O estilo de jogo de Kaep não tinha resposta das defesas adversárias, podendo formar uma nova tendência na liga. A equipe foi mal em 2014 pois o treinador John Harbaugh criou problemas com a diretoria saindo da franquia ao final do ano. E começou a derrocada de Colin também.

   Com as defesas se acostumando com seu estilo de jogo, Colin não evoluiu no jogo aéreo e parou no tempo. Para piorar causou polêmica ao se ajoelhar durante o hino Americano na preseason de 2016, uma forma de protesto contra o preconceito e a violência contra os negros e latinos. Desde então foi dispensado do Niners e nunca mais teve oportunidade na liga.

Veredito – Selo Tom Brady

Uma escolha de segunda rodada revolucionou a liga durante 2 anos, levando o SF 49ers e volta a relevância. Fora de campo tomou atitudes pouco ortodoxas fazendo com que sua carreira não tivesse continuidade.

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Tyrod Taylor – pick 15 rodada 6 – Virginia Tech – Baltimore Ravens

Números da Carreira:

V-D – 23-21-1

% passes completos – 61.6

Jardas Totais – 9529

TD/INT – 53-20

– Prêmios Coletivos

Campeão do SB XLVIII como reserva

  Tyrod Taylor teve números bem decentes em Virginia Tech sendo considerado o melhor jogador ofensivo de sua conferência no seu ano de sênior. Foi escolhido na sexta rodada pelo Baltimore Ravens para ser backup de Joe Flacco. Foi reserva durante 4 anos lá, ganhando anel de campeão em 2013 como backup. Em 2015 assinou contrato de 3 anos com o Buffalo Bills. Logo na preseason venceu a disputa pela titularidade do Bills e teve números decentes com titular, apesar do baixo números de jardas mas com bons números correndo com a bola. Foi titular por 3 anos no Bills chegando a jogar uma partida de playoffs em 2017, sendo derrotado pelo Jacksonville Jaguars. Nunca foi uma unanimidade em Buffalo e em 2108 foi trocado para o Clevelando Browns por uma escolha de terceira rodada.

   Taylor foi para o Browns para ser o mentor de Baker Mayfield, mas com atuações bem ruins foi substituído pelo rookie que elevou consideravelmente a qualidade do ataque do Browns.

Veredito – Selo Ryan Tanehill

   Depois de anos como reserva no Ravens, foi titular do Bills com números bem razoáveis. Uma escolha razoável para um jogador médio.

Amanhã tem mais, falaremos de 2012 e 2013. Continuem acompanhando esta série, curtam e compartilhem nas redes sociais. abs

Esse super trabalho de pesquisa e análise foi feito pela dupla dinâmica Vitor “@chaveatle” Silva e Caio “@Caiofilippi’ Filippi – Especialmente para o blog Major Sports

A ESCOLHA: Quarterbacks

ESPECIAL QUARTERBACKS – Parte 1 2008/2009

   Salve, salve amigos e seguidores do blog MAJOR SPORTS, é com muito orgulho que trazemos até vocês um especial que deu muito trabalho e ao mesmo tempo foi extremamente prazeroso fazer, pois nos fez viajar pelo universo da NFL. Tudo começou em mais uma dessas infindáveis discussões de whatsapp, a equipe do Major Sports tomou como desafio uma pesquisa ampla sobre os QB que saíram do College nos últimos 10 anos. Tomaremos como base os Quarterbacks escolhidos nas primeiras 3 rodadas e outros que tiveram relevância na carreira, mas que foram draftados em late rounds. Para essa missão eu e o Vitor fomos escalados e tentaremos justificar ou não as escolhas e se valeram a pena. O levantamento terá como base ano de 2008 até 2017. Para classificar tais escolhas faremos da seguinte forma:

Selo Peyton Manning – escolha óbvia e com sucesso absoluto

Selo Tom Brady – escolha que ninguém esperava muita coisa, mas foi perfeita

Selo Ryan Tannehill – Aquela escolha boa, mas nada de muito relevante

Selo Branden Weeden – Quem? Pois é ninguém esperava nada dessa escolha e realmente não deu em nada

Selo Jamarcus Russell – Sabe quando você aposta numa escolha que pode mudar a franquia e … não acontece nada. Aquela escolha trágica!!!

Draft 2008

   No primeiro ano de nossa análise temos 2 QB com carreira bem estabelecida e os outros com poucas oportunidades na carreira.


Matt Ryan – pick 3 rodada 1 – Boston College – Atlanta Falcons

Números da Carreira:

V-D – 99-71

% passes completos: 65.4

Jardas Totais – 45610

TD/INT – 285/131

Prêmios Individuais:

– Novato Ofensivo do Ano 2008

MVP Temporada 2016

– Jogador Ofensivo de 2016

Conquistas coletivas

– Campeão da NFC 2016

– 3 vezes campeão da NFC Sul – 2010, 2012 e 2016

   Matt Ryan foi draftado em 2008 como grande esperança do Falcons após uma carreira gloriosa por Boston College. Um clássico pocket passer com grande efetividade nos passes, mas pouco propenso a corridas. Foi o novato ofensivo do ano de 2008 e sempre teve grandes números na sua carreira, chegando no auge em 2016 com o MVP e a ida ao SB contra o Patriots. O grande ataque do Falcons sofreu uma dura virada naquele SB, terminando com gosto amargo da derrota de virada após umaa grande temporada. Assinou em maio renovação de contrato por mais 5 anos com a equipe da Georgia.

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VEREDITO:  Selo Peyton Manning

Vem sendo o Franchise Player que o Falcons esperava levando a equipe a 6 playoffs em 10 anos. Escolha certeira.


Joe Flacco – pick 18 – rodada 1 – Delaware – Baltimore Ravens

Números da Carreira:

V-D – 96-67

% passes completos: 61.2

Jardas Totais – 38245

TD/INT – 212/136

Prêmios Individuais:

MVP do SuoerBowl 2012

Conquistas coletivas

– Vencedor do SB 2012

– 2 vezes campeão da AFC Norte – 2011 e 2012

   Joe Flacco veio de uma universidade pequena, da segunda divisão da NCAA, Delaware. Todos os scouts diziam que tinha um forte braço, mas ainda era cru. Flacco chegou junto com o técnico John Harbaugh, formando parceria até hoje. Em seu ano de novato chegou a final da AFC, perdendo para o rival Steelers.

   O auge da carreira foi na pós temporada de 2012, onde liderou a equipe ao título lançando 11 TD e 0 INT média de 290 jardas por jogo. Foi um janeiro glorioso para Flacco. Após aquela temporada Flacco recebeu uma renovação de contrato recorde e seu contrato vence no final dessa temporada.


VEREDITO:  Selo Tom Brady

Flacco veio de uma divisão menor da NCAA e mostrou jogo para se manter entre os melhores. Nos últimos anos vem sofrendo com contusões e uma queda considerável do nível de seu jogo. Só a pós temporada de 2012 já valeu essa escolha. Parabéns front office dos Ravens, vocês foram cirúrgicos. Mas fica a pergunta: Flacco é Elite?

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Brian Brohm – pick 24 rodada 2 – Louisville – Green Bay Packers

Números da Carreira:

V-D – 0-2

% passes completos: 51.9

Jardas Totais – 255

TD/INT – 0/5

   Brohm foi draftado na segunda rodada pelo Packers para ser backup de Aaron Rodgers. Fez boa carreira em Louisville credenciando a NFL. Nunca jogou pelo Packers, sendo trocado no ano seguinte para o Bills. Em 2 anos em Buffalo, jogou 2 partidas sendo interceptado 5 vezes. De 2011 a 2015 jogou na UFL sem nenhum destaque. Atualmente é assistente técnico na Universidade de Purdue.


Veredito: Selo Jamarcus Russell

   Um QB draftado na segunda rodada não pode ter uma carreira tão pífia assim. Creio que até o Packers se arrependeu da escolha pois naquele mesmo draft selecionou outro QB.

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Chad Henne – pick 25 rodada 2 – Michigan – Miami Dolphins

Números da Carreira:

V-D – 18-35

% passes completos: 59.3

Jardas Totais – 12931

TD/INT – 58/63

   Chad Henne foi escolhido na segunda rodada pelo Dolphins para ser o sucessor do veterano Chad Pennington. Em 2008 praticamente não jogou, pois foi o famoso ano da WildCat do Dolphins que chegou aos playoffs ganhando a divisão Leste. No ano seguinte assumiu a titularidade após a terceira partida tendo campanha decente de 7-6, mas com número de INT maior que TD. Em 2012 assinou com Free Agent com o Jaguars sem números expressivos também. Não entra em campo desde 2015. Atualmente é o backup de Patrick Mahomes no Chiefs.


VEREDITO: selo Ryan Tannehill

Henne é o clássico QB quebra galho da NFL, reserva em vários times, mas sem qualidade para liderar uma franquia.

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Matt Flynn – pick 2 – rodada 7 – LSU – Green Bay Packers

Números da Carreira:

V-D – 3-4

% passes completos: 61.3

Jardas Totais – 2541

TD/INT – 17/11

   Draft estranho esse do Packers. Na sétima rodada selecionou Matt Flynn vindo de LSU. Flynn será para sempre lembrado de um jogo em 2011 contra o Lions em que lançou 6 TD, pois ARod foi poupado daquele jogo. Essa partida enganou o Seahawks que tinha sérios problemas under center, e assinou contrato de 3 anos. Jogou uma partida pelo Seahawks e perambulou por várias equipes até ser dispensado em 2015 pelo Saints.

Veredito: Selo Brandon Weeden

Uma escolha de sétima rodada você não pode esperar muita coisa. Duro foi o Seahawks que deu um baita contrato para ele pelos 6 TD contra o Lions

DRAFT 2009

   No ano de 2009 tivemos uma escolha segura e um mega bust. Vamos ver o que temos neste ano:


–  Mathew Stafford – pick 1 rodada 1 – Georgia – Detroit Lions

Números da Carreira:

V-D – 64-73

% passes completos: 62.5

Jardas Totais – 37835

TD/INT – 234/129

Prêmios Individuais

– Rookie of the year 2011

Prêmios Coletivos

3 idas aos playoffs 2011, 2014 e 2016

   Após a tenebrosa temporada 2008, o Lions teve direito a primeira escolha e selecionou Mathew Stafford, estrela da Universidade da Georgia. Com Stafford o Lions se tornou uma potência no jogo aéreo, chegando a 3 playoffs e 1 temporada com 5000 jardas lançadas e 41 TD.

   Stafford é detentor de todos os recordes de jardas aéreas da história da franquia. Outra característica de QB é habilidade em 2 minute warning e winning drives, em que liderou a liga em 2016 e 2017.

Veredito: Selo Peyton Manning

Stafford foi a escolha mais correta para o Lions. Muitos dizem que ele não consegue levar a equipe em janeiro, mas historicamente o Lions tem problemas de defesa e jogo corrido, fator chave para sucesso na pós temporada.

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Mark Sanchez – pick 5 rodada 1 – USC – New York Jets

Números da Carreira:

V-D – 37-35

% passes completos – 56.7

Jardas Totais – 15319

TD/INT – 86-87

   No draft de 2009, o Jets necessitava de um QB e o front office se apaixonou pelo prospecto de USC, dando várias escolhas de draft para subir da 17 para a pick 5. A equipe tinha uma grande defesa e achava que Sanchez seria o upgrade para levar a equipe a voos mais altos. Os dois primeiros anos de Sanchez na equipe, a defesa levou a franquia a 2 finais de conferência, sem chegar ao SB. Sanchez se mostrou muito errático tendo mais interceptações do que TD lançados, sendo carregado pela brilhante defesa comandada por Rex Ryan.

   Após isso a carreira de Sanchez foi ladeira abaixo, com o famigerado Buttfumble no thanksgving de 2012 (link abaixo) e contratos de backup para Eagles, Cowboys, Broncos, Bears e esse ano no Redskins, sem qualquer saudade deixada nas equipes.

https://www.youtube.com/watch?v=vrP4llkRS2c

Veredito – Selo Jamarcus Russell

 A equipe gastou muitas escolhas para draftar Sanchez, e os anos que chegaram a AFCCG foram por causa da defesa. O Buttfumble é um belo resumo da carreira errática de Mark Sanchez. Selo bust para esse senhor!!!

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Josh Freeman – pick 17 rodada 1 – Kansas State – Tampa Bay Bucaneers

Números da Carreira:

V-D – 25-36

% passes completos – 57.6

Jardas Totais – 13873

TD/INT – 81-68

Josh Freeman chegou numa época tumultuada em Tampa. Em 4 anos pela equipe como titular alternou 2 boas temporadas em 2010 e 2012, com duas ruins em 2009 e 2011. Fato curioso é que Freeman tem 9 comebacks na carreira além de 10 game winnings drives.

   Após o fim do contrato de rookie, Freeman assinou por um ano com o Vikings mas sem jogar. Só voltou a ter contrato em 2015 pelo Colts para depois ser dispensado novamente.

   Jogou por dois anos na liga canadense pelo Calgary até se aposentar em maio de 2018 do futebol profissional.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

   Freeman teve boas temporadas a frente de um confuso Bucs, portanto não foi um desastre completo, apesar de não conseguir jogar após a saída de Tampa.

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Pat White – pick 12 rodada 2 – Wets Virginia – Miami Dolphins

Números da carreira

13 jogos – 21 corridas 81 jardas

   Pat White foi draftado como QB 3 do Dolphins, e para ser utilizado em situações de WildCat, pois White alinhava como RB e WR na universidade. Na temporada de estréia participou apenas de situações de Wildcat pela equipe conseguindo 80 jardas. Foi dispensado no ano seguinte.

   Em 2012 assinou contrato com o Redskins, mas não passou pela peneira da pré-temporada.

   Atualmente é técnico de QB em Alcorn State University.

Selo Brandon Weeden

 Pat White foi uma escolha para WildCat mas foi pouco utilizado. Mas sinceramente ninguém achava que teria impacto relevante para o Dolphins.

Amanhã temos as análises dos Quarterbacks escolhidos entre 2010 e 2011. Até lá.

Esse super trabalho de pesquisa e análise foi feito pela dupla dinâmica Vitor “@chaveatle” Silva e Caio “@Caiofilippi’ Filippi – Especialmente para o blog Major Sports

Power Ranking NBA – 23/01

         Olá seus tijoleiros que seguem o Major Sports Blog. Estamos aqui por mais uma semana com o nosso PR sobre a melhor liga de basquete do planeta, a NBA.  Lembrando a vocês que esse PR tem por base a classificação geral da liga até o dia 21/01.

         1 – Milwaukee Bucks (33 – 12): Semana perfeita para a turma do Grego. 3 jogos, 3 vitórias contra Heat, Grizzlies e Magic. A defesa cedeu uma média de 98,3 PPG nesses jogos. No jogo contra o Heat o Giannis conseguiu um TD em apenas 24 minutos de partida Voa Grego!!   

         2 – Toronto Raptors (35 – 13): Na última semana o time teve uma campanha de duas vitórias e uma derrota para os Celtics no TD Garden, em que Kawhi tentou de todas as formas levar o time nas costas, principalmente no clutch time. Nos dois jogos seguintes ele foi poupado, como tem sido de hábito ele foi poupado.

         3 – Golden State Warriors (32 – 14): As coisas voltaram aos seus devidos lugares na Conferência Oeste e os Warriors após vitória em jogo de confronto direto assumiu a liderança da conferência. A “panela” agora está completa. Demarcus Cousins fez a sua estreia na temporada contra os Clippers. Ainda está um pouco fora de ritmo, mas deu uma pequena amostra de como pode contribuir.

         4 – Denver Nuggets (31 – 14): Sofreu uma derrota acachapante em casa contra os Warriors, mas nada que seja fora do normal. Nos dois jogos seguintes o time manteve um bom ritmo e passou por cima de Cavs e Bulls, com direito a show do menino Jokic.

         5 – Indiana Pacers (31 – 16): Silenciosamente o “Oladipo’s team” vem fincando o seu lugar entre os contenders da Conferência Leste. 3 vitórias e uma derrota contra os 76ers fora de casa. Nas 3 vitórias a defesa não cedeu mais de 100 pontos. Contra os Suns 7 jogadores do time tiveram pontuação superior a 10 pontos.

         6 – Philadelphia 76ers (30 – 17): Bastou o Butler fechar um pouquinho a “matraca” e a paz chegou a cidades dos sinos. Duas vitórias e uma derrota na semana que passou. Os 149 pontos que o time anotou contra os Wolves á a maior pontuação obtida desde 1990.

         7 – Boston Celtics (28 – 18): O Irving vai embora, está bichado, não está a fim de jogo, está tumultuando o elenco e etc, etc, etc. Celtics 3 vitórias seguidas e 3 partidaças do homem. Como eu disse na semana passada: “deixem de mimimi!!!” A derrota contra os nets na Segunda passada foi muito fora da curva, mas isso pode acontecer com qualquer time.

         8 – Oklahoma City Thunder (27 – 18): Estou pra ver um time mais irregular do que esse OKC. O que comentar de um time que além de perder para o Tank dos Hawks ainda sofre 142 pontos??? #SemComentarios

         9 – Portland Trail Blazers (28 – 19): Derrota para os Kings e vitórias Cavs e Pelicans. Jake Layman com um jogo de 20 pontos.

         10 – Houston Rockets (26 – 19): Qual defesa da NBA conseguirá quebrar a sequência insana do James Harden? 19 jogos consecutivos com 30 ou mais pontos. Eric Gordon voltou a rotação do time após período inativo.

         11 – San Antonio Spurs (27 – 21): Uma semana de altos e baixos para a turma do tio Pop. Derrotas para Hornets e Clippers e vitórias contra mavs e Wolves. A defesa do time está bem arrumadinha, mas ainda falta algo no ataque do Spurs, que tem sido muito dependente do Aldridge.

         12 – Utah Jazz (26 – 21): Assim como na temporada passada, o Jazz parece que esperou o ano virar para começar a temporada de verdade. O time vem de 6 vitórias em sequência. Gobert e Mitchell jogando muito bola, só pra variar.  Na Quarta o Jazz receberá os Nuggets. Promessa de jogão!!!

         13 – LA Clippers (25 – 21): A semana foi dura e ingrata com a turma do lado azul e branco de LA City. Derrotas para Pelicans, Jazz e Warriors. A única vitória da semana veio neste Domingo Contra os Spurs. De quebra o time perderá o SF – PF Danilo Galinari (estava demorando demais ele se machucar), que foi enviado para a lista dos contundidos.

         14 – LA Lakers (25 – 22): A semana foi um pouco mais tranquila, com um recorde de duas vitórias e uma derrota (em jogo emocionante contra os rockets). A torcida está ansiosa pelo retorno do king, que pode voltar a treinar essa semana. A Mithrandir News da semana fica por conta do Lonzo, que ficará fora de 4 a 6 semanas.

         15 – Sacramento Kings (24 – 22): Vitórias contra Blazers e Pistons. Derrota para os Hornets. Hield foi o cara da semana por lá, com direito a um baita Game winner do moleque.

         16 – Brooklin Nets (24 – 23): O time venceu os três jogos disputados na última semana, incluindo vitórias contra Celtics e Rockets. D-LO foi considerado o jogador da semana na Conferência Leste, onde teve médias de 28 PPG, 3,3 RPB e 7,0 APG.

         17 – Miami Heat (22 – 22): Vitória apenas contra o Tank do Bulls, mas como o nível no Leste é muito baixo, o time segue na zona dos playoffs

         18 – Charlotte Hornets (22 – 24): Será que as Abelhas resolveram acordar pra vida?

         19 – Minnesota timberwolves (22 – 24): Às vezes eu tento defender o Wiggins, mas tem hora que não dá. Alguém já canonizou o Rose?

         20 – New Orleans Pelicans (21 – 26): Davis fora entre uma ou duas semanas. Hora dá turma mostrar serviço

         21 – Dallas Mavericks (20 – 25): Será que acabou o encanto???

         22 – Detroit Pistons (20 – 26): Nada de trade ou alguém para ajudar no perímetro, ou seja, continua afundando. Para piorar, o Drummond pode perder alguns jogos

         23 – Washigton Wizards (19 – 26): Quando o Beal será trocado?

         24 – Memphis Grizzlies (19 – 27): O time enfileira 5 derrotas consecutivas. O time voltou a realidade na terra de Elvis.

         25 – Orlando Magic (19 – 27): Nada como uma semana após a outra. Após uma semana com resultados teoricamente anormais, uma sequência de 3 derrotas contra Pistons, Nets e Bucks.

         26 – 30: Por hora o Cleveland Cavaliers tem sido o time mais competente no projeto Tank. Não ganha nem pensamento!!! A molecada dos Hawks anda a fim de jogo e conseguindo vitórias, o que é ruim para o projeto. Para a felicidade do meu amigo Diego, os Knicks vêm em uma sequência de 6 derrotas e possuem apenas uma vitória a mais do que os Cavs. Os Suns depois de algumas vitórias também tiraram o pé do acelerador.  Os Bulls perdera WCJ, que não deve mais jogar nesta temporada e vai reforçar o projeto Tank.

O Power ranking da NBA é obra dos mestres Paulo @teclasnaveia Corrêa e Vitor @chaveatle Silva, mais conhecidos como “Pick´n´roll” do @blogmajorsports ! Oloco!!!!!

Fantasia no Ar #43


Mais um texto de fantasy chegando na área e agora é com a aproximação da primeira semana festiva do game. Se pensou em Pro Bowl… lamento informar que não. Falaremos um pouco sobre o All-Star da NHL que se aproxima e as estrelas que já anunciaram que estão fora, junto com aquelas que estão de molho e podem perder o fim de semana, não para descanso, e sim se recuperando de lesão. Simbora:

NHL

E nada de Taylor Hall

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Esse é o caso mais emblemático do momento, pensando em fantasy. Taylor Hall, principal jogador do New Jersey Devils, não atua desde o dia 23 de dezembro, por conta de um lower body injury (traduzindo para o português, seria a região abaixo da cintura envolvendo glúteos, coxa e panturrilha).

Sem ele, o time acabou caindo de produção. E seus donos no fantasy não encontram um LW a altura para substituir (quando não tem). E com o ASG se aproximando e a dúvida sobre se o camisa #9 vai jogar ou não, ainda persiste.

Minha dica é: deixe na IR e espere. O evento está próximo e como o mesmo (até o lançamento deste texto) sequer foi ao gelo, segure-o no seu time (ou envolva em uma troca por alguém do mesmo calibre). Caso aconteça uma reviravolta e ele atue antes do ASG, vai ser de extrema valia, já que em rodadas assim, os jogos são mais escassos e um jogador do porte dele é bem-vindo em qualquer circunstância.

Quanto a aqueles que optaram por não jogar em prol de um descanso extra (Alex Ovechkin e Carey Price), apenas agradeça e deixa o jogo seguir. Não tem com o que se preocupar, além de ter um atleta 100% saudável para a ‘segunda metade’ do campeonato.

As Três Estrelas da Semana 14

Mark Giordano (D – Calgary Flames)

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A fase dos Flames está estupenda. Mark Giordano fez chover na semana perfeita da equipe, com quatro vitórias em quatro jogos. Foi coroado com um jogo de 3 pontos (2 gols) contra os Coyotes e merece a estrela da semana com louvor, além de liderar todos os jogadores em pontos nos últimos 7 dias (8).

Jordan Binnington (G – St. Louis Blues)

O ano pode estar uma lástima, mas Binnington foi enorme. Um dos poucos a vencer 3 jogos na semana (o outro é Martin Jones) com uma média de gols sofridos em 0.67 (74 de 76 tiros defendidos) com direito a um shutout na sua estreia como titular (o 35º a conseguir na história da NHL). Quem apostou se deu muito bem.

Tuukka Rask (G – Boston Bruins)

Mais um que deu a volta por cima nessa semana. Dois jogos, duas vitórias (shutout em uma delas) incluindo uma sobre os Maple Leafs. Uma recompensa para quem pregou a paciência com ele.

Para ficar de olho (semana 15)

John Gibson (G – Anaheim Ducks)

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Recomendando um goleiro que não vence desde o dia 17 do mês passado? Como são as coisas… Anaheim terá uma road trip, na teoria, tranquila. Chance de Gibson, pelo menos, tirar sua sina de derrotas.

T.J. Brodie (D – Calgary Flames)

Um dos beneficiados com a fase excelente de Calgary. Fique esperto em ligas por stats, que ele está colaborando bastante.

Marcus Pettersson (D – Pittsburgh Penguins)

Jogador que ninguém aposta, mas que está comendo pelas beiradas. Desde a virada de ano, só não pontuou na última partida dos Pens, em Los Angeles. Atenção ao momento do defensor e, caso mantenha a boa fase, arrisque.

Colton Sissons (C/LW – Nashville Predators)

Pontuou em quatro dos últimos cinco jogos de Nashville e com boa produção, vale a pena dar uma conferida se estiver disponível em sua liga.

NBA

Boletim Médico

  • Clint Capela sofreu lesão no dedo polegar e está fora por 4 a 6 semanas;
  • Rondae Hollis-Jefferson deverá retornar aos Nets durante a semana. Expectativa que não tenha restrições diante do Houston Rockets, na próxima quarta-feira;
  • Sobre quarta-feira, LeBron James passará novamente por exames na virilha. LBJ está fora de ação desde o Natal;
  • Kevin Love não fará atividades em quadra até o All-Star Game, segundo o staff de Cleveland. Ainda sobre o ala-pivô, os rumores de troca envolvendo-o começam a esquentar;
  • Enes Kanter, que ficou fora por exagerar na dose com hambúrgueres, ainda não voltou a treinar e segue de fora dos Knicks. É mais um com o nome ventilado em possíveis trocas;
  • E fechando, Myles Turner segue com uma lesão no ombro, mas como vem sendo cogitado para voltar ao time (questionável), deve retornar em breve.

Os melhores da semana 13 (excluindo os tops de linha)

Bradley Beal (SG – Washington Wizards)

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34.3 pontos por jogo e atuações de gala como a do último domingo contra os Raptors. Beal ganhou a chave da franquia sem John Wall do seu lado para ajudar. E os seus donos agradecem pelo upside no seu jogo.

Rudy Gobert (C – Utah Jazz)

Não está sendo dominante para os donos de fantasy, mas vem de double-double com 13.3 pontos e 15.8 rebotes de média na semana. O número baixo de tocos chama a atenção para um pivô de características defensivas.

Luka Doncic (SG – Dallas Mavericks)

Ele é uma realidade. Doncic é exceção a regra para aqueles que ficam com um pé atrás quando um europeu chega a NBA. O esloveno com médias de 28.0 pontos, 6.8 rebotes e 6.0 assistências, fez a alegria no game (até porque não teve o seu melhor Dallas ao seu lado na semana).

Donovan Mitchell (PG/SG – Utah Jazz)

Demorou para engrenar, mas Mitchell teve uma semana do nível que o colocou no patamar do futuro da liga. 31.5 pontos e 5.8 assistências de média para o camisa #45, que tenta colocar Utah novamente na pós-temporada.

Andrew Wiggins (SG – Minnesota Timberwolves)

25.0 pontos por jogo na semana. Pode parecer abaixo do esperado, pensando na elite da liga, mas Wiggins é do tipo de jogador ‘ame-o ou odeie-o’. Mesmo com toda a desconfiança que gira em torno de si, conseguiu produzir para a surpresa dos seus donos.

Dicas para a semana 14

JaMychal Green (PF – Memphis Grizzlies)

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Aproveita enquanto ele está inteiro. O ala-pivô está crescendo nos últimos jogos e merece seu destaque para ajudar na rodada. Os duelos dos Grizz facilitam pensando em garrafão (Bucks, Celtics e Raptors).

Bobby Portis (PF – Chicago Bulls)

Vem do banco, pontua perto do tempo que atua, e só. Bobby Portis tem sido uma referência no que diz respeito a produção em quadra. Está sendo limitado nos seus minutos voltando de lesão, mas com uma semana de jogos espaçada, pode causar estrago.

Até a próxima semana.

O blog Major Sports tem orgulho de falar de Fantasy games o ano inteiro e um dos responsáveis por isso é o nosso intrépido Vitor @chaveatle Silva, que manja muito do negócio.

Power Ranking NBA – 15/01

Cheguem mais seus “modas”! Após um período de hibernação por causa das festas e trabalhos de final de ano, nós estamos de volta com o nosso sarcástico, apimentado e cornetado PR da NBA. Lembrando a todos que as posições e resultados considerados são até o dia 13 de Janeiro.

         1 – Toronto Raptors – (33 – 12). Em uma liga como a NBA é complicado um time não ter altos e baixos, ainda mais quando perde um dos seus titulares. Mas agora com o conjunto inteiro o time dos Raptors vem com uma sequência de 5 vitórias consecutivas e um Kawhi líder do time. Ansioso para ver este time nos playoffs

         2 – Milwaukee Bucks – (30 – 12). Sabemos de todo potencial do Grego, mas particularmente eu não achava que um quinteto formado por Bledsoe, Brogdon, Middleton e Lopez fosse brigar pela liderança do leste. O time é top – 5 defesa e ataque.

         3 – Denver Nuggets – (29 – 13). E o nosso queridíssimo Nuggets tem a melhor campanha do Oeste Selvagem. Um dos times com os melhores conjuntos para se acompanhar na liga. A enfermaria por lá andou cheia, mas gregários improváveis como Malik Beasley e Monte Morris têm ajudado demais na rotação. O que falar do menino Jokic? Monstro!!!! Ps: Young assinou com os Nuggets e foi chutado com menos de 15 dias na franquia.

         4 – G.S. Warriors – (29 – 14). Enfermaria menos movimentada, KD e Green sem falar demais, pouco barulho na imprensa e o time de forma silenciosa vem subindo e se afirmando na tabela de classificação. O retorno do Cousins está muito próximo.

         5 – Indiana Pacers – (28 – 14). Nos meses de Dezembro e Janeiro o time foi um dos mais quentes da liga. 15 vitórias e 5 derrotas, sendo que em alguns jogos o time não contou com o Oladipo. O trabalho do técnico Nate McMillan é primoroso!!!

         6 – Philadelphia 76ers – (28 – 16). Não é que o Butler já está começando a falar demais por lá? Cala a boca meu filho e vai jogar a sua bolinha!

         7 – Oklahoma City Thunder – (26 – 16). Paul George está em uma das suas melhores temporadas (26,7 PPG, 8,1 RPG e 3,9 APG), time nas cabeças da Conferência Oeste, mas algo tem chamado a atenção dos basqueteiros que acompanham a NBA: o FG do Westbrook. 23% do perímetro, ou seja, 1 acerto em 4,6 tentativas de média. É muito pouco para um jogador do calibre dele. Passa a bola meu filho, chega mais próximo a cesta, mas não fica chutando feito um louco, pois do contrário não tem santo que possa de defender dos haters.

         8 – Boston Celtics – (27 – 17). Eu não consideraria essa campanha como desastrosa, mas está muito aquém de quem seria um contender na conferência Leste, ainda mais sem o LeBron por lá. Eu particularmente acho que o time vai chegar, mas o caminho tem sido mais tortuoso do que o normal. Ps: para a turma que andou falando que o Irving reclamou do Hayward, falou de crise, vamos para de especular bobagem! Foi algo do jogo, simples assim!

         9 – Portland Trail Blazers – (26 – 18). Normalmente falamos aqui da falta de ajuda ao Lillard e ao CJ, mas o que tem jogado o menino Nurkic é algo surreal!

         10 – LA Clippers – (24 – 18). Para quem disse que o time iria se acabar sem Griffin e DAJ o churrasco de língua está na mesa. Gallinari e Tobias Harris estão jogando muita bola! Lou trazendo pontos do banco de reservas. Falta um ajuste na defesa, que vem sofrendo pontos acima da média.

         11 – Houston Rockets – (24 – 18). Barba! Barba! Barba! O que o cara está jogando é algo fora do normal. Uma sequência de 15 jogos com 30 ou mais pontos. O time sem CP3 e Gordon e ele tem levado o time nas costas. Ainda tem gente dizendo que ele está jogando para inflar os números. #MeDeixeViu

         12 – San Antonio Spurs – (25 – 19). A má fase ficou no início da temporada. O gênio Pop conseguiu ajustar o time, principalmente na defesa. Falar do LaMarcus e do DeRozan é chover no molhado, mas chamo atenção para Derrick White e Forbes. Os moleques vêm jogando muito bem e contribuindo para a ascensão do time.

         13 – Miami Heat – (21 – 20). Justise Winslow meu filho, você tem jogado demais!!! Nem o mais otimista torcedor do Heat achava que ele seria o cara da franquia. Nada de Whiteside, Richardson ou Wade. Winslow é o cara!

         14 – LA Lakers – (23 – 21). Volta Papai LeBron!!!

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tá fazendo falta

         15 – Utah Jazz – (23 – 21). Olho no time do menino Mitchell!!! Mesmo com a enfermaria cheia de PG’s (Rubio, Raulzinho e Exum) o time tem uma sequência de 3 vitórias. Nesses 3 jogos Mitchell fez: 33, 33 e 34 pontos

         16 – Sacramento Kings – (22 – 21). Parece que os tempos de patinho feio se foram. O Rebuild começa a mostrar resultados. Se fosse na conferência leste com certeza esse time estaria nos playoffs. No Oeste precisa de um “algo mais” para chegar lá.

         17 – Timberwolves – (21 – 22). Fim da era Thibodeau e início da era Ryan Saunders. Agora vai?

         18 – Brooklyn Nets – (21 – 23). Não é que hoje o time estaria nos playoffs?

         19 – New Orleans Pelicans – (20 – 23). Uma andorinha só não faz chover no verão. Coitado do Davis!

         20 – Dallas Mavericks – (20 – 23). Em meia temporada o time já conseguiu praticamente o mesmo número de número de vitórias que teve na temporada passada inteira. Viva Doncic!!!

         21 – Charlotte Hornets – (19 – 23). Hoje o time é oitavo colocado na conferência leste, mas as vezes dá pena em ver o Kemba jogar em um time que não vai para frente.

         22 – Memphis Grizzlies – (19 – 23). A carruagem voltou a ser abóbora.

         23 – Orlando Magic (19 – 24) – O que falar do menino Vucevic? 20,1 PPG e 11,9 RPG

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         24 – Detroit Pistons (18 – 23). Enquanto o time não conseguir um shooter não almejará nada nada na conferência. De nada servem os números do Griffin e do Drummond.

         25 – Washington Wizards (18 – 26). Nem Beal salva! O homem está jogando demais!

26 a 30 – Hawks, Bulls, Knicks, Suns e Cavs. Aqui veremos quem será o menos incompetente e fará o melhor projeto tank em busca da Pick-1 para o draft. P.S.: as probabilidades da loteria mudam para 2019-20. Ficar com a pior campanha não significa sucesso na briga por Zion Williamson.

O Power ranking da NBA é obra dos mestres Paulo @teclasnaveia Corrêa e Vitor @chaveatle Silva, mais conhecidos como “Pick´n´roll” do @blogmajorsports ! Oloco!!!!!

NFL Playoffs: Preview Rodada Divisional

   Nosso aproveitamento no WildCard foi 2-2, com os acertos sendo na AFC e erros na NFC. E agora, será que os times que vieram de bye week terão sucesso? Lembrando que nos últimos 2 anos os seed 1 se enfrentaram no Superbowl. Sem mais delongas vamos a análise dos jogos de sábado

Kansas City Chiefs (12-4) vs Indianapolis Colts (11-6) – sábado 18:35 h de Brasilia

   No primeiro jogo do divisional o seed 1 Chiefs recebe o surpreendente Colts.

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O Chiefs liderou a AFC desde o começo do campeonato com o segundanista Patrick Mahomes tomando a liga de assalto com 5000 jardas aéreas e 50 TD com a dupla Tyrek Hill e Travis Kelce recebendo para 2800 jardas e 24 TD!!!! O jogo corrido tinha uma máquina de TD em Kareem Hunt, mas após 11 jogos, foi demitido pela equipe após a divulgação de um vídeo em que ele agredia uma suposta namorada em um hotel. Após isso o jogo corrido foi dividido entre Damian Williams e Spencer Ware, mas sem o mesmo impacto anterior. Em compensação a defesa teve uma temporada horrorosa ficando entre as piores da liga, mesmo assim a dupla de linha defensiva Cris Jones e Justin Houston alcançaram 24,5 sacks para amenizar um pouco a desastrosa secundária

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   O Indianapolis Colts conseguiu o primeiro upset da rodada ao vencer o Houston Texans por 21 a 7, com pleno domínio nas linhas ofensiva e defensiva. Marlon Mack foi o primeiro jogador do Colts a correr mais de 100 jardas na pós temporada desde Dominic Rhodes no SB do ano de 2006.  A jovem defesa sufocou DeShaun Watson, e Andrew Luck conduziu muito bem o ataque com drives bem longos. Impressionante como as unidades subiram de nível nesse jogo.

Rankings das unidades na LIga

   Ataques

                        Colts                                                     Chiefs

Passe               6                                                                          3

Corrida             20                                                          16

Geral                 7                                                             1

   Defesas

                        Colts                                                     Chiefs

Passe               16                                                                       31

Corrida               8                                                          27

Geral                 11                                                         31

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– Principais Matchups

– Linha ofensiva Colts contra Cris Jones e Justin Houston – A linha do Colts foi a que menos sofreu sacks na temporada, mas tem um duelo duro com essa dupla explosiva;

– Patrick Mahomes contra a jovem secundária do Colts – Após conseguir limitar DeShaun Watson, a defesa do Colts tem pela frente o provável MVP

– Andrew Luck contra a defesa do Chiefs – a defesa do Chiefs teve uma temporada abaixo da crítica mas ainda tem playmakers como Eric Berry e Ron Parker;

– jogo corrido Colts x jogo corrido Chiefs – essa disputa de controle do relógio pode ser chave para a vitória pois dará descanso para a própria defesa para enfrentar os 2 QB com mais TD lançados no ano.

  Palpite do MSB – Chiefs 38 x 35 Colts

Los Angeles Rams (13-3) vs Dallas Cowboys (11-6) – sábado 22:15 h de Brasilia

   Fechando a rodada do sábado temos o empolgante Los Angeles Rams recebendo o Dallas Cowboys.

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Todd Gurley

O seed 2 Rams teve uma temporada excelente alcançando 13 vitórias, com Jared Goff mais uma vez mostrando seu valou com 4700 jardas e 32 TD, com a dupla Robert Woods e Brandin Cooks somando 2400 jardas e 13 TD. Mais uma vez Todd Gurley foi uma força da natureza com 21 TD no ano mesmo perdendo 2 jogos por contusão. Pelo lado da defesa o time não foi tão dominante como habitualmente mas Aron Donald valeu cada centavo do contrato novo ao alcançar a incrível marca de 10.5 sacks sendo um DT ABSURDO SENHORES. Além dele o novato SS John Johnson foi uma grata surpresa ao ter a segunda melhor marca do time em tackles e liderar em INT.

  

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Zeke Elliott

O Cowboys fez uma grande partida defensiva contra o Seahawks, anulando completamente o melhor jogo corrido da liga. No ataque Zeke Elliott como sempre foi dominante com 140 jardas e 1 TD além de outro TD terrestre de Dak Prescott. A vitória por 24 a 22 levou a equipe para a partida do divisional.

Rankings das unidades na LIga

   Ataques

                        Cowboys                                                           Rams

Passe               23                                                                        5

Corrida             10                                                           3

Geral                22                                                           2

   Defesas

                        Cowboys                                                           Rams

Passe                13                                                                      14

Corrida               5                                                          23

Geral                  7                                                          19

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– Principais Matchups

– Zeke Elliott contra a DL monstruosa do Rams – Elliott terá trabalho contra Suh e Donald, tendo que aproveitar muito bem seus gaps;

– Todd Gurley contra a poderosa defesa do Cowboys – o ataque do Rams depende muito do play action e para isso funcionar Gurley terá que ter sucesso contra a quinta melhor defesa terrestre.g

– John Johnson contra Amari Cooper – Esse duelo pode modificar totalmente a cara da partida. Cooper tem sido o desafogo de Prescott e Johnson deve patrulhar o seu setor para tirar o e Raiders do jogo.

- Palpites MSB – Rams 23 x 17 Cowboys

   Voltamos amanhã para os pitacos dos jogos de domingo!!!!!