Cartola FC: Como escalar e correr para o abraço!

Como escalar e correr para o abraço no Cartola FC

       Olá queridos amigos e leitores do Major Sports Blog (MSB). No texto de hoje sobre o Cartola FC eu tentarei dar noções básicas de como escalar os jogadores por posição no Cartola FC e mostrarei o critério de valorização para a primeira rodada.

         Vamos começar pelo camisa 1, o goleiro. Talvez seja a posição mais incerta para escolher um jogador. Os cartoleiros costumam usar dois critérios básicos na escalação do goleiro:

  • Escolher o goleiro de um jogo onde o ataque adversário não seja uma ameaça na tentativa de manter o Saldo de Gol (SG = 5 pontos). Eu particularmente não gosto desta estratégia, pois qualquer falha ou um gol do ataque teoricamente fraco vai fazer com que a pontuação do seu goleiro desabe para -2 (ele está perdendo o SG = – 5 e Gol Sofrido = – 2 somando – 7 pontos). Como esse ataque não irá exigir Defesas Difíceis (DD = 3 pontos) a pontuação do seu goleiro irá morrer em – 2 pontos. As vezes acontece desse ataque ruim exigir algo e a pontuação subir para 8 ou até mesmo 11 pontos (se mantiver o SG). Na temporada passada o Victor do Atlético Mineiro teve um jogo com pontuação superior a 20 pontos contra o Paraná;
  • Escolher o goleiro de um jogo onde o ataque adversário irá exigir e finalizar (estratégia que eu utilizo). Nesse caso não dá muito para contar com o SG, mas você sabe que poderá contar algumas DD’s do seu goleiro. Mesmo que não fique com o SG, a tendência é que o seu goleiro não fique com a pontuação negativa. O ideal é que a pontuação seja sempre para somar, não diminuir!!!

         O queridinho dos cartoleiros na posição é o mito “VanDDerlei”. O goleiro Santos do CAP fez um ótimo Brasileirão e é um nome para se ficar de olho. Para a turma que gosta de escalar goleiros para garantir o SG, Paulo Victor (Grêmio) e Cássio (Corinthians) por jogarem em zagas sólidas são ótimas opções.

         Para a escolha dos laterais eu primo pelos seguintes critérios:

  • Lateral que jogue no meio de campo ou ataque. Normalmente acontece quando os treinadores perdem os seus meias por contusão ou suspensão e precisam de um jogador técnico e com vigor físico para suprir a deficiência. Na temporada passada Pikachu (para esta temporada ele está como meia) se destacou jogando no ataque vascaíno;
  • Laterais que sejam cobradores de faltas, escanteios ou pênaltis. Edílson (Cruzeiro), Fábio Santos (CAM) e Thiago Carleto (Ceará) são nomes para a geral ficar esperta;
  • Laterais que sejam ladrões de bola ou que cheguem bem ao ataque, proporcionando situações de gol ou assistências: Leonardo (Grêmio), Fagner e Avelar (Corinthians), Gilberto (Fluminense), Renan Lodi (CAP) e Nino (Bahia).

Para a escolha dos zagueiros:

  • Zagueiro que tenha um jogo aéreo forte no ataque. Quem não fica feliz quando o seu zagueirão vai no ataque e guarda um gol? Bruno Alves (SPFC), Rodrigo Moledo (Inter), Dedé (Cruzeiro), Kannemann (Grêmio) e Rodrigo Caio (Flamengo);
  • Zagueiro que roube bolas dos atacantes. Aqui temos uma unanimidade: “Pedro Geromito”!!! Para muitos o melhor e mais completo zagueiro em atividade no futebol brasileiro. O grêmio sofreu gol e mandou o seu SG para o espaço? Não se preocupem!! O moço garante no mínimo de 3 a 4 roubadas de bola por jogo. Cuesta (Inter) também é uma ótima opção;
  • Zagueiro que comete muitas faltas e por consequência levam cartões. Corram dos nomes que eu vou citar aqui, pois essa turma adora descer a botina: Lucas Fonseca (Bahia), Manoel (Corinthians) e Thiago Heleno (CAP).

Para a escolha dos meias:

  • Escolher meias ofensivos, que joguem próximo ao gol e sejam bons finalizadores (lembrando que as Finalizações Defendidas “FD” agora valem 1,2 pontos e as Finalizações pra Fora “FF” agora valem 0,8 pontos) e que chutem à vontade (dane-se o professor!!! Eu quero o meu jogador finalizando e pontuando para o meu “Cartolaum da Massa”.  Rodriguinho (Cruzeiro), Cazares (CAM) e Sornoza (Corinthians);
  • Escolher os meias responsáveis pelas bolas paradas, sejam faltas, escanteios ou pênaltis. D’Alessandro (Inter), Jean Mota, Sanchez (Santos) e Pikachu (Vasco);
  • Escolher os meias ofensivos que fazem recomposição no meio de campo e acabam por consequência roubando bolas. Arrascaeta (Flamengo);
  • Evitar escolher volantes. São jogadores responsáveis em dar combate e marcar no meio de campo. Por consequência acabam cometendo faltas (cada um vale – 0,5 pontos) e levando cartões. Se você que está lendo esse texto e quiser apostar nas roubadas de bola dos volantes ou naqueles que chegam um pouco mais à frente no ataque, eu indico Elias (CAM) e Arão (Flamengo).

Para a escolha dos atacantes:

  • Evitar jogadores considerados “Cones”. Estou falando do centroavante preguiçoso, que não gosta de participar do jogo e fica apenas esperando a bola chegar nele. Ele não vai te gerar pontuação caso a bola não chegue. Sem roubadas, sem finalizações e ainda pode te irritar ficando em impedimento (- 0,5 cada). Esqueça essa regra se o cara estiver em uma fase “iluminada”. Ricardo Oliveira (CAM) e Fred (Cruzeiro);
  • Escolher atacantes que joguem ao lado do campo, mas que tenham presença de área. Cebolinha (Grêmio);
  • Escolher atacantes que sejam cobradores de pênaltis. Luan (Grêmio), Gilberto (Bahia), Fred (Cruzeiro);
  • Escolher atacantes que sejam fominhas e finalizam a gol. Nico Lopez (Inter);

Eu gostaria de deixar algumas observações:

  1. Ao analisar a rodada, procure escolher os confrontos entre times grandes mandantes contra os times de menor expressão. A “Zebra” pode pintar a qualquer momento, mas não podemos contar com isso. Vamos pensar seguindo a lógica;
  2. Evitem escalar jogadores dos “Clássicos”, principalmente zagueiros e laterais. Normalmente costuma ser um jogo bastante pegado, com muitas faltas e cartões para todos os lados. Nem quando existe uma grande diferença técnica esse tipo de jogo costuma ser fácil;
  3. Alguns jogadores costumam ser fixos, então é bom ficar atento a fase de alguns jogadores;
  4. Ficar atento a prováveis desfalques e aos treinadores que adoram mudar as escalações nos vestiários (seu Cuca que o diga);
  5. Alguns times que adoram ferrar o SG quando jogam como visitantes;
  6. Para quem gosta de ousar, escalar um atacante ou meia de um jogo teoricamente complicado pode ser o diferencial de pontuação na rodada.
  • Valorização Rodada 1

O critério de valorização para a primeira rodada é simples: o jogador precisa fazer o equivalente a 45% da sua pontuação para começar a valorizar. Por exemplo: Rodriguinho custa 5 cartoletas. 5 x 0,45 = 2,25 pontos é a pontuação mínima para que ele comece a valorizar. Já Ricardo Oliveira Custa 15 cartoletas. 15 x 0,45 = 6,75 pontos. Essa é a pontuação mínima que ele precisa fazer para começar a valorizar. Qualquer pontuação inferior a 6,75 pontos ele irá desvalorizar

Observação importantíssima: a valorização do capitão não será dobrada!!! Apenas a sua pontuação será dobrada.

         Na primeira rodada é importante ter senso na escalação e ponderar sobre pontuação, pois o principal objetivo é a valorização das cartoletas!!! “Pense em poupar hoje para poder gastar no futuro com os mitos do game” que estão fora da realidade para a primeira rodada. Se você cartoleiro pensa em escalar algum jogador que custe mais de C$10,00, que seja uma aposta certeira, do contrário, as cartoletas poderão ir pelo ralo.

         Foque em escalar jogadores baratos de times favoritos para a primeira rodada.

         Neste ano por falta de tempo eu não poderei fazer as dicas semanais para o Blog, mas para quem tiver interesse em trocar ideias, marquem o twitter @teclasnaveia ou Major Sports Blog que eu irei  tirar as possíveis dúvidas.

#TOP10 – SELEÇÕES EM COPAS DO MUNDO

Já que o MajorSports Blog está fazendo a série com os melhores jogadores de cada time por seus torcedores, resolvi fazer o top ten das maiores seleções da história das Copas do Mundo.

Complicado hein? Provavelmente as 3 maiores são unanimidade, mas tem muitas seleções geniais pouco faladas.

Vem conosco!!!!

10 – Espanha 2010

A seleção do Tiki Taka dominou o mundo entre 2008 e 2012. O auge dessa grande equipe foi na Copa da África, com a reinvenção do futebol total, com muita posse de bola e muita movimentação. A mescla de jogadores do Real Madrid e Barcelona deu muito certo nesse time que tinha como cérebro o meia Xavi. Finalmente a tão decantada geração espanhola alcançou seu ápice.

Que timaço!!!


 9 – Uruguai 1950                    

Quando nos lembramos da Copa de 50, só vem na cabeça a imagem do goleiro Barbosa se lamentando e a crítica especializada culpando a falha do goleiro. Mas do outro lado tínam uma grande seleção Uruguai liderada por Ghiggia e Schiaffino, pelo lendário goleiro Maspoli e o capitão Obdulio Varela. O time que calou 200 mil pessoas no Maracanã. Um fantasma que assombrou a seleção brasileira por muitos anos.


8 – Brasil 2002

A única seleção campeã com 7 vitórias em uma Copa do Mundo. O irresistível ataque com Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho vivendo seu auge, uma defesa bem postada, Marcos segurando as pontas debaixo das traves, liderado por Luis Felipe Scolari. Atingiu seu ápice na final tranquila contra a excelente Alemanha, derrubando o então melhor goleiro da Copa Oliver Khan.


7 – França 1998

Allez Les Bleus!!! A grande seleção francesa de 1998 liderada por Zinedine Zidane, com Djorkaeff, Deschamps e ainda os jovens Henry e Trezeguet teve um começo de Copa conturbado com expulsão do craque Zidane na primeira fase. O time tomou forma durante a Copa, e muitas vezes é subestimada por considerarem que só foi campeã por causa da convulsão de Ronaldo antes da final. Esse grande time ganhou a Copa e a Euro na sequência com futebol muito técnico.


6 – Alemanha 1974

A seleção Alemã já mostrara sua qualidade na Copa de 70 com o terceiro lugar da jovem seleção. A base alemã era o multicampeão Bayer de Munique, e tinha como líderes Fraz Beckembauer, um dos maiores jogadores da história do esporte, o goleiro Sepp Maier e o matador Gerd Muller. Venceram a Euro 72 e chegaram a Copa como anfitrião e favorito junto com o Carrossel Holandês. A equipe sofreu uma derrota estranha para a Alemanha Oriental na primeira fase, evitando o confronto precoce contra a Holanda. A manobra deu certo com as equipes se enfrentando na final. O time do Kaiser venceu a final de virada contra a tão elogiada seleção holandesa, e mum jogo tático perfeito.



5 – Hungria 1954

 

Ah os Mágicos Mariares. A avassaladora seleção da Hungria da década de 50 marcou época!!! Com muita movimentação e preparo físico invejável, eles dominaram a Europa na década de 50, com o maior ataque já visto na Europa. A equipe liderada por Puskas e Kocsis teve o melhor ataque da história das Copas com 30 gols. Infelizmente perderam a final da Copa para Alemanha por 3 a 2, com Puskas baleado na final. Outro time que será muito lembrado na história apesar de não vencerem a Copa.


4 – Brasil 82

 A brilhante seleção de Telê Santana encantou o mundo nos anos de 80 a 82. Falcão, Sócrates, Zico, Junior e Cerezo. Mais uma equipe lendária que não foi campeã. Foi derrotada pela metódica e bem organizada seleção Italiana na Tragédia do Sarriá. O Brasil e boa parte do mundo chorou com a derrota daquele time, todos achando que era o fim do futebol arte.


3 – Holanda 74

Com o terceiro lugar temos mais uma equipe que encantou, mas não venceu: o Carrossel Holandês de 1974. A geração de Cruyff, Neeskens e Resenbrink praticou o futebol total, em que os jogadores não tinham posição fixa, o que confundia demais seus adversários. A seleção atropelou todos os adversários até a final contra a Alemanha, incluindo Brasil, o atual campeão. Infelizmente perdeu a final para a também incrível seleção Alemã. A equipe chegou a final também em 78, mas já não tinha a mesma magia e nem o craque Cruyff, aposentado da seleção após a final de 74.


2 – Brasil 58

A Copa de 58 seria o momento de acabar com todo o estigma de que o Brasil não conseguia vencer grandes torneios contra os europeus. No começo da Copa, Vavá, Garrincha e Pelé, com 17 anos, era reservas da equipe, mas após um empate com a Inglaterra, Vicente Feola colocou em campo Garrincha e Pelé e a mágica apareceu. Uma seleção genial com Pelé, Garrincha, Vavá e Didi desfilou pelas partidas seguintes, marcando 10 gols entra semifinal e final, coroando essa grande seleção. Garrincha e Pelé nunca perderam uma partida pela seleção jogando juntos.


1 – Brasil 70

No nosso primeiro lugar não teria como estar outra seleção. A brilhante seleção de 70 que tinha 5 camisas 10 no time titular… a canhota de ouro de Gerson, o elástico de Rivelino, a visão de jogo de Tostão, a explosão de Jairzinho e o mito Pelé. Eu gostaria de ter visto esse time ao vivo. Passeou durante a Copa vencendo todos os jogos, sendo 3 equipes campeãs mundiais. Um time que não se repetiu e provavelmente nunca mais veremos nada igual.


Esse foi o nosso Top Ten das seleções mundiais em Copas, logo teremos mais!!!! Nesta série.


Entre uma corrida na praia de Itapuã e uma cerveja no Farol da Barra o sempre competente Baiano-Paulista Caio (@caiofilipi) colaborou mais uma vez para o Major Sports Blog

Time dos Sonhos – Futebol #26 – Náutico

Se tivesse 15 anos a mais, provavelmente colocaria metade do time hexa-campeão, que não vi jogar, o que é ruim. Por outro lado, não teria sido filho dos meus pais, e talvez já estivesse morto, então melhor ficar com minha idade e minha seleção dos que vi jogar, das décadas de 70 ( especialmente 74, belo time ), 80 final dos 90, início dos anos 2000.

Goleiro – Neneca.

Zaga – Sidcley , Beliato

Laterais – Netinho , Drailton .

Volante – Elicarlos.

Meio Campo – Jorge Mendonça , Baiano, Vasconcelos.

Ataque – Kuki , Jorge Henrique

Reservas -Nilson, Acosta , Sangaletti , Betinho , Marquinhos , Lima.

Técnico. – Muricy Ramalho.

Good save the Timbú!

Com saudosismo o Eufrásio Loredo Jr colaborou com o Major Sports Blog


Acabooooou, Acabooooou, É Tetra!…. Ops! Na verdade acabou a série de Times dos Sonhos dos nossos leitores, colaboradores e colegas que abriram o coração, reativaram a memória e deixaram esse presente “polêmico” para você, leitor do blog. Nossa promessa é voltar com outras séries de Times dos Sonhos de outras praças, outros esportes. Então, nos aguardem, nos cornetem e continuem curtindo o nosso trabalho!

Valeu! #Sports4Life

Time dos Sonhos – Futebol #25 – Coritiba Foot Ball Club

Saudações nação Coxa-Branca. Dando continuidade ao especial “Meu Time dos Sonhos” do Major Sports Blog, listo aqui qual seria meu Coritiba ideal, considerando apenas aqueles que vi jogar (nasci em 1991). Desta forma, ídolos como Kruger, Fedato, Jairo, Rafael, Aladim, Tião Abatiá, Zé Roberto, dentre tantos outros, ficaram de foram deste texto.

No Gol:

Vanderlei (2007-2014). Chegou ao clube em 2007, foi durante um tempo reserva de Edson Bastos e assumiu a titularidade após a saída do mesmo. Nas ausências de Bastos (por lesão ou suspensão) Vanderlei sempre passou confiança a torcida, deixando todos tranquilos mesmo sem a presença do goleiro titular. Vanderlei era um goleiro sensacional, com reflexos apurados e exímio pegador de pênalti. Seu momento mais marcante foi o título paranaense em 2013, quando defendeu a cobrança do ídolo rubro negro, Joffre Guerron.

Menções honrosas: Fernando Prass (2002-2005) e Edson Bastos (2007-2012)


Na Zaga:

Lateral Direito: Rafinha (2003-2005). As laterais sempre foram o calcanhar de Aquiles do Verdão. Para a lateral direita, o escolhido foi Rafinha, cria da base do clube, que atuou por aqui durante três temporadas e foi vendido para a Alemanha com apenas 20 anos, construindo posteriormente uma grande carreira no futebol europeu. Foi bi campeão paranaense pelo clube (2003/2004) e já declarou que pretende encerrar a carreira no Coxa.

Menções honrosas: Reginaldo Araújo (1997-2001)

Lateral Esquerdo: Adriano (2002-2004). Na lateral esquerdo, Adriano, que muitos devem conhecer depois de atuar por quase seis anos no multi campeão Barcelona. Outra cria da base, era uma arma mortal pelo lado esquerdo do campo, pois por ser ambi destro, tinha grande facilidade tanto em jogadas pela ponta quando em jogadas pelo meio. Foi bi campeão paranaense (2003/2004) antes de ser vendido para o futebol espanhol.

Menções honrosas: Ricardinho (2003-2009), Lucas Mendes (2008-2012).

Zagueiro: Miranda (2004-2005). Outra cria da base do clube, Miranda desde cedo foi sinônimo de elegância e confiança na zaga. Demonstrou desde cedo a qualidade e a liderança que fizeram que sua carreira decolassem no Brasil e na Europa nos anos seguintes. Foi campeão paranaense em 2004 e disputou a copa do Mundo em 2018 pela seleção Brasileira.

Zagueiro: Emerson (2011-2013). Emerson chegou ao clube para a temporada de 2011 e rapidamente ganhou a confiança da torcida, graças ao seu estilo técnico e clássico, além dos seus gols marcados, sendo inclusive o zagueiro com mais gols na história do clube (20). Durante sua passagem pelo Coxa, chegou a ser inclusive convocado para a seleção brasileira. Campeão paranaense em 2011 e 2012.

Menções honrosas: Henrique (2006-2008), Pereira (2009-2013), Jéci (2007-2008, 2009-2011).


Na Meiuca:

Volante: Leandro Donizete (2008-2011). Apelidado pela torcida de “Leãondro Donizete”, por sua vontade e raça características em campo. Atuava tanto como 1º ou 2º volante volante, pois tinha excelente marcação e qualidade na saída de bola. Foi tetra campeão paranense (2008,2010,2011 e 2012)

Volante: Reginaldo Nascimento (1997-2005). Um dos jogadores que mais vestiu a camisa do clube (338 jogos), Nascimento podia atuar tanto de volante como de zagueiro, e permaneceu no clube por quase uma década, sempre como capitão. Sempre demonstrando muita raça, foi tri campeão paranaense (1999, 2003 e 2004).

Menções honrosas: Léo Gago (2010-2011), Willian Farias (2008-2014), Roberto Brum (2002-2004), Struway (1998-1999).

Meia: Tcheco (2002-2003, 2010-2012). Após ser esquecido pelo co-irmão Paraná e se destacar no pequeno Malutrom, Tcheco chegou ao clube em 2002 para ser banco do medalhão Sergio Manoel. Porém após a lesão do mesmo, Tcheco virou titular, destaque e ídolo da torcida. Ajudou o clube a ir a libertadores de 2004 e retornou para encerrar a carreira, quando ajudou o clube a subir para a série A em 2010, além de conquistar os paranaenses de 2003, 2011 e 2012.

Meia: Alex (1995-1997, 2013-2014). Alex surgiu como o menino de ouro no clube durante uma das piores fases da história do Coritiba. Após ajudar o clube a subir para a série A em 1995, foi vendido ao Palmeiras. Encantou o mundo com sua classe e genialidade, sendo considerado um dos últimos camisas 10 clássicos do futebol. Cumpriu sua promessa e retornou ao clube para encerrar a carreira em 2014, sendo campeão paranaense em 2013

Menções honrosas: Rafinha (2010-2013), Jackson (2003, 2005-2006).


No Ataque:

Keirrison (2006-2008, 2015, 2017). Artilheiro nato, Keirrison teve um início de carreira meteórico, marcado por muitos gols e a artilharia no campeonato brasileiro de 2008. Infelizmente foi muito atrapalhado por lesões no joelho durante sua carreira, nunca conseguindo atingir o imenso potencial que tinha. Campeão da Série B em 2007 e Paranaense em 2008.

Marcos Aurélio (2009-2013, 2015). Atacante rápido e veloz, Marcos Aurélio virou ídolo da torcida por conta de sua habilidade e gols sempre decisivos. Foi um dos principais destaques do time que conquistou 24 vitórias seguidas em 2011 e foi tri campeão paranaense pelo clube (2010,2011 e 2012).

Menções honrosas: Cléber Arado (1997, 1998-2000), Basílio (1996-1997, 1999-2000), Sinval (1998-1999).


Técnico: Abel Braga. Difícil escolher um técnico, visto que praticamente todos que tiveram sucesso pelo clube nos últimos tempos acabaram posteriormente retornando e não ajudando muito. Fico aqui com Abelão, em uma homenagem ao título paranaense de 1999, após 10 anos de fila, e o 1º que tive a oportunidade de presenciar.


Com aquele coração Coxa-Branca sofrido, nosso Marajá, Guilherme Marodin (@marodingui) escreveu o melhor time do Coritiba que viu jogar. Ele garante que se este time estivesse na serie A de 2017, o time não teria caído para a Série B.

Time dos Sonhos – Futebol #24 – Fluminense Football Club

Chegou a vez do Fluzão…

Sou Silvia Carla Fam (@silvinha_fam), ou apenas Silvinha Fam, sou uma Tricolinda de 34 anos, farei 35 neste ano de 2019.

Esta é a lista dos 11 jogadores que eu vi jogar e que eu acho os melhores por posição… Ai que medo!!! Rs…

Sei que muitos farão críticas, mas é apenas a minha grande humilde opinião. Atentem para a lista de menção honrosa… Enorme… Rs…

Meu time vai no 4-3-3:

No Gol:

Diego Cavalieri – dos goleiros do Fluminense que eu vi jogar, o Cavalieri foi o mais completo, ótimo nas saídas de gol, ótimo pegador de pênaltis e bom nas saídas com o pé;


Na Zaga:

Gabriel – grande lateral direito, versátil sempre defendeu com a mesma qualidade que sabia subir para o ataque, grande cruzador de bolas para a área;

Thiago Silva – zagueiro na melhor acepção do termo, grande líder e capitão, zagueiro refinado que tem uma excelente técnica e sabe apoiar quando necessário;

Gum – zagueiro mais cabeça de bagre, não tem técnica refinada, para alguns nem técnica tem, mas está nessa lista não pelo futebol, mas pelo Fluminense… Quando o assunto é o Gum a gente costuma dizer que “não entende de futebol, entende de Fluminense.”;

Marcelo – exímio lateral esquerdo, técnica refinada, defende com a mesma qualidade que ataca e sempre sabe improvisar com maestria, assim como o Gabriel, sabe cruzar muito bem a bola na área;


Na Meiuca:

Deco – esse dispensa comentários, basta ver os gols feitos com a camiseta do Fluminense que se entenderá porquê ele está nessa lista;

Thiago Neves – fazer 3 gols numa final de Libertadores não é para qualquer um, sem falar a qualidade e o amor pelo Fluminense, por isso merece estar nessa lista;

Ailton – impossível esquecer do Aílton e de todos os coelhos que ele tirou da cartola na final do carioca de 1995, técnica, dribles desconcertantes;


No Ataque:

Fred – o maior ídolo recente da história do Fluminense, gols importantes, sempre honrou o manto verde, branco e grená;

Washington – Coração Valente, Guerreiro Tricolor, Washington é matador, importantíssimo na campanha da Libertadores de 2008;

Renato Gaúcho – de excelente técnica, driblador nato, não tem como esquecer o gol de barriga de 1995 que nos deu o título do Campeonato Carioca.


Menção honrosa: Felix; Paulo Vitor; Jairo Nascimento, Pantera Negra ou Muralha de Ébano; Ricardo Gomes; Conca; Pintinho; Roger; Romário; Marcão; Ezio; Wellerson; Telê Santana; Carlos Alberto Torres, o Grande Capita; Gerson, o Canhotinha de Ouro; Branco; Duílio; Edinho; Deley; Romerito; Tato; Casal 20: Assis e Washington; Doval; Rivelino, Patada Atômica; Conca; Dodô; Carlos Alberto Parreira; Joel Santana; Abel Braga; Muricy Ramalho; Cuca.

Time dos Sonhos – Futebol #23 – Botafogo de Futebol e Regatas

Boa Noite Galera

Fui incumbido de fazer um texto com os 11 melhores jogadores que eu vi jogar do meu Glorioso Botafogo (sou de 82 heim).

Bom, vou tentar.

No Gol:

Jefferson – Não poderia começar com outro goleiro, um Goleiro de nível de seleção, que resolveu ficar no time quando foi rebaixado e se tornou o 3° maior jogador a vestir a camisa do Fogão.


Na Zaga:

Wilson Goiano – Apoiava bem, e era bem seguro na defesa. Não comprometia, era bem sólido e equilibrado.

Wilson Gottardo – Um xerife, zagueiro sério, forte com ele não tinha brincadeira. Um líder e capitão natural.

Gonçalves – zagueiro refinado que sabia sair jogando, tanto que chegou à seleção brasileira.

Marcio Azevedo – apoia muito bem, as vezes deixa um espaços, mas compensa pela vontade e vigor físico.


Na Meiuca:

Túlio Guerreiro – Guerreiro como o nome já diz, sempre lutou em campo, não tinha bola perdida com ele.

Renato – Volante que jogava de terno, Classudo, marcava bem demais, estava em todos os setores do campo e não era desleal.

Seedorf – Jogava muito, tinha visão de jogo, líder, passes precisos, era um técnico em campo, batia faltas bem, extremamente técnico.

Lúcio Flávio – Meia Clássico, refinado, outro que jogava de terno,batia na bola como poucos, passes açucarados, sempre colocava seus companheiros em condições de marcar. Excelente cobrador de faltas e excelente nas bolas paradas. Um pifador.


No Ataque:

Túlio Maravilha – Era fanfarrão,falador, caneludo(não era nenhum craque). Mas o mais importante ele fazia (Gol), nisso ele era bom.

Dodô – Um atacante inteligente, refinado e que finalizava como poucos, não é atoa que ficou conhecido como o artilheiro dos gols bonitos.


Bom Galera, esse é o meu Botafogo que vi jogar, ainda colocaria outros como o Loco Abreu. Mas acho que esse time daria trabalho.

Um forte abraço e saudações Alvinegras. 🔥 Acácio


PS: um outro Botafoguense ilustre nos mandou a sua versão do Fogão de todos os tempos… e como não despediçamos nem palito de fósforos usados, publicamos abaixo esse Fogão de todos os tempos (by Matheus Albano), confira:

Manga – Com suas defesas milagrosas suas mãos deformadas e o seu jeito irreverente, Manga se tornou o maior goleiro da história do Botafogo, conquistou 1 campeonato brasileiro, 4 campeonatos cariocas e 3 Torneios Rio-São Paulo

Nilton Santos – Um dos maiores laterais esquerdos da história do futebol mundial, mais de 700 jogos com a camisa do Glorioso, único clube por qual jogou em toda sua carreira

Josimar – Grande idolo da década de 80 quando o Botafogo passava por um momento delicado em sua história, chegou a disputar a copa do mundo de 86 pela seleção e ajudou o clube a sair de um jejum de 20 anos sem títulos ao conquistar o Campeonato Carioca de 89.

Gonçalves – Importantíssimo para a história do clube atuou durante a década de 90 onde foi bicampeão carioca, campeão brasileiro é campeão do torneio Rio-São Paulo

Leônidas – Campeão brasileiro em 68, Leônidas fez parte da época de ouro do Botafogo, foram mais de 200 jogos e vários títulos com a camisa gloriosa

Didi – Mais de 300 jogos pelo Clube e 114 gols, foi tricampeão carioca e campeão do torneio Rio-São Paulo em 62.

Jairzinho – O lendário furacão da copa de 70 é também um dos maiores ídolos do clube, foram muitos gols importantes além de diversos títulos internacionais conquistados pelo clube. Ao lado de outros Ídolos deu projeção mundial ao clube, que na época era respeitado mundialmente.

Garrincha – Um dos jogadores mais lendários da história do futebol, Garrincha jogou por mais de 12 anos no Glorioso, colecionou muitos títulos internacionais que ajudaram a dar projeção mundial ao clube. Foram 614 jogos e 245 gols do Mané com a camisa Alvinegra.

Heleno de Freitas – O jogador que mais honrou a camisa do clube, mesmo não tendo conquistado nenhum título é incontestavelmente um dos maiores ídolos da história do Botafogo, pelo seu amor ao clube é reverenciado pela torcida até os dias de hoje. Foram 204 gols em 233 partidas.

Amarildo – Fez parte da “época de ouro” do clube jogando ao lado de Garrincha, Didi, Quarentinha e Zagallo. Foram 238 partidas é 135 gols sendo bi-campeao carioca, campeão do torneio Rio-Sao Paulo e do na época importantíssimo Torneio Internacional de Paris.

Quarentinha – O maior artilheiro da história do clube não poderia faltar, foram 313 gols em 442 partidas, além de diversos títulos cariocas e internacionais.


Técnico: Zagallo – Sem duvidas o maior treinador da história do clube, foram 4 passagens e diversos títulos conquistados como o bi-campeonato carioca de 67/68 o título brasileiro de 68 entre diversos títulos intercontinentais importantíssimos na época.

Time dos Sonhos – Futebol #22 – Sociedade Esportiva Palmeiras

Salve letrados e amigos do Major Sports, como vocês vem acompanhando estamos fazendo uma série de textos aonde nós torcedores apontamos os 11 melhores jogadores, ou seja, o nosso TIME DOS SONHOS dos jogadores que VIMOS JOGAR… Bem, para o nosso Palestra ficou designado para o CONSELHO PALESTRINO do blog essa função, então eu, Rangel Silva (@rhangell), Américo “o monstro” (@Neto21guns) e Paulo Henrique “PH” (@Pauloh_93) fizemos um longo debate, com direito a cornetagem, imposições e amendoins para chegarmos num consenso… ou quase. Lembrando que são os 11 melhores que vimos jogar, se fosse de todos os tempos seria beeemmm diferente… Bora lá:

No Gol:

MARCOS – Aqui foi um consenso do conselho, Marcão #12 é um ícone do Palmeiras, um dos melhores goleiros do mundo e o verdadeiro “Santo”. As atuações de Marcos foram tão marcantes que o goleiro conseguiu com sua carreira grandiosa fazer com que o torcedor palmeirense o perdoe por uma falha num jogo crucial, na final interclubes em 99. Marcos é o símbolo de um Palmeiras campeão e merece estar aqui.

Menções: Mais do que honrosas menções a LEÃO, ZETTI e VELLOSO, destes, apenas eu vi os dois primeiros jogarem e Velloso esteve antecedendo o Marcão, a academia palmeirense de goleiros nunca decepciona


Na Zaga:

Lateral Direito: Unanimidade para o nome de ARCE – Impressionante a qualidade no ataque, na defesa e nas bolas paradas, sem dúvida, o melhor.

Lateral Esquerdo: Foi um duro embate, mas o escolhido é ROBERTO CARLOS, o canhão. Com menção super honrosa ao elétrico Júnior.

Na posição de beque teve uma imposição. O tiozão aqui fez vale a idade e exigiu a presença do melhor zagueiro que já viu jogar: LUIZÃO PEREIRA – Peguei o final da carreira de Luís Pereira, mas é inesquecível a lembrança desse monstro que uniu como poucos a garra e a técnica.

Nosso segundo escolhido é do time campeão da LIBERTADORES 99 e era o xerife, o ármario, o tanque e a segurança daquele time, o inigualável: CLEBÃO – Muita garra e o verdadeiro zagueiro que impunha respeito.

Menções mais que honrosas à Antônio Carlos Zago e Roque Júnior… E ao monstro Tonhão rs.


Na Meiuca:

Talvez tenha sido o setor mais fácil a chegar num consenso:

CÉSAR SAMPAIO – Um talento nato, um jogador clássico, um verdadeiro líder

ALEX – Monstruoso, um dos melhores jogadores da história recente do Brasil e muitíssimo injustiçado na seleção.

RIVALDO – Dispensa comentário, o melhor do seu tempo e quando esteve no palestra fez jus à fama. Muito bom ter tirado ele do maior rival e ainda nos dar título em cima deles.

Menções mais que honrosas para Jorginho, quem acompanhou o Palestra nos anos 80 sabe de sua importância, Djalminha – monstro, fez parte daquele Palestra dos 100 gols, um timaço e ele, a irreverência em pessoa, El Mago Valdívia, que se não fosse tão chinelinho, poderia até ter brigado por vaga nesse time dos sonhos.


No Ataque:

Na linha de frente tivemos poucas dúvidas também e privilegiamos aquele time sensacional que nos tirou da fila e que até hoje nos encanta:

Com a #9: EVAIR – O MATADOR. O cara que resolvia, exímio batedor de pênalti, jogador que nasceu pra fazer gols.

Com a #7 – O ANIMAAAALLLLL EDMUNDO – O que tinha de talento, tinha de polêmica, mas fez história no verdão e merece estar aqui.

Com a #11 – PAULO NUNES – De carrasco a ídolo. O time de 99 não seria o mesmo sem a presença do diabo loiro, irreverência, energia e gols, foi o cara.

Menções honrosas ao craque Mirandinha, dos anos 80, ao figura Gaúcho que resolvia com os pés e com a mão rsrs, ao Filho do vento Euller, que também foi essencial em 99 saindo do banco e resolvendo em muitos jogos e claro, ao nosso craque atual, o monstro DUDU, que vem sendo o melhor jogador palestrino da atualidade.


É isso aí galera, essa foi a nossa seleção dos melhores jogadores do VERDÃO que vimos jogar. Espero que tenham gostado, grande abraço do Conselho Palestrino.

Time dos Sonhos – Futebol #21 – Sociedade Esportiva Matonense-SP

No MAJOR SPORTS BLOG lembramos também dos times do interior, e com a colaboração do nosso amigo Osmar Donato (@osmard), nativo de Santos, mas com ligações familiares com a cidade de Matão, faremos o time dos sonhos da Águia Azul, que tinha como alçapão o estádio Hudson Buck Ferreira. Sem mais delongas vamos ao time:

No Gol:

Alberico – ex-goleiro do Náutico e Sport chegou a Matão em 2002 e fechou a meta em momentos importantes.


Na Zaga:

Zé Carlos – Pois é! Aquele lateral que substituiu Cafu na semi da Copa de 98 foi cria da Matonense antes de ir para o São Paulo. Uma das histórias mais improváveis do futebol brasileiro.

Dininho – antes de fazer história no São Caetano era o xerifão da Águia no time histórico de 97

Ronaldo Marconato – ex-zagueiro do Santos, foi jogar em Matão no fim da carreira e desfilar sua “técnica refinada” no Ferreirão

Denys – Lateral que foi moeda de troca pelo Craque Neto em 89 também jogou na Matonense.


Na Meiuca:

Marcinho Guerreiro – antes de ser o xerifão do Palmeiras e de muitos outros times, Marcinho Guerreiro distribuiu suas pancadas pela Matonense

Tupãzinho – no final de carreira o talismã corinthiano emprestou sua experiência para ajudar a Matonense a se salvar do rebaixamento em 2000

Ranielli – o rodado Ranielli, mito dos times do interior de São Paulo teve uma passagem muito elogiada em Matão, ajudando a equipe em seu primeiro ano na primeira divisão.


No Ataque:

Taxi – o veloz ponta que tinha esse apelido em homenagem a música da Angélica era o motorzinho daquele time do final da década de 90

Silvinho – o matador daquele time do mago Luís Carlos Ferreira era Silvinho que no começo de 98 foi vendido para o Atlético Paranaense e jogou até na Alemanha.

Grafite – duvido que você sabia que ele começou a carreira na Matonense? Pois é, sua carreira começou tardiamente com 20 anos na equipe de Matão. Foi na equipe que o Dina passou a ser chamado de Grafite e sua carreira deslanchou.


Menção honrosa ao comandante dos acessos consecutivos da equipe, o rei do interior Luis Carlos Ferreira.

Time dos Sonhos – Futebol #20 – A. D. São Caetano

São Caetano, o pequeno gigante do ABC Paulista, aquele que já calou diversos grandes estádios no Brasil e na América do Sul, de sua saga nas divisões menores, até a partida final da Libertadores , partida que muitos times que se dizem grande , nunca chegaram a disputar , ou melhor tem times que nem ela disputaram né . Para tal os letrados e amantes do futebol, me deram a missão de escrever  o melhor time da historia do AZULÃO.

Queria começar este texto homenageando ao Sr .Paulo Sergio Oliveira da Silva, o Serginho, uma bandeira e figura jamais esquecida por toda torcida Sancaetanense, que faleceu fatidicamente no Morumbi , infelizmente Serginho perdeu o pênalti decisivo na partida contra o Olímpia na final da Libertadores.

Vamos ao melhor Azulão da história:

No Gol:

Silvio Luiz – Grande figura debaixo das metas do Azulao , campeão de todas as divisões menores ate o titulo paulista de 2004 , muitos o Criticam pelo jogo 1 jogo da final do Brasileiro de 2001 contra o Furacão , mas cresceu profissionalmente  juntamente com o AZULÃO


Na Zaga:

Japinha – Cria da base tradicional do Juventus da Mooca, se fosse pelo titulo da libertadores quem estaria aqui seria Russo, mas Japinha foi grande figura nos títulos de acesso, em 2000 já negociado, voltou para jogar a papagaida da final da copa JH.

Daniel e Dininho – difícil , você falar de um deles sem a presença do outro, seguros na marcação, letais no jogo aéreo, cobriam as descidas principalmente de Cesar na esquerda com eficácia e clareza, Daniel, o grande líder figura impar na historia do Azulao, já Dininho uma elegância na quarta zaga, jogava de terno, limpo nos desarmes, foram durante anos os pilares da equipe com liderança e vontade de vencer.

Cesar – carreira meteórica, explodiu pro futebol, válvula de escape do grande time de 2000, jogava praticamente como ala, Picerni naquela época mais vanguardista que muito treinador. Saiu de São Caetano para Italia


Na Meiuca:

Claudecir – Eu gostaria de colocar aqui o Marcio Griggio , pelo gol do acesso da Serie C do Brasileiro, mas não posso, Claudecir o cão de guarda, diria que hoje vendo Ralf jogar, eu olho Claudecir, presente sempre no jogo aéreo, líder nato .

Anailson – Canhoto, habilidoso, talismã, fazia salseiro quando estava no jogo, levou o time muitas vezes nas costas, presente nos momentos mais importantes da equipe e história

Esquerdinha – Motorzinho, ditava todo ritmo de jogo, passes precisos, era o maestro, dono de uma simplicidade impar, adorado por todos, mereceu ir parar no Palmeiras.

Marcinho – após frustrada passagem pelo Corinthians em 2002 chegou em São Caetano para fazer historia, foi meu companheiro de aulas de inglês, vice artilheiro da historia do azulão, fez uma baita partida contra o Boca Juniors em Buenos Aires nas 4as de Final da Libertadores de 2004.


No Ataque:

Somalia – mais de 100 jogos com a camisa do azulão, quase 40 gols,  artilheiro do campeonato paulista de 2007, me lembro muitas vezes que jogava basicamente sozinho, na solidão do ataque, dependíamos de 1 bola e ele estava lá.

Adhemar – trucidador de criadores, matador de palmeirenses, de São Caetano até testes na NFL, gols, são difíceis enumerar, contra o Flu no Maracanã ou na Semi final da Copa JH contra o Palmeiras, o monstro de Tatuí, tinha camisas com o 18 as costas como uma febre .


Técnico:  Jair Picerni – quase 170 jogos  , o criador de uma maquina , perdia jogadores negociados com o “grandes” mas na medida acertava os substitutos , titulo paulista da A2 em 2000 , vice campeão do brasil e da américa .

Menções honrosas: Taxi – meia atacante, Márcio Griggio – Volante, Magrão – Volante, Anderson Lima –Lateral Direito, Thiago – Zagueiro, Paulinho Kobayashi e Fabricio Carvalho – Atacantes, Muricy Ramalho e Adenor Bachi – Tecnicos.

Mai uma vez entre uma receita nova para o restaurante e uma taça de um bom vinho Bordeaux, nosso colunista Luiz “Chef” (@restaurantevillaborges) escreveu sobre o seu Azulão dos Sonhos.