DEVILS – Do inferno ao céu?

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New Jersey Devils de 4ª pior franquia da liga ao topo da Metropolitana.

No “oppening day” poucas semanas atrás, muito provavelmente, nenhum torcedor do New Jersey Devils previa uma temporada vencedora já que o time terminou  a temporada 2016/2017 com a 4ª pior campanha da liga com míseras 28 vitórias e acachapantes 40 derrotas no tempo regulamentar e 14 derrotas no OT/SO (28-40-14), a equipe marcou 183 gols e acabou sofrendo 244 e terminou na frente apenas das franquias dos Coyotes, Canucks e Avalanche.

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                Eis que começa a temporada 2017/2018 e com a mudança de temporada parece que o Devils se reinventou, jogadores vindos do draft, algumas adições da “Free Agency” somadas aos jogadores já presentes no roster, fazem com que a equipe apresente uma temporada além das expectativas até do mais otimista torcedor. A equipe que hoje (02/12) ocupa a 3ª colocação da divisão metropolitana, considerada por muitos a divisão mais competitiva, por apresentar times como New York Rangers, Washington Capitals, Columbos Blue Jackets e o atual campeão Pittsburgh Penguins.

               Mesmo numa divisão complicada, até poucos dias atrás o Devils liderava a turma e atualmente é o 2º colocado, atrás apenas dos Blue Jackets após a vitória nesta madrugada em cima do Avalanche por 2×1.

            Para tentar explicar um pouco deste sucesso que vem sendo o Devils neste início de temporada, tive a ajuda do grande torcedor da franquia, Jeffesson Lenzi, que me falou um pouco de como tem sido a temporada da equipe.

            Para começar In Net, o Devils conta com Schneider de starter e Kinkaid de backup, ambos veem fazendo um trabalho regular, Schneider com 18 jogos até o momento apresenta 9 vitórias e 5 derrotas no tempo regulamentar e 3 derrotas no OT, em 599 shots contra sofreu apenas 49 goals, fazendo com que tenha uma média de 2,78 goals por jogo, com percentual de defesa chegando a 91,8%. Kinkaid jogou apenas 8 jogos e possui 5 vitorias e concede em média 3 gols por jogo.

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                O grande calcanhar de Aquiles  tem sido a defesa, tanto que a equipe adquiriu por meio de troca o D-man Vatanen junto ao Ducks, onde os Devils enviaram um de seus destaques no Penalty Kill, Henrique, porém como a defesa era a grande deficiência da equipe no momento, a trade passa a ser vista com bons olhos já que o Vatanen tem em média de 21 minutos por jogo, esta estatística relacionada ainda a suas atuações pelo Ducks, apresentando 24 hits e 26 blocks. A transição da defesa é o grande problema, ainda mais com a baixa do Muller que segue fora devido a clavícula quebrada, porém alguns jogadores ainda se destacam, como o Santini que vem liderando o time em hits e Severson contribuindo bem, além do Moore ajudando no ataque e do Butcher que é considerado um jogador que pode evoluir muito e que vem sendo fundamental no Power Play da equipe.

                O grande destaque da equipe vem sendo o ataque, Hischier segue na primeira linha, fazendo uma dupla espetacular com o Hall, ambos já estão combinando para 44 pontos na temporada, o que nos fornece uma média de 1,83 pontos por jogo. O grande problema no quesito ataque tem sido a ausência do Palmieri devido a uma fratura no pé, em seu lugar está jogando o rookie Bratt que já contribuiu com 15 pontos, jogador que vem se destacando na unidade de PP da equipe.

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                Um destaque especial do time é o Boyle que se recuperou de Leucemia e serve como uma inspiração para a equipe, tanto que, mesmo quando sai em desvantagem no placar os Devils não se abatem e muitas vezes consegue uma virada, como foi no jogaço  contra o Blackhawks, no qual perdiam por 4-1 e acabaram por vencer a partida por 7-5. Coleman vem fazendo grande partidas e sendo fundamental no penalty kill da equipe e se tornou um bom center para a 4 linha da equipe.

                Fora tudo isso, ainda há problemas, o Devils ainda vem vacilando em momentos importantes dos jogos, com muitas derrotas em momentos cruciais como OT e SO, contudo, estamos apenas com ¼ da temporada jogada é algo que se consegue arrumar para o prosseguimento. A equipe quando ganha é por diferença mínima de gols, o que faz com que não apresente um grande saldo, mas o que importa no momento é somar pontos e chegar aos playoffs, algo que grande parte dos assíduos por NHL não esperavam no início da temporada.

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               Ainda há a dúvida os “Demônios de New Jersey” conseguirão alcançar o céu, mas certamente a escalada já está sendo feita e de maneira surpreendente. Esperamos que possam continuar sendo essa grata surpresa.

          Gostaria de deixar meu agradecimento e força ao meu amigo Jefferson Lenzi, que se dispôs a falar um pouco de como tem sido a temporada do NJ Devils.

 

Rodrigo Silva Jr, para o blog Major Sports

CAPCOM CUP STREET FIGHTER V – ADVERSÁRIOS DOS BRAZUCAS DEFINIDOS

HADOUKEN!!!

Faltando uma semana para a Capcom Cup, que seria o equivalente a uma Copa do Mundo de Street Fighter V, foi definida durante essa semana a Bracket do torneio e como isso sabemos os primeiros adversários dos Brazucas.

Vamos conferir o duro caminho de ambos:

Na parte de cima da Bracket temos o carioca Thomas Proença (Brolynho) e seu Necalli onde enfrentará a lenda de Street Fighter o japonês “Daigo Umehara” e seu Guile em um rematch, uma vez que ano passado ele o enfrentou e perdeu de 3×0. Vejo esse ano “Brolynho” mais maduro e como muitas chances de vencer. Caso vença provavelmente enfrentará o número 1 do ranking o americano “Punk” na próxima rodada.

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Saiba mais sobre Thomas Brolynho:  http://sportv.globo.com/site/games/noticia/2017/03/conheca-brolynho-o-geofisico-que-representa-o-brasil-no-street-fighter-v.html

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Na parte de baixo da Bracket temos o segundo representante o paulista Renato “Didimokof” e seu Dhalsim enfrentando o também japonês “Yukadon” e sua Ibuki. “Didimokof” foi o brazuca classificado no Last Chance que aconteceu em São Paulo no mês passado, onde ele ganhou a sua vaga enfrentando adversários de toda a América Latina. Será uma match bem complicada para o paulista e caso ele avance deverá enfrentar o vencedor da disputa entre o americano “Snake Eyes” contra o Taiwanes “Oil King”.

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Saiba mais sobre Renato DidimoKOF: https://sportv.globo.com/site/e-sportv/noticia/brasileiro-consegue-segunda-vaga-para-o-pais-no-campeonato-mundial-de-street-fighter-v.ghtml

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Nós da Major Sports estaremos acompanhando a Capcom Cup que acontece entre os durante os dias 08 e 10 de dezembro nos Estados Unidos e na próxima semana divulgaremos os canais e horários das transmissões para a galera e saberemos quem serão os felizardos a abocanhar prêmios acima de USD 370 mil wowww!!!!!!!!

Um abraço galera e GG.

Michel Almeida “STKF_Michel” – para o blog Major Sports

MajorCast #4 – #PapoDeBotecoCast – Futebol

Na estreia do “PapoDeBotecoCast” do MajorCast, vamos falar sobre o famoso esporte bretão.

Sob o comando do “Vô” e MC Rangel, os letrados em futebol raiz: Luiz “Chef”, Artur “Hermano”, Guilherme “Marajá” e Ricardo “Nozu” vão palpitar sobre o desfecho do Z4 do Brasileirão e darão muita informação e opinião sobre o sorteio dos grupos da Copa que foi realizado hoje (01/12/2017). Passaremos nossas impressões sobre os potes de rankeamento, as surpresas, as esperanças, os micos e até mesmo a falta de alguns craques que ficarão fora da Copa.

Você concorda que a Suíça vá mais longe na Copa que a “Geração de Ouro” da Bélgica??

Você cornetaria a seleção Argentina?? E a Inglaterra, tem de fato um time bom??

Confira isso e muito mais nesse divertido Podcast!

Nos acompanhe e comente!

#Sports4Life #MajorCast4

Trilha sonora:

  1. É uma partida de futebol – Skank
  2. Umbabarauma Homem Gol – Jorge Ben Jor e Mano Brown
  3. Fio Maravilha – Jorge Ben Jor
  4. Pais do Futebol – MC Guimê (part. Emicida)
  5. La Copa de La Vida – Rick Martin (Tema da Copa o Mundo de 1998)
  6. Ai se eu te pego – Michel Teló
  7. We are one – Pitbull (Tema da Copa do Mundo de 2014)
  8. Despacito – Luis Fonsi (Feat. Daddy Yankee)
  9. Wakka Wakka – Shakira (Tema da Copa do Mundo de 2010)
  10. Equipe 2018 – Polina Gagarina e Egor Creed (Música oficial da Copa do Mundo de 2018)

Kaepernick – Rebelde ou Herói

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   Sempre fui um grande fã de cinema, e um dos grandes filmes da década de 70, é um filme de guerra contando a biografia de uma brilhante general na guerra, mas que por algumas atitudes acaba sendo rotulado de forma pejorativa por muitas pessoas. Ao começar a escrever sobre Colin Kaepernick me veio imediante a comparação entre os dois personages, um dos cinemas, general de guerra e outro da vida real, o qual também já foi general de outros campos, de outra batalha, a das 100 jardas.

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   Colin Kaepernick se formou na Universidade de Nevada e foi draftado em 2011 pelo San Francisco 49ers na segunda rodada. Em sua primeira temporada praticamente não jogou sendo backup de Alex Smith, o qual levou a equipe a final da NFC onde foi derrotado pelo New York Giants. No ano seguinte o time seguia bem na temporada até que a contusão de Alex Smith na Semana 10 contra o Saint Louis Rams deu a chance de jogar ao segundanista. Kaep fez uma ótima partida gerando dúvidas na cabeça de Jim Harbaugh, HC da equipe. Apesar da boa temporada de Smith, o HC bancou a continuidade de Kaep, pois deu uma nova dinâmica ao ataque, sendo uma ameaça também no jogo terrestre. Colin Kaepernick teve recorde de 5-2 levando a equipe ao SB com seu jogo dinâmico, mas perdendo o grande jogo para o Baltimore Ravens. Era época do auge da read option, com Kaepernick batendo recorde de jardas corridas por um QB em um jogo com as 185 jardas contra o Falcons.

   Na temporada de 2013, Colin teve 12-4 na temporada regular tendo 21 TD e 7 INT, além de 6 TD corridos, levando o time a final da NFC contra o Seahawks, onde uma interceptação na Redzone nos últimos segundos acabou com a temporada promissora do Niners.

   Em 2014 recebeu um contrato de 6 anos/126 milhões, no entanto seus números caíram consideravelmente devido as defesas se acostumarem com seu jogo, além de uma temporada conturbada em SF devido problemas de relacionamento do HC com a direção e alguns jogadores, culminando com a saída de Jim Harbaugh.

   Em 2015 foi titular por 8 partidas e depois sacado por péssimas atuações. Em 2016 começou a temporada como reserva mas assumiu após 5 partidas, tendo bons números com 16 TD e 4 INT, apesar da campanha tenebrosa da equipe (2-14). Ao final da temporada Colin abriu mão de seu contrato, apesar de que o novo GM do Niners, John Lynch já havia deixado claro que  tinha decidido dispensá-lo de qualquer maneira.

   Podemos dizer que foi uma carreira de altos e baixos. Quando as defesas entenderam seu jogo ele não soube se adaptar, tendo leituras ruins, além de não escolher o momento certo de correr com a bola. Sua mecânica de lançamento não é das mais apuradas, mas Philip Rivers também não é um primor técnico nos arremessos e mesmo assim tem uma carreira sólida na NFL, assim como alguns QB scramblers.

   Porém, um acontecimento ocorreria e colocaria um tempero na históra de nosso “general”, no começo da temporada de 2016, Kaepernick fez um protesto ficando sentado durante a execução do Hino Nacional, protestando contra as atitudes preconceituosas de policiais contra negros em geral nos EUA, fato que infelizmente é corriqueiro em regiões com maioria branca no país. Esse protesto provocou uma série de discussões, pois foi visto como um desrespeito ao país e principalmente às forças armadas, para que fique claro, em TODOS os jogos da NFL o Hino normalmente é cantado por alguma celebridade, ainda com presença de militares de várias ordens, prova de como o povo americano mostra-se patriótico.

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   Tal protesto foi encampado por outros atletas da NFL e repetido pelo Kaepernick, pois ele se aproximou mais das causas sociais quando entrou na NFL, com a certeza que a sua voz seria mais ouvida. Sua mãe era branca e seu pai negro e foi adotado por uma família branca e sentia que podia fazer a diferença e o protesto durante o Hino foi a forma silenciosa, mas veemente que ele usou para protestar.

    Coincidência ou não, desde sua saída do 49ers não encontrou vaga em qualquer time da NFL até o momento, em compensação, vemos que muitas equipes têm QB titulares ou backups de mesmo nível ou até inferior ao ex QB de Nevada, mas por algum motivo estranho ninguém dá a Kaepernick sua segunda chance. É bem provável que haja um acordo entre os donos de equipes como corporativismo de não contratar alguém “não patriótico”, ou nenhuma equipe quer os holofotes voltados para si por um motivo extracampo. Será que ainda existe um preconceito enraizado nos CEO das equipes? Como seria uma possível recepção de torcedores em seu primeiro jogo em uma nova equipe?

    Sabemos que tal atitude é louvável, mostrar uma posição diferente do bem comum, mostrando que não ficará calado quando observar qualquer forma que diminua uma pessoa ou grupo étnico, mas fica a pergunta: Quem fica agora? Colin Kaepernick, o “Herói” que ficou a algumas jardas de levar o Troféu Vince Lombardi novamente para a Baía ou o “Rebelde” que quis protestar à sua maneira e agora é esquecido no esporte que tão bem representou?

    Talvez Kaepernick seja realmente o novo “General Patton”, numa versão moderna e que trava sua própria guerra, feita de pequenas batalhas, como a batalha contra os figurões de uma liga poderosa que não querem e fazem de tudo para que nenhum outro assunto atrapalhe o bom desenvolvimento dos jogos ou atraia uma atenção que não seja para o que acontece dentro das 100 jardas e também a batalha contra uma sociedade discriminadora. O atleta sabe que  paga por sua ousadia em desafiar um dos ícones da cultura norte-americana, quando não se levanta para o hino e talvez Kaepernick soubesse que as consequência desse ato um dia poderia se tornar retaliações.

      Há também outra alternativa para a ausência de Kaepernick , talvez o QB não tenha o talento e a capacidade suficientes para ser titular em uma NFL que a cada dia se reiventa e aonde a função de QB, principalmente, precisa de jogadores que tenham inteligência para o jogo e inteligência emocional e toda essa celeuma em torno do seu protesto esteja escondendo isso, mas como poderemos responder essas perguntas?

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   Todos merecem a sua segunda chance, e alguém que se posiciona dessa maneira, mostrando paixão pelo que acredita ser o bem de uma minoria, tem uma atitude de líder, fato sempre destacado por seus treinadores e colegas de time.  Talvez ele tenha que se contentar com obras sociais em prol de minorias ou o prêmio de Cidadão do Ano pela revista GQ, mostrando como seu protesto levantou muitas bandeiras e muitas dúvidas sobre essa segregação social que o mundo vive, em alguns pontos velados em outros pontos mais evidentes, Ou, numa outra alternativa, Kaepernick talvez não tenha o talento e a capacidade de ser o QB titular de uma NFL que a cada dia se reiventa e aonde a função de QB principalmente precisa de jogadores que tenham inteligência para o jogo e inteligência emocional e toda essa celeuma em torno do seu protesto esteja escondendo isso, mas como poderemos responder essas perguntas.

   A certeza que fica é que um dia Kaep já se mostrou capaz e poderia sim ter nova chance, até para que todas essas questões possam ser respondidas sem ficarmos apenas nas hipóteses. Esperemos novos capítulos dessa novela e quem sabe em 2018 possamos ver novamente o politizado Kaepernick nos campos, provando a todos nós que pode ser muito mais do que um jogador engajado em lutas sociais e que possa levantar ainda mais sua voz, juntamente com seu talento em campo.

   Espero que possamos voltar a falar de Colin Kaepernick apenas com o que ele faz em campo, pois é sua profissão e que todos possam entender o que ele e seus conhecidos possam ter passado.

 

Caio Fillippi, com a colaboração de Rangel Silva, para o blog Major Sports

O ressurgimento de Nadal e Federer

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Quem não acompanha o Tour de Tênis pode até achar estranho o título deste texto, mas, pra quem tem mais intimidade com o esporte o mesmo faz sentido, pois vejamos.

 O Espanhol liderou o tour em número de finais e premiação; o Suíço foi maior vencedor no tennis em 2017. Ambos duelaram durante muito tempo nesse século, a maior ‘rivalidade’ desde Sampras x Agassi, porém nos últimos 3-4 anos viveram momentos não condizentes com suas trajetórias.

A reinvenção da rivalidade passou pelo trabalho árduo de ambos, mudança de técnica, aprimoramento físico, fugir da acomodação como grandes na historia, tudo isso teve que acontecer para que a dupla pudesse reinar novamente no circuito. Se as lesões de Murray e Djokovic não tivessem ocorrido, mudaria esse panorama? Acredito firmemente que não, os “velhinhos” não deixaram essa dúvida pelo ar, foram dominantes e fantásticos em 2017. Murray e Djokovic, mesmo no áuge, não veriam a cor da bola diante das duas lendas.

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O que o tio de Nadal ajustou em seu jogo? O saque! Nadal não aguentava de dor no joelho quando sacava, seu movimento de serve era muito longo e o impacto sofrido na aterrissagem foi causa definitiva para suas seguidas lesões. Outra mudança no saque, foi a maneira que Nadal pega na raquete, o grip. Ele está fazendo uma pegada pronada e com isso gera mais força no saque. Em entrevista ao Diário Metro, o tenista espanhol afirma que a mudança do grip na raquete juntamente com a velocidade do serviço, fez com que ele controlasse mais os pontos porque seu saque ficou mais eficaz, dificultando a devolução e dessa forma se desgastando menos nos jogos.

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O que Federer mudou para voltar a ser o GOAT em 2017? O backhand! A pesar de ter backhand lindo e extremamente eficaz quando entrava, Federer estava inseguro com seu golpe nos últimos anos, havia tendo baixa taxa de acerto. Hoje em dia, o suíço sai mais da bola antes de aplicar o golpe, ganhando mais tempo para executar o golpe que gostaria e ele também acaba metendo mais slice para evitar o ataque rival na devolução em certos casos.

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Outra tática usada pelo suíço é extremamente interessante. A mudança de raquete. Vários letrados ignoram o quão importante é a conexão entre tenista-raque. Federer aposenta sua raquete, que ganhou 17 grand-slam, e que é uma raquete com a cabeça menor do que a nova e introduz uma de cabeça maior, onde ele explica numa entrevista ao The New York Times, que ao utilizar a raquete de cabeça maior, ele tem mais controle no seu backhand, aumenta a eficácia do voleio e do saque. Finalmente, o GOAT do tênis fez como seus rivais de circuito, aceitou a tecnologia de um novo modelo de raquete e que hoje se adaptou muito bem as mudanças em seu jogo.

Quem pode desbancar a dupla:

Surgem nomes todos os anos para desbancá-los, porem só alguns conseguem se manter no topo e enfrentá-los em igualdade. Os motivos são sempre: Juventude e lesões dos adversários.

Excetuando Djokovic e Murray, aqui vão alguns nomes que no futuro poderão destronar os ‘Reis’ do ATP.

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Zverev, 20 anos; a juventude atrapalhou a constância do alemão. Dono de muito talento, foi campeão de 2 masters esse ano. A inconstância dele é normal da idade, e o reflete nas as caídas prematuras em grand-slam. Com a experiência adquirida em 2017, o jovem alemão tem as ferramentas necessárias para se manter

Dimitrov, 26 anos; O búlgaro levantou o Master de Cincinatti e o ATP Finals, termina a temporada com a 3ª colocação do ranking da ATP. Maior problema de Dimitrov é se acostumar com a ideia de que ele é top 5 da atualidade. Trabalhando seu psicológico, Grigor tem capacidade técnica para bater de frente com os 4 melhores.

Thiem, 24 anos; para o austríaco, 2017 foi o ano para se firmar de vez como top 10 do Tour. Campeão do Rio Open, precisa melhorar o físico para jogar 100% na 2ª semana de grand slam. Ainda é jovem e está se acostumando a jogar com os grandes em fases finais dos torneios. Tecnicamente, precisa melhorar e muito seu backhand, que de longe é seu ponto mais fraco.

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J.M. del Potro, 29 anos; a Torre de Tandil segue como único gigante que sabe jogar tênis, sua potente pancada de direita é arma letal, dificilmente alguém no circuito consegue se livrar. Delpo vem de diversas cirurgias nos punhos, por isso tem de escolher a dedo onde vai jogar e seu físico ainda carece muito de ritmo. Juntamente com Dimitrov, é quem pode desbancar Nadal, Federer, Djokovic e Murray do top 4.

Sock, 25 anos: Mais completo que J. Isner, é a principal esperança norte-americana para o tênis. Longe de ter o talento de gerações passadas, Sock é bastante solido na linha de base, tem forehand agressivo e eficaz, as vezes lembrando até a ex-estrela Andy Roddick. Seu saque é a arma primordial para seus objetivos. Sua vontade e físico podem compensar a falta de talento (comparando com o big 4) e isso ajuda um tenista a ser grande ameaça no circuito.

Pouille, 23 anos: Mais uma grata revelação francesa, o jovem levantou 3 canecos esse ano. Seu retorno é mortal para saques ruins, alem de ser muito bom sacador. O jovem Francês ainda tem de refinar sua técnica, é muito promissor e talvez poderá ser o numero 1 da França em breve. Falta agressividade ao jovem, quando entrar com fome de títulos, irá longe nos principais torneios.

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Goffin, 26 anos: Acompanhando o belga no ATP Finals, foi uma grata surpresa. Jogador totalmente elétrico dentro de quadra e dono de golpes precisos. Goffin ainda precisa se impor para ganhar mais hierarquia no circuito. Por vezes, é esquecido pelos letrados. A cada ano vem evoluindo seu jogo até alcançar a final em Londres no ultimo fim de semana.

POWER RANKING NFL – SEMANA 12

Olá amigos do Major Sports, mais uma semana de NFL passou e algumas mudanças ocorreram no Power Ranking. Essa semana faremos um PR mais objetivo, com a campanha em parênteses e em seguida a evolução no ranking da semana. Sem mais delongas vamos a lista:

1 – Philadelphia Eagles (10-1) (-) – Eagles continua sobrando e voando cada vez mais alto!

2- New England Patriots (9-2) (-) – Incrível como a cada semana Brady consagra um RB novo com esses passes curtos

3- Pittsburgh Steelers (9-2) (-) – Está difícil segurar essa dupla BigBen/Antonio Brown

4 – MInnesota Vikings (9-2) (+1) – Quem diria que o ataque estaria destacando na equipe com QB3 e RB reserva

5 – Los Angeles Rams(8-3) (+1) – O melhor ataque da liga teve ajuda da boa defesa para diminuir os danos do ataque do Saints.

6 – New Orleans Saints(8-3) (-2) – Derrotado em uma prévia de playoffs fora de casa. Nada para se assombrar

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7 – Carolina Panthers (8-3) (+3) – 2 TD de defesa e Special Team manteve o time na cola do Saints na NFC South

8 – Jacksonville Jaguars (7-4) (-1) – A derrota dessa semana faz com que lembremos que um time com Bortles de titular não pode ser confiável

9 – Atlanta Falcons(7-4) (+2) – essa semana nos lembramos como Julio Jones é um craque

10 – Tennessee Titans (7-4) (+3) – Apesar de mais uma má atuação de Mariota o time agora lidera a AFC South

11 – Seattle Seahawks (7-4) (+1) – Russell Wilson segue correndo das defesas e por fora na disputa de MVP

12 – Baltimore Ravens(6-5) (+3) – Mais uma vitória na conta da defesa e de Alex Collins

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13 – Detroit Lions(6-5) (-5) – Dessa vez Stattford não conseguiu virar o jogo, e se a contusão foi grave fim de temporada em Detroit

14 – Los Angeles Chargers (5-6) (+5) – Com a queda do Chiefs, quem pode duvidar do Chargers nos playoffs?

15 – Kansas City Chiefs (6-5) (-6) – Tudo indica que acabou a magia de Alex Smith e Kareen Hunt

16 – Buffalo Bills(5-6) (-1) – O jogo foi feio, mas a vitória veio apesar de Tyrod Taylor under center

17 – Washington Redskins(5-6) (+1) – Apesar da temporada mediana, Kirk Cousins vem muito bem, querendo seu novo contrato

18 – Green Bay Packers(5-6) (-1) – O ataque fez uma ótima partida, mas entrar em tiroteio contra o Steelers não é para qualquer time

19 – Oakland Raiders(5-6) (+2) – Mesmo com a temporada broxante, o Raiders ainda tem chances de pós temporada

20 – Cincinnatti Bengals(5-6) (-) – Ao menos Joe Mixon está se salvando da mediocridade do time

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21 – Dallas Cowboys(5-6) (-5) – No final das contas a melhor contratação da próxima intertemporada tem que ser um HC

22 – Arizona Cardinals (5-6) (+4) – Até que o Gabbert não está tão mal, mas essa OL…

23 – New York Jets (4-7) (+1) – Mediante o que era esperado, a temporada vem sendo boa com McCown e Ryan Anderson mostrando algo

24 – Miami Dolphins (4-7) (-1) – Mais uma surra para o Patriots. O último apaga a luz em Miami

25 – Tamba Bay Bucanneers (4-7) (-) – Eu assumo que me enganei com o Bucs para esse ano… Lamentável

26- Houston Texans (4-7) (-4) – Com Tom Savage você só pode esperar queda no PR do MajorSports

27 – Chicago Bears(3-8) (+1) – Alguém esperava que eles tinham chance contra o Eagles? Ah vá

28 – Denver Broncos (3-8) (+1) – Agora voltou o Siemian… Será que dá tempo do Elway entrar em forma?

29 – Indianapolis Colts (3-9) (-) – Brissett entrou em uma roubada… Contagem regressiva para a demissão do Pagano em 4…

30 – New York Giants (2-10) (-) – 2017 e o McAdoo ainda credita em Geno Smith… Temporada tenebrosa

31 – San Francisco 49ers (1-11) (-) – Uma derrota feia para o Seahawks, e começa a era Garoppolo em SanFran

32 – Cleveland Browns(0-12) (-) – Parece que Sam Arnold vai ficar mais 1 ano no College. Mais uma First Pick em Ohio

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Espero que curtam e Boa semana a todos.

Caio Fillippi –  torcedor dos Colts e apaixonado por NFL – para o blog Major Sports

WHO IS THE KING OF FEAR?

GEESE HOWARD NO TEKKEN 7!

Fala galera apertadora de botão, beleza?

Eu sou o Michel e estarei semanalmente no #MajorSports trazendo as novidades do nosso mundo de jogos eletrônicos e pra começar com estilo trago uma ótima notícia para os fãs de Fighting Games.

A Namco Bandai disponibilizou hoje a tão esperada DLC para Tekken 7 de nada mais nada menos o Rei do Medo – Geese Howard!!!

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Mantendo a proposta do jogo de trazer personagens de outras franquias como já fez com o Akuma de Street Fighter, desta vez a Namco “apelou” e trouxe um dos personagens mais carismáticos dos jogos de luta.

Geese Howard apareceu pela primeira vez no jogo Fatal Fury da SNK onde era o vilão principal e é amado pelos fãs por sua forma de agir com crueldade, arrogância e impiedade para alcançar os seus objetivos YEAHHHHHHHHH.

Geese Howard chega hoje 30 de Novembro via DLC para os consoles Playstation 4, Xbox One e PC e você pode adquiri-lo pela Season Pass que inclui outros itens ou separadamente.
Abaixo você confere o trailer de lançamento do personagem…

Galera espero que tenham gostado, acompanhem sempre nosso blog, curta nossa página do Face e Twitter e GG.

Michel Almeida é viciado em e-sports e estará semanalmente escrevendo para o blog Major Sports

Todos os caminhos levam a Moscou

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Agora vai!!!

Depois de mais de 2 anos de Eliminatórias com disputa entre 210 países, finalmente os 32 classificados foram decididos e o último jogo foi a  vitória do Peru sobre a Nova Zelândia por 2 a 0, no Estádio Nacional de Lima.

Agora todos os caminhos levam a Rússia, onde teremos 2 países estreantes com Islândia e Panamá, além das surpreendentes eliminações da Itália, EUA e Gana.

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Vamos agora as simulações para o sorteio que será realizado no Kremlin no dia 01 de dezembro:

Para contextualizar, os potes foram divididos de acordo com o polêmico Ranking da FIFA de Outubro de 2017.

Teremos como cabeças de chave a Rússia como dona da casa e os 7 primeiros do Ranking FIFA. Cada um dos 8 grupos terá 1 representante de cada pote, respeitando a regra de não ter países do mesmo continente, exceto a Europa, mesmo assim limitado a 2 europeus por grupo. Confira:

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Com essas situações podemos ter grupos fortíssimos como Brasil, Espanha, Dinamarca e Nigéria ou Alemanha, Uruguai, Suécia e Austrália. Por outro lado podemos ter Rússia, Peru, Irã e Panamá ou Polônia, México, Islândia e Arábia Saudita.

Quem não lembra da Copa de 2014 com Itália, Inglaterra, Uruguai e Costa Rica, com os 2 últimos se classificando?

Muito se discute sobre o que seria melhor: enfrentar um grupo mais fraco para pegar ritmo ou enfrentar um grupo mais forte para já entrar em ritmo de competição? Penso que o melhor seria para a Seleção começar enfrentando um grupo forte, pois já estaria preparado para o mata-mata, pois um grupo muito fraco, com várias goleadas pode iludir a equipe e quando enfrentar algum gigante do futebol pode não estar preparado.

Todas essas respostas começarão a ser dadas a partir de 1 de dezembro, sexta-feira próxima, data do sorteio dos grupos, que terá a participação de ex-campeões mundiais como o nosso capitão do penta, Cafú, além de Maradona, Canavaro, Blanc e muito mais.

Alea Jacta est! A sorte está lançada.

Fique ligado que a partir de agora o blog Major Sports fará uma super cobertura do evento para os amigos que nos acompanham, com matérias, probabilidades, previsões e etc.

Vem com a gente, afinal, todos os caminhos levam à Rússia!

Caio Fillippi, diretamente da Bahia para o blog Major Sports

GOLF – Hero World Challenge

 

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Vai começar o torneio mais falado desse começo de temporada do golf e por um simples motivo: Tiger Woods. O maior jogador da nossa geração voltará à campo após 9 meses e 25 dias. O problema na coluna de Tiger parecia interminável, foram diversas cirurgias nesse meio tempo, mas finalmente neste dia 30/11, as 15h05min horário de Brasília, Mr.Woods estará driveando no tour novamente.

The Hero World Challenge se dará na paradisíaca Bahamas, na cidade de New Providance. Segundo a Maju Coutinho do PGA, as condições climáticas serão boas, porém haverá muito vento durante o evento.

Com o vento esperado para o final de semana, haverá muitos problemas para os jogadores, o campo é cercado de areia e os fairways são estreitos. Destaque para os buracos 5 e 12.

Jogadores para observar

Tiger Woods: Conforme escrito acima, a volta do Tiger é a maior chamada que poderia acontecer para o torneio. Seu swing está mais leve do que ano passado, onde parecia que estava segurando o corpo e não deixava o movimento fluir. Mr. Woods não afastava o taco do corpo, tampouco permanecia com o tronco firme no backswing, influenciando seu movimento que tinha como pior fase a transição entre aceleração de follow-thorugh, culminando no desequilíbrio corporal durante o movimento, sobrecarregava a região lombar e seus golpes não tinham direção.

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Justin Thomas: Numero 1 do ranking, melhor jogador ano passado, campeão da FedEx Cup, irá jogar junto com Tiger no 1º round. Será interessante ver o melhor golfista da atualidade juntamente com o – para muitos – melhor de todos os tempos. Nenhum dos dois sonha em ficar atrás na disputa.

Jordan Spieth: O jogador mais talentoso da atualidade, em minha opinião. Jogará pela 1ª vez na história em igualdade contra Tiger Woods em um torneio, quando jogaram anteriormente, Tiger estava lesionado e totalmente atrapalhado em campo. Esse choque geracional é para prestar bem atenção no final de semana.

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Justin Rose: Atual campeão olímpico, numa pista parecida com Albany, como é o Campo de Golf olímpico do Rio, que também é cercado de areia. Se o Inglês estiver em seu melhor fim de semana, pode complicar os favoritos citados acima.

Não haverá fantasy do PGA para o Hero World Challange

Transmissão: 14:30 horário de Brasilia (Qui/Sex)

14:00 no Sabado e às 13 no Domingo – Golf Channel.

Miami Heat: realidade ou fumaça?

Olá queridos leitores do Major Blog Sports. Neste texto faremos um pequeno contexto histórico e falaremos sobre o que vem acontecendo com o time de Miami nas últimas semanas.

O time viveu tempos áureos enquanto Wade e Lebron estiveram por lá. Finais e títulos por temporadas consecutivas, mas todos sabiam que um dia Lebron iria embora (2010 – 2014) e que o Wade (2003 – 2016) já não era o mesmo jogador de outros tempos, inclusive por causa dos seus joelhos. O rebuild era eminente. O time se distanciou dos playoffs e novos jogadores chegaram com a missão de colocar a franquia de volta ao rumo das vitórias e dos playoffs.

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No meio da temporada de 14 – 15, o esloveno Goran Dragic chegou com a missão de ser o armador do time, após mostrar um bom basquete e bons números pelos Suns (12 pontos, 4,5 assistências, 3 rebotes, 36% FG 3 pontos e 51,4% de FG de médias). Por um tempo se pensou que Dragic seria uma das engrenagens para mudar o time de patamar, mas o tempo, imutável senhor das coisas, fez com que o Dragic se tornasse campeão europeu com a sua seleção, sendo o MVP da competição e hoje é o principal e maior pontuador do Heat na temporada. Até o momento ele possui médias de 18,6 pontos, 4,6 assistências e 4,1 rebotes. É um jogador que faz o time jogar e ainda é letal no perímetro, com um aproveitamento de 40,9%.

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A segunda peça dessa engrenagem é o Hassan Whiteside, cara responsável por proteger o aro na defesa (1,6 blk’s de média) e ainda assim, contribuir com 14,9 pontos no ataque e pegar 12,7 rebotes de média na temporada. Ter um cara atlético como o Whiteside além de ajudar demais na tábua defensiva (o time possuí a quinta melhor defesa da liga cedendo 102,3 pontos por jogo), proporciona um leque maior de opções ofensivas no ataque, seja via pick and roll, jogando de costas para cesta e com opção de ir para dentro e abrir espaço para o pessoal do perímetro.

Outra peça chave desta engrenagem é o marrento e mala do Dion Waiters. Ele é o scorer do time, o cara dos arremessos quando a porca torce o rabo. O cara é meio bipolar, sendo capaz de noites com mais de 30 pontos e cestas mágicas e no jogo seguinte não fazer nada. Na temporada passada foi importantíssimo na sequência de vitórias e provavelmente ajudaria o time a ir para os playoffs, mas uma contusão fez com que a temporada dele terminasse mais cedo, assim como um possível ida aos playoffs. Por isso, a diretoria resolveu renovar o contrato por 4 anos e pagar a bagatela de US$ 52.000.000,00. Na atual temporada ele possuí médias de 15.7 pontos, 3,6 assistências e 2,8 rebotes.

Josh Richardson, James Johnson, Tyler Johnson, Justise Winslow, Kelly Olynyk, Wayne Ellington completam o time e a rotação, contribuindo com + de 19 minutos jogados e mais de 8 pontos de média na temporada.

O time é dirigido pelo questionado Erik Spoelstra. A mídia e os torcedores questionavam o playbook, a falta de jogadas e a forma com a qual ele administrava os egos do time que chegou a 4 finais consecutivas, sendo campeão duas vezes. Com o rebuild, alguns desses críticos e haters estão torcendo o nariz e a língua. O time fez boas escolhas nos drafts (Bam, Winslow, Richardson), tem um clima mais tranquilo para que o mesmo possa trabalhar e uma cobrança menor sem as estrelas que formaram o Big Three. O time possui um bom padrão defensivo, pois tem uma marcação forte no perímetro e um excelente protetor de aro. O que podemos considerar como um ponto fraco dessa defesa é o Waiters, por ser um jogador preguiçoso e as vezes “relapso”.

Os frutos das boas decisões começam a ser colhidos. O time não teve um bom começo de campeonato, mas nos últimos seis jogos, possui um recorde de 4 vitórias e 2 derrotas, incluindo uma vitória em cima do Boston Celtics, que encerrou o ciclo de 16 vitórias consecutivas e outra inquestionável sobre os Timberwolves (Seguem os vídeos com os melhores momentos desses dois jogos). No campeonato o time possui uma campanha de (10 – 10), dividindo a nona colocação na conferência leste, com o Knicks.

Eu não creio que o time tenha vida fácil na temporada regular, principalmente por causa do ataque, que anota apenas 100,7 pontos por jogo e é apenas o número 22 da liga, mas diferentemente do ano passado, nesta temporada o time deverá chegar aos playoffs.

spoelstra

Nesta semana o time enfrenta os Knicks em NY e volta para Miami para jogar contra Hornets e Warriors. Bons testes para que possamos assistir e avaliar a real condição do Heat neste momento da temporada.

Para você que leu o texto, compartilhe, deixe os seus comentários e nos diga o que achou.

Um abraço.

 

Paulo “TeclasNaVeia” Côrreia para o blog Major Sports